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Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 365 de 950

  • Linguagens

    Português

           A historiografia do país demonstra que foi necessário considerável esforço do colonizador português em impor sua língua pátria em um território tão extenso. Trata-se de um fenômeno político e cultural relevante o fato de, na atualidade, a língua portuguesa ser a língua oficial e plenamente inteligível de norte a sul do país, apesar das especificidades e da grande diversidade dos chamados “sotaques” regionais. Esse empreendimento relacionado à imposição da língua portuguesa foi adotado como uma das estratégias de dominação, ocupação e demarcação das fronteiras do território nacional, sucessivamente, em praticamente todos os períodos e regimes políticos. Da Colônia ao Império, da República ao Estado Novo e daí em diante.

            Tomemos como exemplo o nheengatu, uma língua baseada no tupi antigo e que foi fruto do encontro, muitas vezes belicoso e violento, entre o colonizador e as populações indígenas da costa brasileira e de grande parte da Amazônia. Foi a língua geral de comunicação no período colonial até ser banida pelo Marquês de Pombal, a partir de 1758, caindo em pleno processo de desuso e decadência a partir de então. Foram falantes de nheengatu que nominaram uma infinidade de lugares, paisagens, acidentes geográficos, rios e até cidades. Atualmente, resta um pequeno contingente de falantes dessa língua no extremo norte do país. É utilizada como língua franca em regiões como o Alto Rio Negro, sendo inclusive fator de afirmação étnica de grupos indígenas que perderam sua língua original, como os Barés, Arapaços, Baniwas e Werekenas.


    Disponível em: http://desafios.ipea.gov.br. Acesso em: 20 out. 2021 (adaptado).


    Da leitura do texto, depreende-se que o patrimônio linguístico brasileiro é
    Escolha uma alternativa para a questão 60c79c2e-49
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFLA 2008, Conjunções: Relação de causa e consequência

    No trecho “João é teólogo, apocalíptico; Joaquim, filósofo, irreverente.”, a ausência da conjunção e entre as palavras “teólogo/apocalíptico” e entre “filósofo/irreverente” significa que
    Escolha uma alternativa para a questão 60c7dcbd-60
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2023, Interpretação de Textos





    Ao abordar a temática da violência contra a mulher, o cartaz conjuga as linguagens verbal e não verbal para 
    Escolha uma alternativa para a questão 60c9bfa6-49
  • Linguagens

    Português

    Tiranos de nós mesmos: a servidão voluntária na era da sociedade do desempenho

          Byung-Chul Han, no opúsculo Sociedade do cansaço, discute a ascensão de um novo paradigma social, em que a sociedade disciplinar de Foucault é substituída pela sociedade do desempenho. Esse novo modelo social é movido por um imperativo de maximizar a produção. Nós, sujeitos de desempenho, somos constante e sistematicamente pressionados a aperfeiçoar nossa performance e a aumentar nossa produção.

         A crença subjacente, segundo Han, é a de que nada é impossível. Nós podemos fazer tudo. Estamos constantemente pressionados por um poder fazer ilimitado. É um excesso de positividade, que se constitui em verdadeira violência neuronal.

            E por isso produzimos. Produzimos até a exaustão. E, mesmo cansados, continuamos produzindo. Uma meta é sempre substituída por outra. A tarefa nunca acaba. É frustrante e esgotante. O resultado é uma sociedade que gera fracassados e depressivos, a quem só resta recorrer a medicamentos para continuar produzindo mais eficientemente.

    Disponível em: http://justificando.cartacapital.com.br. Acesso em: 24 ago. 2017 (adaptado).


    Com base nessa reflexão acerca do livro Sociedade do cansaço, que discute o novo modelo da sociedade do desempenho, o resenhista a
    Escolha uma alternativa para a questão 60cbe0e3-49
  • Linguagens

    Português

          (...) Um dia, passado muito tempo, Pedro Bala ia com o Sem-Pernas pelas ruas. Entraram numa igreja da Piedade, gostavam de ver as coisas de ouro, mesmo era fácil bater uma bolsa de uma senhora que rezasse. Mas não havia nenhuma senhora na igreja àquela hora. Somente um grupo de meninos pobres e um capuchinho que lhes ensinava catecismo.

