Geografia
- Globalização
- Prova de 2013
- Universidade do Contestado - Santa Catarina
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: F951D09D-2E
Assinale a alternativa correta.
Área do conhecimento
Todas as questões de Ciências Humanas do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.
Assinale a alternativa correta.
Analise as afirmações a seguir.
l A chamada Primavera Árabe tem início com a morte do tunisiano Mohamed Bouazizi, que ateou fogo ao próprio corpo, levando a uma mudança nos países de religião islâmica.
ll As redes sociais tiveram papel significativo nos movimentos sociais do mundo árabe, haja vista que nestes países há forte controle desses meios de comunicação.
lll A queda de todos os governos do mundo árabe trouxe a democracia para esses países, que eram governados por ditadores.
lV No Egito, a queda de Hosni Mubarak levou à realização de eleições após 30 anos de governo ditatorial.
V Atualmente, no Egito, assistimos a conflitos entre os militares, os quais derrubaram o presidente eleito e aqueles que desejam o retorno de Mohamed Mursi.
Todas as afirmações corretas estão em:
Acerca da relação entre a arte brasileira e as diversas fases da História do Brasil, analise as afirmações a seguir.
I Os movimentos impressionista e expressionista brasileiros estavam ligados aos movimentos revolucionários dos anos 60 e 70 do século XX. A contestação da ditadura foi ligada às obras que retratavam os pobres, os escravos e os operários.
ll A música brasileira, criativa e sofisticada, apoiou-se em suas raízes multiculturais e influenciou o movimento denominado “arte global” que, no século XXI, reúne artistas dos principais países emergentes do mundo.
lll Parte do cinema brasileiro das últimas décadas tem buscado retratar graves aspectos da realidade social brasileira como a violência e a desigualdade.
lV O movimento modernista brasileiro voltou-se contra os padrões estéticos europeus. Em sua crítica da sociedade tradicional brasileira apoiou a Revolução de 30, o governo varguista e suas reformas.
V No século XIX, a pintura brasileira ainda era fortemente influenciada por padrões estéticos europeus. Parte das temáticas retratadas evocava aspectos da história política do país.
Todas as afirmações corretas estão em:
A Guerra Civil da Síria trouxe novas discussões na comunidade internacional: utilização de armas químicas, direitos humanos, intervenção da ONU (Organização das Nações Unidas) no conflito. O islamismo também está em evidência em relação as suas duas principais correntes: os Sunitas e os Xiitas.
Acerca dos Sunitas e Xiitas e da própria Síria é correto afirmar, exceto:

Com base na análise da charge e nos conhecimentos sobre a organização do espaço mundial e brasileiro e a questão da cidadania, marque V nas afirmativas verdadeiras e F, nas falsas.
( ) O sistema econômico se manteve intacto, interferindo, desde o período colonial, na construção da cidadania e, consequentemente, a única solução para mudar esse quadro seria a adoção de um novo sistema econômico.
( ) A cidadania objetiva, entre outros, a priorização do homem na sociedade, enquanto o sistema econômico empurra o homem para a sua periferia.
( ) O sistema econômico adotado no país impede a participação estatal no processo produtivo, razão pela qual ocorre a excludência.
( ) As interferências do sistema econômico nos direitos do cidadão só ocorrem nas regiões periféricas do país, pois nas regiões centrais o positivo processo produtivo inibe as desigualdades sociais.
( ) O capitalismo contemporâneo promove a exclusão e a desigualdade, retardando o processo de consolidação da cidadania plena.
A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo,
é a
Lembranças de Makoko, uma das mais famigeradas comunidades de posseiros em Lagos, na Nigéria — metrópole presa entre a modernidade e a miséria. Com centenas de modos de transferência assíncronos (ATM, na sigla em inglês), recordes de centros de internet e milhões de telefones celulares, essa cidade agitada e congestionada com 8 milhões a 17 milhões de habitantes (dependendo de onde se traça a linha de contorno ou de quem faz a contagem) está conectada à grade global. Centro internacional de negócios empresariais e capital comercial do país mais populoso da África, Lagos atrai perto de 600 mil novos visitantes todos os anos. Mas a maioria dos bairros, mesmo alguns dos melhores, não dispõe de água encanada, saneamento básico e eletricidade. Makoko — parte sobre terra firme, parte flutuando sobre lagoas — é uma das comunidades mais carentes da megalópole.
