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Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

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  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 166 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    How can cities be made more accessible for disabled people?

    Europe is an urban continent. The vast majority of the EU population – four out of every five people – live in a town or city. For the roughly 80 million EU citizens who have some form of disability, navigating the bustling maze of a city can pose all sorts of challenges. People with disabilities would often like to be more mobile and independent, so are there better ways to design cities so they are more accessible for everybody?
    There might be no wheelchair lifts on local buses, or no Braille on signposts, or perhaps there are annoying steps that block people in wheelchairs (or people with prams, or mobility strollers) from entering a building. Should city planners and architects consider these issues more carefully? And, where there are accessibility challenges, can technology help us overcome them?
    How can cities be made more accessible? Can new technology help us to achieve that goal? Let us know your thoughts and comments in the form below and we’ll take them to policymakers and experts for their reactions!  

    Figura 1 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    How can cities be made more accessible for disabled people? I see it the other way around. How can disabled people adapt better and faster to evolving cities? No offence, but I see it as a more rational solution. 

    Figura 2 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    More rational? We already pay out for expensive wheelchairs and mobility aids as it, without being expected to pay more. Especially in this era when disabilities benefits are being stripped away from us. Forward planning is what needed to ensure that all European towns and cities are accessible to all. 

    Figura 3 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    In many European cities the biggest access problem is finding an accessible toilet. Either because they don’t exist or because they are hard to find. 

    Figura 4 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    A good starting point is to start PLANNING! It is as simple as that, PLAN for the accessibility of disabled and limited mobility people. The European population is aging, in case planners have not noticed, and they also need and will continue needing more accessibility. There has been no planning. Only bandaids applied here and there.  

    Figura 5 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    It would take a lot more than a few dropped curbs and disabled spaces to make any impact and to be brutally honest, how can you make things any easier for the disabled when even the able bodied struggle to negotiate many cities at certain times of the day? 

    Figura 6 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    Necessary ramps on beaches! In Greece, they have a University that manufactures specific ramps beaches and is funded by donors. 

    Figura 7 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    Please add to the list accessible toilet facilities. 

    Figura 8 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    Maybe Tokio is a good example, but Japan is not. Most train/metro stations do not have a lift. 

    Figura 9 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    Hey, we’re living in the 21st century! Isn’t it better to make robotized aids for the people with disabilities in such a way that they can go anywhere a healthy person can, instead of making the environment accessible?
     
    Figura 10 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    Sometimes the issue is having adequate, reliable and affordable transportation accessible to all in one’s community. I hardly go anywhere because I don’t drive. 

    (Adapted from http://www.debatingeurope.eu/2016/04/05/how-can-cities-be-made-more-accessible-for-disabled people/#.V_vRCOUrLIU, accessed in September/2016) 

    Figura 11 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation

    (source: https://br.pinterest.com/pin/444167581971867250/, accessed in Septmber/2016.)




    Qual das frases a seguir melhor resume a mensagem do texto acima?

    Escolha uma alternativa para a questão 5ba3534f-b0
  • Linguagens

    Inglês

    O texto a seguir se refere a questão.

    What's wrong with buying fake luxury goods?

    By Bethan Bell, BBC News, 15 July 2016

    Every time a new haul of fake designer goods is seized we're told that the people who buy them are ruining the reputation of brands, stealing revenue from companies, contributing to an unethical labour market and subsidising organised crime. But is this really the case?  

         A BBC investigation has found over the past two years, thousands of fake goods were seized from black markets across England.

        But is there any harm in nabbing a pair of "Louboutins" from a market, or a "Chanel" handbag from a chap selling them on a foreign beach? To the average punter it might sound a bit far-fetched that their cash goes straight to a drugs cartel or gun-runners.

       We're not talking about alcohol, tobacco or medications - buying such items clearly poses a health risk. The same can be said for toys which aren't up to safety standards, and sunglasses which don't have the recommended UV protection. Nor are we talking about people who genuinely believe the goods they buy are the real thing. 

        We're talking about those who are happy to get knock-off designer items for knock-down prices. The people who are well aware there may be issues about quality and copyright - but don't actually mind.

         After all, are the people who buy fakes for a tenner really depriving the companies that sell goods for hundreds or even thousands of pounds? A woman who makes an impulse buy in a market almost certainly wouldn't otherwise invest in the real deal, while the wealthy buyers of the genuine brand pride themselves on knowing the difference and having the official article.

