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Questões de Linguagens do ENEM

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  • 18.995 questões
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  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 378 de 950

  • Linguagens

    Português

    Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.

    Texto I

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Interpretação de Textos



    Texto II

    1. Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil

        "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]

         O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...] 

          Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.

         De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.

         A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.

         Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]

         O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]     

         Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.


    Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.

    Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).

    Sobre as temáticas retratadas nos textos I e II, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 64713802-fd
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UECE 2014, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    Sobre el uso de las boyas, ¿cómo se manifestó la población?
    Escolha uma alternativa para a questão 64734d24-b8
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.

    Texto I

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo



    Texto II

    1. Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil

        "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]

         O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...] 

          Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.

         De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.

         A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.

         Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]

         O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]     

         Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.


    Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.

    Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).

    Sobre os vocábulos: ''incomum'' e ''insegurança'', presentes no texto II, analise as afirmativas.


    I. Nos vocábulos, o prefixo "in-" denota sentido de negação.

    II. Os vocábulos passaram por derivação parassintética, com a anexação concomitante de afixos aos substantivos.

    III. Os vocábulos são formados pelo processo de derivação, ou seja, quando se obtém uma palavra nova (derivada), pela anexação de afixos à palavra primitiva.

    IV. Na formação dos vocábulos, ambos sofreram alterações em sua estrutura pelos prefixos, provocadas pelo fenômeno da assimilação.


    Assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 6475bfcd-fd
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder às questões de números 26 a 30,
    leia o texto de Lygia Fagundes Telles.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNIFESP 2007, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNIFESP 2007, Interpretação de Textos

    Entende-se que a relação da narradora com a pajem baseia-se
    Escolha uma alternativa para a questão 6477a5ed-4d
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UECE 2014, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    Sobre el uso de dichas boyas, ¿cómo se manifestó el director del Consejo de Conservación de Australia del Oeste?
    Escolha uma alternativa para a questão 6477c83e-b8
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.

    Texto I

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Morfologia - Pronomes



    Texto II

    1. Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil

        "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]

         O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...] 

          Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.

         De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.

         A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.

         Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]

         O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]     

         Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.


    Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.

    Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).

    Sobre o emprego dos pronomes, analise as afirmativa.


    I. Em: "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter [...]‖, ocorre próclise, pois o elemento destacado pode ser empregado no início da frase, em função da linguagem coloquial.

    II. Em: "[...] afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]", o elemento destacado é pronome indefinido e equivale a "em que, no qual" .

    III. Em: "Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada [...]" , ocorre ênclise, já que o pronome está após o verbo.

    IV. Em: "Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá" , o elemento destacado é pronome indefinido.


    Assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 64788e0f-fd
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.

    Texto I

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Funções morfossintáticas da palavra QUE



    Texto II

    1. Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil

        "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]

         O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...] 

          Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.

         De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.

         A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.

         Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]

         O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]     

         Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.


    Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.

    Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).

    Considere a assertiva: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer'' (6º parágrafo). O elemento, em destaque, é:
    Escolha uma alternativa para a questão 647bd570-fd
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UECE 2014, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    Al final del texto 2, podemos inferir que la organización Sea Shepherd
    Escolha uma alternativa para a questão 647c74c8-b8
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o fragmento para responder a QUESTÃO .


    Horácio não gostava de ser contestado, mas compreendeu não era bom tema de conversa. Voltou à literatura, aconselhando os outros a lerem Drummond de Andrade, na sua opinião o melhor poeta de língua portuguesa de sempre. Qual Camões, qual Pessoa, Drummond é que era, tudo estava nele, até a situação de Angola se podia inferir na sua poesia. Por isso vos digo, os portugueses passam a vida a querer-nos impingir a sua poesia, temos de a estudar na escola, e escondem-nos os brasileiros, nossos irmãos, poetas e prosadores sublimes, relatando os nossos problemas e numa linguagem bem mais próxima da que falamos nas cidades. Quem não leu Drummond é um analfabeto. Os outros iam comendo, trocando de vez em quando olhares cúmplices. Até que Malongo e Vítor terminaram a refeição. Malongo despediu-se, levantando-se, um analfabeto vos saúda. Vítor e Furtado riram, Horácio fingiu que não ouviu. Agarrou no braço de Furtado e continuou a cultivá-lo com versos de Drummond e os seus próprios, dedicados ao grande brasileiro.

