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Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 260 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    will fnd a clearinghouse of resources for recruiting in the wonderful world of water. Developed by the American Water Works Association and Water Environment Federation, the world’s leading technical experts on drinking water and water quality, this site is packed with resources to fnd jobs or prepare for rewarding careers in protecting public health and the environment. Learn about what it takes to work for water and get a great job for a great cause!

    utilities1 : refere-se ao setor de serviços públicos, como fornecimento de gás, eletricidade ou transporte.

    O website Work for Water oferece oportunidades de empregos para aqueles interessados em “green careers” (carreiras verdes), um setor do mercado de trabalho em franca ascensão atualmente no cenário econômico mundial. De acordo com o texto, é correto afrmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 11f34a27-e0
  • Linguagens

    Inglês

    Finally, a Billboard That Creates Drinkable Water Out of Thin Air

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    I’ve never cared much for billboards. Not in the city, not out of the city - not anywhere, really. It’s like the saying in that old Five Man Electrical Band1 song. So when the creative director of an ad agency in Peru sent me a picture of what he claimed was the frst billboard that produces potable water from air, my initial reaction was: gotta be a hoax, or at best, a gimmick2

    Except it’s neither: the billboard pictured here is real, it’s located in Lima, Peru, and it produces around 100 liters of water a day (about 26 gallons) from nothing more than humidity, a basic fltration system and a little gravitational ingenuity3 .

    Let’s talk about Lima for a moment, the largest city in Peru and the ffth largest in all of the Americas, with some 7.6 million people (closer to 9 million when you factor in the surrounding metro area). Because it sits along the southern Pacifc Ocean, the humidity in the city averages 83% (it’s actually closer to 100% in the mornings). But Lima is also part of what’s called a coastal desert: it lies at the northern edge of the Atacama, the driest desert in the world, meaning the city sees perhaps half an inch of precipitation annually (Lima is the second largest desert city in the world after Cairo). Lima thus depends on drainage from the Andes as well as runof from glacier melt - both sources on the decline because of climate change. (...)

    1Five Man Electrical Band: nome de um grupo de rock canadense.

    2
    gimmick: algo que não é sério, usado para atrair a atenção das pessoas temporariamente, especialmente para fazê-las comprar algo.

    3
    ingenuity: habilidade de pensar em novos meios inteligentes de se fazer algo.



    No primeiro parágrafo do artigo, o autor afrma que:
    Escolha uma alternativa para a questão 28a7d475-e0
  • Linguagens

    Inglês

    Finally, a Billboard That Creates Drinkable Water Out of Thin Air

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    I’ve never cared much for billboards. Not in the city, not out of the city - not anywhere, really. It’s like the saying in that old Five Man Electrical Band1 song. So when the creative director of an ad agency in Peru sent me a picture of what he claimed was the frst billboard that produces potable water from air, my initial reaction was: gotta be a hoax, or at best, a gimmick2

    Except it’s neither: the billboard pictured here is real, it’s located in Lima, Peru, and it produces around 100 liters of water a day (about 26 gallons) from nothing more than humidity, a basic fltration system and a little gravitational ingenuity3 .

    Let’s talk about Lima for a moment, the largest city in Peru and the ffth largest in all of the Americas, with some 7.6 million people (closer to 9 million when you factor in the surrounding metro area). Because it sits along the southern Pacifc Ocean, the humidity in the city averages 83% (it’s actually closer to 100% in the mornings). But Lima is also part of what’s called a coastal desert: it lies at the northern edge of the Atacama, the driest desert in the world, meaning the city sees perhaps half an inch of precipitation annually (Lima is the second largest desert city in the world after Cairo). Lima thus depends on drainage from the Andes as well as runof from glacier melt - both sources on the decline because of climate change. (...)

    1Five Man Electrical Band: nome de um grupo de rock canadense.

    2
    gimmick: algo que não é sério, usado para atrair a atenção das pessoas temporariamente, especialmente para fazê-las comprar algo.

    3
    ingenuity: habilidade de pensar em novos meios inteligentes de se fazer algo.


    Sobre o sistema de abastecimento de água em Lima é correto afrmar, de acordo com o texto, que:
    Escolha uma alternativa para a questão 2c80ba7a-e0
  • Linguagens

    Português

    Feito em casa

    Na era digital, as empresas de tecnologia costumam desbravar novos territórios. No entanto, há duas semanas, uma decisão do Yahoo! causou polêmica: a empresa de tecnologia decidiu banir o home ofice de todas as suas fiais. A justificativa enviada aos funcionários foi a de que “a velocidade e a qualidade são muitas vezes sacrificadas quando se trabalha em casa”
    No Brasil, continua-se a defender a prática, mas com ressalvas: há vários cuidados necessários para torná-la realmente eficiente.

