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Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

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  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 178 de 950

  • Linguagens

    Português

    O primeiro contato dos suruís com o homem branco foi em 1969. A população indígena foi dizimada por doenças e matanças, mas, recentemente, voltou a crescer. Soa contraditório, mas a mesma modernidade que quase dizimou os suruís nos tempos do primeiro contato promete salvar a cultura e preservar o território desse povo. Em 2007, o líder Almir Suruí, de 37 anos, fechou uma parceria inédita e levou a tecnologia às tribos. Os índios passaram a valorizar a história dos anciãos. E a resguardar, em vídeos e fotos on-line, as tradições da aldeia. Ainda se valeram de smartphones e GPS para delimitar suas terras e identificar os desmatamentos ilegais.

    RIBEIRO.A.Não temos o direito de ficar isolados Época, n. 718, 20 fev. 2012 (adaptado).


    Considerando-se as características históricas da relação entre índios e não índios, a suposta contradição observada na relação entre suruís e recursos da modernidade justifica-se porque os índios

    Escolha uma alternativa para a questão f7ad5da1-4a
  • Linguagens

    Português

    Anfíbio com formato de cobra é descoberto

    no Rio Madeira (RO)


    Animal raro foi encontrado por biólogos em canteiro de obras de usina. Exemplares estão no Museu Emilio Goeldi, no Pará

    O trabalho de um grupo de biólogos no canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira, em Porto Velho, resultou na descoberta de um anfíbio de formato parecido com uma cobra. Atretochoana eiselti é o nome científico do animal raro descoberto em Rondônia. Até então, só havia registro do anfíbio no Museu de História Natural de Viena e na Universidade de Brasília. Nenhum deles tem a descrição exata de localidade, apenas "América do Sul". A descoberta ocorreu em dezembro do ano passado, mas apenas agora foi divulgada.

    XIMENES, M. Disponível em: http://g1.globo.com. Acesso em: 1 ago. 2012.


    A notícia é um gênero textual em que predomina a função referencial da linguagem. No texto, essa predominância evidencia-se pelo(a)

    Escolha uma alternativa para a questão f79551c6-4a
  • Linguagens

    Literatura

                                                Vei, a Sol


          Ora o pássaro careceu de fazer necessidade, fez e o herói ficou escorrendo sujeira de urubu. Já era de madrugadinha e o tempo estava inteiramente frio. Macunaíma acordou tremendo, todo lambuzado. Assim mesmo examinou bem a pedra mirim da ilhota para vê si não havia alguma cova com dinheiro enterrado. Não havia não. Nem a correntinha encantada de prata que indica pro escolhido, tesouro de holandês. Havia só as formigas jaquitaguas ruivinhas.

          Então passou Caiuanogue, a estrela da manhã. Macunaíma já meio enjoado de tanto viver pediu pra ela que o carregasse pro céu.

          Caiuanogue foi se chegando porém o herói fedia muito.

          — Vá tomar banho! — ela fez. E foi-se embora.

    Assim nasceu a expressão "Vá tomar banho" que os brasileiros empregam se referindo a certos imigrantes europeus.

    ANDRADE, M. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter. Rio de Janeiro: Agir, 2008.


    O fragmento de texto faz parte do capítulo VII, intitulado "Vei, a Sol", do livro Macunaíma, de Mário de Andrade, pertencente à primeira fase do Modernismo brasileiro. Considerando a linguagem empregada pelo narrador, é possível identificar

    Escolha uma alternativa para a questão f7923f26-4a
  • Linguagens

    Português

    Organizados pelo Comitê Intertribal Indígena, com apoio do Ministério dos Esportes, os Jogos dos Povos Indígenas têm o seguinte mote: “O importante não é competir, e sim, celebrar". A proposta é recente, já que a primeira edição dos jogos ocorreu em 1996, e tem como objetivo a integração das diferentes tribos, assim como o resgate e a celebração dessas culturas tradicionais. A edição dos jogos de 2003, por exemplo, teve a participação de sessenta etnias, dentre elas os kaiowá, guarani, bororo, pataxó e yanomami. A última edição ocorreu em 2009, e foi a décima vez que o torneio foi realizado. A periodicidade dos jogos é anual, com exceção do intervalo ocorrido em 1997, 1998, 2006 e 2008, quando não houve edições.

    RONDINELLI, P. Disponível em: www.brasilescola.com. Acesso em: 15 ago. 2013.