    Fonte: PEPETELA. A geração da utopia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira: 2000, p. 30-31 (fragmento).



    No fragmento do romance do escritor angolano Pepetela, Horácio aconselha seus amigos Malongo, Vítor e Furtado a lerem o poeta Drummond de Andrade.

    Analise as afirmativas a seguir.


    I. A poesia de Drummond é melhor que a de Camões e de Pessoa.

    II. Há uma aproximação entre a literatura de Drummond e a realidade angolana.

    III. Nas escolas portuguesas se estuda a poesia de Drummond.

    IV. A poesia de Drummond está sendo usada para alfabetizar nas escolas angolanas.

    V. As obras dos literatos brasileiros possuem uma linguagem próxima a dos angolanos nas cidades.



    Assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 647f476c-fd
  • Linguagens

    Português

    Com base no fragmento textual que segue, responda às questões 01, 02 e 03.

    Imagem da questão de Português, UFRN 2006, Interpretação de Textos

    De acordo com o fragmento, o ser humano
    Escolha uma alternativa para a questão 64823079-4d
  • Linguagens

    Literatura

    Leia os fragmentos para responder a QUESTÃO .

    Texto I
    O Juiz Valério alegrava-se com a aproximação da comissão. Acreditava em justiça, em lei, achava que o governo fosse dotado de uma clarividência que o comum dos homens não possuía, de uma reta intenção de punir o mal e premiar o bem. Daquele recanto tão afastado, Governo era assim algo de sobre-humano e inatacável. Antes porém que a Comissão chegasse ao [Vila do] Duro, aportaram ali notícias do que era ela. Era como o vento que precede a chuva braba. Quem vinha chefiando a comissão era um juiz togado, com assento em Porto Nacional, formado pela Faculdade do Recife, com militança no Foro de Salvador e Belém do Pará, homem de estudo, homem de preparo, homem sabido e corrido.

    Fonte: ÉLIS, Bernardo. O tronco. Rio de Janeiro: José Olympio, 2008, p.15. (fragmento). (adaptado).


    Texto II
    Sucedeu então vir o grande sujeito entrando no lugar, capiau de muito longínquo: tirado à arreata o cavalo raposo, que mancara, apontava de noroeste, pisando o arenoso. Seus bigodes ou a rustiquez – roupa parda, botinões de couro de anta, chapéu toda a aba – causavam riso e susto. Tomou fôlego, feito burro entesa orelhas, no avistar um fiapo de povo mas a rua, imponente invenção humana. Tinha vergonha de frente e de perfil, todo o mundo viu, devia também de alentar internas desordens no espírito.

    Fonte: ROSA, João Guimarães. Tutaméia (Terceiras estórias). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001, p. 58. (fragmento).
    Os fragmentos das obras de Bernardo Élis e de João Guimarães Rosa narram, respectivamente, a notícia da chegada de um viajante e a chegada de outro viajante. É CORRETO afirmar que os narradores:
    Escolha uma alternativa para a questão 64835fef-fd
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UECE 2014, Preposições | Prepocisiones
    En cuanto al uso de la preposición subrayada, la frase INCORRECTA es:
    Escolha uma alternativa para a questão 64836a8a-b8
  • Linguagens

    Literatura

    Leia os poemas para responder a QUESTÃO.

    Texto I

    Bulandeira
    O braço
    rompe a roda
    a roda
    vira o ralo
    o ralo
    na raiz da fome
    farinha.


