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Questões de Linguagens do ENEM

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  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 242 de 950

  • Linguagens

    Literatura

    Figura 1 de 3 da questão de Literatura, PUC - RS 2018, Estilística


    Figura 2 de 3 da questão de Literatura, PUC - RS 2018, Estilística


    Figura 3 de 3 da questão de Literatura, PUC - RS 2018, Estilística

    Analise as afirmativas a respeito das relações coesivas entre as frases nos textos 3, 5 e 7.


    I. O emprego repetido de “tem que”, nas linhas 19 a 21 do texto 3, indica que o grande escritor, segundo a autora, é necessariamente um ser múltiplo.
    II. No verso 04 do texto 5, a repetição do “e” é um recurso estilístico que, neste caso, justifica o emprego dos substantivos “esforço” (verso 06) e “suplício” (verso 09).
    III. No texto 7, há uma relação de causalidade entre os períodos “De tudo não falo. Não tenciono relatar ao senhor minha vida em dobrados passos” (linhas 01 e 02).


    Está/Estão correta(s) a(s) afirmativa(s)
    Escolha uma alternativa para a questão 407b69d6-32
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2009, Análise sintática
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2009, Análise sintática
    Sobre o segundo parágrafo do texto, está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 407da8c4-e7
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2009, Análise sintática
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2009, Análise sintática
    No fragmento “Tudo é relevante; e nenhuma coisa é automaticamente mais relevante que outra.” (l. 40-42),
    Escolha uma alternativa para a questão 4081a78a-e7
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2009, Coesão e coerência
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2009, Coesão e coerência
    No último parágrafo do texto
    Escolha uma alternativa para a questão 4085f82f-e7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2009, Interpretação de Textos
    Tem comprovação no texto a ideia expressa na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão 408e848c-e7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2009, Interpretação de Textos
    No poema,
    Escolha uma alternativa para a questão 4091cb59-e7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2009, Figuras de Linguagem
    Na última estrofe, a expressão “vendavais do inverno” metaforiza
    Escolha uma alternativa para a questão 40953a6d-e7
  • Linguagens

    Português

                A essência da teoria democrática é a supressão de qualquer imposição de classe, fundada no postulado ou na crença de que os conflitos e problemas humanos n econômicos, políticos, ou sociais n são solucionáveis pela educação, isto é, pela cooperação voluntária, mobilizada pela opinião pública esclarecida. Está claro que essa opinião pública terá de ser formada à luz dos melhores conhecimentos existentes e, assim, a pesquisa científica nos campos das ciências naturais e das chamadas ciências sociais deverá se fazer a mais ampla, a mais vigorosa, a mais livre, e a difusão desses conhecimentos, a mais completa, a mais imparcial e em termos que os tornem acessíveis a todos.

                                        Anísio Teixeira, Educação é um direito. Adaptado.


    No trecho “chamadas ciências sociais”, o emprego do termo “chamadas” indica que o autor
    Escolha uma alternativa para a questão 40955e57-e4
  • Linguagens

    Português

    Assinale o fragmento que evidencia a mudança de atividade da condição de hobby/lazer para a formalidade profissional do personagem retratado em “O homem que espalhou o deserto”, de Ignácio de Loyola Brandão.
    Escolha uma alternativa para a questão 4096a2a5-c3
  • Linguagens

    Português

    I. Pouco a pouco, tinha-se inclinado; fincara os cotovelos no mármore da mesa e metera o rosto entre as mãos espalmadas. Não estando abotoadas, as mangas caíram naturalmente, e eu vi-lhe metade dos braços, muito claros, e menos magros do que se poderiam supor. A vista não era nova para mim, posto também não fosse comum; naquele momento, porém, a impressão que tive foi grande. As veias eram tão azuis, que, apesar da pouca claridade, podia contá-las do meu lugar. A presença de Conceição espertara-me ainda mais que o livro. Continuei a dizer o que pensava das festas da roça e da cidade, e de outras coisas que me iam vindo à boca. Falava emendando os assuntos, sem saber por que, variando deles ou tornando aos primeiros, e rindo para fazê-la sorrir e ver-lhe os dentes que luziam de brancos, todos iguaizinhos.