Bairros como esse existem no mundo todo. [...]
Quando os governos negam a essas comunidades o direito de existir, as pessoas demoram mais para melhorar suas casas. Quando as autoridades do Rio de Janeiro decretaram guerra às favelas nos anos 60, por exemplo, as pessoas temiam ser expulsas de suas casas, ou que estas fossem incendiadas e por isso não tinham pressa em melhorá-las. A maioria das favelas permaneceu primitiva — pouco diferentes das cabanas de barro e dos barracos de madeira de Mumbai e Nairóbi. Mas quando os políticos perceberam a reação e passaram a se comprometer com as comunidades, elas começaram a proliferar sem controle. (NEUWIRTH, 2013. p. 22-24-26).
Lembranças de Makoko, uma das mais famigeradas comunidades de posseiros em Lagos, na Nigéria — metrópole presa entre a modernidade e a miséria. Com centenas de modos de transferência assíncronos (ATM, na sigla em inglês), recordes de centros de internet e milhões de telefones celulares, essa cidade agitada e congestionada com 8 milhões a 17 milhões de habitantes (dependendo de onde se traça a linha de contorno ou de quem faz a contagem) está conectada à grade global. Centro internacional de negócios empresariais e capital comercial do país mais populoso da África, Lagos atrai perto de 600 mil novos visitantes todos os anos. Mas a maioria dos bairros, mesmo alguns dos melhores, não dispõe de água encanada, saneamento básico e eletricidade. Makoko — parte sobre terra firme, parte flutuando sobre lagoas — é uma das comunidades mais carentes da megalópole.
Bairros como esse existem no mundo todo. [...]
Quando os governos negam a essas comunidades o direito de existir, as pessoas demoram mais para melhorar suas casas. Quando as autoridades do Rio de Janeiro decretaram guerra às favelas nos anos 60, por exemplo, as pessoas temiam ser expulsas de suas casas, ou que estas fossem incendiadas e por isso não tinham pressa em melhorá-las. A maioria das favelas permaneceu primitiva — pouco diferentes das cabanas de barro e dos barracos de madeira de Mumbai e Nairóbi. Mas quando os políticos perceberam a reação e passaram a se comprometer com as comunidades, elas começaram a proliferar sem controle. (NEUWIRTH, 2013. p. 22-24-26).
Lembranças de Makoko, uma das mais famigeradas comunidades de posseiros em Lagos, na Nigéria — metrópole presa entre a modernidade e a miséria. Com centenas de modos de transferência assíncronos (ATM, na sigla em inglês), recordes de centros de internet e milhões de telefones celulares, essa cidade agitada e congestionada com 8 milhões a 17 milhões de habitantes (dependendo de onde se traça a linha de contorno ou de quem faz a contagem) está conectada à grade global. Centro internacional de negócios empresariais e capital comercial do país mais populoso da África, Lagos atrai perto de 600 mil novos visitantes todos os anos. Mas a maioria dos bairros, mesmo alguns dos melhores, não dispõe de água encanada, saneamento básico e eletricidade. Makoko — parte sobre terra firme, parte flutuando sobre lagoas — é uma das comunidades mais carentes da megalópole.
Bairros como esse existem no mundo todo. [...]
Quando os governos negam a essas comunidades o direito de existir, as pessoas demoram mais para melhorar suas casas. Quando as autoridades do Rio de Janeiro decretaram guerra às favelas nos anos 60, por exemplo, as pessoas temiam ser expulsas de suas casas, ou que estas fossem incendiadas e por isso não tinham pressa em melhorá-las. A maioria das favelas permaneceu primitiva — pouco diferentes das cabanas de barro e dos barracos de madeira de Mumbai e Nairóbi. Mas quando os políticos perceberam a reação e passaram a se comprometer com as comunidades, elas começaram a proliferar sem controle. (NEUWIRTH, 2013. p. 22-24-26).
