História
- Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
- Prova de 2011
- UFAC
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 96A6CB66-E4

Área do conhecimento
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“Quase toda a soma de nosso conhecimento, que de fato se deva julgar como verdadeiro e
sólido conhecimento, consta de duas partes: o conhecimento de Deus e o conhecimento de nós
mesmos. Como, porém, se entrelaçam com muitos elos, não é fácil, entretanto, discernir qual deles
precede ao outro, e ao outro origina. [...] Por outro lado, é notório que o homem jamais chegue ao
puro conhecimento de si mesmo até que haja antes contemplado a face de Deus, e da visão dele
desça a examinar-se a si próprio [...].

Atente para as informações:

Enfatizando a rejeição violenta a tudo que não integra as “comunidades imaginadas” por seus militantes, o hate rock é um gênero musical que defende ideias neofascistas. [...] Na música “Guerreiros da terceira posição”, de 2015, [a banda curitibana Estandarte Patriótico] diz: “Nossa luta é direcionada contra os reais inimigos da nação / Não iremos recuar / A vitória é nossa obrigação / Nossa soberania está sendo roubada por vermelhos e liberais”. [...] Os políticos das duas vertentes [esquerda e liberalismo] teriam se mostrado incapazes de conduzir a nação brasileira da forma que a banda e seus pares idealizam. [...] Se os neofascismos, ao mesmo tempo que rompem com o passado, dão continuidade a discursos clássicos dos fascismos, o ódio aos dois sistemas políticos permanece. O fascismo, que surgiu como uma “terceira posição”, buscava substituí-los.

(http://efeito-colateral.blogspot.com/2007_03_01_archive.html. Acesso: 11/04/2010.)
A figura expressa uma realidade socioespacial de segregação
O Brasil pode abrigar mais nove fábricas de automóveis, caso os projetos anunciados na edição de 2012 do Salão do Automóvel de São Paulo se confirmem. A lista é composta, em sua maioria, por tradicionais marcas europeias e asiáticas que estão de olho no crescente mercado brasileiro que, de acordo com analistas, poderá tornar-se o terceiro maior do mundo. Muitas delas tinham intenção de chegar apenas via importação, mas o programa anunciado pelo governo em outubro de 2012 coloca o carro estrangeiro em desvantagem competitiva. “Com o novo decreto do governo, quem quiser vender carro no Brasil terá de produzir aqui ou se limitar a uma cota de até 4800 carros ao ano”, diz um fabricante. Para os importados fora da cota, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) será 30 pontos percentuais maior, o que torna muito difícil a concorrência.
(http://goo.gl/jzzUV. Acesso: 25/10/2012. Adaptado.)
As novas fábricas de automóveis a se instalarem no Brasil foram atraídas por uma combinação entre
Os empreendimentos culturais se concentram preferencialmente nas áreas das cidades onde vivem as classes sociais A e B. As regiões consideradas pouco atrativas para eventos de grande porte geralmente não recebem tais investimentos. Isso revela que existe um processo de seletividade dos empreendimentos culturais, públicos ou privados, no âmbito das cidades.
Um dos critérios que contribuem para a exclusão de uma região na instalação de um empreendimento cultural é a
Modernização e nacional-desenvolvimentismo
De modo geral, pode-se dizer que até o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, as receitas para a modernização do Brasil prescreviam a organização do Estado: era o Estado que estaria encarregado de formar a nação e seu povo, e para isso era fundamental uma cultura nacional. Após o início da Guerra Fria, a necessidade de vencer obstáculos e transformar o país permaneceu constante, mas a modernização passou a ter como alvo principal o estabelecimento de políticas que visassem a desenvolver o país, ou seja, a acelerar seu crescimento econômico em direção à industrialização e à urbanização.
(OLIVEIRA, L. L. Cultura e Identidade Nacional no Brasil do Século XX. In: GOMES, A. C.; PANDOLFI, D. C.; ALBERTI, V. (Org.). A República no Brasil. RJ: FGV, 2010. p. 359.)
Durante o século XX, a modernização do país foi um objetivo perseguido em várias estratégias de governo. Com o projeto nacional-desenvolvimentista, o presidente Juscelino Kubitschek (1956-1961) buscou
Cidadania Brasileira
Foi convivendo com todas essas limitações à cidadania política que demandas da classe trabalhadora, articuladas durante a Primeira República, transformaram-se em leis, passando a fazer parte da vida do trabalhador e a integrar seu sentimento de cidadania, que desde então passa pelo exercício de direitos sociais. Para se dimensionar a mudança ocorrida, vale citar algumas das mais importantes medidas implementadas nesse período, entre as quais a carteira de trabalho, o salário mínimo, a Consolidação das Leis do Trabalho, os Institutos de Aposentadoria e Pensões (IAPs) e a Justiça do Trabalho.
(GOMES, A. C. Economia e trabalho no Brasil Republicano. In: GOMES, A. C.; PANDOLFI, D. C.; ALBERTI, V. (Org.). A República no Brasil. RJ: FGV, 2010. p. 246.)
O longo processo de construção da cidadania brasileira no século XX foi marcado por inúmeros conflitos, avanços e recuos. Na década de 1930, constata-se que os direitos sociais resultaram