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Questões de Linguagens do ENEM

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  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 705 de 950

  • Linguagens

    Literatura

    Leia atentamente o fragmento abaixo, retirado do soneto “O incêndio de Roma”, de Olavo Bilac, e assinale a alternativa CORRETA.


                   “Nero, com o manto grego ondeando ao ombro, assoma
      entre os libertos, e ébrio, engrinaldada a fronte,
    lira em punho, celebra a destruição de Roma”.
    Escolha uma alternativa para a questão 555e29ba-c4
  • Linguagens

    Literatura

    No que concerne ao conto “Pai contra mãe”, de Machado de Assis, é CORRETO afirmar.
    Escolha uma alternativa para a questão 5560f0db-c4
  • Linguagens

    Literatura

    Leia atentamente o excerto do soneto “O acendedor de lampiões”, de Jorge de Lima, e assinale a opção CORRETA.


    “Triste ironia atroz que o senso humano irrita: –
    ele que doira a noite e ilumina a cidade,
    talvez não tenha luz na choupana em que habita.

    Tanta gente também nos outros insinua
    crenças, religiões, amor, felicidade,
    como este acendedor de lampiões da rua!” 
    Escolha uma alternativa para a questão 5564342a-c4
  • Linguagens

    Literatura

    No que tange o romance Fogo morto, de José Lins do Rego, é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 55671a7a-c4
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre o conto “Felicidade clandestina”, de Clarice Lispector, é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 556a11d6-c4
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre o conto “O outro”, de Rubem Fonseca, assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 556cd350-c4
  • Linguagens

    Literatura

    Para responder a esta questão, leia os excertos abaixo:


    “Onde se viu ir ao cinema, de luto pesado! A dor já estava sendo cultivada pelas aparências, e eu, que sempre gostara apenas regularmente de meu pai, mais por instinto de filho que por espontaneidade de amor, me via a ponto de aborrecer o bom do morto”.

    “Voltei, abri a porta e ele ao me ver disse ‘não faça isso, doutor, só tenho o senhor no mundo’. Não acabou de falar ou se falou eu não ouvi, com o barulho do tiro”.

    “— Será que ele está vendo a gente de algum lugar? — perguntou o rapazinho. Olhou para o alto — o teto ainda de luz acesa —, como se a alma do morto estivesse por ali, observando-os; não viu nada, mas sentia como se a alma estivesse por ali”.

    “Ai, por que não fugi? Pegou a vassoura atrás da porta e me encheu de pancada. Me desviei, a criança ali nos braços, o cabo deu no canto da mesa e se quebrou”.


    Os fragmentos acima correspondem, respectivamente, aos seguintes contos:
    Escolha uma alternativa para a questão 55708ed2-c4
  • Linguagens

    Português

    Caboclo Roceiro, das plaga do Norte/ Que vive sem sorte, sem terra e sem lar/ A tua desdita é tristonho que canto/ Se escuto o meu pranto me ponho a chorar.
    Este fragmento pertence ao poema Caboclo Roceiro, de um(a) expressivo(a) representante da nossa Literatura. Ao dá voz ao clamor do povo representa as figuras sociais do camponês, do agregado sem terra, do vaqueiro, da pessoa que vive nas margens das camadas sociais; a linguagem do(A) poeta realiza um vasto material para a pesquisa sociológica e esteticamente é a consumação de algo muito diverso daquilo que acontece quando poetas de outra extração social vem falar destas mesmas personagens. O poema e as informações referem-se a: 
    Escolha uma alternativa para a questão 275ffcd2-c9
  • Linguagens

    Português

    Em ABC da Literatura, Ezra Poud afirma que “literatura é a linguagem carregada de significado. Grande literatura é simplesmente a linguagem carregada de significado até o máximo grau possível.” No fragmento: E eu vi por tantas cantigas e luas e pontas de ruas meu verso voar, do poeta Cleilson Pereira Ribeiro, temos:
    Escolha uma alternativa para a questão 2762bf69-c9
  • Linguagens

    Português

    Enumere a segunda coluna de acordo com a primeira no que se refere às figuras da linguagem, em seguida marque a opção correta:


