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Questões de Linguagens do ENEM

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  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 637 de 950

  • Linguagens

    Português

    Analise a imagem e o texto da campanha.

    Imagem da questão de Português, INSPER 2018, Interpretação de Textos


    As informações apresentadas permitem concluir corretamente que o objetivo do texto é


    Escolha uma alternativa para a questão 8d263dca-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão


        A palavra vernáculo caracteriza um modo de aprender as línguas: o aprendizado que se dá, por assimilação espontânea e inconsciente, no ambiente em que as pessoas são criadas. A vernáculo opõe-se tudo aquilo que é transmitido através da escola. Para exemplificar com fatos conhecidos, basta que o leitor brasileiro pense em formas verbais como eu farei e eu fizera, ou em construções como fá-lo-ei, dir-lhe-ia, tu o fizeste ou Ninguém lho negaria. A parte da população brasileira que as conhece chegou a elas pela escola, provavelmente através da leitura de textos literários bastante antigos, pois no Brasil de hoje é quase nula a chance de que essas formas ou construções sejam usadas de maneira espontânea.


    (Rodolfo Ilari e Renato Basso. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que falamos)

    No texto, a função da linguagem predominante é a
    Escolha uma alternativa para a questão 8d2b3862-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão


        A palavra vernáculo caracteriza um modo de aprender as línguas: o aprendizado que se dá, por assimilação espontânea e inconsciente, no ambiente em que as pessoas são criadas. A vernáculo opõe-se tudo aquilo que é transmitido através da escola. Para exemplificar com fatos conhecidos, basta que o leitor brasileiro pense em formas verbais como eu farei e eu fizera, ou em construções como fá-lo-ei, dir-lhe-ia, tu o fizeste ou Ninguém lho negaria. A parte da população brasileira que as conhece chegou a elas pela escola, provavelmente através da leitura de textos literários bastante antigos, pois no Brasil de hoje é quase nula a chance de que essas formas ou construções sejam usadas de maneira espontânea.


    (Rodolfo Ilari e Renato Basso. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que falamos)

    Com base no texto, um enunciado que se aproxima do vernáculo é:
    Escolha uma alternativa para a questão 8d2edf21-d8
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa em que o enunciado, adaptado do texto “Algum sentido”, de Ruan de Sousa Gabriel (https://epoca. globo.com), atende à norma-padrão de concordância.
    Escolha uma alternativa para a questão 8d3375bc-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão.

        Em 17 de maio de 2016, o diretor do Instituto do Cérebro do RS (InsCer/RS), Jaderson Costa da Costa, e o professor do curso de Teologia da Escola de Humanidades da PUCRS Erico Hammes debateram as interfaces entre o cérebro e a tecnologia, em mais uma atividade do projeto Fé e Cultura.
        O debate começou com Costa da Costa contextualizando as tecnologias durante as décadas e gerações. “Eu sou de uma geração que escrevia cartas”, afirmou, explicando que tinha mais tempo para pensar no que escreveria e em um possível arrependimento. Na primeira vez que enviou um fax, contou que, quando viu a folha passando pela máquina, se arrependeu imediatamente, mas percebeu que não tinha mais volta. Lembrou, também, que não estava preparado para aquela tecnologia, utilizando o exemplo para mostrar de que maneira as inovações mudam o modo como as pessoas vivem e enxergam o mundo. Segundo ele, a vida é orientada pela tecnologia, que busca, entre outras coisas, longevidade, inteligência e bem-estar.     Perguntado sobre o impacto da tecnologia no campo da aprendizagem, o diretor do InsCer declarou ser um entusiasta do processo, já que não tem medo da tecnologia. Sobre os efeitos na educação, ele lembra que antigamente a memória era muito mais utilizada. Hoje, o celular tem todos os dados e ninguém mais grava números de telefone, por exemplo. Se isso é bom ou ruim, ele diz que depende do ponto de vista. Pensando de maneira antiga e tradicional, é prejudicial.
        “Mas essa geração não foi feita para nós, essa geração foi feita para um futuro que ainda temos dificuldade de entender”, explicou. Por isso, enxerga que, se por um lado a memória foi prejudicada, por outro a nova geração tem a capacidade de juntar fragmentos em uma base de tempo aleatória, que nenhuma outra geração tem. Além disso, o pesquisador defende a ideia de que não existe memória que grave a mesma coisa, cada um grava pedaços e cria diferentes percepções no cérebro.