    ASSIS, Machado de. Missa do galo: variações sobre o mesmo tema. São Paulo: Summus, 1977. p. 17.


    II. Hoje, sinto-me especialmente bem. Muito alivia-me o Natal quando se avizinha. Mais uma estação vencida galhardamente. Logo depois do almoço apurei-me na colônia, fui bem farto ao passá-la pelo corpo. Encareci a Conceição que se encarregasse pessoalmente de meus trajes. Afinal, um homem é a sua aparência. Como sempre, obedeceu-me. A bem da verdade, ela jamais me desagravou com atitudes hostis. E mesmo quando supôs que da rua eu trazia-lhe algum desgosto, nunca me levantou a voz. E não é feia, a minha Conceição. Ocorre apenas que os mesmos encantos que em outra mulher reluzem firmemente, nela, por mistério que não explico, simplesmente empalidecem. Com esta verdade, já estou bem conformado. Se ao menos Conceição soubesse rir!

    PIÑON, Nélida. Missa do galo: variações sobre o mesmo tema. São Paulo: Summus, 1977. p. 26. 
    No trecho I, o personagem narrador revela-se
    Escolha uma alternativa para a questão 409e1a6f-e7
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UDESC 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The words: “dun” (line 3), “reeks” (line 8), “hath” (line 10), “treads” (line 12) are used in the text as:
    Escolha uma alternativa para a questão 40a023d0-73
  • Linguagens

    Português

    I. Pouco a pouco, tinha-se inclinado; fincara os cotovelos no mármore da mesa e metera o rosto entre as mãos espalmadas. Não estando abotoadas, as mangas caíram naturalmente, e eu vi-lhe metade dos braços, muito claros, e menos magros do que se poderiam supor. A vista não era nova para mim, posto também não fosse comum; naquele momento, porém, a impressão que tive foi grande. As veias eram tão azuis, que, apesar da pouca claridade, podia contá-las do meu lugar. A presença de Conceição espertara-me ainda mais que o livro. Continuei a dizer o que pensava das festas da roça e da cidade, e de outras coisas que me iam vindo à boca. Falava emendando os assuntos, sem saber por que, variando deles ou tornando aos primeiros, e rindo para fazê-la sorrir e ver-lhe os dentes que luziam de brancos, todos iguaizinhos.

    ASSIS, Machado de. Missa do galo: variações sobre o mesmo tema. São Paulo: Summus, 1977. p. 17.


    II. Hoje, sinto-me especialmente bem. Muito alivia-me o Natal quando se avizinha. Mais uma estação vencida galhardamente. Logo depois do almoço apurei-me na colônia, fui bem farto ao passá-la pelo corpo. Encareci a Conceição que se encarregasse pessoalmente de meus trajes. Afinal, um homem é a sua aparência. Como sempre, obedeceu-me. A bem da verdade, ela jamais me desagravou com atitudes hostis. E mesmo quando supôs que da rua eu trazia-lhe algum desgosto, nunca me levantou a voz. E não é feia, a minha Conceição. Ocorre apenas que os mesmos encantos que em outra mulher reluzem firmemente, nela, por mistério que não explico, simplesmente empalidecem. Com esta verdade, já estou bem conformado. Se ao menos Conceição soubesse rir!

    PIÑON, Nélida. Missa do galo: variações sobre o mesmo tema. São Paulo: Summus, 1977. p. 26. 
    Identifique as afirmativas verdadeiras (V) e as falsas (F).

    Considerando-se os trechos I e II, pode-se afirmar:


    ( ) Em ambos, evidencia-se a mesma imagem de Conceição, precisa em seus detalhes.

    ( ) Tanto no trecho I quanto no II, acentua-se a subserviência da mulher em relação ao homem.

    ( ) No trecho I, a figura feminina exerce certo fascínio sobre o narrador; já no II, a mulher em foco é desprovida de atributos sedutores.