    (1)Polissíndeto

    (2)Anacoluto

    (3)Pleonasmo

    (4)Anáfora

    (5) Antítese

    (6) Gradação

    (7) Sinestesia


    ( ) “Ó mar salgado, quanto do teu sal

    São lágrimas de Portugal”

    (Fernando Pessoa)

    ( ) “Eu vi a cara da morte, e ela estava viva”. (Cazuza)

    ( ) “O primeiro milhão possuído excita, acirra, assanha a gula do milionário.” (Olavo Bilac)

    ( ) “Longe do estéril turbilhão da rua,

    Beneditino, escreve! No aconchego

    Do claustro, na paciência e no sossego,

    Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua!”

    com calma sem sofrer”

    (Olavo Bilac)

    ( ) “Como era áspero o aroma daquela fruta exótica” (Giuliano Fratin)

    ( )“ Amor é um fogo que arde sem se ver;

    É ferida que dói e não se sente;

    É um contentamento descontente;

    É dor que desatina sem doer”

    (Camões)

    ( )“O homem, chamar-lhe mito não passa de anacoluto”

    (Carlos Drummond de Andrade)

    Escolha uma alternativa para a questão 2765a136-c9
  • Linguagens

    Português

    Venenos de Deus, remédios do diabo: as incuráveis vidas de Vila Cacimba

    – Noutro dia, você zangou-se comigo porque eu não o chamava pelo seu nome inteiro. Mas eu conheço o seu segredo.

    – Não tenho segredos. Quem tem segredos são as mulheres.

    – O seu nome é Tsotsi. Bartolomeu Tsotsi.

    – Quem lhe contou isso? De certeza que foi o cabrão do Administrador.

    Acabrunhado, Bartolomeu aceitou. Primeiro, foram os outros que lhe mudaram o nome, no baptismo. Depois, quando pôde voltar a ser ele mesmo, já tinha aprendido a ter vergonha de seu nome original. Ele se colonizara a si mesmo. E Tsotsi dera origem a Sozinho [Bartolomeu Sozinho].

    – Eu sonhava ser mecânico, para consertar o mundo. Mas aqui para nós que ninguém nos ouve: um mecânico pode chamar-se Tsotsi?

    – Ini nkabe dziua.

    – Ah, o Doutor já anda a aprender a língua deles?

    – Deles? Afinal, já não é a sua língua?

    – Não sei, eu já nem sei...

    O médico olha para o parapeito e estremece de ver tão frágil, tão transitório aquele que é seu único amigo em Vila Cacimba. O aro da janela surge como uma moldura da derradeira fotografia desse teimoso mecânico reformado.

    – Posso fazer-lhe uma pergunta íntima?

    – Depende – responde o português.

    – O senhor já alguma vez desmaiou, Doutor?

    – Sim.

    – Eu gostava muito de desmaiar. Não queria morrer sem desmaiar.

    O desmaio é uma morte preguiçosa, um falecimento de duração temporária. O português, que era um guarda-fronteira da Vida, que facilitasse uma escapadela dessas, uma breve perda de sentidos.

    – Me receite um remédio para eu desmaiar.

    O português ri-se. Também a ele lhe apetecia uma intermitente ilucidez, uma pausa na obrigação de existir.

    – Uma marretada na cabeça é a única coisa que me ocorre.

    Riem-se. Rir junto é melhor que falar a mesma língua. Ou talvez o riso seja uma língua O português confessa sentir inveja de não ter duas línguas. E poder usar uma delas para perder o passado. E outra para ludibriar o presente.

    – A propósito de língua, sabe uma coisa, Doutor Sidonho? Eu já me estou a desmulatar.

    E exibe a língua, olhos cerrados, boca escancarada. O médico franze o sobrolho, confrangido: a mucosa está coberta de fungos, formando uma placa esbranquiçada.

    – Quais fungos? – reage Bartolomeu. – Eu estou é a ficar branco de língua, deve ser porque só falo português...

    O riso degenera em tosse e o português se afasta, cauteloso, daquele foco contaminoso.

    [...] 

    O médico olha para o parapeito e estremece de ver tão frágil, tão transitório aquele que é seu único amigo em Vila Cacimba. O aro da janela surge como uma moldura da derradeira fotografia desse teimoso mecânico reformado.