          — É Pirulito... — disse Sem-Pernas.

          Pedro Bala ficou olhando. Encolheu os ombros:

          — Que adianta?

          Sem-Pernas olhou:

          — Não dá de comer...

          — Um dia vai ser padre também. Tem que ser é tudo junto.

          Sem-Pernas disse:

          — A bondade não basta.

          Completou:

          — Só o ódio...

          Pirulito não os via. Com uma paciência e uma bondade extremas ensinava às crianças buliçosas as lições de catecismo. Os dois Capitães da Areia saíram balançando a cabeça. Pedro Bala botou a mão no ombro do Sem-Pernas.

          — Nem o ódio, nem a bondade. Só a luta. A voz bondosa de Pirulito atravessa a igreja.

          A voz de ódio do Sem-Pernas estava junto de Pedro Bala. Mas ele não ouvia nenhuma. Ouvia era a voz de João de Adão, o doqueiro, a voz de seu pai morrendo na luta.

                                                           Jorge Amado, Capitães da Areia.

    Atente para as seguintes afirmações referentes ao excerto, considerado no contexto de Capitães da Areia:

    I Os termos “bondade”, “ódio” e “luta”, postos em questão no excerto, encontram-se objetivamente em relação dialética – na qual a contradição entre os dois primeiros é superada na síntese operada pelo termo “luta”, que os engloba e ultrapassa.

    II Vista no conjunto da trajetória da personagem, a cena registra um momento decisivo no processo de politização de Pedro Bala.

    III Para definir os perfis que as personagens Pirulito, Sem-Pernas e Pedro Bala assumem no excerto, as palavras-chave poderiam ser, respectivamente, ilusão, ressentimento e projeto.

    Está correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 60cd8acc-1b
  • Linguagens

    Português

    Megabit x Megabyte: qual a real velocidade da minha conexão?

    Não é raro encontrar pessoas com dúvidas sobre os planos de banda larga fixa. Em geral, as reclamações e
    questões surgem por conta das baixas velocidades fornecidas. De fato, existe grande incoerência sobre as taxas de
    download, pois, mesmo contratando um plano de 15 mega, a velocidade máxima parece ser até 10 vezes inferior ao
    contratado.
    Do ponto de vista do cliente, a lógica é bem simples. Estou pagando por uma conexão de 10 mega, portanto
    meu plano permitirá downloads em uma taxa de 10 mega. Na prática, a história é um pouco diferente, pois mesmo
    com uma internet como essa, você vai ver os arquivos baixando a 1 MB/s — ou, às vezes, até bem menos do que isso.
    (...)

    Um probleminha com unidades de medida

    Existem diferentes formas de representar o tamanho de um arquivo. Uma música MP3, por exemplo, pode ter
    5 megabytes, 5.120 kilobytes ou 5.242.880 bytes. Esses números representam a mesma coisa, sendo que o único
    ponto que realmente se altera é a forma de expressar a grandeza. O “kilo” representa 1.024 bytes, e o “mega”
    representa 1.024 kilobytes.
    A ideia desses prefixos é facilitar a representação dos tamanhos, afinal ninguém fala que uma MP3 tem 5
    milhões de bytes. Entretanto, no caso das conexões de internet, esses “megas” parecem dificultar a compreensão das
    grandezas. (...)
    Por uma questão de marketing, as operadoras usam os bits, e não bytes, em suas propagandas (...). E qual a
    diferença entre um byte e um bit? Bom, o bit é a menor unidade de informação. Um bit pode assumir os valores 0 e 1,
    algarismos usados como base para o sistema binário. Quando colocamos 8 bits juntos, obtemos 1 byte. (...)

    A operadora é obrigada a oferecer o mínimo

    Descobrir tudo isso é muito importante, pois você não fica iludido com a esperança de baixar nada com
    velocidades absurdamente altas. Contudo, devemos salientar que existe outro detalhe a ser observado nessa história.
    Durante todo o tempo, falamos apenas das velocidades máximas que sua conexão pode atingir. Entretanto,
    sua operadora é obrigada a garantir apenas 20% do contratado. (...)

    Disponível em: http://www.tecmundo.com.br/banda-larga/32749-megabit-x-megabyte-qual-a-real-velocidade-da-minha-conexao-.htm. Acesso em 21.07.14.

