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Questões de Linguagens do ENEM

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  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 928 de 950

  • Linguagens

    Português

    O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

    Exames podem detectar doenças oculares silenciosas; veja cuidados

    A saúde ocular deve ser acompanhada desde o nascimento até a terceira idade, especialmente diante do uso crescente de telas. Para prevenir doenças oculares silenciosas, é essencial manter uma rotina de exame de saúde como acuidade visual, pressão ocular, biomicroscopia e fundoscopia.

    Juliana Oliveira, oftalmologista, destaca que o primeiro exame obrigatório no Brasil é o teste do olhinho, feito ao nascer. A partir dos três anos, é indicada avaliação anual para detectar precocemente alterações visuais, inclusive glaucoma, catarata e problemas na retina, especialmente na velhice.

    Hábitos saudáveis — como boa alimentação e prática de atividades físicas — ajudam a preservar a visão. As doenças mais comuns incluem ametropias não corrigidas, conjuntivites, glaucoma e catarata senil. Sintomas como dor, vermelhidão, secreção e perda de visão parcial ou total exigem atenção médica imediata.

    O uso precoce e excessivo de telas eleva o risco de miopia, olho seco e distúrbios do sono. Para minimizar os efeitos, recomenda-se limitar o tempo diante de telas, fazer pausas regulares e, com orientação médica, usar óculos com filtro de luz azul, colírios específicos e lentes para controle da miopia.

    Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/exames-podem-detectar-doencasoculares-silenciosas-veja-cuidados/.ADAPTADO. 
    A saúde ocular exige atenção constante desde a infância até a velhice, principalmente devido ao uso excessivo de telas no cotidiano.


    De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão fe43f4e2-f2
  • Linguagens

    Português

    O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

    Exames podem detectar doenças oculares silenciosas; veja cuidados

    A saúde ocular deve ser acompanhada desde o nascimento até a terceira idade, especialmente diante do uso crescente de telas. Para prevenir doenças oculares silenciosas, é essencial manter uma rotina de exame de saúde como acuidade visual, pressão ocular, biomicroscopia e fundoscopia.

    Juliana Oliveira, oftalmologista, destaca que o primeiro exame obrigatório no Brasil é o teste do olhinho, feito ao nascer. A partir dos três anos, é indicada avaliação anual para detectar precocemente alterações visuais, inclusive glaucoma, catarata e problemas na retina, especialmente na velhice.

    Hábitos saudáveis — como boa alimentação e prática de atividades físicas — ajudam a preservar a visão. As doenças mais comuns incluem ametropias não corrigidas, conjuntivites, glaucoma e catarata senil. Sintomas como dor, vermelhidão, secreção e perda de visão parcial ou total exigem atenção médica imediata.

    O uso precoce e excessivo de telas eleva o risco de miopia, olho seco e distúrbios do sono. Para minimizar os efeitos, recomenda-se limitar o tempo diante de telas, fazer pausas regulares e, com orientação médica, usar óculos com filtro de luz azul, colírios específicos e lentes para controle da miopia.

    Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/exames-podem-detectar-doencasoculares-silenciosas-veja-cuidados/.ADAPTADO. 
    Para "prevenir" doenças oculares silenciosas, é essencial "manter" uma rotina de exame de saúde como acuidade visual, pressão ocular, biomicroscopia e fundoscopia.


    De acordo com as regras de regência verbal, os verbos destacados nesta frase funcionam, respectivamente, como:
    Escolha uma alternativa para a questão fe46c7a0-f2
  • Linguagens

    Português

    Texto I


    Os erros continuam...


    Já mais de uma vez, temos procurado apontar erros da imprensa, em textos da redação e de colaboradores, na esperança de vê-los desaparecer. Repetem-se com uma monotonia desanimadora. Já não falo da chamada crase, entregue aos cuidados de colegas. Quase ninguém mais sabe acentuar o a, se com acento agudo ou grave, ou mesmo sem nenhum acento. Nem querem saber, ao que parece. Saliente-se que os principais órgãos da imprensa têm editado uma espécie de manual de redação para o público interno, mas os resultados não têm correspondido à expectativa. Demais, é preciso contar com a contribuição dos colaboradores... Vou, pois, continuar malhando em ferro frio e a trazer mais algumas incorreções postas em letra de forma.