    (http://www.pucrs.br. Adaptado)
    Ao analisar o impacto que a tecnologia representou para sua geração, Costa da Costa destaca que
    Escolha uma alternativa para a questão 8d36ce30-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão.

        Em 17 de maio de 2016, o diretor do Instituto do Cérebro do RS (InsCer/RS), Jaderson Costa da Costa, e o professor do curso de Teologia da Escola de Humanidades da PUCRS Erico Hammes debateram as interfaces entre o cérebro e a tecnologia, em mais uma atividade do projeto Fé e Cultura.
        O debate começou com Costa da Costa contextualizando as tecnologias durante as décadas e gerações. “Eu sou de uma geração que escrevia cartas”, afirmou, explicando que tinha mais tempo para pensar no que escreveria e em um possível arrependimento. Na primeira vez que enviou um fax, contou que, quando viu a folha passando pela máquina, se arrependeu imediatamente, mas percebeu que não tinha mais volta. Lembrou, também, que não estava preparado para aquela tecnologia, utilizando o exemplo para mostrar de que maneira as inovações mudam o modo como as pessoas vivem e enxergam o mundo. Segundo ele, a vida é orientada pela tecnologia, que busca, entre outras coisas, longevidade, inteligência e bem-estar.     Perguntado sobre o impacto da tecnologia no campo da aprendizagem, o diretor do InsCer declarou ser um entusiasta do processo, já que não tem medo da tecnologia. Sobre os efeitos na educação, ele lembra que antigamente a memória era muito mais utilizada. Hoje, o celular tem todos os dados e ninguém mais grava números de telefone, por exemplo. Se isso é bom ou ruim, ele diz que depende do ponto de vista. Pensando de maneira antiga e tradicional, é prejudicial.
        “Mas essa geração não foi feita para nós, essa geração foi feita para um futuro que ainda temos dificuldade de entender”, explicou. Por isso, enxerga que, se por um lado a memória foi prejudicada, por outro a nova geração tem a capacidade de juntar fragmentos em uma base de tempo aleatória, que nenhuma outra geração tem. Além disso, o pesquisador defende a ideia de que não existe memória que grave a mesma coisa, cada um grava pedaços e cria diferentes percepções no cérebro.

    (http://www.pucrs.br. Adaptado)
    Ao falar sobre o impacto da tecnologia no campo da aprendizagem, Costa da Costa pondera que a nova geração
    Escolha uma alternativa para a questão 8d3aaf73-d8
  • Linguagens

    Literatura

    Leia trecho do poema de Olavo Bilac.

    Língua Portuguesa

    Última flor do Lácio, inculta e bela,
    És, a um tempo, esplendor e sepultura:
    Ouro nativo, que na ganga impura
    A bruta mina entre os cascalhos vela...

    Amote assim, desconhecida e obscura,
    Tuba de alto clangor, lira singela,
    Que tens o trom e o silvo da procela
    E o arrolo da saudade e da ternura!

    Amo o teu viço agreste e o teu aroma
    De virgens selvas e de oceano largo!
    Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

    Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”
    E em que Camões chorou, no exílio amargo,
    O gênio sem ventura e o amor sem brilho!

    (Olavo Bilac, Poesias)

    No poema, o eu lírico
    Escolha uma alternativa para a questão 8d3eddbd-d8
  • Linguagens

    Português

    Analise a tabela.


    Imagem da questão de Português, INSPER 2018, Interpretação de Textos


    É correto afirmar que a mensagem desse texto

    Escolha uma alternativa para a questão 8d43cb69-d8
  • Linguagens

    Português

    Examine a tira do cartunista André Dahmer.