    O público-alvo dessa reportagem e seu objetivo específico são, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 60cfd616-ab
  • Linguagens

    Português

          (...) Um dia, passado muito tempo, Pedro Bala ia com o Sem-Pernas pelas ruas. Entraram numa igreja da Piedade, gostavam de ver as coisas de ouro, mesmo era fácil bater uma bolsa de uma senhora que rezasse. Mas não havia nenhuma senhora na igreja àquela hora. Somente um grupo de meninos pobres e um capuchinho que lhes ensinava catecismo.

          — É Pirulito... — disse Sem-Pernas.

          Pedro Bala ficou olhando. Encolheu os ombros:

          — Que adianta?

          Sem-Pernas olhou:

          — Não dá de comer...

          — Um dia vai ser padre também. Tem que ser é tudo junto.

          Sem-Pernas disse:

          — A bondade não basta.

          Completou:

          — Só o ódio...

          Pirulito não os via. Com uma paciência e uma bondade extremas ensinava às crianças buliçosas as lições de catecismo. Os dois Capitães da Areia saíram balançando a cabeça. Pedro Bala botou a mão no ombro do Sem-Pernas.

          — Nem o ódio, nem a bondade. Só a luta. A voz bondosa de Pirulito atravessa a igreja.

          A voz de ódio do Sem-Pernas estava junto de Pedro Bala. Mas ele não ouvia nenhuma. Ouvia era a voz de João de Adão, o doqueiro, a voz de seu pai morrendo na luta.

                                                           Jorge Amado, Capitães da Areia.

    Embora as atitudes assumidas por Pirulito, Sem-Pernas e Pedro Bala sejam bastante diferentes entre si, todas as três são reações a um estado de coisas cuja causa principal, tal como identificada no contexto de Capitães da Areia, é a
    Escolha uma alternativa para a questão 60d2f49e-1b
  • Linguagens

    Literatura

    Nos anos em que atuaram estes escritores, a poesia brasileira percorreu os meandros do extremo subjetivismo, à Byron e à Musset. Alguns poetas adolescentes, mortos antes de tocarem a plena juventude, darão exemplo de toda uma temática emotiva de amor e morte, dúvida e ironia, entusiasmo e tédio.

    (Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira, 2006. Adaptado.)

    O texto refere-se
    Escolha uma alternativa para a questão 60d5eafb-09
  • Linguagens

    Português

    Trechos do discurso de Ulysses Guimarães na
    promulgação da Constituição em 1988

    Senhoras e senhores constituintes.

          Dois de fevereiro de 1987. Ecoam nesta sala as reivindicações das ruas. A Nação quer mudar. A Nação deve mudar. A Nação vai mudar. São palavras constantes do discurso de posse como presidente da Assembleia Nacional Constituinte.

            Hoje, 5 de outubro de 1988, no que tange à Constituição, a Nação mudou. A Constituição mudou na sua elaboração, mudou na definição dos Poderes. Mudou restaurando a federação, mudou quando quer mudar o homem cidadão. E é só cidadão quem ganha justo e suficiente salário, lê e escreve, mora, tem hospital e remédio, lazer quando descansa.

              A Nação nos mandou executar um serviço. Nós o fizemos com amor, aplicação e sem medo.

            A Constituição certamente não é perfeita. Ela própria o confessa ao admitir a reforma. Quanto a ela, discordar, sim. Divergir, sim. Descumprir, jamais. Afrontá-la, nunca.

            Quando, após tantos anos de lutas e sacrifícios, promulgamos o Estatuto do Homem, da Liberdade e da Democracia, bradamos por imposição de sua honra.

          Nós, os legisladores, ampliamos os nossos deveres. Teremos de honrá-los. A Nação repudia a preguiça, a negligência e a inépcia.

        O povo é o superlegislador habilitado a rejeitar pelo referendo os projetos aprovados pelo Parlamento.

             Não é a Constituição perfeita, mas será útil, pioneira, desbravadora.

             Termino com as palavras com que comecei esta fala.

             A Nação quer mudar. A Nação deve mudar. A Nação vai mudar. A Constituição pretende ser a voz, a letra, a vontade política da sociedade rumo à mudança.