    ELIA, Sílvio. 50 textos errados e corrigidos, Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica.

    Depreendemos da leitura do Texto I que
    Escolha uma alternativa para a questão b49cedae-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto I


    Os erros continuam...


    Já mais de uma vez, temos procurado apontar erros da imprensa, em textos da redação e de colaboradores, na esperança de vê-los desaparecer. Repetem-se com uma monotonia desanimadora. Já não falo da chamada crase, entregue aos cuidados de colegas. Quase ninguém mais sabe acentuar o a, se com acento agudo ou grave, ou mesmo sem nenhum acento. Nem querem saber, ao que parece. Saliente-se que os principais órgãos da imprensa têm editado uma espécie de manual de redação para o público interno, mas os resultados não têm correspondido à expectativa. Demais, é preciso contar com a contribuição dos colaboradores... Vou, pois, continuar malhando em ferro frio e a trazer mais algumas incorreções postas em letra de forma.


    ELIA, Sílvio. 50 textos errados e corrigidos, Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica.

    Assinale o segmento do Texto I que mostra um caráter otimista em relação aos erros de Língua Portuguesa. 
    Escolha uma alternativa para a questão b4a10d94-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto I


    Os erros continuam...


    Já mais de uma vez, temos procurado apontar erros da imprensa, em textos da redação e de colaboradores, na esperança de vê-los desaparecer. Repetem-se com uma monotonia desanimadora. Já não falo da chamada crase, entregue aos cuidados de colegas. Quase ninguém mais sabe acentuar o a, se com acento agudo ou grave, ou mesmo sem nenhum acento. Nem querem saber, ao que parece. Saliente-se que os principais órgãos da imprensa têm editado uma espécie de manual de redação para o público interno, mas os resultados não têm correspondido à expectativa. Demais, é preciso contar com a contribuição dos colaboradores... Vou, pois, continuar malhando em ferro frio e a trazer mais algumas incorreções postas em letra de forma.


    ELIA, Sílvio. 50 textos errados e corrigidos, Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica.

    O Texto I afirma que o mau emprego da crase é um problema que se repete com uma monotonia desanimadora.


    Assinale a frase em que o emprego da crase está incorreto.
    Escolha uma alternativa para a questão b4a39836-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto I


    Os erros continuam...


    Já mais de uma vez, temos procurado apontar erros da imprensa, em textos da redação e de colaboradores, na esperança de vê-los desaparecer. Repetem-se com uma monotonia desanimadora. Já não falo da chamada crase, entregue aos cuidados de colegas. Quase ninguém mais sabe acentuar o a, se com acento agudo ou grave, ou mesmo sem nenhum acento. Nem querem saber, ao que parece. Saliente-se que os principais órgãos da imprensa têm editado uma espécie de manual de redação para o público interno, mas os resultados não têm correspondido à expectativa. Demais, é preciso contar com a contribuição dos colaboradores... Vou, pois, continuar malhando em ferro frio e a trazer mais algumas incorreções postas em letra de forma.


    ELIA, Sílvio. 50 textos errados e corrigidos, Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica.

    “Repetem-se com uma monotonia desanimadora. Já não falo da chamada crase, entregue aos cuidados de colegas.”


    Nesse segmento do Texto I, a expressão chamada crase contém uma crítica. Assinale a opção que a apresenta. 
    Escolha uma alternativa para a questão b4a62717-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto I


    Os erros continuam...


    Já mais de uma vez, temos procurado apontar erros da imprensa, em textos da redação e de colaboradores, na esperança de vê-los desaparecer. Repetem-se com uma monotonia desanimadora. Já não falo da chamada crase, entregue aos cuidados de colegas. Quase ninguém mais sabe acentuar o a, se com acento agudo ou grave, ou mesmo sem nenhum acento. Nem querem saber, ao que parece. Saliente-se que os principais órgãos da imprensa têm editado uma espécie de manual de redação para o público interno, mas os resultados não têm correspondido à expectativa. Demais, é preciso contar com a contribuição dos colaboradores... Vou, pois, continuar malhando em ferro frio e a trazer mais algumas incorreções postas em letra de forma.