    – Posso fazer-lhe uma pergunta íntima?

    – Depende – responde o português.

    – O senhor já alguma vez desmaiou, Doutor?

    – Sim.

    – Eu gostava muito de desmaiar. Não queria morrer sem desmaiar.

    O desmaio é uma morte preguiçosa, um falecimento de duração temporária. O português, que era um guarda-fronteira da Vida, que facilitasse uma escapadela dessas, uma breve perda de sentidos.

    – Me receite um remédio para eu desmaiar.

    O português ri-se. Também a ele lhe apetecia uma intermitente ilucidez, uma pausa na obrigação de existir.

    – Uma marretada na cabeça é a única coisa que me ocorre.

    Riem-se. Rir junto é melhor que falar a mesma língua. Ou talvez o riso seja uma língua anterior que fomos perdendo à medida que o mundo foi deixando de ser nosso. [...]

    (COUTO, Mia. Venenos de Deus, remédios do diabo: as incuráveis vidas de Vila Cacimba. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, pp. 110-113)

    No fragmento: O português confessa sentir inveja de não ter duas línguas. O termo em destaque é sintaticamente classificado como:
    Escolha uma alternativa para a questão 276fd514-c9
  • Linguagens

    Português

    Aquilo que na atualidade é entendido por Cultura geralmente não passa de uma Indústria Cultural. Observe o diálogo existente entre a afirmação dada e a tirinha a seguir; em seguida marque a opção que não está de acordo com as mensagens aqui expostas:

    Imagem da questão de Português, URCA 2019, Interpretação de Textos
    Escolha uma alternativa para a questão 27729b16-c9
  • Linguagens

    Português

    Na minha Terra 


    Na minha terra ninguém morre de amor

    De fome, de esperança, sim senhor

    Desculpe essas palavras assim mais duras.

    Mas cadê a compostura de quem tinha exemplo

    dar

    É nepotismo, prepotência, disparate

    Paraíso dos contrastes

    De injustiça pra danar

    Se tem um cara que deseja uma terrinha

    De cuidar dela, de dar gosto a gente oiá

    Logo se escuta a voz do dono da terrinha

    Não é lugar de vagabundo vir plantar

    Na minha terra ninguém morre de amor

    De fome, de esperança, sim senhor

    Desculpe essa verdade nua e crua

    Mas é tanta falcatrua que o País se acostumou

    Agora é ágio, é pedágio, é propina

    Já faz parte da rotina

    É a lei com seu rigor

    É uma força bem mais forte que se pensa

    É uma teia onde aranha nunca está

    Que suborna, que alicia, que compensa

    Mas só pra aqueles que deixaram de sonhar....

    (Ivan Lins e Victor Martins) 

    Sobre as ideias contidas no texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 277ea7cb-c9
  • Linguagens

    Português

    Na minha Terra 


    Na minha terra ninguém morre de amor

    De fome, de esperança, sim senhor

    Desculpe essas palavras assim mais duras.

    Mas cadê a compostura de quem tinha exemplo

    dar

    É nepotismo, prepotência, disparate

    Paraíso dos contrastes

    De injustiça pra danar

    Se tem um cara que deseja uma terrinha

    De cuidar dela, de dar gosto a gente oiá

    Logo se escuta a voz do dono da terrinha

    Não é lugar de vagabundo vir plantar

    Na minha terra ninguém morre de amor

    De fome, de esperança, sim senhor

    Desculpe essa verdade nua e crua

    Mas é tanta falcatrua que o País se acostumou

    Agora é ágio, é pedágio, é propina

    Já faz parte da rotina

    É a lei com seu rigor

    É uma força bem mais forte que se pensa

    É uma teia onde aranha nunca está

    Que suborna, que alicia, que compensa

    Mas só pra aqueles que deixaram de sonhar....

    (Ivan Lins e Victor Martins) 

    O termo nepotismo (verso 5) pode ser substituído por:
    Escolha uma alternativa para a questão 2781f8fb-c9
  • Linguagens

    Português

    Texto (fragmento) pra questão.


    Quem me dera que eu fosse os choupos à margem do rio

    E tivesse só o céu por cima e a água por baixo...

    Quem me dera que eu fosse o burro do moleiro

    E que ele me batesse e me estimasse...

