Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2019
- Centro universitário FAG
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 18055F06-E6
Área do conhecimento
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essa estranha pressa de acabar se ostenta como a marca do século. (l. 5)
O trecho acima contém o eixo temático da crônica escrita por João do Rio em 1909.
Na construção da opinião presente nesse trecho, é possível identificar um procedimento de:

Hoje, nós somos escravos das horas, dessas senhoras inexoráveis que não cedem nunca (l. 12)
Neste fragmento, o autor emprega uma figura de linguagem para expressar o embate entre o homem e o tempo.
Essa figura de linguagem é conhecida como:

Nós somos uma delirante sucessão de fitas cinematográficas. (l. 18)
Ao comparar os seres humanos com filmes, o autor estabelece uma crítica.
No contexto, essa crítica pode ser sintetizada pelo seguinte termo:

O homem cinematográfico resolveu a suprema insanidade: encher o tempo, atopetar o tempo, abarrotar o tempo, paralisar o tempo para chegar antes dele. (l. 22-23)
De acordo com a leitura global do texto, o autor caracteriza a tentativa de controlar o tempo como “suprema insanidade”, porque se trata de uma tarefa que não está ao alcance do homem. O trecho que melhor expõe a insanidade dessa tentativa é:


A última fala da tirinha causa um estranhamento, porque assinala a ausência de um elemento fundamental para a instalação de um tribunal: a existência de alguém que esteja sendo acusado.
Essa fala sugere o seguinte ponto de vista do autor em relação aos usuários da internet:

Ninguém imaginou que o poder e o dinheiro se tornariam tão concentrados em megahipercorporações norte-americanas como o Google, que iriam destruir para sempre tantas indústrias e atividades (l. 16-18)
O vocábulo tão, associado ao conectivo que, estabelece uma relação coesiva de:

O termo megahipercorporações é formado por um processo que enfatiza o tamanho e o poder das corporações econômicas atuais.
Essa ênfase é produzida pelo emprego de: