História
- Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
- Prova de 2019
- UEMG
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: 1CDB776F-FF
Área do conhecimento
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No estudo sobre energia solar, três estudantes fizeram as seguintes afirmativas.
Aline: “O Sol é nossa principal fonte de energia, e a origem dessa energia vem das reações nucleares que ocorrem em seu interior”.
Bárbara: “A energia emitida pelo Sol tem origem na ação gravitacional à qual os átomos que compõem o Sol estão submetidos”.
Júlia: “A energia emitida pelo Sol se manifesta de diversas formas, e ele pode ser considerado uma fonte de energia renovável”.
Estão corretas as afirmativas feitas por:
Chile aposta em mercado brasileiro para crescer
De acordo com números de setembro de 2012 do Banco Central, o Chile ocupa a sexta posição entre os países com maior ingresso bruto de Investimento Estrangeiro Direto (IED) no Brasil, respondendo por 3,9% do total, superando parceiros comerciais mais conhecidos, como a Argentina. “Há dez anos, o Chile não figurava sequer entre os 25 maiores investidores diretos no Brasil”, afirmou o Banco Central. Os investimentos diretos do Chile estão presentes de norte a sul do Brasil, em quinze estados, com destaque para o setor de energia, que responde por quase 35% do total investido, seguido de perto pela indústria, com 33%. Em junho de 2012, a fusão entre as líderes brasileira e chilena do setor criou a maior companhia aérea da América Latina, mostrando que há também interesse no setor de serviços.
(http://goo.gl/txgMQ. Acesso: 19/11/2012. Adaptado.)
O aumento do investimento direto de empresas chilenas no Brasil é parte de um movimento geral das economias dos países em desenvolvimento, que consiste na sua
No início de 2008, o governo do Reino Unido, finalmente, anunciou um programa para a construção de novas centrais energéticas nucleares. (...) Energia nuclear é, de longe, o meio mais efetivo de reduzir a emissão de dióxido de carbono (...). O importante é que as cidades exigem um fornecimento constante e econômico de eletricidade que até recentemente veio do carvão e do gás, mas esses recursos estão agora em declínio e não deixam nenhuma alternativa, além da energia nuclear. As megacidades que estão começando a emergir demandarão enormes fluxos de eletricidade e somente uma vigorosa e rápida expansão da energia nuclear poderá satisfazê-los num futuro próximo.
(LOVELOCK, J. Gaia: alerta final. S. P: Intrínseca.)
Para James Lovelock, uma alternativa para frear o aquecimento global é:
A figura ilustra duas situações econômicas distintas através dos balões de ar.