    Diego Gomes, paulistano, funcionário de uma instituição bancária, trabalha dois dias por semana em casa. Ele optou pelo trabalho remoto no dia do rodízio de seu carro e na sexta-feira, quando o trânsito é pior.

    Apesar de reconhecer os benefícios, ele afirma que precisou tomar precauções para sua produtividade não ser afetada, como criar um ambiente de escritório em casa e conversar com sua família. “[Com a família] precisa ser duro: das 9 h às 18 h, estou trabalhando: não vou ao mercado e não vou consertar chuveiro. Tem que deixar claro.”

    No banco onde Diego atua, os funcionários que se interessam pelo teletrabalho têm de participar de um workshop e precisam fazer uma autoavaliação. Eles precisam verificar, por exemplo, se trabalham com independência e se sabem cumprir metas diárias ou se sua performance precisa de acompanhamento constante.

    As empresas também procuram descartar certos funcionários na hora de escolher quem fará home office. A diretora de RH Edna Bedani afirma que estagiários não devem atuar em casa. “São pessoas em formação, que precisam de orientação”, afirma.

    Especialistas também destacam a necessidade de disciplina do profissional que fica em casa. “É preciso manter a rotina como se você fosse para o escritório: acordar, tomar banho, tomar café, vestir-se etc., afirma Jorge Matos, presidente de uma agência especializada em gestão de pessoas e carreiras.

    De acordo com as informações do texto, é correto afrmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 48ac836a-e0
  • Linguagens

    Português

    Feito em casa

    Na era digital, as empresas de tecnologia costumam desbravar novos territórios. No entanto, há duas semanas, uma decisão do Yahoo! causou polêmica: a empresa de tecnologia decidiu banir o home ofice de todas as suas fiais. A justificativa enviada aos funcionários foi a de que “a velocidade e a qualidade são muitas vezes sacrificadas quando se trabalha em casa”
    No Brasil, continua-se a defender a prática, mas com ressalvas: há vários cuidados necessários para torná-la realmente eficiente.

    Diego Gomes, paulistano, funcionário de uma instituição bancária, trabalha dois dias por semana em casa. Ele optou pelo trabalho remoto no dia do rodízio de seu carro e na sexta-feira, quando o trânsito é pior.

    Apesar de reconhecer os benefícios, ele afirma que precisou tomar precauções para sua produtividade não ser afetada, como criar um ambiente de escritório em casa e conversar com sua família. “[Com a família] precisa ser duro: das 9 h às 18 h, estou trabalhando: não vou ao mercado e não vou consertar chuveiro. Tem que deixar claro.”

    No banco onde Diego atua, os funcionários que se interessam pelo teletrabalho têm de participar de um workshop e precisam fazer uma autoavaliação. Eles precisam verificar, por exemplo, se trabalham com independência e se sabem cumprir metas diárias ou se sua performance precisa de acompanhamento constante.

    As empresas também procuram descartar certos funcionários na hora de escolher quem fará home office. A diretora de RH Edna Bedani afirma que estagiários não devem atuar em casa. “São pessoas em formação, que precisam de orientação”, afirma.

    Especialistas também destacam a necessidade de disciplina do profissional que fica em casa. “É preciso manter a rotina como se você fosse para o escritório: acordar, tomar banho, tomar café, vestir-se etc., afirma Jorge Matos, presidente de uma agência especializada em gestão de pessoas e carreiras.

    Releia o segundo parágrafo do texto.

    No Brasil, continua-se a defender a prática, mas com ressalvas: há vários cuidados necessários para torná-la realmente efciente.

    O trecho em destaque pode ser substituído, corretamente e sem alteração do sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a1a18ef-e0
  • Linguagens

    Português

    Feito em casa

    Na era digital, as empresas de tecnologia costumam desbravar novos territórios. No entanto, há duas semanas, uma decisão do Yahoo! causou polêmica: a empresa de tecnologia decidiu banir o home ofice de todas as suas fiais. A justificativa enviada aos funcionários foi a de que “a velocidade e a qualidade são muitas vezes sacrificadas quando se trabalha em casa”
    No Brasil, continua-se a defender a prática, mas com ressalvas: há vários cuidados necessários para torná-la realmente eficiente.

