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Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 803 de 950

  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO III a seguir para responder à questão.


    Figura 1 de 3 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina 2019, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 3 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina 2019, Interpretação de Textos

    Figura 3 de 3 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina 2019, Interpretação de Textos

    Verissimo. Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Disponível em:

    http://files.jornalagito.webnode.com.br/200000103-7b0077b18a/Comedias%20pra%20ler%20na%20escola.pdf

    Acesso em 26/09/2019. 

    Assinale a única alternativa em que a expressão entre parênteses NÃO representa um sinônimo da palavra destacada nas frases retiradas do TEXTO III. 
    Escolha uma alternativa para a questão d92b9a05-02
  • Linguagens

    Literatura

    PINHÃO sai ao mesmo tempo que BENONA entra.

    BENONA: Eurico, Eudoro Vicente está lá fora e quer falar com você.

    EURICÃO: Benona, minha irmã, eu sei que ele está lá fora, mas não quero falar com ele.

    BENONA: Mas Eurico, nós lhe devemos certas atenções.

    EURICÃO: Você, que foi noiva dele. Eu, não!

    BENONA: Isso são coisas passadas.

    EURICÃO: Passadas para você, mas o prejuízo foi meu. Esperava que Eudoro, com todo aquele dinheiro, se tornasse meu cunhado. Era uma boca a menos e um patrimônio a mais. E o peste me traiu. Agora, parece que ouviu dizer que eu tenho um tesouro. E vem louco atrás dele, sedento, atacado de verdadeira hidrofobia. Vive farejando ouro, como um cachorro da molest'a, como um urubu, atrás do sangue dos outros. Mas ele está enganado. Santo Antônio há de proteger minha pobreza e minha devoção.

    SUASSUNA, A. O santo e a porca. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013 (fragmento).

    Nesse texto teatral, o emprego das expressões “o peste” e “cachorro da molesta” contribui para

    Escolha uma alternativa para a questão d92c96a7-a6
  • Linguagens

    Inglês

    READ THE FOLLOWING TEXT AND CHOOSE THE OPTION WHICH BEST COMPLETES EACH QUESTION ACCORDING TO THE TEXT: 

    Why do we buy into the 'cult' of overwork?


    By Bryan Lufkin, 9th May 2021


    Although many of us associate overly ambitious workaholism with the 1980s and the finance industry, the tendency to devote ourselves to work and glamourize long-hours culture remains as pervasive as ever. In fact, it is expanding into more sectors and professions, in slightly different packaging. Overwork isn't a phenomenon exclusive to Silicon Valley or Wall Street. People work long hours all over the world, for many different reasons.  


    In Japan, a culture of overwork can be traced back to the 1950s, when the government pushed hard for the country to be rebuilt quickly after World War Two. In Arab League countries, burnout is high among medical professionals, possibly because its 22 members are developing nations with overburdened healthcare systems, studies suggest. Reasons for overwork also depend on industry. Some of the earliest researchers on burnout in the 1970s asserted that many people in jobs geared toward helping others, like employees in clinics or crisis-intervention centers, tended to work long hours that led to emotional and physical exhaustion – a trend which is shown up in the pandemic, too. But millions of us overwork because somehow, we think it’s exciting – a status symbol that puts us on the path to success, whether we define that by wealth or an Instagram post that makes it seem like we're living a dream life with a dream job. Romanticization of work seems to be an especially common practice among "knowledge workers" in the middle and upper classes. In 2014, the New Yorker called this devotion to overwork "a cult". 


    According to Anat Lechner, clinical associate professor of management at New York University. "We glorify the lifestyle, and the lifestyle is: you breathe something, you sleep with something, you wake up and work on it all day long, then you go to sleep. Again, and again and again."

    Adapted from: Home - BBC Worklife. 

    The word “can” in “a culture of overwork can be traced back to the 1950s” conveys an idea of
    Escolha uma alternativa para a questão d92e26be-05
  • Linguagens

    Português

    Soneto VII

    Onde estou? Este sítio desconheço:

    Quem fez tão diferente aquele prado?

    Tudo outra natureza tem tomado;

    E em contemplá-lo tímido esmoreço.

    Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço

    De estar a ela um dia reclinado:

    Ali em vale um monte está mudado:

    Quanto pode dos anos o progresso!

    Árvores aqui vi tão florescentes,

    Que faziam perpétua a primavera:

    Nem troncos vejo agora decadentes.

    Eu me engano: a região esta não era;

    Mas que venho a estranhar, se estão presentes

    Meus males, com que tudo degenera!