    Antes isso que ser o que atravessa a vida

    Olhando para trás de si e tendo pena... 

    O fragmento acima é parte da Obra do heterônimo de Fernando Pessoa, Alberto Caeiro. São características de Caeiro e que estão presentes no texto, exceto:
    Escolha uma alternativa para a questão 2785355e-c9
  • Linguagens

    Português

    Texto (fragmento) pra questão.


    Quem me dera que eu fosse os choupos à margem do rio

    E tivesse só o céu por cima e a água por baixo...

    Quem me dera que eu fosse o burro do moleiro

    E que ele me batesse e me estimasse...

    Antes isso que ser o que atravessa a vida

    Olhando para trás de si e tendo pena... 

    O sentimento expresso nos últimos dois versos do fragmento acima transcrito remete a uma ideia de:
    Escolha uma alternativa para a questão 27882b77-c9
  • Linguagens

    Espanhol

    LA UNIDAD DEL ESPAÑOL


        En su intervención Villanueva ha descrito los momentos más transcendentales de la historia del español: «El primero es, obviamente, el fundacional, la constitución del romance castellano y su expansión por la Península ocupada por los árabes. El segundo comienza en 1492, el año de la Gramática de Nebrija, con la llegada de Colón a América. Y el tercero es el que hace del español una lengua ecuménica, la segunda por el número de hablantes nativos en todo el mundo: con este tercer momento me refiero al proceso de la independencia y constitución de las Repúblicas americanas a partir de finales del segundo decenio del siglo XIX».

        El director de la RAE ha subrayado que «en la unidad de nuestra lengua universal, bien perceptible hoy gracias a la fluida comunicación que la movilidad de las personas y la transmisión a través de los medios de nuestras respectivas hablas facilita, tuvo mucho que ver, en este trascendental siglo XIX, la labor académica».

        Darío Villanueva explicó que en 1871 se creó la Academia Colombiana de la Lengua, «la decana, detrás de la RAE, de las hoy existentes. La penúltima, cronológicamente hablando, sería precisamente la ANLE, constituida en 1973. La última establecida hasta el momento, ya en pleno siglo XXI, ha sido la del único país de África que tiene el español como lengua oficial: La Academia Ecuatoguineana. Sería de desear que esa nómina se cerrase con una vigesimocuarta Academia, que no sería otra que la del judeoespañol, la lengua que los judíos sefardíes, expulsados de España en 1492, mantuvieron viva hasta hoy en sus comunidades extendidas por gran parte de Europa, por el Imperio Otomano y algunos enclaves del Nuevo Mundo».

    Texto extraído de www.rae.es

    O texto apresenta e discute sobre algumas questões relevantes do idioma espanhol no decorrer da história, como, por exemplo:
    Escolha uma alternativa para a questão 27929906-c9
  • Linguagens

    Espanhol

    LA UNIDAD DEL ESPAÑOL


        En su intervención Villanueva ha descrito los momentos más transcendentales de la historia del español: «El primero es, obviamente, el fundacional, la constitución del romance castellano y su expansión por la Península ocupada por los árabes. El segundo comienza en 1492, el año de la Gramática de Nebrija, con la llegada de Colón a América. Y el tercero es el que hace del español una lengua ecuménica, la segunda por el número de hablantes nativos en todo el mundo: con este tercer momento me refiero al proceso de la independencia y constitución de las Repúblicas americanas a partir de finales del segundo decenio del siglo XIX».

        El director de la RAE ha subrayado que «en la unidad de nuestra lengua universal, bien perceptible hoy gracias a la fluida comunicación que la movilidad de las personas y la transmisión a través de los medios de nuestras respectivas hablas facilita, tuvo mucho que ver, en este trascendental siglo XIX, la labor académica».

        Darío Villanueva explicó que en 1871 se creó la Academia Colombiana de la Lengua, «la decana, detrás de la RAE, de las hoy existentes. La penúltima, cronológicamente hablando, sería precisamente la ANLE, constituida en 1973. La última establecida hasta el momento, ya en pleno siglo XXI, ha sido la del único país de África que tiene el español como lengua oficial: La Academia Ecuatoguineana. Sería de desear que esa nómina se cerrase con una vigesimocuarta Academia, que no sería otra que la del judeoespañol, la lengua que los judíos sefardíes, expulsados de España en 1492, mantuvieron viva hasta hoy en sus comunidades extendidas por gran parte de Europa, por el Imperio Otomano y algunos enclaves del Nuevo Mundo».