             Que a promulgação seja o nosso grito.

             Mudar para vencer. Muda, Brasil!


    Disponível em: www.senadofederal.br. Acesso em: 30 out. 2021.


    O discurso de Ulysses Guimarães apresenta características de duas funções da linguagem: ora revela a subjetividade de quem vive um momento histórico, ora busca informar a população sobre a Carta Magna. Essas duas funções manifestam-se, respectivamente, nos trechos:
    Escolha uma alternativa para a questão 60d96a3b-49
  • Linguagens

    Português

    O aparecimento de elementos de linguagem poética, fantasiosa, no interior de um formato tipicamente jurídico reafirma
    Escolha uma alternativa para a questão 60d9e0a0-09
  • Linguagens

    Português

          A vida deveria nos oferecer um lugarzinho no rodapé da nossa história pessoal para eventuais erratas, como em tese de doutorado. Pelas vezes em que na infância e adolescência a gente foi bobo, foi ingênuo, foi indesculpavelmente romântico, cego e teimoso, devia haver uma errata possível. Como quando a gente acreditou que se fosse bonzinho ganharia aquela bicicleta; que todos os professores eram sábios e justos e todas as autoridades decentes; e quando a gente acreditou que pai e mãe eram imortais ou perfeitos.

           Devia haver erratas que anulassem bobagens adultas: botei fora aquela oportunidade, não cuidei da minha grana, fui onipotente, perdi quem era tão precioso para mim, escolhi a gostosona em lugar da parceira alegre e terna; fiquei com aquele cara porque com ele seria mais divertido, mas no fundo eu não o queria como meu amigo e pai dos meus filhos. Profissionalmente não me preparei, não me preveni, não refleti, não entendi nada, tomei as piores decisões. Ah, que bom seria se essas trapalhadas pudessem ser anuladas com uma boa errata! Em geral, não podem.

             Por todas as vezes que desviamos o olhar lúcido ou recolhemos o dedo denunciador, pagaremos — talvez num futuro não muito distante — um alto preço, durante um tempo incalculavelmente longo. E não haverá erratas.


    LUFT, L. Errata de pé de página. Veja, n. 28, 18 jul. 2007 (adaptado).



    No texto, a autora propõe o uso metafórico da errata como recurso para
    Escolha uma alternativa para a questão 60db97a7-49
  • Linguagens

    Inglês

    About half of the world's population is at risk of contracting dengue, according to the World Health Organization. The mosquito is found in tropical and subtropical climates around the world; however, dengue does not naturally occur in these creatures: the mosquitoes get dengue from us.
    The mechanism of dengue infection is simple. Female mosquitoes bite humans because they need the protein found in our blood to produce eggs. (Male mosquitoes do not bite.) Ifthe mosquito bites someone with dengue - and then, after the virus's roughly eight- to 12-day replication period, bites someone else - it passes dengue into its next victim's bloodstream.
    There is no vaccine against dengue, but infecting mosquitoes with a natural bacterium called Wolbachia blocks the insects' ability to pass the disease to humans. The microbe spreads among both male and female mosquitoes: infected females lay eggs that harbor the bacterium, and when Wolbachia-free females mate with infected males, their eggs simply do not hatch. Researchers are now releasing Wolbachia infected females into the wild in Australia, Vietnam, Indonesia and Brazil.

    Scientific American, June 2015, Adaptado.
    De acordo com o texto, a infecção por dengue
    Escolha uma alternativa para a questão 60dcb8db-97
  • Linguagens

    Português

    Leia os versos do poema “Os estatutos do homem”, de Thiago de Mello, para responder às questões 32 e 33.


    Artigo 12

    Decreta-se que nada será obrigado nem proibido.

    Tudo será permitido,

    sobretudo brincar com os rinocerontes

    e caminhar pelas tardes

    com uma imensa begônia na lapela.

    (Estatutos do homem, 1986.)


    No poema, expressam uma regra geral e um exemplo dessa regra, respectivamente,

    Escolha uma alternativa para a questão 60dcda68-09
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2023, Interpretação de Textos




    Pelo modo como seleciona e organiza as informações, esse infográfico cumpre a função de

    Escolha uma alternativa para a questão 60dddb5e-49
  • Linguagens

    Português

    Considere o texto de Rodrigo Duarte para responder à questão.