    Imagem da questão de Português, Ensino Einstein 2018, Interpretação de Textos

    Colabora para o efeito de humor da tira o fato de

    Escolha uma alternativa para a questão 33373b91-d8
  • Linguagens

    Português

              Aquele acreditava na lei. Funcionário do IAPC [Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários], sabia de cor a Lei Orgânica da Previdência. Chegava mesmo a ser consultado pelos colegas sempre que surgia alguma dúvida quanto à aplicação desse ou daquele princípio. Eis que um dia nasce-lhe um filho e ele, cônscio de seus direitos, requer da Previdência o auxílio-natalidade. Prepara o requerimento, junta uma cópia da certidão de nascimento da criança e dá entrada no processo. Estava dentro da lei, mas já na entrada a coisa enguiçou.   

            – Não podemos receber o requerimento sem o atestado do médico que assistiu a parturiente.

          – A lei não exige isso – replicou ele.

          – Mas o chefe exige. Tem havido abusos.

          Estava montado o angu. O rapaz foi até o chefe, que se negou a receber o requerimento.

          – Vou aos jornais – disse-me o crédulo. – Eles têm de receber o requerimento, como manda a lei.

          Tentei aconselhá-lo: a justiça é cega e tarda, juntasse o tal atestado médico, era mais simples.

          – Não junto. A lei não me obriga a isso. Vou aos jornais.

         Foi aos jornais. Aliás, foi a um só, que deu a notícia num canto de página, minúscula. Ninguém leu, mas ele fez a notícia chegar até o chefe que, enfurecido, resolveu processá-lo: a lei proíbe que os funcionários levem para os jornais assuntos internos da repartição.

           – Agora a lei está contra você, não?

          – Não. A lei está comigo.

        Estava ou não estava, o certo é que o processo foi até a Procuradoria e saiu dali com o seguinte despacho: suspenda- -se o indisciplinado.

          Era de ver-se a cara de meu amigo em face dessa decisão. Estava pálido e abatido, comentando a sua perplexidade. Mas não desistiu:

          – Vou recorrer. 

        Deve ter recorrido. Ainda o vi várias vezes contando aos colegas o andamento do processo, meses depois. Parece que já nem se lembra do auxílio-natalidade – a origem de tudo – e brigará até o fim da vida, alheio a um aforismo que, por ser brasileiro, inventei: “Quem acredita na lei, esta lhe cai em cima.”


    (O melhor da crônica brasileira, 2013.)

    Em relação à Justiça, a posição do narrador é de
    Escolha uma alternativa para a questão 333b269a-d8
  • Linguagens

    Português

              Aquele acreditava na lei. Funcionário do IAPC [Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários], sabia de cor a Lei Orgânica da Previdência. Chegava mesmo a ser consultado pelos colegas sempre que surgia alguma dúvida quanto à aplicação desse ou daquele princípio. Eis que um dia nasce-lhe um filho e ele, cônscio de seus direitos, requer da Previdência o auxílio-natalidade. Prepara o requerimento, junta uma cópia da certidão de nascimento da criança e dá entrada no processo. Estava dentro da lei, mas já na entrada a coisa enguiçou.   

            – Não podemos receber o requerimento sem o atestado do médico que assistiu a parturiente.

          – A lei não exige isso – replicou ele.

          – Mas o chefe exige. Tem havido abusos.

          Estava montado o angu. O rapaz foi até o chefe, que se negou a receber o requerimento.

          – Vou aos jornais – disse-me o crédulo. – Eles têm de receber o requerimento, como manda a lei.

          Tentei aconselhá-lo: a justiça é cega e tarda, juntasse o tal atestado médico, era mais simples.

          – Não junto. A lei não me obriga a isso. Vou aos jornais.

         Foi aos jornais. Aliás, foi a um só, que deu a notícia num canto de página, minúscula. Ninguém leu, mas ele fez a notícia chegar até o chefe que, enfurecido, resolveu processá-lo: a lei proíbe que os funcionários levem para os jornais assuntos internos da repartição.

           – Agora a lei está contra você, não?

          – Não. A lei está comigo.

        Estava ou não estava, o certo é que o processo foi até a Procuradoria e saiu dali com o seguinte despacho: suspenda- -se o indisciplinado.

          Era de ver-se a cara de meu amigo em face dessa decisão. Estava pálido e abatido, comentando a sua perplexidade. Mas não desistiu:

          – Vou recorrer. 