    Diego Gomes, paulistano, funcionário de uma instituição bancária, trabalha dois dias por semana em casa. Ele optou pelo trabalho remoto no dia do rodízio de seu carro e na sexta-feira, quando o trânsito é pior.

    Apesar de reconhecer os benefícios, ele afirma que precisou tomar precauções para sua produtividade não ser afetada, como criar um ambiente de escritório em casa e conversar com sua família. “[Com a família] precisa ser duro: das 9 h às 18 h, estou trabalhando: não vou ao mercado e não vou consertar chuveiro. Tem que deixar claro.”

    No banco onde Diego atua, os funcionários que se interessam pelo teletrabalho têm de participar de um workshop e precisam fazer uma autoavaliação. Eles precisam verificar, por exemplo, se trabalham com independência e se sabem cumprir metas diárias ou se sua performance precisa de acompanhamento constante.

    As empresas também procuram descartar certos funcionários na hora de escolher quem fará home office. A diretora de RH Edna Bedani afirma que estagiários não devem atuar em casa. “São pessoas em formação, que precisam de orientação”, afirma.

    Especialistas também destacam a necessidade de disciplina do profissional que fica em casa. “É preciso manter a rotina como se você fosse para o escritório: acordar, tomar banho, tomar café, vestir-se etc., afirma Jorge Matos, presidente de uma agência especializada em gestão de pessoas e carreiras.

    Considere as frases a seguir reescritas a partir das ideias do texto.

    Há uma rotina _____ que o profssional deve se adequar ao trabalhar em casa: acordar, vestir-se, estabelecer horários, cumprir metas etc.

    Os familiares _____ quem se predispõe a fazer home ofce devem colaborar para criar um ambiente propício para esse profssional.

    O visitante, _____ quem nosso diretor foi muito solícito, trabalha em uma agência especializada em gestão de pessoas e carreiras.

    De acordo com a norma do padrão culto, as preposições que preenchem, correta e respectivamente, as lacunas das frases são:
    Escolha uma alternativa para a questão 4b5a1e01-e0
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, FATEC 2013, Interpretação de Textos Considerando o título da tirinha e interpretando os quadrinhos, é correto afrmar que as personagens.
    Escolha uma alternativa para a questão 4c92bf92-e0
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UFTM 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Sebastião Salgado’s blue eyes have seen a bit of everything in this world - and this might not even be an exaggeration. For the past eight years in particular, the 69­year­old Brazilian photographer has travelled to more than 30 isolated regions of the world, collecting images of dozens of remote tribes, endangered animals and unusual landscapes.

    The Genesis project is a singular photographic journey that began in 2004 and ended in 2012, at a cost of one million Euros a year. The result will be shown in magazines, books, a documentary by Wim Wenders and a series of exhibitions around the world, each displaying some 250 black­and­white photos.

    The first exhibition will open in London on April 11, with former Brazilian President Lula - Salgado’s long­time friend - as special guest. “We want to create a little movement around these photos to provoke a debate on what we need to preserve,” he says. Salgado defends environmental causes through his organization, Instituto Terra. Even after travelling to so many exotic places, Salgado, now living in Paris, still takes vacations in Brazil. Here are excerpts from a conversation Salgado had with Folha, with new details about his travels, photographic techniques and new environmental projects.

    • Coldest trip I visited the Nenets, in the Yamal peninsula, in northern Siberia, Russia. They are a nomadic tribe who raise reindeer in extreme Arctic conditions. When I went there it was spring and weather ranged between ­35ºC and ­45ºC. I didn’t wash myself for 45 days. They don’t take baths because there is no water. The only way to get water is to break off a piece of ice and warm it in a pot.

    • Frozen equipment I used a Canon, an EOS1 Mark III, a very powerful machine. The problem was the batteries. In the Siberian temperatures, they quickly lost power. On average, I take 2,500 shots per battery, but this time I could only take 300­400 photos before the battery stopped working. I would put it inside my clothes, my assistant would give me another one, I would take 300 more pictures and, when that battery ran out energy, I would take out the other one and it would work again.

    • Going digital for the first time I started Genesis with film and changed to digital. The airport X­Ray scanners degrade the quality of film, and so I decided to change to digital and was quite surprised. Quality was better than the one I had with negatives in medium format. I turned off the screen on the back of the camera, and used my camera as I have always done. When I came back to Paris, I printed contact sheets and edited the photos using a magnifying glass, because I don’t know how to do it in the computer.