Considerando-se as situações neste contexto, a análise comparativa econômica demonstra
que a China
Os tecnopolos (...) constituem os pontos de interconexão dos fluxos mundiais de conhecimento e informações, sendo interligados por uma densa rede de telecomunicações e computadores. São também os centros irradiadores das inovações tecnológicas.
Geralmente, situam-se em cidades pequenas e médias, longe dos antigos centros de industrialização, porém próximo das cidades mais importantes do mundo. Muitos localizamse na região metropolitana das cidades globais, como Tóquio, Londres, Paris, Los Angeles, São Francisco, etc. Dependem da infra-estrutura de transportes e telecomunicações dessas cidades, além de sua estrutura administrativa e financeira.
Neles encontram-se as indústrias da economia informacional, fortemente baseadas na microeletrônica: semicondutores (chips para computadores), informática (equipamentos e sistemas), robótica, telecomunicações e biotecnologia. Esses setores compõem a nova economia.
(MOREIRA, J.C. e SENE, E. Geografia para o Ensino Médio. São Paulo: Scipione, 2002, p 311 e 312 . Adaptado.)
Os tecnopolos se constituem em novas regiões industriais de tecnologia de ponta e exigem reordenamentos espaciais nas áreas onde se localizam, pois
O crescimento rápido de algumas cidades culmina no fenômeno da metropolização e, nos países pobres, caracteriza-se pela incapacidade de criação de empregos, seja na zona rural, seja em cidades pequenas e médias. Isso que força o deslocamento de milhões de pessoas para as cidades que polarizam a economia de cada país. Acrescente-se a isso o fato desses países, com raras exceções, apresentarem altas taxas de natalidade e, portanto, alto crescimento demográfico, formando o quadro que explica o rápido crescimento das metrópoles no mundo subdesenvolvido.
(http://goo.gl/c979T. Acesso: 09/04/2011. Adaptado.)
O fenômeno da metropolização nos países pobres é uma consequência da
Em 1831, a abdicação de D. Pedro I ao trono significou uma vitória das forças descentralizadoras, e houve o que se convencionou chamar de “experiência republicana”, tendo em vista a eleição direta de regentes, uma espécie de presidente da época, como foi o caso de Diogo de Feijó. No entanto, a abdicação não diminuiu o ímpeto separatista. Ao contrário, o período que se estendeu até 1848 foi caracterizado pelo avanço desse segmento. A elite imperial não só ordenou o massacre dos rebeldes das províncias como, também, procurou criar instituições que viabilizassem o projeto monárquico. Os intelectuais vinculados a esse projeto investiram, por sua vez, no combate aos movimentos separatistas, mostrando que os brasileiros constituíram uma nacionalidade com características próprias.
(DEL PRIORE, M.; VENÂNCIO, R. Uma breve história do Brasil. SP: Planeta do Brasil, 2010. p. 172. Adaptado.)
No contexto político, que se seguiu à abdicação de D. Pedro I (1831), verifica-se que as elites políticas brasileiras buscaram

O jornal, publicado em 1910, noticia a Revolta dos Marinheiros também conhecida como a
Revolta da Chibata. O movimento reivindicava
Informações do relatório do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (UNEP, na sigla em inglês) revelam que o mundo está mais ecologicamente correto do que nunca. Em 2008, de acordo com esse relatório, foram investidos US$ 155 bilhões em energia limpa – quatro vezes mais do que o registrado em 2004. O Brasil tem lugar de destaque no documento, bem como a China e outros países que foram apontados como nações que mais investiram em energias limpas e renováveis em 2008.
A partir dessas informações,conclui-se que os países

(http://efeito-colateral.blogspot.com/2007_03_01_archive.html. Acesso: 11/04/2010.)
A realidade retratada na figura indica a necessidade de se discutir uma solução para o
problema
Governo publica regras do novo regime automotivo
O Brasil dará incentivos fiscais para montadoras com fábricas no país que invistam em inovação e produzam modelos de carros mais baratos, eficientes e ecológicos, segundo o novo regime automotivo anunciado em outubro de 2012. As novas regras estarão em vigor de janeiro de 2013 a dezembro de 2017, e preveem que o governo cobrará um imposto menor sobre os veículos com um mínimo de 65% de peças nacionais, que consumam menos combustível, que emitam menos gases poluentes, que sejam fruto de projetos de inovação no Brasil e que sejam mais baratos para o consumidor. As empresas que não atenderem os requisitos terão que pagar um imposto de pelo menos 30%, o mesmo cobrado das que importam automóveis de países que não fazem parte do Mercosul.
(http://goo.gl/SWbHc. Acesso: 05/10/2012. Adaptado.)
O novo regime automotivo reflete uma mudança na relação entre os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e as empresas privadas após a crise global de 2008, uma vez que
O tecnopolo é uma característica da produção industrial no capitalismo atual e que promove um reordenamento territorial da indústria. O tecnopolo situado na cidade de São Carlos – SP
Os tecnopolos têm promovido um reordenamento espacial das indústrias, objetivando a inserção, estratégica, no modelo atual da economia mundial, altamente competitiva e informacional. Na organização espacial das indústrias na cidade de São Carlos,