        Um dos aspectos mais óbvios de nossa realidade – amplamente difundido em todo o mundo contemporâneo – é a divisão do tempo de cada um numa parte dedicada ao trabalho e noutra dedicada ao lazer. Mas essa realidade atual, por mais evidente que seja para nós, não deveria nos levar à crença enganosa de que terá sido sempre assim: a divisão entre tempo de trabalho e tempo livre – inexistente na Idade Média e no período que a sucedeu imediatamente – se consolidou apenas com o amadurecimento do modo de produção capitalista, isto é, após a chamada Revolução Industrial, que eliminou o trabalho produtivo realizado nas próprias casas dos trabalhadores (quase sempre com o auxílio de suas famílias), limitando as atividades à grande indústria: um estabelecimento exclusivamente dedicado à produção por meio de maquinário pesado, concentrando massas de operários em turnos de trabalhos previamente estabelecidos.

        Na Idade Média, por um lado, a aristocracia, mesmo não tendo necessidade de se dedicar a qualquer trabalho produtivo, reservava para si atividades que, não obstante seu caráter socialmente obrigatório, eram também consideradas prazerosas. Os bailes e jantares, as festas e os concertos, as caçadas e a frequência às óperas eram parte integrante da vida cortesã e nobre.

        Por outro lado, o horizonte vital das classes servis – e possivelmente também da burguesia em sua fase inicial – era dado pelo trabalho de sol a sol, com pouquíssimo tempo que extrapolasse a produção material. Esse exíguo período antes do sono preparador para a próxima jornada de trabalho, embora não deva ser entendido como tempo de lazer no sentido moderno do termo, provavelmente constituía o momento coletivo de se cantar e narrar, tempo que servia, ao mesmo tempo, como pretexto e elemento aglutinador para a comida e a bebida em comum.


    (Indústria cultural: uma introdução, 2010.)

    Segundo o texto, na Idade Média,
    Escolha uma alternativa para a questão 60e00896-09
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2023, Interpretação de Textos




    As informações contidas no texto dessa campanha têm o objetivo de

    Escolha uma alternativa para a questão 60e02388-49
  • Linguagens

    Português

            Uma polêmica relacionada à covid-19 com clara relação com a Educação Física foi a discussão sobre a reabertura ou não das academias de ginástica em plena pandemia. Entre os argumentos apresentados pelos que defendiam a abertura estava o de que o exercício teria um efeito protetor contra a covid-19, pelo fortalecimento do sistema imunológico. A realização dessas práticas pode ser importante para a saúde, inclusive com foco na melhoria/manutenção da saúde mental, mas em muitas recomendações há mais um sentido de “ter que fazer”, com caráter “obrigatório”. Outro ponto ignorado diz respeito ao aconselhamento para a realização de exercícios físicos em casa durante a pandemia, considerando aspectos como a habilidade das pessoas para realizarem essas atividades, suas preferências, as condições das residências etc. Entendemos que essas recomendações, algumas vezes de caráter persecutório e descontextualizadas da realidade de muitas pessoas, não favorecem um olhar mais ampliado sobre a saúde.


    LOCH, M. R. et al. A urgência da saúde coletiva na formação em Educação Física: lições com a covid-19. Ciência & Saúde Coletiva, n. 25, 2020 (adaptado).



    Segundo o texto, no contexto da pandemia, a relação entre exercício físico e saúde deveria considerar a
    Escolha uma alternativa para a questão 60e259f9-49
  • Linguagens

    Inglês

    About half of the world's population is at risk of contracting dengue, according to the World Health Organization. The mosquito is found in tropical and subtropical climates around the world; however, dengue does not naturally occur in these creatures: the mosquitoes get dengue from us.
    The mechanism of dengue infection is simple. Female mosquitoes bite humans because they need the protein found in our blood to produce eggs. (Male mosquitoes do not bite.) Ifthe mosquito bites someone with dengue - and then, after the virus's roughly eight- to 12-day replication period, bites someone else - it passes dengue into its next victim's bloodstream.
    There is no vaccine against dengue, but infecting mosquitoes with a natural bacterium called Wolbachia blocks the insects' ability to pass the disease to humans. The microbe spreads among both male and female mosquitoes: infected females lay eggs that harbor the bacterium, and when Wolbachia-free females mate with infected males, their eggs simply do not hatch. Researchers are now releasing Wolbachia infected females into the wild in Australia, Vietnam, Indonesia and Brazil.