    ( ) No trecho I, Conceição é revelada fisicamente em atributos conhecidos que adquirem novo valor, enquanto no II, o narrador mostra-se íntimo de Conceição e emite juízo de valor a respeito das atitudes dela.


    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão 40a25da6-e7
  • Linguagens

    Inglês

    Why the Internet is so addictive
        "Checking Facebook should only take a minute." Those are the famous last words of countless people every day, right before getting sucked into several hours of watching cat videos or commenting on Instagrammed sushi lunches. That behavior is natural, given how the Internet is structured, experts say. The Internet’s omnipresence and lack of limits encourage people to lose track of time, making it hard to exercise the self-control to turn it off.
        "The Internet is not addictive in the same way as pharmacological substances are," said Tom Stafford, a cognitive scientist at the University of Sheffield in the U.K. "But it's compulsive; it's compelling; it's distracting." Humans are social creatures. Therefore, people enjoy the social information available via email and the Web.     
        The main reason the Internet is so addictive is that it lacks boundaries between tasks, Stafford said. Someone may set out to "research something, and then accidentally go to Wikipedia, and then wind up trying to find out what ever happened to Depeche Mode," Stafford said, referring to the music band. Studies suggest willpower is like a muscle: It can be strengthened, but can also become exhausted. Because the Internet is always "on," staying on task requires constantly flexing that willpower muscle, which can exhaust a person's self-control.
        For those who want to loosen the grip of the Web on their lives, a few simple techniques may do the trick. Web-blocking tools that limit surfing time can help people regain control over their time. Another method is to plan ahead, committing to work for 20 minutes, or until a certain task is complete, and then allowing five minutes of Web surfing, Stafford said.
    (Adapted from: http://www.mnn.com/green-tech/computers/stories/why-the-internet-is-so-addictive) 
    Why do people usually lose track of time when they are surfing the net?
    Escolha uma alternativa para a questão 40a58b23-b0
  • Linguagens

    Inglês

    Why the Internet is so addictive
        "Checking Facebook should only take a minute." Those are the famous last words of countless people every day, right before getting sucked into several hours of watching cat videos or commenting on Instagrammed sushi lunches. That behavior is natural, given how the Internet is structured, experts say. The Internet’s omnipresence and lack of limits encourage people to lose track of time, making it hard to exercise the self-control to turn it off.
        "The Internet is not addictive in the same way as pharmacological substances are," said Tom Stafford, a cognitive scientist at the University of Sheffield in the U.K. "But it's compulsive; it's compelling; it's distracting." Humans are social creatures. Therefore, people enjoy the social information available via email and the Web.     
        The main reason the Internet is so addictive is that it lacks boundaries between tasks, Stafford said. Someone may set out to "research something, and then accidentally go to Wikipedia, and then wind up trying to find out what ever happened to Depeche Mode," Stafford said, referring to the music band. Studies suggest willpower is like a muscle: It can be strengthened, but can also become exhausted. Because the Internet is always "on," staying on task requires constantly flexing that willpower muscle, which can exhaust a person's self-control.
        For those who want to loosen the grip of the Web on their lives, a few simple techniques may do the trick. Web-blocking tools that limit surfing time can help people regain control over their time. Another method is to plan ahead, committing to work for 20 minutes, or until a certain task is complete, and then allowing five minutes of Web surfing, Stafford said.
    (Adapted from: http://www.mnn.com/green-tech/computers/stories/why-the-internet-is-so-addictive) 
    The word Therefore in: “Therefore, people enjoy the social information…” (paragraph 2) indicates
    Escolha uma alternativa para a questão 40a93b9c-b0
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2010, Interpretação de Textos

    As diferentes esferas sociais de uso da língua obrigam o falante a adaptá-la às variadas situações de comunicação. Uma das marcas linguísticas que configuram a linguagem oral informal usada entre avô e neto neste texto é
    Escolha uma alternativa para a questão 40aab9e4-bb
  • Linguagens