    • Stone Ages I met tribes that are still living in the Stone Ages, with working tools such as stone hammers. There were clans of about 10 people living in treetops. They had already seen white people before. They looked towards the direction I had come from and the chief asked me whether I was part of the white people clan that usually came from that direction. Because, for them, the world is all made of clans

    • Brazilian arrows I met the Zo’e tribe, in Brazil, who were first discovered 15 years ago and live in a state of total purity. You see the guy working with an arrow. He warms it, put some weight on it, a straight feather if he wants a quicker arrow, a rounder one to have it slower. It is the same science as for rockets. And he’s got the same problem as in Cape Canaveral, to recover his rockets. If his ballistic calculations are wrong, he loses his arrow. He takes only 10 arrows with him when he goes hunting, no more than that

    • Activist or photographer? Photography is my life. When I am taking photos, I am in a deep trance. When I have my camera and am travelling with the Nenets, it’s my life, morning to night. I have taken incredible photos, but my life is also the environment and Instituto Terra.

    O projeto Genesis
    Escolha uma alternativa para a questão c7a7ddf2-e0
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UFTM 2013, Sinônimos | Synonyms

    Sebastião Salgado’s blue eyes have seen a bit of everything in this world - and this might not even be an exaggeration. For the past eight years in particular, the 69­year­old Brazilian photographer has travelled to more than 30 isolated regions of the world, collecting images of dozens of remote tribes, endangered animals and unusual landscapes.

    The Genesis project is a singular photographic journey that began in 2004 and ended in 2012, at a cost of one million Euros a year. The result will be shown in magazines, books, a documentary by Wim Wenders and a series of exhibitions around the world, each displaying some 250 black­and­white photos.

    The first exhibition will open in London on April 11, with former Brazilian President Lula - Salgado’s long­time friend - as special guest. “We want to create a little movement around these photos to provoke a debate on what we need to preserve,” he says. Salgado defends environmental causes through his organization, Instituto Terra. Even after travelling to so many exotic places, Salgado, now living in Paris, still takes vacations in Brazil. Here are excerpts from a conversation Salgado had with Folha, with new details about his travels, photographic techniques and new environmental projects.

    • Coldest trip I visited the Nenets, in the Yamal peninsula, in northern Siberia, Russia. They are a nomadic tribe who raise reindeer in extreme Arctic conditions. When I went there it was spring and weather ranged between ­35ºC and ­45ºC. I didn’t wash myself for 45 days. They don’t take baths because there is no water. The only way to get water is to break off a piece of ice and warm it in a pot.

    • Frozen equipment I used a Canon, an EOS1 Mark III, a very powerful machine. The problem was the batteries. In the Siberian temperatures, they quickly lost power. On average, I take 2,500 shots per battery, but this time I could only take 300­400 photos before the battery stopped working. I would put it inside my clothes, my assistant would give me another one, I would take 300 more pictures and, when that battery ran out energy, I would take out the other one and it would work again.

    • Going digital for the first time I started Genesis with film and changed to digital. The airport X­Ray scanners degrade the quality of film, and so I decided to change to digital and was quite surprised. Quality was better than the one I had with negatives in medium format. I turned off the screen on the back of the camera, and used my camera as I have always done. When I came back to Paris, I printed contact sheets and edited the photos using a magnifying glass, because I don’t know how to do it in the computer.

    • Stone Ages I met tribes that are still living in the Stone Ages, with working tools such as stone hammers. There were clans of about 10 people living in treetops. They had already seen white people before. They looked towards the direction I had come from and the chief asked me whether I was part of the white people clan that usually came from that direction. Because, for them, the world is all made of clans

    • Brazilian arrows I met the Zo’e tribe, in Brazil, who were first discovered 15 years ago and live in a state of total purity. You see the guy working with an arrow. He warms it, put some weight on it, a straight feather if he wants a quicker arrow, a rounder one to have it slower. It is the same science as for rockets. And he’s got the same problem as in Cape Canaveral, to recover his rockets. If his ballistic calculations are wrong, he loses his arrow. He takes only 10 arrows with him when he goes hunting, no more than that

    • Activist or photographer? Photography is my life. When I am taking photos, I am in a deep trance. When I have my camera and am travelling with the Nenets, it’s my life, morning to night. I have taken incredible photos, but my life is also the environment and Instituto Terra.