    Considerando o texto, os Jogos dos Povos Indígenas assemelham-se aos Jogos Olímpicos em relação à

    Escolha uma alternativa para a questão f787b38d-4a
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2015, Interpretação de Textos


    As redes sociais permitem que seus usuários facilmente compartilhem entre si ideias e opiniões. Na tirinha, há um tom de crítica àqueles que

    Escolha uma alternativa para a questão f7848521-4a
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2015, Interpretação de Textos


    Campanhas educativas têm o propósito de provocar uma reflexão em torno de questões sociais de grande relevância, tais como as relacionadas à cidadania e também à saúde. Com a imagem de um relógio despertador e o slogan “Sempre é hora de combater a dengue", a Campanha Nacional de Combate à Dengue objetiva convencer a população de que é preciso

    Escolha uma alternativa para a questão f78137ca-4a
  • Linguagens

    Português

                           Além da Revolução da Informação


          O impacto da Revolução da Informação está apenas começando. Mas a força motriz desse impacto não é a informática, a inteligência artificial, o efeito dos computadores sobre a tomada de decisões ou a elaboração de políticas ou de estratégias. É algo que praticamente ninguém previu, nem mesmo se falava há 10 ou 15 anos: o comércio eletrônico — o aparecimento explosivo da internet como um canal importante, talvez principal, de distribuição mundial de produtos, serviços e, surpreendentemente, de empregos de nível gerencial. Essa nova realidade está modificando profundamente economias, mercados e estruturas setoriais , os produtos e serviços e seu fluxo, a segmentação, os valores e o comportamento dos consumidores, o mercado de trabalho.

          O impacto, porém, pode ser ainda maior nas sociedades e nas políticas empresariais e, acima de tudo, na maneira como encaramos o mundo e nós mesmos dentro dele. O impacto psicológico da Revolução da Informação, como o da Revolução Industrial, foi enorme. Talvez tenha sido mais forte na maneira como as crianças aprendem. Já aos 4 anos (e às vezes até antes), as crianças desenvolvem habilidades de computação, logo ultrapassando seus pais. Os computadores são seus brinquedos e suas ferramentas de aprendizado. Daqui a 50 anos, talvez concluamos que não houve nenhuma crise educacional no mundo — apenas ocorreu uma incongruência crescente entre a maneira como as escolas do século XX ensinavam e a maneira como as crianças do fim do século XX aprendiam.

    DRUCKER, P. O melhor de Peter Drucker: obra completa. São Paulo: Nobel, 2002.


    O artigo apresenta uma reflexão sobre a Revolução da Informação, que, assim como a Revolução Industrial, provocou impactos significativos nas sociedades contemporâneas. Ao tratar da Revolução da Informação, o autor enfatiza que

    Escolha uma alternativa para a questão f7707996-4a
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2015, Interpretação de Textos


    Nesse texto, associam-se recursos verbais e não verbais na busca de mudar o comportamento das pessoas quanto a uma questão de saúde pública. No cartaz, essa associação é ressaltada no(a)

    Escolha uma alternativa para a questão f7620e4f-4a
  • Linguagens

    Português

    Mudança linguística


    Ataliba de Castilho, professor de língua portuguesa da USP, explica que o internetês é parte da metamorfose natural da língua.

    — Com a internet, a linguagem segue o caminho dos fenômenos da mudança, como o que ocorreu com "você", que se tornou o pronome átono "cê". Agora, o interneteiro pode ajudar a reduzir os excessos da ortografia, e bem sabemos que são muitas. Por que o acento gráfico é tão importante assim para a escrita? Já tivemos no Brasil momentos até mais exacerbados por acentos e dispensamos muitos deles. Como toda palavra é contextualizada pelo falante, podemos dispensar ainda muitos outros. O interneteiro mostra um caminho, pois faz um casamento curioso entre oralidade e escrituralidade. O internetês pode, no futuro, até tornar a comunicação mais eficiente. Ou evoluir para um jargão complexo, que, em vez de aproximar as pessoas em menor tempo, estimule o isolamento dos iniciados e a exclusão dos leigos.

    Para Castilho, no entanto, não será uma reforma ortográfica que fará a mudança de que precisamos na língua. Será a internet. O jeito eh tc e esperar pra ver?

    Disponível em: http://revistalingua.com.br. Acesso em: 3 jun. 2015 (adaptado).