    COSTA, C. M. Poemas. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br. Acesso em: 7 jul. 2012.

    No soneto de Cláudio Manuel da Costa, a contemplação da paisagem permite ao eu lírico uma reflexão em que transparece uma

    Escolha uma alternativa para a questão d92ff38b-a6
  • Linguagens

    Inglês

    READ THE FOLLOWING TEXT AND CHOOSE THE OPTION WHICH BEST COMPLETES EACH QUESTION ACCORDING TO THE TEXT: 

    Why do we buy into the 'cult' of overwork?


    By Bryan Lufkin, 9th May 2021


    Although many of us associate overly ambitious workaholism with the 1980s and the finance industry, the tendency to devote ourselves to work and glamourize long-hours culture remains as pervasive as ever. In fact, it is expanding into more sectors and professions, in slightly different packaging. Overwork isn't a phenomenon exclusive to Silicon Valley or Wall Street. People work long hours all over the world, for many different reasons.  


    In Japan, a culture of overwork can be traced back to the 1950s, when the government pushed hard for the country to be rebuilt quickly after World War Two. In Arab League countries, burnout is high among medical professionals, possibly because its 22 members are developing nations with overburdened healthcare systems, studies suggest. Reasons for overwork also depend on industry. Some of the earliest researchers on burnout in the 1970s asserted that many people in jobs geared toward helping others, like employees in clinics or crisis-intervention centers, tended to work long hours that led to emotional and physical exhaustion – a trend which is shown up in the pandemic, too. But millions of us overwork because somehow, we think it’s exciting – a status symbol that puts us on the path to success, whether we define that by wealth or an Instagram post that makes it seem like we're living a dream life with a dream job. Romanticization of work seems to be an especially common practice among "knowledge workers" in the middle and upper classes. In 2014, the New Yorker called this devotion to overwork "a cult". 


    According to Anat Lechner, clinical associate professor of management at New York University. "We glorify the lifestyle, and the lifestyle is: you breathe something, you sleep with something, you wake up and work on it all day long, then you go to sleep. Again, and again and again."

    Adapted from: Home - BBC Worklife. 

    The word which in “which is shown up in the pandemic too” refers to
    Escolha uma alternativa para a questão d931e83d-05
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO IV a seguir para responder à questão.


    Figura 1 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina 2019, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina 2019, Interpretação de Textos

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-49566807.

    Acesso em: 13 de setembro de 2019. (Texto adaptado).

    Em relação ao que diz o TEXTO IV, assinale a alternativa CORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão d93348bb-02
  • Linguagens

    Português

    O senso comum é que só os seres humanos são capazes de rir. Isso não é verdade?

    Não. O riso básico — o da brincadeira, da diversão, da expressão física do riso, do movimento da face e da vocalização — nós compartilhamos com diversos animais. Em ratos, já foram observadas vocalizações ultrassônicas — que nós não somos capazes de perceber — e que eles emitem quando estão brincando de “rolar no chão”. Acontecendo de o cientista provocar um dano em um local específico no cérebro, o rato deixa de fazer essa vocalização e a brincadeira vira briga séria. Sem o riso, o outro pensa que está sendo atacado. O que nos diferencia dos animais é que não temos apenas esse mecanismo básico. Temos um outro mais evoluído. Os animais têm o senso de brincadeira, como nós, mas não têm senso de humor. O córtex, a parte superficial do cérebro deles, não é tão evoluído como o nosso. Temos mecanismos corticais que nos permitem, por exemplo, interpretar uma piada.

    Disponível em: http://globonews.globo.com. Acesso em: 31 maio 2012 (adaptado).

    A coesão textual é responsável por estabelecer relações entre as partes do texto. Analisando o trecho “Acontecendo de o cientista provocar um dano em um local específico no cérebro”, verifica-se que ele estabelece com a oração seguinte uma relação de

    Escolha uma alternativa para a questão d933686e-a6
  • Linguagens

    Inglês

    READ THE FOLLOWING TEXT AND CHOOSE THE OPTION WHICH BEST COMPLETES EACH QUESTION ACCORDING TO THE TEXT: 

    Why do we buy into the 'cult' of overwork?


    By Bryan Lufkin, 9th May 2021


    Although many of us associate overly ambitious workaholism with the 1980s and the finance industry, the tendency to devote ourselves to work and glamourize long-hours culture remains as pervasive as ever. In fact, it is expanding into more sectors and professions, in slightly different packaging. Overwork isn't a phenomenon exclusive to Silicon Valley or Wall Street. People work long hours all over the world, for many different reasons.  