        Deve ter recorrido. Ainda o vi várias vezes contando aos colegas o andamento do processo, meses depois. Parece que já nem se lembra do auxílio-natalidade – a origem de tudo – e brigará até o fim da vida, alheio a um aforismo que, por ser brasileiro, inventei: “Quem acredita na lei, esta lhe cai em cima.”


    (O melhor da crônica brasileira, 2013.)

    Verifica-se o emprego de expressão que destoa da variedade linguística predominante no texto em:
    Escolha uma alternativa para a questão 333e0fea-d8
  • Linguagens

    Português

              Aquele acreditava na lei. Funcionário do IAPC [Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários], sabia de cor a Lei Orgânica da Previdência. Chegava mesmo a ser consultado pelos colegas sempre que surgia alguma dúvida quanto à aplicação desse ou daquele princípio. Eis que um dia nasce-lhe um filho e ele, cônscio de seus direitos, requer da Previdência o auxílio-natalidade. Prepara o requerimento, junta uma cópia da certidão de nascimento da criança e dá entrada no processo. Estava dentro da lei, mas já na entrada a coisa enguiçou.   

            – Não podemos receber o requerimento sem o atestado do médico que assistiu a parturiente.

          – A lei não exige isso – replicou ele.

          – Mas o chefe exige. Tem havido abusos.

          Estava montado o angu. O rapaz foi até o chefe, que se negou a receber o requerimento.

          – Vou aos jornais – disse-me o crédulo. – Eles têm de receber o requerimento, como manda a lei.

          Tentei aconselhá-lo: a justiça é cega e tarda, juntasse o tal atestado médico, era mais simples.

          – Não junto. A lei não me obriga a isso. Vou aos jornais.

         Foi aos jornais. Aliás, foi a um só, que deu a notícia num canto de página, minúscula. Ninguém leu, mas ele fez a notícia chegar até o chefe que, enfurecido, resolveu processá-lo: a lei proíbe que os funcionários levem para os jornais assuntos internos da repartição.

           – Agora a lei está contra você, não?

          – Não. A lei está comigo.

        Estava ou não estava, o certo é que o processo foi até a Procuradoria e saiu dali com o seguinte despacho: suspenda- -se o indisciplinado.

          Era de ver-se a cara de meu amigo em face dessa decisão. Estava pálido e abatido, comentando a sua perplexidade. Mas não desistiu:

          – Vou recorrer. 

        Deve ter recorrido. Ainda o vi várias vezes contando aos colegas o andamento do processo, meses depois. Parece que já nem se lembra do auxílio-natalidade – a origem de tudo – e brigará até o fim da vida, alheio a um aforismo que, por ser brasileiro, inventei: “Quem acredita na lei, esta lhe cai em cima.”


    (O melhor da crônica brasileira, 2013.)

    Ao se transpor para o discurso indireto o trecho “– A lei não exige isso – replicou ele” (3o parágrafo), o verbo sublinhado assume a forma:
    Escolha uma alternativa para a questão 3341125b-d8
  • Linguagens

    Literatura

     Se, na Europa, este movimento é um protesto cultural, se o “mal do século”, a saudade do paraíso perdido são as consequências da industrialização e da ascensão da burguesia; no Brasil, onde a sociedade do Império compreende apenas grandes proprietários escravocratas e uma burguesia nascente, o movimento, produto de importação, corresponde a uma afirmação nacionalista.                     


       (Paul Teyssier. Dicionário de literatura brasileira, 2003. Adaptado.)


    O movimento a que o texto se refere é o

    Escolha uma alternativa para a questão 3343fe52-d8
  • Linguagens

    Português

         – Meu coração está apertado de ver tantas marcas no teu rosto, meu filho; essa é a colheita de quem abandona a casa por uma vida pródiga.

    – A prodigalidade também existia em nossa casa.

    – Como, meu filho?

    – A prodigalidade sempre existiu em nossa mesa.

    – Nossa mesa é comedida, é austera, não existe desperdício nela, salvo nos dias de festa.

    – Mas comemos sempre com apetite.

    – O apetite é permitido, não agrava nossa dignidade, desde que seja moderado.

    – Mas comemos até que ele desapareça; é assim que cada um em casa sempre se levantou da mesa.