    ELIA, Sílvio. 50 textos errados e corrigidos, Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica.

    Saliente-se que os principais órgãos da imprensa têm editado uma espécie de manual de redação para o público interno, (...)


    Nesse segmento, o termo público interno se refere aos
    Escolha uma alternativa para a questão b4a86e39-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto I


    Os erros continuam...


    Já mais de uma vez, temos procurado apontar erros da imprensa, em textos da redação e de colaboradores, na esperança de vê-los desaparecer. Repetem-se com uma monotonia desanimadora. Já não falo da chamada crase, entregue aos cuidados de colegas. Quase ninguém mais sabe acentuar o a, se com acento agudo ou grave, ou mesmo sem nenhum acento. Nem querem saber, ao que parece. Saliente-se que os principais órgãos da imprensa têm editado uma espécie de manual de redação para o público interno, mas os resultados não têm correspondido à expectativa. Demais, é preciso contar com a contribuição dos colaboradores... Vou, pois, continuar malhando em ferro frio e a trazer mais algumas incorreções postas em letra de forma.


    ELIA, Sílvio. 50 textos errados e corrigidos, Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica.

    Vou, pois, continuar malhando em ferro frio e a trazer mais algumas incorreções postas em letra de forma.


    Nesse segmento, a expressão malhar em ferro frio significa a tarefa que
    Escolha uma alternativa para a questão b4aacf5c-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto I


    Os erros continuam...


    Já mais de uma vez, temos procurado apontar erros da imprensa, em textos da redação e de colaboradores, na esperança de vê-los desaparecer. Repetem-se com uma monotonia desanimadora. Já não falo da chamada crase, entregue aos cuidados de colegas. Quase ninguém mais sabe acentuar o a, se com acento agudo ou grave, ou mesmo sem nenhum acento. Nem querem saber, ao que parece. Saliente-se que os principais órgãos da imprensa têm editado uma espécie de manual de redação para o público interno, mas os resultados não têm correspondido à expectativa. Demais, é preciso contar com a contribuição dos colaboradores... Vou, pois, continuar malhando em ferro frio e a trazer mais algumas incorreções postas em letra de forma.


    ELIA, Sílvio. 50 textos errados e corrigidos, Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica.

    No corpo do Texto I, o autor comenta a frequência de erros gramaticais na imprensa em geral; assinale a opção que apresenta a frase que não mostra um erro gramatical. 
    Escolha uma alternativa para a questão b4ad2873-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto II


    Inculta e Bela


    Como todos sabemos, essa expressão saiu da pena de nosso aclamado príncipe dos poetas, Olavo Bilac, logo no primeiro verso do seu famoso soneto “A Língua Portuguesa.” Bela, sim, por que não? As vezes que primeiro ouvimos dos lábios de nossas mães ficam-nos no espírito como pura melodia. “Todos cantam sua terra / Também vou cantar a minha.” E esse canto encantado é música das palavras que nos afagaram no colo materno. Mas inculta? Como assim? O próprio poeta se desmente e contradiz ao se imortalizar no mesmo idioma em que Camões se irmanou ao gênio de Virgílio e Dante. Língua culta e de cultura, eis a coroa que há séculos lhe ornara a fronte, onde resplandecem as galas de patrimônio de uma civilização.


    Nada, pois, que admirar venha a língua portuguesa continuamente atraindo inteligências e dedicações para o seu estudo em tantos dos recantos deste mundo de Deus. E isso em qualquer de suas fases ou de suas modalidades coloquial ou popular.



    ELIA, Sílvio. 50 textos errados e corrigidos, Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica. 