    Inglês

    Why the Internet is so addictive
        "Checking Facebook should only take a minute." Those are the famous last words of countless people every day, right before getting sucked into several hours of watching cat videos or commenting on Instagrammed sushi lunches. That behavior is natural, given how the Internet is structured, experts say. The Internet’s omnipresence and lack of limits encourage people to lose track of time, making it hard to exercise the self-control to turn it off.
        "The Internet is not addictive in the same way as pharmacological substances are," said Tom Stafford, a cognitive scientist at the University of Sheffield in the U.K. "But it's compulsive; it's compelling; it's distracting." Humans are social creatures. Therefore, people enjoy the social information available via email and the Web.     
        The main reason the Internet is so addictive is that it lacks boundaries between tasks, Stafford said. Someone may set out to "research something, and then accidentally go to Wikipedia, and then wind up trying to find out what ever happened to Depeche Mode," Stafford said, referring to the music band. Studies suggest willpower is like a muscle: It can be strengthened, but can also become exhausted. Because the Internet is always "on," staying on task requires constantly flexing that willpower muscle, which can exhaust a person's self-control.
        For those who want to loosen the grip of the Web on their lives, a few simple techniques may do the trick. Web-blocking tools that limit surfing time can help people regain control over their time. Another method is to plan ahead, committing to work for 20 minutes, or until a certain task is complete, and then allowing five minutes of Web surfing, Stafford said.
    (Adapted from: http://www.mnn.com/green-tech/computers/stories/why-the-internet-is-so-addictive) 
    According to Tom Stafford, the main reason the Internet is so addictive is that
    Escolha uma alternativa para a questão 40ada7d0-b0
  • Linguagens

    Literatura

    TEXTO:

    As coisas naturais me cercam
    e contam-me — analfabetas —
    que são minhas irmãs.
    A lua é, agora, um objeto
    do meu uso pessoal.

    Sinto-me tão natural
    que faço sol, chovo, anoiteço.
    Minha mão é de prata e água.
    As moças do lugar me cumprimentam
    sem me conhecer;
    com isso, me comovem.


    RICARDO, Cassiano. Estação de cura. Melhores poemas: Cassiano Ricardo. Seleção Luiza Franco Moreira. São Paulo: Global, 2003. p. 116. (Coleção Melhores Poemas)
    O Modernismo faz-se presente no texto por meio
    Escolha uma alternativa para a questão 40af1f7f-e7
  • Linguagens

    Inglês

    Why the Internet is so addictive
        "Checking Facebook should only take a minute." Those are the famous last words of countless people every day, right before getting sucked into several hours of watching cat videos or commenting on Instagrammed sushi lunches. That behavior is natural, given how the Internet is structured, experts say. The Internet’s omnipresence and lack of limits encourage people to lose track of time, making it hard to exercise the self-control to turn it off.
        "The Internet is not addictive in the same way as pharmacological substances are," said Tom Stafford, a cognitive scientist at the University of Sheffield in the U.K. "But it's compulsive; it's compelling; it's distracting." Humans are social creatures. Therefore, people enjoy the social information available via email and the Web.     
        The main reason the Internet is so addictive is that it lacks boundaries between tasks, Stafford said. Someone may set out to "research something, and then accidentally go to Wikipedia, and then wind up trying to find out what ever happened to Depeche Mode," Stafford said, referring to the music band. Studies suggest willpower is like a muscle: It can be strengthened, but can also become exhausted. Because the Internet is always "on," staying on task requires constantly flexing that willpower muscle, which can exhaust a person's self-control.
        For those who want to loosen the grip of the Web on their lives, a few simple techniques may do the trick. Web-blocking tools that limit surfing time can help people regain control over their time. Another method is to plan ahead, committing to work for 20 minutes, or until a certain task is complete, and then allowing five minutes of Web surfing, Stafford said.
    (Adapted from: http://www.mnn.com/green-tech/computers/stories/why-the-internet-is-so-addictive) 
    The word It in “It can be strengthened” (paragraph 3) refers to
    Escolha uma alternativa para a questão 40b16da5-b0
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2009, Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

    Os textos I e II

    Escolha uma alternativa para a questão 40b37301-e7