    In Japan, a culture of overwork can be traced back to the 1950s, when the government pushed hard for the country to be rebuilt quickly after World War Two. In Arab League countries, burnout is high among medical professionals, possibly because its 22 members are developing nations with overburdened healthcare systems, studies suggest. Reasons for overwork also depend on industry. Some of the earliest researchers on burnout in the 1970s asserted that many people in jobs geared toward helping others, like employees in clinics or crisis-intervention centers, tended to work long hours that led to emotional and physical exhaustion – a trend which is shown up in the pandemic, too. But millions of us overwork because somehow, we think it’s exciting – a status symbol that puts us on the path to success, whether we define that by wealth or an Instagram post that makes it seem like we're living a dream life with a dream job. Romanticization of work seems to be an especially common practice among "knowledge workers" in the middle and upper classes. In 2014, the New Yorker called this devotion to overwork "a cult". 


    According to Anat Lechner, clinical associate professor of management at New York University. "We glorify the lifestyle, and the lifestyle is: you breathe something, you sleep with something, you wake up and work on it all day long, then you go to sleep. Again, and again and again."

    Adapted from: Home - BBC Worklife. 

    Which of the following sentences is CORRECT, according to the text?
    Escolha uma alternativa para a questão d935edee-05
  • Linguagens

    Português

    Mandinga — Era a denominação que, no período das grandes navegações, os portugueses davam à costa ocidental da África. A palavra se tornou sinônimo de feitiçaria porque os exploradores lusitanos consideravam bruxos os africanos que ali habitavam — é que eles davam indicações sobre a existência de ouro na região. Em idioma nativo, manding designava terra de feiticeiros. A palavra acabou virando sinônimo de feitiço, sortilégio.

    COTRIM, M. O pulo do gato 3. São Paulo: Geração Editorial, 2009 (fragmento).

    No texto, evidencia-se que a construção do significado da palavra mandinga resulta de um(a)

    Escolha uma alternativa para a questão d936b0d2-a6
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO IV a seguir para responder à questão.


    Figura 1 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina 2019, Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina 2019, Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-49566807.

    Acesso em: 13 de setembro de 2019. (Texto adaptado).

    Em relação às palavras sublinhadas no TEXTO IV, assinale a alternativa CORRETA quanto à acentuação gráfica:

    I. Duas palavras acentuadas atendem à regra das palavras monossílabas tônicas.
    II. Três palavras acentuadas atendem à regra das palavras paroxítonas.
    III. Três palavras acentuadas atendem à regra das palavras oxítonas.
    IV. Duas palavras acentuadas atendem à regra das palavras proparoxítonas
    V. Uma palavra acentuada atende à regra das palavras com hiato.
    Escolha uma alternativa para a questão d938747c-02
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

          Nesta época do ano, em que comprar compulsivamente é a principal preocupação de boa parte da população, é imprescindível refletirmos sobre a importância da mídia na propagação de determinados comportamentos que induzem ao consumismo exacerbado. No clássico livro O capital, Karl Marx aponta que no capitalismo os bens materiais, ao serem fetichizados, passam a assumir qualidades que vão além da mera materialidade. As coisas são personificadas e as pessoas são coisificadas. Em outros termos, um automóvel de luxo, uma mansão em um bairro nobre ou a ostentação de objetos de determinadas marcas famosas são alguns dos fatores que conferem maior valorização e visibilidade social a um indivíduo.

    LADEIRA, F. F. Reflexões sobre o consumismo. Disponível em: http://observatoriodaimprensa.com.br. Acesso em: 18 jan. 2015.


    TEXTO II

          Todos os dias, em algum nível, o consumo atinge nossa vida, modifica nossas relações, gera e rege sentimentos, engendra fantasias, aciona comportamentos, faz sofrer, faz gozar. Às vezes constrangendo-nos em nossas ações no mundo, humilhando e aprisionando, às vezes ampliando nossa imaginação e nossa capacidade de desejar, consumimos e somos consumidos. Numa época toda codificada como a nossa, o código da alma (o código do ser) virou código do consumidor! Fascínio pelo consumo, fascínio do consumo. Felicidade, luxo, bem-estar, boa forma, lazer, elevação espiritual, saúde, turismo, sexo, família e corpo são hoje reféns da engrenagem do consumo.

    BARCELLOS, G. A alma do consumo. Disponível em: www.diplomatique.org.br. Acesso em: 18 jan. 2015.

