História
- Expansão Comercial a Marítima: a busca de novos mundos
- Prova de 2019
- UEMG
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: 37358259-FF
Área do conhecimento
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A cultura africana no Brasil está presente na nossa alimentação, na música, na dança e na religião.

(http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://bp0.blogger.com/_pb00HrJrIxA/R-fvoMeXYSI/AAAAAAAAAJo/-aGt7BjBY-8/s400/Rugendas&imgrefurl. Acesso em 21/08/2008.)
A manifestação representada nessa imagem é conhecida como
A matriz energética mundial é marcada pela maior utilização de fontes não renováveis, como o petróleo e o carvão mineral, os chamados combustíveis fósseis.
É consequência ambiental dessa dependência do petróleo e do carvão mineral o aumento do
A economia brasileira poderá perder até R$ 3,6 trilhões nos próximos 40 anos em decorrência das mudanças climáticas, indica um estudo realizado por pesquisadores das principais instituições públicas e privadas do país. No setor de energia, seria necessário instalar capacidade extra de geração, "de preferência, com geração por gás natural, bagaço de cana e energia eólica".
(http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/bbc/2009/11/25/jhtm.
Acesso: 04/03/2010.)
A geração de energia a partir do gás natural, bagaço de cana e energia eólica é preferível, porque essas fontes de energia
A transferência da corte portuguesa para o Brasil e sua chegada em 1808, foi um episódio inédito para um rei.
Com base em conhecimentos prévios sobre esse período da História, a medida adotada por D. João que beneficiou diretamente a Inglaterra foi
Para Émile Durkheim, a compreensão da sociedade deve ser feita com base em um conjunto de ideias, continuamente alimentadas pelos homens que fazem parte dela, sendo a sociedade sempre superior ao indivíduo. Nesse contexto, ele criou características de análise, como coercitividade, exterioridade e generalidade.
Esses conceitos estão ligados a
A indústria de manufatura eletrônica é o setor da produção que mais cresce. Em termos de faturamento, só perde para a indústria petrolífera. Em função desse crescimento, combinado com a rápida obsolescência dos seus produtos, o lixo eletrônico (e-waste) é, agora, o tipo de lixo que cresce mais rapidamente no mundo. Está começando a alcançar proporções desastrosas e, tardiamente, os países industrializados começaram a lidar com o problema.
MATTOS, K. M. C.; PERALES, W. J. S. Os impactos ambientais causados pelo lixo eletrônico e o uso da logística reversa para minimizar os efeitos causados ao meio ambiente. Disponível em: www. abepro.org.br. Acesso em: 25 mar. 2013.
Maragogipinho, na Bahia, produz peças de barro e argila que encantam turistas. Os oleiros, como são chamados os artesãos que fabricam as peças, aprendem o ofício desde cedo, numa arte que é passada de pai para filho.
Disponível em: http://viagem.uol.com.br. Acesso em: 22 jul. 2015 (adaptado).
A notícia do assassinato do presidente norte-americano Abraham Lincoln em 1865 levou 13 dias para cruzar o Atlântico e chegar à Europa. A queda da Bolsa de Valores de Hong-Kong, na semana passada, levou 13 segundos para cair como um raio sobre São Paulo e Tóquio, Nova York e Tel Aviv, Buenos Aires e Frankfurt. Eis ao vivo e em cores a globalização como um fato da vida real.
ROSSI, C. Globalização diminui distâncias e lança o mundo na era da incerteza.
Folha de S. Paulo, 2 nov. 1997 (adaptado).
Plano Collor foi intervenção mais drástica na economia
Um Brasil traumatizado com a inflação. É assim que os economistas definem o país que criou o Plano Collor em março de 1990, uma das mais severas intervenções do governo na economia. O pacote tinha como objetivo controlar a inflação que rondava os 2 000% ao ano. A ideia era diminuir a circulação de dinheiro no mercado para inibir o consumo da população e reduzir a inflação.
CASADO, L. Disponível em: http://noticias.r7.com. Acesso em: 20 ago. 2013 (adaptado).
