Geografia
- Agricultura brasileira
- Prova de 2019
- UECE
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: CC08AAF7-9C
Área do conhecimento
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Atente para o seguinte excerto: “A sub-bacia do Alto Jaguaribe localiza-se na porção sudoeste do Estado do Ceará, limita-se a oeste com o Estado do Piauí e ao sul com o Estado de Pernambuco. Das cinco sub-bacias que compõem a bacia do rio Jaguaribe (Alto, Médio e Baixo Jaguaribe, Banabuiú e Salgado) é a que possui maior região hidrográfica, sendo, também, a maior do Estado”.
Ceará. Assembleia Legislativa. Caderno regional da sub-bacia do Alto Jaguaribe / Conselho de Altos Estudos e Assuntos Estratégicos, Assembleia Legislativa do Estado do Ceará; Santana, E. W. de (Coord.). – Fortaleza. 2009.
A Bacia do Jaguaribe é a maior e mais importante bacia hidrográfica do Ceará. No trecho correspondente à sub-bacia do Alto Jaguaribe, alguns dos principais afluentes deste rio, são os rios
“O Cerrado é o segundo maior bioma da América do Sul, ocupando uma área de 2.036.448 km², cerca de 22% do território nacional. A sua área contínua incide sobre os estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Maranhão, Piauí, Rondônia, Paraná, São Paulo e Distrito Federal, além dos encraves no Amapá, Roraima e Amazonas.”
O Bioma Cerrado. Disponível em: http://www.mma.gov.br/biomas/cerrado. Acesso em 03.04.2019.
Considerando algumas das principais características do Bioma Cerrado, é correto afirmar que nele
Leia atentamente o seguinte excerto: “O mapa sempre foi um instrumento usado pelos homens para se orientarem, se localizarem, se informarem, enfim, para se comunicar. O mapa é usado pelo cientista, pelo leigo, tanto em atividades profissionais como sociais, culturais e turísticas. O mapa é empregado pelo administrador, pelo planejador, pelo viajante e pelo professor. [...] O mapa é uma forma de linguagem mais antiga que a própria escrita”.
ALMEIDA, R. D. de. Cartografia escolar. Org. 2.ed. São Paulo. Contexto. 2010. p.16.
O trecho acima enfatiza a importância do mapa como
“O Conselho Federal de Psicologia (CFP) vem a público manifestar repúdio à Nota Técnica Nº 11/2019 intitulada ‘Nova Saúde Mental’, publicada pela Coordenação-Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, do Ministério da Saúde, na última segunda-feira (4 [de fevereiro de 2019]). O teor do documento aponta um grande retrocesso nas conquistas estabelecidas com a Reforma Psiquiátrica (Lei nº 10.216 de 2001), marco na luta antimanicomial ao estabelecer a importância do respeito à dignidade humana das pessoas com transtornos mentais no Brasil. A nota apresenta, entre outras questões que desconstroem a política de saúde mental, a indicação de ampliação de leitos em hospitais psiquiátricos e comunidades terapêuticas, dentro da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), incentivando assim o retorno à lógica manicomial. O Ministério da Saúde também passa a financiar a compra de aparelhos de eletroconvulsoterapia.”
CFP manifesta repúdio à nota técnica “Nova Saúde Mental” publicada pelo Ministério da Saúde. In: Site do Conselho Federal de Psicologia, publicado em 08/02/2019. Disponível em: https://site.cfp.org.br/cfp-manifesta-repudioa-nota-tecnica-nova-saude-mental-publicada-peloministerio-da-saude/
A crítica do Conselho Federal de Psicologia à nova política de saúde mental do governo brasileiro poderia encontrar apoio no pensamento liberal clássico
Um dos argumentos em favor do direito amplo ao armamento individual é o que afirma que cabe ao próprio indivíduo, e não ao Estado, a proteção de sua vida e de sua propriedade. Esse argumento pode ser entendido, nos termos da filosofia de Thomas Hobbes, como um “direito de natureza”, que o pensador inglês define no seguinte modo: “O direito de natureza é a liberdade que cada homem possui de usar seu próprio poder, da maneira que quiser, para a preservação de sua própria natureza, ou seja, de sua vida; e consequentemente de fazer tudo aquilo que seu próprio julgamento e razão lhe indiquem como meios adequados a esse fim”.
HOBBES, Thomas. Leviatã, Parte I, cap. XIV. Trad. br. Tradução de João Paulo Monteiro e Maria Beatriz Nizza da Silva. São Paulo: Abril Cultural, 1983 – adaptado.
Com base na definição acima, considere as seguintes afirmações:
I. O direito de natureza não garante a vida de ninguém.
II. O direito de natureza não garante a propriedade individual.
III. O direito de natureza é igual para todos.
É correto o que se afirma em
No Brasil, na Argentina e em outros países da América Latina, os governos estão promovendo mudanças econômicas e de políticas públicas, mudanças essas conhecidas como liberais ou neoliberais. Nessas mais recentes políticas governamentais, o poder público transfere à economia de mercado a satisfação de determinadas carências dos cidadãos, que devem provê-las a partir do próprio esforço individual em uma economia mais fortemente caracterizada pela concorrência entre os indivíduos e por menos direitos sociais. Em seu tempo, o filósofo contratualista Jean-Jacques Rousseau, em seu Do Contrato Social, afirma que quanto menos felicidade a República é capaz de proporcionar aos cidadãos, mais eles terão que buscar, individualmente, a felicidade. A consequência é uma sociedade cada vez mais egoísta, desinteressada pela política e, por fim, agrilhoada por um déspota qualquer ou pela cobiça.