    Texto extraído de www.rae.es

    O texto mostra o desenvolvimento do espanhol. A difusão do referido idioma deu-se por causa:
    Escolha uma alternativa para a questão 27966f6f-c9
  • Linguagens

    Espanhol

    LA UNIDAD DEL ESPAÑOL


        En su intervención Villanueva ha descrito los momentos más transcendentales de la historia del español: «El primero es, obviamente, el fundacional, la constitución del romance castellano y su expansión por la Península ocupada por los árabes. El segundo comienza en 1492, el año de la Gramática de Nebrija, con la llegada de Colón a América. Y el tercero es el que hace del español una lengua ecuménica, la segunda por el número de hablantes nativos en todo el mundo: con este tercer momento me refiero al proceso de la independencia y constitución de las Repúblicas americanas a partir de finales del segundo decenio del siglo XIX».

        El director de la RAE ha subrayado que «en la unidad de nuestra lengua universal, bien perceptible hoy gracias a la fluida comunicación que la movilidad de las personas y la transmisión a través de los medios de nuestras respectivas hablas facilita, tuvo mucho que ver, en este trascendental siglo XIX, la labor académica».

        Darío Villanueva explicó que en 1871 se creó la Academia Colombiana de la Lengua, «la decana, detrás de la RAE, de las hoy existentes. La penúltima, cronológicamente hablando, sería precisamente la ANLE, constituida en 1973. La última establecida hasta el momento, ya en pleno siglo XXI, ha sido la del único país de África que tiene el español como lengua oficial: La Academia Ecuatoguineana. Sería de desear que esa nómina se cerrase con una vigesimocuarta Academia, que no sería otra que la del judeoespañol, la lengua que los judíos sefardíes, expulsados de España en 1492, mantuvieron viva hasta hoy en sus comunidades extendidas por gran parte de Europa, por el Imperio Otomano y algunos enclaves del Nuevo Mundo».

    Texto extraído de www.rae.es

    A palavra “ecuménica”, presente no texto e relacionada à língua, pode ser compreendida como:
    Escolha uma alternativa para a questão 2799594f-c9
  • Linguagens

    Espanhol

    LA UNIDAD DEL ESPAÑOL


        En su intervención Villanueva ha descrito los momentos más transcendentales de la historia del español: «El primero es, obviamente, el fundacional, la constitución del romance castellano y su expansión por la Península ocupada por los árabes. El segundo comienza en 1492, el año de la Gramática de Nebrija, con la llegada de Colón a América. Y el tercero es el que hace del español una lengua ecuménica, la segunda por el número de hablantes nativos en todo el mundo: con este tercer momento me refiero al proceso de la independencia y constitución de las Repúblicas americanas a partir de finales del segundo decenio del siglo XIX».

        El director de la RAE ha subrayado que «en la unidad de nuestra lengua universal, bien perceptible hoy gracias a la fluida comunicación que la movilidad de las personas y la transmisión a través de los medios de nuestras respectivas hablas facilita, tuvo mucho que ver, en este trascendental siglo XIX, la labor académica».

        Darío Villanueva explicó que en 1871 se creó la Academia Colombiana de la Lengua, «la decana, detrás de la RAE, de las hoy existentes. La penúltima, cronológicamente hablando, sería precisamente la ANLE, constituida en 1973. La última establecida hasta el momento, ya en pleno siglo XXI, ha sido la del único país de África que tiene el español como lengua oficial: La Academia Ecuatoguineana. Sería de desear que esa nómina se cerrase con una vigesimocuarta Academia, que no sería otra que la del judeoespañol, la lengua que los judíos sefardíes, expulsados de España en 1492, mantuvieron viva hasta hoy en sus comunidades extendidas por gran parte de Europa, por el Imperio Otomano y algunos enclaves del Nuevo Mundo».

    Texto extraído de www.rae.es

    Os vocablos transcendentales e nónima presentes no texto, tem como sinônimos, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 279c45ad-c9