    Fonte: http://www.bbc.com/news/uk-england-36782724

    De acordo com o texto, marque a alternativa que menciona produto(s) falsificado(s) que, ao ser(em) utilizado(s) pelo consumidor, não oferece(m) risco.
    Escolha uma alternativa para a questão 58c6ac33-af
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension Which of the following probably best expresses the “puzzle” mentioned at the end of paragraph 2?
    Escolha uma alternativa para a questão 2a0c95e3-1c
  • Linguagens

    Português

    Oficina Irritada

    Eu quero compor um soneto duro
    como poeta algum ousara escrever.
    Eu quero pintar um soneto escuro,
    seco, abafado, difícil de ler.

    Quero que meu soneto, no futuro,
    não desperte em ninguém nenhum prazer.
    E que, no seu maligno ar imaturo,
    ao mesmo tempo saiba ser, não ser.

    Esse meu verbo antipático e impuro
    há de pungir, há de fazer sofrer,
    tendão de Vênus sob o pedicuro.

    Ninguém o lembrará: tiro no muro,
    cão mijando no caos, enquanto Arcturo,
    claro enigma, se deixa surpreender.

    Carlos Drummond de Andrade, Claro enigma.

    Acrescentando-se ao teor dos versos “E que, no seu maligno ar imaturo, / ao mesmo tempo saiba ser, não ser” os elementos do humor e da provocação, obtém-se uma descrição aproximada, sobretudo,
    Escolha uma alternativa para a questão 2a01fa48-1c
  • Linguagens

    Português

    Na crise, viramos fantoches na rede

           Quando um fato de grande repercussão social ocorre, o primeiro impacto é o congestionamento. Todos buscam se comunicar, gerando sobrecarga nas linhas de celular, tornando o acesso à internet móvel lento ou inexistente.

         Logo a seguir vem a onda de incerteza e desinformação. No anseio da busca por notícias rápidas, começam a circular na rede vários dados falsos ou imprecisos, que são replicados massivamente. Estudos mostram que as informações falsas circulam três vezes mais que as corretas, publicadas depois. O dano é enorme.

           A recomendação nesses casos é contraintuitiva: não replicar qualquer informação sem checá-la antes. Evitar o desejo de "participar" do acontecimento retuitando ou compartilhando informações vindas de fontes não confiáveis, por maior que seja o número de pessoas fazendo o mesmo. Nesses momentos de grande comoção e agitação, extremistas com agendas políticas deletérias aproveitam para fazer circular suas mensagens. Esse é um dos principais efeitos desejados pelo terrorismo contemporâneo: criar uma situação de grande agitação na internet e pegar carona nela para disseminar sua mensagem.

          Situações como essas transformam as pessoas em veículos. Viramos agentes de disseminação ampla de mensagens pré-fabricadas, produzidas intencionalmente por algumas poucas fontes que sabem exatamente o que estão fazendo.

          O objetivo não é o debate, mas mera ocupação de espaço. São teses e antíteses incapazes de produzir qualquer síntese. Não passam de narrativas pré-concebidas com o objetivo de ocupar espaço.

    Ronaldo Lemos, Folha de S. Paulo, 28/03/2016. Adaptado. 

    A frase “tornando o acesso à internet móvel lento ou inexistente” ganha em clareza e precisão se for assim reescrita:
    Escolha uma alternativa para a questão 29e3f07c-1c
  • Linguagens

    Português

    Na crise, viramos fantoches na rede

           Quando um fato de grande repercussão social ocorre, o primeiro impacto é o congestionamento. Todos buscam se comunicar, gerando sobrecarga nas linhas de celular, tornando o acesso à internet móvel lento ou inexistente.

         Logo a seguir vem a onda de incerteza e desinformação. No anseio da busca por notícias rápidas, começam a circular na rede vários dados falsos ou imprecisos, que são replicados massivamente. Estudos mostram que as informações falsas circulam três vezes mais que as corretas, publicadas depois. O dano é enorme.

