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Questões de Linguagens do ENEM

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Resultados: 18.995 questões

Página 948 de 950

  • Linguagens

    Português

    TEXTO I


    O padeiro


             Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abroaportadoapartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lidoalgumacoisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bemuma greve, éumlockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando opovoatomarseu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

             Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquantotomocafévou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar opãoàportado apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

             - Não é ninguém, é o padeiro!

             Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

             "Então você não é ninguém?"

            Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lheacontecerabater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, eouvirumavoz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "nãoé ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

            Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-loparaexplicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempoeutambém,como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quasesempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão umdos primeirosexemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

             Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porquenojornalque levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônicaouartigocom o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro domeucoraçãoeu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, éopadeiro!"

            E assobiava pelas escadas.


    Fonte: BRAGA, Rubem. O padeiro. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p.61-62.
    “Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.” O termo grifado refere-se:
    Escolha uma alternativa para a questão e28d2c23-64
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I


    O padeiro


             Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abroaportadoapartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lidoalgumacoisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bemuma greve, éumlockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando opovoatomarseu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

             Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquantotomocafévou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar opãoàportado apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

             - Não é ninguém, é o padeiro!

             Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

             "Então você não é ninguém?"

            Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lheacontecerabater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, eouvirumavoz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "nãoé ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

            Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-loparaexplicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempoeutambém,como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quasesempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão umdos primeirosexemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

             Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porquenojornalque levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônicaouartigocom o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro domeucoraçãoeu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, éopadeiro!"

            E assobiava pelas escadas.


    Fonte: BRAGA, Rubem. O padeiro. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p.61-62.
    O período “Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo  [...]” é composto por:
    Escolha uma alternativa para a questão e2906552-64
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I


    O padeiro


             Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abroaportadoapartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lidoalgumacoisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bemuma greve, éumlockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando opovoatomarseu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

             Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquantotomocafévou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar opãoàportado apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

             - Não é ninguém, é o padeiro!

             Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

             "Então você não é ninguém?"

            Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lheacontecerabater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, eouvirumavoz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "nãoé ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

            Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-loparaexplicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempoeutambém,como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quasesempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão umdos primeirosexemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

             Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porquenojornalque levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônicaouartigocom o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro domeucoraçãoeu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, éopadeiro!"

            E assobiava pelas escadas.


    Fonte: BRAGA, Rubem. O padeiro. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p.61-62.
    Recursos estilísticos são frequentemente utilizados por escritores para aprimorar o ritmodeumtexto,tornar a comunicação mais expressiva ou persuasiva, além de transmitir significado e provocarumaresposta emocional do leitor. Essas ferramentas linguísticas e semióticas alteramo sentido literal dotextoe o levam para além do óbvio. Considerando isso, identifique o trecho em que o autor faz usodessetipode recurso.
    Escolha uma alternativa para a questão e29336b4-64
  • Linguagens

    Português

    Observe o trecho:

    "Se o Estado não garantir condições mínimas de funcionamento às escolas públicas, dificilmentequalquer política curricular surtirá efeito, pois faltará o suporte material indispensável."


    Deseja-se reescrever o período preservando o sentido original e mantendo adequadamente as relaçõesdecondição e consequência. Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão e2963b46-64
  • Linguagens

    Português

    De acordo com Cegalla (1989, p. 324), oração subordinada pode funcionar para outra oração como “termo e completa-lhe ou amplia-lhe o sentido”. Tomando como base essa ideia, assinale a alternativa em que a relação sintático-semântica estabelecida pela oração subordinada está adequadamente analisada.
    Escolha uma alternativa para a questão e2993b5f-64
  • Linguagens

    Português

    No que tange à classificação dos elementos sintáticos, em “Convém aos candidatos mais experientes a leitura atenta do edital”, a expressão destacada exerce a mesma função sintática que o termosublinhadoem:
    Escolha uma alternativa para a questão e29c09bb-64
  • Linguagens