    – É para satisfazer nosso apetite que a natureza é generosa, pondo seus frutos ao nosso alcance, desde que trabalhemos por merecê-los. Não fosse o apetite, não teríamos forças para buscar o alimento que torna possível a sobrevivência. O apetite é sagrado, meu filho.

    – Eu não disse o contrário, acontece que muitos trabalham, gemem o tempo todo, esgotam suas forças, fazem tudo que é possível, mas não conseguem apaziguar a fome.

    – Você diz coisas estranhas, meu filho.


    (Lavoura arcaica, 2001.)

    No trecho do romance, o filho
    Escolha uma alternativa para a questão 3346fa1d-d8
  • Linguagens

    Português

         – Meu coração está apertado de ver tantas marcas no teu rosto, meu filho; essa é a colheita de quem abandona a casa por uma vida pródiga.

    – A prodigalidade também existia em nossa casa.

    – Como, meu filho?

    – A prodigalidade sempre existiu em nossa mesa.

    – Nossa mesa é comedida, é austera, não existe desperdício nela, salvo nos dias de festa.

    – Mas comemos sempre com apetite.

    – O apetite é permitido, não agrava nossa dignidade, desde que seja moderado.

    – Mas comemos até que ele desapareça; é assim que cada um em casa sempre se levantou da mesa.

    – É para satisfazer nosso apetite que a natureza é generosa, pondo seus frutos ao nosso alcance, desde que trabalhemos por merecê-los. Não fosse o apetite, não teríamos forças para buscar o alimento que torna possível a sobrevivência. O apetite é sagrado, meu filho.

    – Eu não disse o contrário, acontece que muitos trabalham, gemem o tempo todo, esgotam suas forças, fazem tudo que é possível, mas não conseguem apaziguar a fome.

    – Você diz coisas estranhas, meu filho.


    (Lavoura arcaica, 2001.)

    Depreende-se das falas do pai um elogio, sobretudo,
    Escolha uma alternativa para a questão 334a10ea-d8
  • Linguagens

    Português

         – Meu coração está apertado de ver tantas marcas no teu rosto, meu filho; essa é a colheita de quem abandona a casa por uma vida pródiga.

    – A prodigalidade também existia em nossa casa.

    – Como, meu filho?

    – A prodigalidade sempre existiu em nossa mesa.

    – Nossa mesa é comedida, é austera, não existe desperdício nela, salvo nos dias de festa.

    – Mas comemos sempre com apetite.

    – O apetite é permitido, não agrava nossa dignidade, desde que seja moderado.

    – Mas comemos até que ele desapareça; é assim que cada um em casa sempre se levantou da mesa.

    – É para satisfazer nosso apetite que a natureza é generosa, pondo seus frutos ao nosso alcance, desde que trabalhemos por merecê-los. Não fosse o apetite, não teríamos forças para buscar o alimento que torna possível a sobrevivência. O apetite é sagrado, meu filho.

    – Eu não disse o contrário, acontece que muitos trabalham, gemem o tempo todo, esgotam suas forças, fazem tudo que é possível, mas não conseguem apaziguar a fome.

    – Você diz coisas estranhas, meu filho.


    (Lavoura arcaica, 2001.)

    “– É para satisfazer nosso apetite que a natureza é generosa, pondo seus frutos ao nosso alcance, desde que trabalhemos por merecê-los.” (9o parágrafo) Considerado no contexto, o trecho sublinhado expressa ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 334cd2aa-d8
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Ensino Einstein 2018, Interpretação de Textos

    Na tira,
    Escolha uma alternativa para a questão 334f89d0-d8
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Ensino Einstein 2018, Figuras de Linguagem

    Silepse é a concordância que se faz não com a forma gramatical das palavras, mas com o sentido, com a ideia que elas expressam. A silepse é, pois, uma concordância mental.

    (Celso Cunha. Gramática essencial, 2013.)

    Verifica-se a ocorrência de silepse

    Escolha uma alternativa para a questão 3352cbfa-d8
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Ensino Einstein 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The text deals with a main public interest issue in South Korea related to
    Escolha uma alternativa para a questão 33562951-d8
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Ensino Einstein 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The pilot program mentioned in the second paragraph uses UAVs primarily to
    Escolha uma alternativa para a questão 33591b3e-d8