Na área da Floresta Amazônica, as ocupações são feitas sem respaldo econômico sustentável e, quase sempre, por meio de grilagem ou de títulos concedidos pelo Incra. E, depois da Constituição de 1988, os índios passaram a ser donos de 13% do território nacional, inclusive regiões de jazidas minerais e grandes áreas de florestas nativas. Está criado o cenário de disputas que levam à violência e à degradação ambiental.
FERNANDES, B. M. et al (Org.). Geografia agrária: teoria e poder. São Paulo:
Expansão Popular, 2007 (adaptado).
De acordo com o historiador Boris Fausto (1996), a organização política e administrativa da Coroa Portuguesa nos primeiros anos da colonização do Brasil, em alguns pontos utilizou procedimentos com origem na sociedade medieval europeia.
(1)Capitanias Hereditárias.
(2)Sesmaria.
(3)Governo Geral.
( ) Criado em 1548 como forma de limitar o poder dos donatários, que foram submetidos a esta instância da administração portuguesa, nomeada diretamente pelo rei.
( ) Extensão de terra virgem cuja propriedade era doada a um sesmeiro, com a obrigação -raramente cumprida -de cultivá-la no prazo de cinco anos e de pagar o tributo devido à Coroa.
( ) A América Portuguesa foi dividida em quinze quinhões, por uma série de linhas paralelas ao equador que iam do litoral ao meridiano de Tordesilhas, sendo os quinhões entregues aos chamados capitães-donatários.
Marque a sequência correta:
“Era um objetivo absurdo, que trazia em si a derrota e que arruinou vencedores e vencidos; que empurrou os derrotados para a revolução e os vencedores para a bancarrota e a exaustão física. Em 1940 a França foi atropelada com ridícula facilidade e rapidez por forças alemãs inferiores e aceitou sem hesitação a subordinação a Hitler porque o país havia sangrado até quase a morte em 1914-8. A Grã-Bretanha jamais voltou a ser a mesma após 1918, porque o país arruinara sua economia travando uma guerra que ia muito além de seus recursos. Além disso, a vitória total, ratificada por uma paz punitiva, imposta, arruinou as escassas possibilidades existentes de restaurar alguma coisa que guardasse mesmo fraca semelhança com uma Europa estável, liberal, burguesa, como reconheceu de imediato o economista John Maynard Keynes. Se a Alemanha não fosse reintegrada na economia europeia, isto é, se não se reconhecesse e aceitasse o peso econômico do país dentro dessa economia, não poderia haver estabilidade. Mas essa era a última consideração na mente dos que tinham lutado para eliminar a Alemanha”.
Fonte: HOBSBAWM, Eric. A era dos extremos: o breve do século XX: 1914-1991. São Paulo:
Companhia das Letras, 1995, p. 38.
“Era um objetivo absurdo, que trazia em si a derrota e que arruinou vencedores e vencidos; que empurrou os derrotados para a revolução e os vencedores para a bancarrota e a exaustão física. Em 1940 a França foi atropelada com ridícula facilidade e rapidez por forças alemãs inferiores e aceitou sem hesitação a subordinação a Hitler porque o país havia sangrado até quase a morte em 1914-8. A Grã-Bretanha jamais voltou a ser a mesma após 1918, porque o país arruinara sua economia travando uma guerra que ia muito além de seus recursos. Além disso, a vitória total, ratificada por uma paz punitiva, imposta, arruinou as escassas possibilidades existentes de restaurar alguma coisa que guardasse mesmo fraca semelhança com uma Europa estável, liberal, burguesa, como reconheceu de imediato o economista John Maynard Keynes. Se a Alemanha não fosse reintegrada na economia europeia, isto é, se não se reconhecesse e aceitasse o peso econômico do país dentro dessa economia, não poderia haver estabilidade. Mas essa era a última consideração na mente dos que tinham lutado para eliminar a Alemanha”.
Fonte: HOBSBAWM, Eric. A era dos extremos: o breve do século XX: 1914-1991. São Paulo:
Companhia das Letras, 1995, p. 38.