    Esses textos propõem uma reflexão crítica sobre o consumismo. Ambos partem do ponto de vista de que esse hábito
    Escolha uma alternativa para a questão d93a7c5d-a6
  • Linguagens

    Português

    Quem procura a essência de um conto no espaço que fica entre a obra e seu autor comete um erro: é muito melhor procurar não no terreno que fica entre o escritor e sua obra, mas justamente no terreno que fica entre o texto e seu leitor.

    OZ, A. De amor e trevas. São Paulo: Cia. das Letras, 2005 (fragmento).

    A progressão temática de um texto pode ser estruturada por meio de diferentes recursos coesivos, entre os quais se destaca a pontuação. Nesse texto, o emprego dos dois pontos caracteriza uma operação textual realizada com a finalidade de

    Escolha uma alternativa para a questão d93de82c-a6
  • Linguagens

    Português

    Leia o TEXTO IV a seguir para responder à questão.


    Figura 1 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina 2019, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina 2019, Interpretação de Textos

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-49566807.

    Acesso em: 13 de setembro de 2019. (Texto adaptado).

    Qual das afirmações abaixo melhor explica a opinião conclusiva da repórter:


    “Pelo visto, foi devolvido aos pais e à vida na rua”.


    Essa opinião se explica:

    Escolha uma alternativa para a questão d9413743-02
  • Linguagens

    Português

    Até que ponto replicar conteúdo é crime? “A internet e a pirataria são inseparáveis”, diz o diretor do instituto de pesquisas americano Social Science Research Council. “Há uma infraestrutura pequena para controlar quem é o dono dos arquivos que circulam na rede. Isso acabou com o controle sobre a propriedade e tem sido descrito como pirataria, mas é inerente à tecnologia”, afirma o diretor. O ato de distribuir cópias de um trabalho sem a autorização dos seus produtores pode, sim, ser considerado crime, mas nem sempre essa distribuição gratuita lesa os donos dos direitos autorais. Pelo contrário. Veja o caso do livro O alquimista, do escritor Paulo Coelho. Após publicar, para download gratuito, uma versão traduzida da obra em seu blog, Coelho viu as vendas do livro em papel explodirem.

    BARRETO, J.; MORAES, M. A internet existe sem pirataria? Veja, n. 2 308, 13 fev. 2013 (adaptado).

    De acordo com o texto, o impacto causado pela internet propicia a

    Escolha uma alternativa para a questão d9459dc8-a6
  • Linguagens

    Português

    Em casa, Hideo ainda podia seguir fiel ao imperador japonês e às tradições que trouxera no navio que aportara em Santos. [...] Por isso Hideo exigia que, aos domingos, todos estivessem juntos durante o almoço. Ele se sentava à cabeceira da mesa; à direita ficava Hanashiro, que era o primeiro filho, e Hitoshi, o segundo, e à esquerda, Haruo, depois Hiroshi, que era o mais novo. [...] A esposa, que também era mãe, e as filhas, que também eram irmãs, aguardavam de pé ao redor da mesa [...]. Haruo reclamava, não se cansava de reclamar: que se sentassem também as mulheres à mesa, que era um absurdo aquele costume. Quando se casasse, se sentariam à mesa a esposa e o marido, um em frente ao outro, porque não era o homem melhor que a mulher para ser o primeiro [...]. Elas seguiam de pé, a mãe um pouco cansada dos protestos do filho, pois o momento do almoço era sagrado, não era hora de levantar bandeiras inúteis [...].

    NAKASATO, O. Nihonjin. São Paulo: Benvirá, 2011 (fragmento).

    Referindo-se a práticas culturais de origem nipônica, o narrador registra as reações que elas provocam na família e mostra um contexto em que

    Escolha uma alternativa para a questão d949dd9b-a6
  • Linguagens

    Português

    Centro das atenções em um planeta cada vez mais interconectado, a Floresta Amazônica expõe inúmeros dilemas. Um dos mais candentes diz respeito à madeira e sua exploração econômica, uma saga que envolve os muitos desafios para a conservação dos recursos naturais às gerações futuras.

    Com o olhar jornalístico, crítico e ao mesmo tempo didático, adentramos a Amazônia em busca de histórias e sutilezas que os dados nem sempre revelam. Lapidamos estatísticas e estudos científicos para construir uma síntese útil a quem direciona esforços para conservar a floresta, seja no setor público, seja no setor privado, seja na sociedade civil.