           A recomendação nesses casos é contraintuitiva: não replicar qualquer informação sem checá-la antes. Evitar o desejo de "participar" do acontecimento retuitando ou compartilhando informações vindas de fontes não confiáveis, por maior que seja o número de pessoas fazendo o mesmo. Nesses momentos de grande comoção e agitação, extremistas com agendas políticas deletérias aproveitam para fazer circular suas mensagens. Esse é um dos principais efeitos desejados pelo terrorismo contemporâneo: criar uma situação de grande agitação na internet e pegar carona nela para disseminar sua mensagem.

          Situações como essas transformam as pessoas em veículos. Viramos agentes de disseminação ampla de mensagens pré-fabricadas, produzidas intencionalmente por algumas poucas fontes que sabem exatamente o que estão fazendo.

          O objetivo não é o debate, mas mera ocupação de espaço. São teses e antíteses incapazes de produzir qualquer síntese. Não passam de narrativas pré-concebidas com o objetivo de ocupar espaço.

    Ronaldo Lemos, Folha de S. Paulo, 28/03/2016. Adaptado. 

    Considerados no contexto, os termos sublinhados nos trechos “com agendas políticas deletérias” e “mera ocupação de espaço” podem ser substituídos, sem prejuízo do sentido, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 29de618f-1c
  • Linguagens

    Português

    Texto I

    Enquanto isso, você, leitor, juiz supremo, aceita ou rejeita a crônica, exercício permanente de semear fantasia e leveza para que, talvez, venha a colher alguma realidade. (“Miolos do ofício”, p.9).

    Texto II

    Uma vez mais, apelarei para a fantasia ao narrar. A ficção é o spa da realidade, na qual o fato precisa perder o peso e o estresse da hora. Após alguma reflexão, sobra a humanidade nua e crua – e isso é o que interessa. (“Sobre cavalos e homens”, p.65).

    Texto III

    Continuamos humanos há um milhão de anos e assim permaneceremos por longo tempo ainda. Para a paixão, milênios são marcas desprovidas de significado, e os corações a ela se submetem encantados. De quebra, as histórias resultantes nos encantam com suas aventuras e, sobretudo, desventuras. Os escritores se esbaldam. Literatura é a realidade sem riscos. (“Um milhão de anos de paixão”, p.73).

    GIFFONI, L: O acaso abre portas. Belo Horizonte: Abacate, 2014.

    Levando em consideração o contexto do livro, os fragmentos expressam uma concepção de crônica que
    Escolha uma alternativa para a questão 2cf5ca5f-a6
  • Linguagens

    Português

    De todos os percentuais divulgados, meu favoritíssimo aborda extraterrestres: 78,25% das civilizações alienígenas que nos visitam vêm de fora da Via Láctea. Depois dessa precisão alienígena, eu, que vivia fora de órbita, ando agora 78,25% mais à Terra. Com tanta gente estranha por aqui, acredito que a confusão estatística é coisa de ET. Ou do diabo. Tenho 66,6% de certeza.

    GIFFONI, L. Confusão estatística. In: O acaso abre portas. Belo Horizonte: Abacate, 2014. p. 21.

    Os recursos de estilo empregados nesse fragmento indicam a intenção do autor de
    Escolha uma alternativa para a questão 2ceef8c7-a6
  • Linguagens

    Português

    A técnica de jogos teatrais propõe uma aprendizagem não verbal, em que o aluno reúne os seus próprios dados, a partir de uma experimentação direta. Por meio do processo de solução de problemas, ele conquista o conhecimento da matéria.

    KOUDELA, I. D. Jogos teatrais. São Paulo: Perspectiva, 1984 (adaptado).


    Sob orientação do professor, os jogos teatrais são realizados na escola de forma que o estudante

    Escolha uma alternativa para a questão 96b4f060-31
  • Linguagens

    Português

    É uma partida de futebol


    A bandeira no estádio é um estandarte

    A flâmula pendurada na parede do quarto

    O distintivo na camisa do uniforme

    Que coisa linda é uma partida de futebol

    Posso morrer pelo meu time

    Se ele perder, que dor, imenso crime

    Posso chorar se ele não ganhar

    Mas se ele ganha, não adianta

    Não há garganta que não pare de berrar

    REIS, N.; ROSA, S. Samba poconé. São Paulo: Sony, 1996 (fragmento).