O texto acima apresenta duas opiniões conflitantes sobre a condução das políticas públicas. Considerando essas opiniões, assinale a afirmação verdadeira.
Sobre a questão da liberdade em Spinoza, a filósofa brasileira Marilena Chauí afirma o seguinte: “[...] o poder teológico-político é duplamente violento. Em primeiro lugar, porque pretende roubar dos homens a origem de suas ações sociais e políticas, colocando-as como cumprimento a mandamentos transcendentes de uma vontade divina incompreensível ou secreta, fundamento da ‘razão de Estado’. Em segundo, porque as leis divinas reveladas, postas como leis políticas ou civis, impedem o exercício da liberdade, pois não regulam apenas usos e costumes, mas também a linguagem e o pensamento, procurando dominar não só os corpos, mas também os espíritos”.
CHAUÍ, Marilena. Espinosa, uma subversão filosófica. Revista CULT, 14 de março de 2010. Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/baruch-espinosa/.
O poder teológico-político é violento, porque
Anthony Giddens, sociólogo inglês, refere-se a “um mundo em mudanças”, com reflexos sociais, econômicos e culturais em larga escala, tanto mundial como local. Assim afirma Giddens: “O mundo em que vivemos hoje nos faz muito mais interdependentes, mesmo a milhares de quilômetros de distância, do que jamais fomos”.
GIDDENS, Anthony. Sociologia. 4. Ed. Porto Alegre, Artmed, 2005, p. 60.
As atuais mudanças que aproximam o local e o global são bastante novas na história da sociedade. Considerando esse aspecto, assinale a afirmação verdadeira.
Os sociólogos definem a desigualdade de gênero como a diferença de status, poder e prestígio que as mulheres e os homens apresentam nos grupos, nas coletividades e nas sociedades.
GIDDENS, Anthony. Sociologia. 4. Ed. Porto Alegre, Artmed, 2005, p. 107.
Em relação aos efeitos da desigualdade de gênero nas sociedades, assinale a afirmação verdadeira.
Os meios de comunicação estão revolucionando as relações sociais, os hábitos cotidianos e os costumes das pessoas. Com a massificação das novas tecnologias da informação, a exemplo do celular, da internet, também está revolucionando as ideias sobre vigilância e controle das pessoas, em que a sociedade passa a ser um “Big Brother”.
OLIVEIRA, L. F. de.; COSTA, R. C. R. da. Sociologia para jovens no século XXI. 3.ed. – Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 2013, p. 255.
Considerando os tempos atuais, marcados pelo avanço de novas tecnologias de comunicação, é correto afirmar que a expressão Big Brother, utilizada no trecho acima,
Para Weber, “Estado é uma comunidade humana que pretende, com êxito, o monopólio do uso legítimo da força física dentro de um determinado território. Especificamente, no momento presente, o direito de usar a força física é atribuído a outras instituições ou pessoas apenas na medida em que o Estado o permite. O Estado é considerado como a única fonte do ‘direito’ de usar a violência”.
WEBER, Max. Ensaios de Sociologia.
Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1982, p.98.
Sobre o conceito de Estado moderno, de acordo com Max Weber, é correto afirmar que
Considere as seguintes afirmações sobre a história antiga de Roma.
I - Com o fim do período monárquico, a hierarquia social na República deixou de estar fundada na descendência familiar e na propriedade de terras, valorizando as ocupações ligadas ao comércio urbano e à prática da magistratura.
II - No contexto dos séculos III e II a.C., a manumissão de estrangeiros, escravizados a partir de conquistas bélicas, possibilitava a tais indivíduos liberdade social e cidadania política.
III- Entre as principais causas do fim da República, estão a invasão de tribos normandas oriundas do norte da Europa, a difusão do cristianismo e a crise econômica provocada pela chamada “Conspiração de Catilina”.
Quais estão corretas?
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo, a respeito da história do cristianismo entre os séculos IV e XV.
( ) O predomínio da Igreja cristã no Ocidente ocorre a partir da conversão do imperador Constantino em 312, e da imediata proibição imposta a outras religiões consideradas pagãs.
( ) A difusão ideológica do cristianismo ocorreu também graças a obras dos chamados pais da Igreja, como o africano Agostinho, bispo de Hipona e autor de Cidade de Deus.
( ) A gradual intervenção no estabelecimento de normas a respeito do matrimônio e do modelo familiar contribuiu para o processo de controle social por parte da Igreja.
( ) A Ordem de Cristo, criada em Portugal no século XIV, foi uma ordem de caráter religioso e militar instituída como prevenção contra a expansão territorial francesa, realizada pelos cavaleiros templários em nome de Filipe IV.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
Considere as imagens abaixo, em que é representada, de formas distintas, a crucificação de Cristo.

A comparação entre as duas pinturas mostra uma transformação fundamental na história da arte do Ocidente, que teve no chamado Renascimento italiano do século XV um de seus momentos principais.
Assinale a alternativa que apresenta a principal característica do Renascimento italiano.