    Guiada como uma reportagem, rica em informações ilustradas, a obra Madeira de ponta a ponta revela a diversidade de fraudes na cadeia de produção, transporte e comercialização da madeira, bem como as iniciativas de boas práticas que se disseminam e trazem esperança rumo a um modelo de convivência entre desenvolvimento e manutenção da floresta.

    VILLELA, M.; SPINK, P In: ADEODATO, S. et al. Madeira de ponta a ponta: o caminho desde a floresta até o consumo. São Paulo: FGV RAE, 2011 (adaptado).

    A fim de alcançar seus objetivos comunicativos, os autores escreveram esse texto para

    Escolha uma alternativa para a questão d94d2ab4-a6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2016, Interpretação de Textos

    Nesse texto, a combinação de elementos verbais e não verbais configura-se como estratégia argumentativa para

    Escolha uma alternativa para a questão d9508c0f-a6
  • Linguagens

    Português

                                  Pérolas absolutas

          Há, no seio de uma ostra, um movimento — ainda que imperceptível. Qualquer coisa imiscuiu-se pela fissura, uma partícula qualquer, diminuta e invisível. Venceu as paredes lacradas, que se fecham como a boca que tem medo de deixar escapar um segredo. Venceu. E agora penetra o núcleo da ostra, contaminando-lhe a própria substância. A ostra reage, imediatamente. E começa a secretar o nácar. É um mecanismo de defesa, uma tentativa de purificação contra a partícula invasora. Com uma paciência de fundo de mar, a ostra profanada continua seu trabalho incansável, secretando por anos a fio o nácar que aos poucos se vai solidificando. É dessa solidificação que nascem as pérolas.

          As pérolas são, assim, o resultado de uma contaminação. A arte por vezes também. A arte é quase sempre a transformação da dor. [...] Escrever é preciso. É preciso continuar secretando o nácar, formar a pérola que talvez seja imperfeita, que talvez jamais seja encontrada e viva para sempre encerrada no fundo do mar. Talvez estas, as pérolas esquecidas, jamais achadas, as pérolas intocadas e por isso absolutas em si mesmas, guardem em si uma parcela faiscante da eternidade.

                         SEIXAS, H. Uma ilha chamada livro. Rio de Janeiro: Record, 2009 (fragmento). 

    Considerando os aspectos estéticos e semânticos presentes no texto, a imagem da pérola configura uma percepção que
    Escolha uma alternativa para a questão d953dafb-a6
  • Linguagens

    Português

    Querido diário

    Hoje topei com alguns conhecidos meus

    Me dão bom-dia, cheios de carinho

    Dizem para eu ter muita luz, ficar com Deus

    Eles têm pena de eu viver sozinho [...]

    Hoje o inimigo veio me espreitar

    Armou tocaia lá na curva do rio

    Trouxe um porrete a mó de me quebrar

    Mas eu não quebro porque sou macio, viu

    HOLANDA, C. B. Chico. Rio de Janeiro: Biscoito Fino, 2013 (fragmento).

    Uma característica do gênero diário que aparece na letra da canção de Chico Buarque é o(a)

    Escolha uma alternativa para a questão d9573b32-a6
  • Linguagens

    Português

                                  Galinha cega

          O dono correu atrás de sua branquinha, agarrou-a, lhe examinou os olhos. Estavam direitinhos, graças a Deus, e muito pretos. Soltou-a no terreiro e lhe atirou mais milho. A galinha continuou a bicar o chão desorientada. Atirou ainda mais, com paciência, até que ela se fartasse. Mas não conseguiu com o gasto de milho, de que as outras se aproveitaram, atinar com a origem daquela desorientação. Que é que seria aquilo, meu Deus do céu? Se fosse efeito de uma pedrada na cabeça e se soubesse quem havia mandado a pedra, algum moleque da vizinhança, aí... Nem por sombra imaginou que era a cegueira irremediável que principiava.

          Também a galinha, coitada, não compreendia nada, absolutamente nada daquilo. Por que não vinham mais os dias luminosos em que procurava a sombra das pitangueiras? Sentia ainda o calor do sol, mas tudo quase sempre tão escuro. Quase que já não sabia onde é que estava a luz, onde é que estava a sombra.

                     GUIMARAENS, J. A. Contos e novelas. Rio de Janeiro: Imago, 1976 (fragmento)

    Ao apresentar uma cena em que um menino atira milho às galinhas e observa com atenção uma delas, o narrador explora um recurso que conduz a uma expressividade fundamentada na
    Escolha uma alternativa para a questão d95ac76f-a6