    Português

    O dicionário Michaelis assevera que concordância é o “processo linguístico emque ocorre flexão de pessoa, gênero e número entre termos relacionados sintaticamente”. A partir dessa concepção, assinale a alternativa em que a concordância verbal atende plenamente à norma-padrão.
    Escolha uma alternativa para a questão e2a01cc9-64
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

    Profetas da Chuva: a sabedoria da natureza e a fé


    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Interpretação de Textos
     Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Interpretação de Textos
    O texto I aborda os profetas da chuva, que são guardiões de saberes ancestrais. Assinale a opção que apresenta corretamente o objetivo do texto. 
    Escolha uma alternativa para a questão c179b04f-6f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

    Profetas da Chuva: a sabedoria da natureza e a fé


    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Interpretação de Textos
     Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Interpretação de Textos
    De acordo com o texto, a expectativa dos profetas da chuva sobre a qualidade das chuvas é possível de ser entendida 
    Escolha uma alternativa para a questão c17cb597-6f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

    Profetas da Chuva: a sabedoria da natureza e a fé


    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Interpretação de Textos
     Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Interpretação de Textos
    Ao discutir os saberes dos profetas da chuva, o texto I adota procedimentos discursivos diversos. Entre eles, 
    Escolha uma alternativa para a questão c17f7179-6f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

    Profetas da Chuva: a sabedoria da natureza e a fé


    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Orações coordenadas sindéticas: Aditivas, Adversativas, Alternativas, Conclusivas...
     Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Orações coordenadas sindéticas: Aditivas, Adversativas, Alternativas, Conclusivas...
    Assinale a opção em que as conjunções destacadas apresentam mesmo valor semântico, bem como estão corretamente classificadas. 
    Escolha uma alternativa para a questão c1824105-6f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

    Profetas da Chuva: a sabedoria da natureza e a fé


    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Pontuação
     Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Pontuação
    No trecho: “[...] uma coisa é certa: o sertanejo sempre olha para o céu na esperança de ver as nuvens carregadas de boas chuvas [...]” (linhas 82-84), a substituição dos dois-pontos ocorre, sem prejuízo semântico, em
    Escolha uma alternativa para a questão c184e52e-6f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

    Profetas da Chuva: a sabedoria da natureza e a fé


    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Coesão e coerência
     Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Coesão e coerência
    No trecho: “Esse fenômeno marca o fim do verão e a transição para o outono no Hemisfério Sul.” (linhas 42-43), o termo destacado refere-se, no texto,
    Escolha uma alternativa para a questão c18865d7-6f
  • Linguagens

    Português

    O texto, a seguir, é parte da obra Os sertões, de Euclides da Cunha, publicado em 1902, intitulada “A terra”. A obra é resultado da cobertura jornalística da Guerra de Canudos, realizada entre agosto e outubro de 1897, para o jornal O Estado de S.Paulo.


    TEXTO II

    A terra

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Interpretação de Textos

    CUNHA, Euclides da. Os Sertões. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
    Considerando o conteúdo do texto, é correto afirmar que seu objetivo é
    Escolha uma alternativa para a questão c18ac266-6f
  • Linguagens

    Literatura

    O texto, a seguir, é parte da obra Os sertões, de Euclides da Cunha, publicado em 1902, intitulada “A terra”. A obra é resultado da cobertura jornalística da Guerra de Canudos, realizada entre agosto e outubro de 1897, para o jornal O Estado de S.Paulo.


    TEXTO II

    A terra

    Figura 1 de 2 da questão de Literatura, UECE 2026, Escolas Literárias
    Figura 2 de 2 da questão de Literatura, UECE 2026, Escolas Literárias

    CUNHA, Euclides da. Os Sertões. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
    Analise as assertivas a seguir com base na obra Os Sertões.


    I. Há, na obra, uma representação da violenta intervenção do Estado que resulta na total dizimação da comunidade de Canudos.

    II. Os sertões é uma obra fortemente influenciada pelo Determinismo, uma vez que o comportamento humano resulta da influência de fatores ligados ao meio, à raça e ao momento histórico.