    Scientific American, June 2015, Adaptado.
    Segundo o texto, a bactéria Wolbachia, se inoculada nos mosquitos, bloqueia a transmissão da dengue porque
    Escolha uma alternativa para a questão 60e2d9c7-97
  • Linguagens

    Português

    Considere o texto de Rodrigo Duarte para responder à questão.


        Um dos aspectos mais óbvios de nossa realidade – amplamente difundido em todo o mundo contemporâneo – é a divisão do tempo de cada um numa parte dedicada ao trabalho e noutra dedicada ao lazer. Mas essa realidade atual, por mais evidente que seja para nós, não deveria nos levar à crença enganosa de que terá sido sempre assim: a divisão entre tempo de trabalho e tempo livre – inexistente na Idade Média e no período que a sucedeu imediatamente – se consolidou apenas com o amadurecimento do modo de produção capitalista, isto é, após a chamada Revolução Industrial, que eliminou o trabalho produtivo realizado nas próprias casas dos trabalhadores (quase sempre com o auxílio de suas famílias), limitando as atividades à grande indústria: um estabelecimento exclusivamente dedicado à produção por meio de maquinário pesado, concentrando massas de operários em turnos de trabalhos previamente estabelecidos.

        Na Idade Média, por um lado, a aristocracia, mesmo não tendo necessidade de se dedicar a qualquer trabalho produtivo, reservava para si atividades que, não obstante seu caráter socialmente obrigatório, eram também consideradas prazerosas. Os bailes e jantares, as festas e os concertos, as caçadas e a frequência às óperas eram parte integrante da vida cortesã e nobre.

        Por outro lado, o horizonte vital das classes servis – e possivelmente também da burguesia em sua fase inicial – era dado pelo trabalho de sol a sol, com pouquíssimo tempo que extrapolasse a produção material. Esse exíguo período antes do sono preparador para a próxima jornada de trabalho, embora não deva ser entendido como tempo de lazer no sentido moderno do termo, provavelmente constituía o momento coletivo de se cantar e narrar, tempo que servia, ao mesmo tempo, como pretexto e elemento aglutinador para a comida e a bebida em comum.


    (Indústria cultural: uma introdução, 2010.)

    “um estabelecimento exclusivamente dedicado à produção por meio de maquinário pesado, concentrando massas de operários em turnos de trabalhos previamente estabelecidos” (1º parágrafo)

    O termo sublinhado, no contexto em que está inserido, indica que se trata de
    Escolha uma alternativa para a questão 60e3a21e-09
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia a passagem a seguir, referente a uma marcante personagem da literatura brasileira, e preencha as lacunas do texto relacionado ao excerto.

    Examinou o terreiro, viu Baleia coçando-se a esfregar as peladuras no pé de turco, levou a espingarda ao rosto. A cachorra espiou o dono desconfiada, enroscou-se no tronco e foi-se desviando, até ficar no outro lado da árvore, agachada e arisca, mostrando apenas as pupilas negras. Aborrecido com esta manobra, Fabiano saltou a janela, esgueirou-se ao longo da cerca do curral, deteve-se no mourão do canto e levou de novo a arma ao rosto. Como o animal estivesse de frente e não apresentasse bom alvo, adiantou-se mais alguns passos. Ao chegar às catingueiras, modificou a pontaria e puxou o gatilho. A carga alcançou os quartos traseiros e inutilizou uma perna de Baleia, que se pôs a latir desesperadamente. (...) Dirigiu-se ao copiar, mas temeu encontrar Fabiano e afastou-se para o chiqueiro das cabras. Demorou-se aí um instante, meio desorientada, saiu depois sem destino, aos pulos.

    Na famosa cena da morte de Baleia, personagem do romance _________, de _________, é nítida a _________ da cadela numa cena extremamente _________.

    Escolha uma alternativa para a questão 60e4817f-30