    No Texto II foram sublinhados cinco pronomes que estão relacionados a termos anteriores. Assinale a opção que apresenta a frase em que o termo anterior está identificado de forma inadequada.
    Escolha uma alternativa para a questão b4b0035c-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto II


    Inculta e Bela


    Como todos sabemos, essa expressão saiu da pena de nosso aclamado príncipe dos poetas, Olavo Bilac, logo no primeiro verso do seu famoso soneto “A Língua Portuguesa.” Bela, sim, por que não? As vezes que primeiro ouvimos dos lábios de nossas mães ficam-nos no espírito como pura melodia. “Todos cantam sua terra / Também vou cantar a minha.” E esse canto encantado é música das palavras que nos afagaram no colo materno. Mas inculta? Como assim? O próprio poeta se desmente e contradiz ao se imortalizar no mesmo idioma em que Camões se irmanou ao gênio de Virgílio e Dante. Língua culta e de cultura, eis a coroa que há séculos lhe ornara a fronte, onde resplandecem as galas de patrimônio de uma civilização.


    Nada, pois, que admirar venha a língua portuguesa continuamente atraindo inteligências e dedicações para o seu estudo em tantos dos recantos deste mundo de Deus. E isso em qualquer de suas fases ou de suas modalidades coloquial ou popular.



    ELIA, Sílvio. 50 textos errados e corrigidos, Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica. 

    O segmento do Texto II,


    “E isso em qualquer de suas fases ou de suas modalidades coloquial ou popular”, refere-se a modalidades da língua.


    Assinale a frase que apresenta um exemplo da modalidade popular. 
    Escolha uma alternativa para a questão b4b2549a-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto II


    Inculta e Bela


    Como todos sabemos, essa expressão saiu da pena de nosso aclamado príncipe dos poetas, Olavo Bilac, logo no primeiro verso do seu famoso soneto “A Língua Portuguesa.” Bela, sim, por que não? As vezes que primeiro ouvimos dos lábios de nossas mães ficam-nos no espírito como pura melodia. “Todos cantam sua terra / Também vou cantar a minha.” E esse canto encantado é música das palavras que nos afagaram no colo materno. Mas inculta? Como assim? O próprio poeta se desmente e contradiz ao se imortalizar no mesmo idioma em que Camões se irmanou ao gênio de Virgílio e Dante. Língua culta e de cultura, eis a coroa que há séculos lhe ornara a fronte, onde resplandecem as galas de patrimônio de uma civilização.


    Nada, pois, que admirar venha a língua portuguesa continuamente atraindo inteligências e dedicações para o seu estudo em tantos dos recantos deste mundo de Deus. E isso em qualquer de suas fases ou de suas modalidades coloquial ou popular.



    ELIA, Sílvio. 50 textos errados e corrigidos, Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica. 

    Bela, sim, por que não? As vezes que primeiro ouvimos dos lábios de nossas mães ficam-nos no espírito como pura melodia.


    Assinale a opção em que o vocábulo primeiro está empregado na mesma classe gramatical em que aparece na frase acima. 
    Escolha uma alternativa para a questão b4b4a11b-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto II


    Inculta e Bela


    Como todos sabemos, essa expressão saiu da pena de nosso aclamado príncipe dos poetas, Olavo Bilac, logo no primeiro verso do seu famoso soneto “A Língua Portuguesa.” Bela, sim, por que não? As vezes que primeiro ouvimos dos lábios de nossas mães ficam-nos no espírito como pura melodia. “Todos cantam sua terra / Também vou cantar a minha.” E esse canto encantado é música das palavras que nos afagaram no colo materno. Mas inculta? Como assim? O próprio poeta se desmente e contradiz ao se imortalizar no mesmo idioma em que Camões se irmanou ao gênio de Virgílio e Dante. Língua culta e de cultura, eis a coroa que há séculos lhe ornara a fronte, onde resplandecem as galas de patrimônio de uma civilização.


    Nada, pois, que admirar venha a língua portuguesa continuamente atraindo inteligências e dedicações para o seu estudo em tantos dos recantos deste mundo de Deus. E isso em qualquer de suas fases ou de suas modalidades coloquial ou popular.