    Texto II

    Tapioca na gamela
    Eita que esse destino de furupa
    guarnece a brasa e o tição
    o forno de assar o bolo
    alvura que ama a tapioca na gamela
    amassando a vida com as mãos
    pois a festa é certa
    quando certo o pão.
    Fonte: PEDREIRA, Célio. As tocantinas. Palmas–TO: Universidade Federal do
    Tocantins/EDUFT, 2014, p. 36 e 20. 
    A partir da leitura dos dois poemas do escritor tocantinense Célio Pedreira é CORRETO afirmar que eles:
    Escolha uma alternativa para a questão 64871ee1-fd
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2010, Interpretação de Textos

    Com base na leitura dos textos conclui-se, sobre as línguas, que
    Escolha uma alternativa para a questão 64897783-bb
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UECE 2014, Formas Átonas | Adjetivos Posesivos
    En la concurrencia de pronombres personales átonos, es correcto decir:
    Escolha uma alternativa para a questão 6489babe-b8
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o fragmento para responder a QUESTÃO .

    SÃO LOURENÇO:
    Mas existe a confissão,
    remédio senhor da cura.
    Os índios que enfermos são
    com ela se curarão,
    e a comunhão os segura.

    Quando o pecado lhes pesa,
    vão-se os índios confessar.
    Dizem: "Quero melhorar..."
    O padre sobre eles reza
    para o seu Deus aplacar.
    [...]

    AIMBIRÊ: [criado do diabo]:
    Afastado,
    "quando à morte fôr chegado,
    diz o índio, expulsarei
    todo o crime que ocultei".

    GUAIXARÁ [diabo chefe]:
    Ouve, oh! sim; pois com cuidado
    seus maus atos desfiei. 

    SÃO LOURENÇO:
    Com todo vosso ódio, sei
    que procurais condená-los.
    Deles não me afastarei,
    mas a Deus suplicarei
    para sempre auxiliá-los.
    Eles em mim confiaram,
    construindo essa capela;
    velhos vícios extirparam,
    por patrono me tomaram
    que em firmá-los se desvela. 

    Fonte: ANCHIETA, José de. Teatro de Anchieta. In: O auto de São Lourenço.
    Edições Loyola: São Paulo, 1977, p. 158. (fragmento). (adaptado). 
    A partir da leitura do fragmento de O auto de São Lourenço, de José de Anchieta, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 648b0b70-fd
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o fragmento para responder a QUESTÃO .

    Contam os velhos do povo Karajá que um misterioso acontecimento estava deixando a aldeia alarmada. Isso acontecia porque os guerreiros estavam sumindo durante a caçada e ninguém conseguia explicar por que isso estava acontecendo. Havia um clima de medo.
    Um rapaz, no entanto, resolveu rastrear pela trilha dos parentes sumidos. Entrou na mata cautelosamente e logo adiante avistou um bando de urubus. Isso era um sinal de que havia carniça por perto. Redobrou sua atenção e arrastou-se até chegar perto de uma grande árvore em cuja raiz encontrou objetos e ossadas dos parentes desaparecidos. Seu susto foi maior quando avistou dois monstruosos indivíduos saindo de uma caverna. Comentavam um para o outro:
    – Estou com uma fome tão grande. Tô com vontade de comer gente!
    – Vamos botar uma espera? Sinto que hoje vamos pegar alguém!
    O jovem, ouvindo aquela conversa, sentiu-se amedrontado, achando que ele poderia ser o alimento daquela gente estranha.
    [...] Quando chegou à aldeia, estava muito angustiado. Começou a gritar para chamar a atenção de todos. _ Inã biroxikre nhaçã rekã!... (Bugios grandalhões estão devorando gente!).
    [...] Onde vais com tanta pressa, valente guerreiro?
    – Vou caçar nhaçã rekã! – respondeu o jovem de forma arrogante.
    – Se me tomares como esposa, eu te ensinarei como caçar aquelas perigosas feras feiticeiras! – propôs a mulher-sapo.  

    Fonte: MUNDURUKU, Daniel. A Caveira-Rolante, a Mulher-Lesma e outras
    histórias. Ilustrações Maurício Negro. São Paulo: Global, 2010, p. 40-41.
    (fragmento).

    A partir da leitura do fragmento de texto de Daniel Munduruku, é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 648db453-fd