    No Brasil, além de um esporte de competição, o futebol é um meio de interação social que desperta paixão nas pessoas. No trecho da letra da canção, esse esporte é apresentado como um(a)

    Escolha uma alternativa para a questão 96ae2e00-31
  • Linguagens

    Português

    Brasil: o país dos 100 milhões de raios


    Dos 3,15 bilhões de raios que golpeiam a Terra e seus habitantes durante um ano, 100 milhões deles vêm desabar em terras brasileiras. O número, divulgado no ano passado por uma equipe de cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos, São Paulo, não é superado por nenhum outro país. E ficou bem acima das estimativas que davam conta de 30 milhões ao ano. Agora, sabemos com segurança: em quantidade de relâmpagos, ninguém segura este país.

    FON, A.C.; ZANCHETTA, M.l. Disponível em: http://super.abril.com.br. Acesso em:27jan. 2015


    Diversos expedientes argumentativos são empregados nos textos para sustentar as ideias apresentadas. Nesse texto, a citação de um instituto especializado é uma estratégia para

    Escolha uma alternativa para a questão 96aaab0d-31
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2016, Interpretação de Textos


    Essa história em quadrinhos aborda a padronização da imagem corporal na contemporaneidade. O fator que pode ser identificado como influenciador do comportamento obsessivo retratado nos quadrinhos é o

    Escolha uma alternativa para a questão 96a3c04c-31
  • Linguagens

    Português

    O mistério do brega


    Famoso no seu tempo, o marechal Schõnberg (1615-90) ditava a moda em Lisboa, onde seu nome foi aportuguesado para Chumbergas. Consta que ele foi responsável pela popularização dos vastos bigodes tufados na Metrópole. Entre os adeptos estaria o governador da província de Pernambuco, o português Jerônimo de Mendonça Furtado, que, por isso, aqui ganhou o apelido de Chumbregas - variante do aportuguesado Chumbergas. Talvez por ser um homem não muito benquisto na Colônia, o apelido deu origem ao adjetivo xumbrega: “coisa ruim”, “ordinária”. E talvez por ser um homem também da folia, surgiu o verbo xumbregar, que inicialmente teve o sentido de “embriagar-se” e depois veio a adquirir o de “bolinar”, “garanhar”. Dedução lógica: de coisa ruim a bebedeira e atos libidinosos, as palavras xumbrega ou xumbregar chegaram aos anos 60 do século XX na forma reduzida brega, designando locais onde se bebe, se bolina e se ouvem cantores cafonas. E o que inicialmente era substantivo, “música de brega”, acabou virando adjetivo, “música brega” - numa já distante referência a um certo marechal alemão chamado Schõnberg.

    ARAÚJO, P. C. Revista USP, n. 87, nov. 2010 (adaptado).


    O texto trata das mudanças linguísticas que resultaram na palavra “brega”. Ao apresentar as situações cotidianas que favoreceram as reinterpretações do seu sentido original, o autor mostra a importância da

    Escolha uma alternativa para a questão 9687b239-31
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2016, Interpretação de Textos


    O texto sugere que a mobilidade é uma questão crucial para a vida nas cidades. Nele, destaca-se a necessidade de

    Escolha uma alternativa para a questão 967d9d14-31
  • Linguagens

    Português

                  Imagem da questão de Português, ENEM 2016, Interpretação de Textos


    A pintura Napoleão cruzando os Alpes, do artista francês Jacques Louis-David, produzida em 1801, contempla as características de um estilo que

    Escolha uma alternativa para a questão 967648d4-31
  • Linguagens

    Português

    A carreira nas alturas


    A água está no joelho dos profissionais do mercado. As fragilidades na formação em Língua Portuguesa têm alimentado um campo de reciclagem em Português nas escolas de idiomas e nos cursos de graduação para pessoas oriundas do mundo dos negócios. O que antes era restrito a profissionais de educação e comunicação, agora já faz parte da rotina de profissionais de várias áreas. Para eles, a Língua Portuguesa começa a ser assimilada como uma ferramenta para o desempenho estável. Sem ela, o conhecimento técnico fica restrito à própria pessoa, que não sabe comunicá-lo.

    "Embora algumas atuações exijam uma produção oral ou escrita mais frequente, como docência e advocacia, muitos profissionais precisam escrever relatório, carta, comunicado, circular. Na linguagem oral, todos têm de expressar-se de forma convincente nas reuniões, para ganhar respeito e credibilidade. Isso vale para todos os cargos da hierarquia profissional"-explica uma professora de Língua Portuguesa da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.