    ELIA, Sílvio. 50 textos errados e corrigidos, Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica. 

    O próprio poeta se desmente e contradiz ao se imortalizar no mesmo idioma em que Camões se irmanou ao gênio de Virgílio e Dante.


    Sobre a classificação dos termos sublinhados nesse segmento do Texto II, assinale a afirmativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b4b6f188-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto III


    Livros a Mancheias


    Em muito boa hora importantes jornais brasileiros, a exemplo do que já fazem publicações no estrangeiro, começaram a oferecer, a título de brinde, obras do maior interesse cultural e artístico. Saem, assim, semanalmente, cadernos de dicionários, de enciclopédias, de atlas, com o propósito de enriquecer o conhecimento de seus leitores e melhorar a biblioteca familiar, hoje praticamente inexistente na maioria dos lares. Estamos, com pesar, distantes daqueles tempos em que uma nutrida biblioteca dentro de casa aumentava as informações oferecidas na escola ou servia de lazer em horas de leitura nos grandes representantes da literatura nacional e estrangeira.


    BECHARA, Evanildo. Na Ponta da Língua, Editora Lucerna, RJ 20011
    O título dado ao texto se refere
    Escolha uma alternativa para a questão b4b94ede-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto III


    Livros a Mancheias


    Em muito boa hora importantes jornais brasileiros, a exemplo do que já fazem publicações no estrangeiro, começaram a oferecer, a título de brinde, obras do maior interesse cultural e artístico. Saem, assim, semanalmente, cadernos de dicionários, de enciclopédias, de atlas, com o propósito de enriquecer o conhecimento de seus leitores e melhorar a biblioteca familiar, hoje praticamente inexistente na maioria dos lares. Estamos, com pesar, distantes daqueles tempos em que uma nutrida biblioteca dentro de casa aumentava as informações oferecidas na escola ou servia de lazer em horas de leitura nos grandes representantes da literatura nacional e estrangeira.


    BECHARA, Evanildo. Na Ponta da Língua, Editora Lucerna, RJ 20011
    Assinale a frase em que a preposição de sublinhada é uma exigência de um termo anterior.
    Escolha uma alternativa para a questão b4bbbe47-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto III


    Livros a Mancheias


    Em muito boa hora importantes jornais brasileiros, a exemplo do que já fazem publicações no estrangeiro, começaram a oferecer, a título de brinde, obras do maior interesse cultural e artístico. Saem, assim, semanalmente, cadernos de dicionários, de enciclopédias, de atlas, com o propósito de enriquecer o conhecimento de seus leitores e melhorar a biblioteca familiar, hoje praticamente inexistente na maioria dos lares. Estamos, com pesar, distantes daqueles tempos em que uma nutrida biblioteca dentro de casa aumentava as informações oferecidas na escola ou servia de lazer em horas de leitura nos grandes representantes da literatura nacional e estrangeira.


    BECHARA, Evanildo. Na Ponta da Língua, Editora Lucerna, RJ 20011
    Estamos, com pesar, distantes daqueles tempos em que uma nutrida biblioteca dentro de casa aumentava as informações oferecidas na escola ou servia de lazer em horas de leitura nos grandes representantes da literatura nacional e estrangeira.


    Sobre a estruturação ou significação desse segmento do Texto, assinale a frase que apresenta uma observação adequada. 
    Escolha uma alternativa para a questão b4be528f-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto III


    Livros a Mancheias


    Em muito boa hora importantes jornais brasileiros, a exemplo do que já fazem publicações no estrangeiro, começaram a oferecer, a título de brinde, obras do maior interesse cultural e artístico. Saem, assim, semanalmente, cadernos de dicionários, de enciclopédias, de atlas, com o propósito de enriquecer o conhecimento de seus leitores e melhorar a biblioteca familiar, hoje praticamente inexistente na maioria dos lares. Estamos, com pesar, distantes daqueles tempos em que uma nutrida biblioteca dentro de casa aumentava as informações oferecidas na escola ou servia de lazer em horas de leitura nos grandes representantes da literatura nacional e estrangeira.