    III. Explica a capacidade de racionalização dos indivíduos ali retratados em contraponto à exposição das condições sociais e ambientais constitutivas dos povos e da história do Brasil.

    IV. Descreve cientificamente os personagens retratados, aproximando a postura metafísica da concepção realista observada.


    Estão corretas as assertivas
    Escolha uma alternativa para a questão c18d3cb4-6f
  • Linguagens

    Literatura

    O texto, a seguir, é parte da obra Os sertões, de Euclides da Cunha, publicado em 1902, intitulada “A terra”. A obra é resultado da cobertura jornalística da Guerra de Canudos, realizada entre agosto e outubro de 1897, para o jornal O Estado de S.Paulo.


    TEXTO II

    A terra

    Figura 1 de 2 da questão de Literatura, UECE 2026, Escolas Literárias
    Figura 2 de 2 da questão de Literatura, UECE 2026, Escolas Literárias

    CUNHA, Euclides da. Os Sertões. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
    Os sertões, de Euclides da Cunha, é a obra que inaugura o Pré-modernismo brasileiro (1902-1922). Esse período da literatura é caracterizado 
    Escolha uma alternativa para a questão c18fce23-6f
  • Linguagens

    Português

    O texto, a seguir, é parte da obra Os sertões, de Euclides da Cunha, publicado em 1902, intitulada “A terra”. A obra é resultado da cobertura jornalística da Guerra de Canudos, realizada entre agosto e outubro de 1897, para o jornal O Estado de S.Paulo.


    TEXTO II

    A terra

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Denotação e Conotação
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Denotação e Conotação

    CUNHA, Euclides da. Os Sertões. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
    O trecho “Volvia ao turbilhão da vida sem decomposição repugnante, numa exaustão imperceptível.” (linhas 121-122) apresenta o sentido correspondente
    Escolha uma alternativa para a questão c1926ea9-6f
  • Linguagens

    Português

    O texto, a seguir, é parte da obra Os sertões, de Euclides da Cunha, publicado em 1902, intitulada “A terra”. A obra é resultado da cobertura jornalística da Guerra de Canudos, realizada entre agosto e outubro de 1897, para o jornal O Estado de S.Paulo.


    TEXTO II

    A terra

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Interpretação de Textos

    CUNHA, Euclides da. Os Sertões. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
    Considerando a construção estrutural e discursiva do texto II, o tipo textual predominante é
    Escolha uma alternativa para a questão c194f9e5-6f
  • Linguagens

    Português

    O texto, a seguir, é parte da obra Os sertões, de Euclides da Cunha, publicado em 1902, intitulada “A terra”. A obra é resultado da cobertura jornalística da Guerra de Canudos, realizada entre agosto e outubro de 1897, para o jornal O Estado de S.Paulo.


    TEXTO II

    A terra

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Figuras de Linguagem
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Figuras de Linguagem

    CUNHA, Euclides da. Os Sertões. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
    No trecho: “Era um aparelho revelando de modo absoluto, mas sugestivo, a secura extrema dos ares” (linhas 123-124), a figura de linguagem construída pela expressão destacada é
    Escolha uma alternativa para a questão c197a5f7-6f
  • Linguagens

    Português

    Conforme Kupper (2023), os movimentos sociais contemporâneos possuem, de modo geral, uma tendência de reivindicar autonomia em relação ao Estado, e sua dinâmica política não é dada mais apenas pelas questões de classe, mas assumem “um caráter cultural por meio do controle da informação” e são contrários às classificações do mundo social pelos dominantes. Os atuais movimentos sociais, ainda, constroem-se em torno de disputas simbólicas sobre como as sociedades contemporâneas devem ser, centrando na inserção de diversas formas e estilos de vida.


    KUPPPER, Agnaldo. Sociologia Ensino Médio: Poder e Política. 1ª ed. Maceió-AL: Editora Café com Sociologia, 2023.


    Considerando o exposto, marque a opção correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c2359689-6f