    NATALI, A. Revista Língua, n. 63, jan. 2011 (adaptado).


    Nos usos cotidianos da língua, algumas expressões podem assumir diferentes sentidos. No texto, a expressão “a água está no joelho” remete à

    Escolha uma alternativa para a questão 966c64e3-31
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2016, Interpretação de Textos


    O cartum Miopia, de Chen Fang, foi apresentado em 2011 na quarta mostra Ecocartoon, que teve como tema a educação ambiental. Seu título e os elementos visuais fazem referência ao exame oftalmológico e a um tipo específico de dificuldade visual. Com o uso metafórico da miopia e a exploração de características da imagem, o cartum

    Escolha uma alternativa para a questão 9657da1a-31
  • Linguagens

    Português

    A mulher entra no quarto do filho decidida a ter uma conversa séria. De novo, as respostas dele à interpretação do texto na prova sugerem uma grande dificuldade de ler. Dispersão pode ser uma resposta para parte do problema. A extensão do texto pode ser outra, mas nesta ela não vai tocar porque também é professora e não vai lhe dar desculpas para ir mal na escola. Preguiça de ler parece outra forma de lidar com a extensão do texto. Ele está, de novo, no computador, jogando. Levanta os olhos com aquele ar de quem pode jogar e conversar ao mesmo tempo. A mãe lhe pede que interrompa o jogo e ele pede à mãe “só um instante para salvar”. Curiosa, ela olha para a tela e espanta-se com o jogo em japonês. Pergunta-lhe como consegue entender o texto para jogar. Ele lhe fala de alguma coisa parecida com uma “lógica de jogo” e sobre algumas tentativas com os ícones. Diz ainda que conhece a base da história e que, assim, mesmo em japonês, tudo faz sentido. Aquela conversa acabou sendo adiada. A mãe-professora, capturada por outros sentidos de leitura, não se sentia pronta naquele momento. Consciente, suspende a ação.

    BARRETO, R. G. Formação de professores, tecnologias e linguagens: mapeando velhos e novos (des)encontros. São Paulo: Loyola, 2002 (adaptado).


    A reação da mãe-professora frente às habilidades da “geração digital” contemporânea reflete o desafio que se tem enfrentado de

    Escolha uma alternativa para a questão 965454d5-31
  • Linguagens

    Inglês

                             Getting Every Child to School


          Right now 67 million children are missing out on their right to an education. They can’t go to school because they have to work to survive, because they are girls or even because there are no schools where they live.

           Where will these children be when they grow up without the chance to learn?

          We’re working to make sure every child goes to school. We’re helping build schools, train teachers, advocating girl’s education and reaching children who have to work or are caught up in emergencies with learning.

          You can help uphold every child’s right to an education. Make a donation today to not only give children the chance to go to school, but also save their lives and protect their childhoods.

    Disponível em: www.supportunicef.org. Acesso em: 20 maio 2013 (adaptado).


    Essa campanha pretende contribuir para diminuir a desigualdade social, uma vez que

    Escolha uma alternativa para a questão 9623d3d3-31
  • Linguagens

    Inglês

    Are Twitter and Facebook Affecting How We Think?


    Is constant use of electronic gadgets reshaping our

    brains and making our thinking shallower?


    By Neil Tweedie

    How many times do you click on your email icon in a day? Or look at Facebook, or Twitter? And how many times when reading on the internet do you click on a link navigating away from the text that was the original object of your enquiry? The web, it seems, is like an electronic sweet shop, forever tempting us in different directions. But does this mental promiscuity, this tendency to flit around online, make us, well, thicker?

    Nicholas Carr, the American Science writer, has mined this theme for his new book, “The Shallows”, in which he argues that new media are not just changing our habits but our brains. It turns out that the mature human brain is not an immutable seat of personality and intellect but a changeable thing, subject to “neuroplasticity”. When our activities alter, so does the architecture of our brain. Tm not thinking the way I used to think,” writes Carr. “I feel it most stronglywhen l’m reading.”

    Disponível em: www.telegraph.co.uk. Acesso em: 27 fev. 2012.


    Neil Tweedie levanta vários questionamentos sobre a utilização de diferentes recursos tecnológicos disponíveis hoje em dia. A partir desses questionamentos e dos argumentos do escritor norte-americano Nicholas Carr, o texto sugere que

    Escolha uma alternativa para a questão 96206406-31