    BECHARA, Evanildo. Na Ponta da Língua, Editora Lucerna, RJ 20011
    Nas opções a seguir, há dois termos unidos pela conjunção aditiva e; assinale a alternativa em que o segundo termo está englobado no primeiro.
    Escolha uma alternativa para a questão b4c0c6d4-f9
  • Linguagens

    Inglês

    Read Text I below and answer the  question that follow it.


    Text I


    Jonathan Haidt: How to make the 'anxious generation' happy again


    Academics researching wellbeing have for a long time almost unanimously agreed on one thing: over the typical lifetime, happiness tends to follow a U-shaped curve, peaking at 30, plummeting at age 50, before spiking again after 70. It’s a pattern replicated using data going back as far as the 1970s in almost 150 countries.

    But around 2011, researchers noticed an astonishing reversal in this trend. “This empirical regularity has been replaced by a monotonic decrease in ill-being by age,” they reported in an NBER working paper. In plain English, younger people today are unhappier, both compared to previous generations and to their older peers. Or, to quote the title of the most recent book from Jonathan Haidt, Professor of Ethical Leadership at New York University, they are the anxious generation […].

    Today, rather than playing with their friends, kids stay at home on their devices. Instead of hearing chatter and laughter in the corridor of schools, we hear the gentle tapping of screens. The social isolation many of us experienced during pandemic-induced lockdowns was nothing new for children, Haidt said. “They began social distancing as soon as they got smartphones.”

    The good news for parents is that, while this trend is worrying, it is not inevitable. There are things we can do. “We can turn this around with four new norms,” Haidt proposed.

    The first norm is a commitment to not give our children a smartphone until they are at least 14. “Give them a flip-phone if you want to, so they can call and text you,” he said. “But don’t give the entire world access to your child.” The second is to not allow our children to use social media until they are at least 16. “Social media is wildly inappropriate for children — you have strangers trying to talk to them, cyberbullying, explosive drama.”

    The third norm is that schools should be a phone-free environment. “All schools need to be phone free from bell to bell — from the morning when kids arrive to the end when they leave,” Haidt explained.

    And finally, the fourth norm involves going back to a time where parents felt more comfortable letting their kids walk to the shops or play outside with friends. “The fourth norm is to give them much more independence in the real world,” he said. “Ultimately, our mission is to restore childhood: the kind of wonderful, fun, exciting childhood we all had, which was full of conflicts, failures, exploration, adventure, risk-taking, thrills and all those emotions that you experienced not with your parents, but when you were out, away from your secure home base.”


    Adapted from https://www.weforum.org/stories/2025/01/jonathan-haidt-digitaltechnology-social-media-childhood/
    Based on Text I, mark the statements below as true (T) or false (F).


    ( ) Happiness among young people has increased compared to previous years.

    ( ) Today, children prefer playing with their friends at school to using a smartphone.

    ( ) According to Haidt, social media is harmful to children.


    The statements are, respectively: 
    Escolha uma alternativa para a questão b4c37d92-f9
  • Linguagens

    Inglês

    Read Text I below and answer the  question that follow it.


    Text I


    Jonathan Haidt: How to make the 'anxious generation' happy again


    Academics researching wellbeing have for a long time almost unanimously agreed on one thing: over the typical lifetime, happiness tends to follow a U-shaped curve, peaking at 30, plummeting at age 50, before spiking again after 70. It’s a pattern replicated using data going back as far as the 1970s in almost 150 countries.

    But around 2011, researchers noticed an astonishing reversal in this trend. “This empirical regularity has been replaced by a monotonic decrease in ill-being by age,” they reported in an NBER working paper. In plain English, younger people today are unhappier, both compared to previous generations and to their older peers. Or, to quote the title of the most recent book from Jonathan Haidt, Professor of Ethical Leadership at New York University, they are the anxious generation […].