    No trecho do sexto parágrafo – The airport X­Ray scanners degrade the quality of film, and so I decided to change to digital and was quite surprised. –, a palavra so pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão cdd163a0-e0
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFTM 2013, Interpretação de Textos Na charge, para efeito de humor, faz-se um jogo de palavras
    Escolha uma alternativa para a questão d2bee241-e0
  • Linguagens

    Português

    Em nossos dias, o neo­indianismo dos modernos de 1922 (precedido por meio século de etnografia sistemática) iria acen­ tuar aspectos autênticos da vida do índio, encarando­o, não como gentil­homem embrionário, mas como primitivo, cujo inte­ resse residia precisamente no que trouxesse de diferente, contra­ ditório em relação à nossa cultura europeia. O indianismo dos românticos, porém, preocupou­se sobremaneira em equipará­lo qualitativamente ao conquistador, realçando ou inventando aspectos do seu comportamento que pudessem fazê­lo ombrear com este - no cavalheirismo, na generosidade, na poesia.

    A altivez, o culto da vindita, a destreza bélica, a genero­ sidade, encontravam alguma ressonância nos costumes abo­ rígines, como os descreveram cronistas nem sempre capazes de observar fora dos padrões europeus e, sobretudo, como os quiseram deliberadamente ver escritores animados do desejo patriótico de chancelar a independência política do país com o brilho de uma grandeza heroica especificamente brasileira.
    Considere as passagens do texto:

    [...] encarando­o , não como gentil­homem embrionário [...]

    [...] cujo interesse residia precisamente [...].

    [...] como os descreveram cronistas [...].

    Os substantivos retomados pelos pronomes sublinhados são, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão d676c16b-e0
  • Linguagens

    Português


    Imagem da questão de Português, UFTM 2013, Interpretação de Textos

    Em relação aos dois parágrafos transcritos, o título do texto contém informação.
    Escolha uma alternativa para a questão da2b9e55-e0
  • Linguagens

    Português

    _____pouco mais de uma década quase não ______genomas completos para serem analisados. Hoje ______programas e mão de obra ______para dar conta da quantidade de sequências de DNA já depositadas em bases públicas de dados e que saem diariamente de uma nova geração de sequenciadores. Extrema­ mente velozes, essas máquinas determinam os pares de bases do material genético, as chamadas letras químicas, a um preço milhares de vezes menor do que no início dos anos 2000, quando chegou ao fim a epopeia de sequenciar o primeiro genoma humano.

    Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
    Escolha uma alternativa para a questão df188680-e0
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, FMP 2013, Concordância verbal, Concordância nominal Qual sentença mantém a concordância de acordo com a norma-padrão?
    Escolha uma alternativa para a questão ae518524-e5
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, FMP 2013, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, FMP 2013, Interpretação de Textos O Texto II é um trecho selecionado de Vidas Secas.

    Esse trecho caracteriza-se pela representação de aspectos específicos do romance modernista regional porque:
    Escolha uma alternativa para a questão af8fed31-e5
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, FMP 2013, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, FMP 2013, Interpretação de Textos Tanto o Texto I quanto o Texto II são situados no sertão. Embora se passem em diferentes épocas (o primeiro, na década de 1960, e o segundo, na de 1930), ambos apontam para uma desassistência no que toca a aspectos culturais e/ou econômicos.

    A carência resultante dessa desassistência está exemplificada nos seguintes pares de texto:
    Escolha uma alternativa para a questão b1301fee-e5
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, FMP 2013, Coesão e coerência
    Figura 2 de 2 da questão de Português, FMP 2013, Coesão e coerência A sentença do Texto II “Ficou um instante assim besta, olhando os filhos, a mulher e a bagagem pesada.” ( l 9-10) foi reescrita alterando-se a colocação dos termos e a pontuação.

    A senteça alterada que mantém o sentido da original é:
    Escolha uma alternativa para a questão b285cf77-e5
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, FMP 2013, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, FMP 2013, Interpretação de Textos Em que sentença o uso da palavra até é feito como em “... o povo aqui se apaixona até pelos assuntos mais infantis,” (Texto I, l 8-9)
    Escolha uma alternativa para a questão b3c40c32-e5
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, FMP 2013, Coesão e coerência
    Figura 2 de 2 da questão de Português, FMP 2013, Coesão e coerência A expressão essa esquiva em “Atribuímos essa esquiva ao cansaço” (Texto I, l 31-32) pode ser apropriadamente substituída, mantendo-se o sentido, por:
    Escolha uma alternativa para a questão b503d848-e5
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FMP 2013, Interpretação de texto | Reading comprehension In Text I, the title indicates that the human genome
    Escolha uma alternativa para a questão b63e7a15-e5