    Today, rather than playing with their friends, kids stay at home on their devices. Instead of hearing chatter and laughter in the corridor of schools, we hear the gentle tapping of screens. The social isolation many of us experienced during pandemic-induced lockdowns was nothing new for children, Haidt said. “They began social distancing as soon as they got smartphones.”

    The good news for parents is that, while this trend is worrying, it is not inevitable. There are things we can do. “We can turn this around with four new norms,” Haidt proposed.

    The first norm is a commitment to not give our children a smartphone until they are at least 14. “Give them a flip-phone if you want to, so they can call and text you,” he said. “But don’t give the entire world access to your child.” The second is to not allow our children to use social media until they are at least 16. “Social media is wildly inappropriate for children — you have strangers trying to talk to them, cyberbullying, explosive drama.”

    The third norm is that schools should be a phone-free environment. “All schools need to be phone free from bell to bell — from the morning when kids arrive to the end when they leave,” Haidt explained.

    And finally, the fourth norm involves going back to a time where parents felt more comfortable letting their kids walk to the shops or play outside with friends. “The fourth norm is to give them much more independence in the real world,” he said. “Ultimately, our mission is to restore childhood: the kind of wonderful, fun, exciting childhood we all had, which was full of conflicts, failures, exploration, adventure, risk-taking, thrills and all those emotions that you experienced not with your parents, but when you were out, away from your secure home base.”


    Adapted from https://www.weforum.org/stories/2025/01/jonathan-haidt-digitaltechnology-social-media-childhood/
    The phrase “as soon as” in “as soon as they got smartphones” (3rd paragraph) indicates 
    Escolha uma alternativa para a questão b4c630b0-f9
  • Linguagens

    Inglês

    Read Text I below and answer the  question that follow it.


    Text I


    Jonathan Haidt: How to make the 'anxious generation' happy again


    Academics researching wellbeing have for a long time almost unanimously agreed on one thing: over the typical lifetime, happiness tends to follow a U-shaped curve, peaking at 30, plummeting at age 50, before spiking again after 70. It’s a pattern replicated using data going back as far as the 1970s in almost 150 countries.

    But around 2011, researchers noticed an astonishing reversal in this trend. “This empirical regularity has been replaced by a monotonic decrease in ill-being by age,” they reported in an NBER working paper. In plain English, younger people today are unhappier, both compared to previous generations and to their older peers. Or, to quote the title of the most recent book from Jonathan Haidt, Professor of Ethical Leadership at New York University, they are the anxious generation […].

    Today, rather than playing with their friends, kids stay at home on their devices. Instead of hearing chatter and laughter in the corridor of schools, we hear the gentle tapping of screens. The social isolation many of us experienced during pandemic-induced lockdowns was nothing new for children, Haidt said. “They began social distancing as soon as they got smartphones.”

    The good news for parents is that, while this trend is worrying, it is not inevitable. There are things we can do. “We can turn this around with four new norms,” Haidt proposed.

    The first norm is a commitment to not give our children a smartphone until they are at least 14. “Give them a flip-phone if you want to, so they can call and text you,” he said. “But don’t give the entire world access to your child.” The second is to not allow our children to use social media until they are at least 16. “Social media is wildly inappropriate for children — you have strangers trying to talk to them, cyberbullying, explosive drama.”

    The third norm is that schools should be a phone-free environment. “All schools need to be phone free from bell to bell — from the morning when kids arrive to the end when they leave,” Haidt explained.

    And finally, the fourth norm involves going back to a time where parents felt more comfortable letting their kids walk to the shops or play outside with friends. “The fourth norm is to give them much more independence in the real world,” he said. “Ultimately, our mission is to restore childhood: the kind of wonderful, fun, exciting childhood we all had, which was full of conflicts, failures, exploration, adventure, risk-taking, thrills and all those emotions that you experienced not with your parents, but when you were out, away from your secure home base.”


    Adapted from https://www.weforum.org/stories/2025/01/jonathan-haidt-digitaltechnology-social-media-childhood/

    The word “chatter” (3rd paragraph) is a reference to the sound produced by the kids’: 

    Escolha uma alternativa para a questão b4c8a348-f9