    Na entrevista, o fragmento “O jeito eh tc e esperar pra ver?" tem por objetivo

    Escolha uma alternativa para a questão f75e7c7c-4a
  • Linguagens

    Português

    Em 1866, tendo encerrado seus estudos na Escola de Belas Artes, em Paris, Pedro Américo ofereceu a tela A Carioca ao imperador Pedro II, em reconhecimento ao seu mecenas. O nu feminino obedecia aos cânones da grande arte e pretendia ser uma alegoria feminina da nacionalidade. A tela, entretanto, foi recusada por imoral e licenciosa: mesmo não fugindo à regra oitocentista relativa à nudez na obra de arte, A Carioca não pôde, portanto, ser absorvida de imediato. A sensualidade tangível da figura feminina, próxima do orientalismo tão em voga na Europa, confrontou-se não somente com os limites morais, mas também com a orientação estética e cultural do Império. O que chocara mais: a nudez frontal ou um nu tão descolado do que se desejava como nudez nacional aceitável, por exemplo, aquela das românticas figuras indígenas? A Carioca oferecia um corpo simultaneamente ideal e obsceno: o alto — uma beleza imaterial — e o baixo — uma carnalidade excessiva. Sugeria uma mistura de estilos que, sem romper com a regra do decoro artístico, insinuava na tela algo inadequado ao repertório simbólico oficial. A exótica morena, que não é índia — nem mulata ou negra — poderia representar uma visualidade feminina brasileira e desfrutar de um lugar de destaque no imaginário da nossa "monarquia tropical"?

    Disponível em: http://anpuh.org.br. Acesso em: 20 maio 2015.


    O texto revela que a aceitação da representação do belo na obra de arte está condicionada à

    Escolha uma alternativa para a questão f7503c16-4a
  • Linguagens

    Português

    Não adianta isolar o fumante


    Se quiser mesmo combater o fumo, o governo precisa ir além das restrições. É preciso apoiar quem quer largar o cigarro.

    Ao apoiar uma medida provisória para combater o fumo em locais públicos nos 27 estados brasileiros, o Senado reafirmou um valor fundamental: a defesa da saúde e da vida.

    Em pelo menos um aspecto a MP 540/2011 é ainda mais rigorosa que as medidas em vigor em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Paraná, estados que até agora adotaram as legislações mais duras contra o tabagismo. Ela proíbe os fumódromos em 100% dos locais fechados, incluindo até tabacarias, onde o fumo era autorizado sob determinadas condições.

    Uma das principais medidas atinge o fumante no bolso. O governo fica autorizado a fixar um novo preço para o maço de cigarros. O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) será elevado em 300%. Somando uma coisa e outra, o sabor de fumar se tornará muito mais ácido. Deverá subir 20% em 2012 e 55% em 2013.

    A visão fundamental da MP está correta. Sabe-se, há muito, que o tabaco faz mal à saúde. É razoável, portanto, que o Estado aja em nome da saúde pública.

    Época, 28 nov. 2011 (adaptado).


    O autor do texto analisa a aprovação da MP 540/2011 pelo Senado, deixando clara a sua opinião sobre o tema. O trecho que apresenta uma avaliação pessoal do autor como uma estratégia de persuasão do leitor é:

    Escolha uma alternativa para a questão f74919b5-4a
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I


    Versos de amor


    A um poeta erótico

    Oposto ideal ao meu ideal conservas.

    Diverso é, pois, o ponto outro de vista

    Consoante o qual, observo o amor, do egoísta

    Modo de ver, consoante o qual, o observas.

    Porque o amor, tal como eu o estou amando,

    É Espírito, é éter, é substância fluída,

    É assim como o ar que a gente pega e cuida,

    Cuida, entretanto, não o estar pegando!

    É a transubstanciação de instintos rudes,

    Imponderabilíssima, e impalpável,

    Que anda acima da carne miserável

    Como anda a garça acima dos açudes!

    ANJOS, A. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1996 (fragmento).


    TEXTO II


    Arte de amar


    Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.

    A alma é que estraga o amor.

    Só em Deus ela pode encontrar satisfação.

    Não noutra alma.

    Só em Deus — ou fora do mundo.

    As almas são incomunicáveis.

    Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.

    Porque os corpos se entendem, mas as almas não.

    BANDEIRA, M. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993.


    Os Textos I e II apresentam diferentes pontos de vista sobre o tema amor. Apesar disso, ambos definem esse sentimento a partir da oposição entre

    Escolha uma alternativa para a questão f7424cc4-4a
  • Linguagens

    Português

    — Não, mãe. Perde a graça. Este ano, a senhora vai ver. Compro um barato.

    — Barato? Admito que você compre uma lembrancinha barata, mas não diga isso a sua mãe. É fazer pouco-caso de mim.

    — Ih, mãe, a senhora está por fora mil anos. Não sabe que barato é o melhor que tem, é um barato!

    — Deixe eu escolher, deixe...

    — Mãe é ruim de escolha. Olha aquele blazer furado que a senhora me deu no Natal!

    — Seu porcaria, tem coragem de dizer que sua mãe lhe deu um blazer furado?

    — Viu? Não sabe nem o que é furado? Aquela cor já era, mãe, já era!

    ANDRADE, C. D. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1998.


    O modo como o filho qualifica os presentes é incompreendido pela mãe, e essas escolhas lexicais revelam diferenças entre os interlocutores, que estão relacionadas

    Escolha uma alternativa para a questão f73e8ea7-4a
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I


    Voluntário

    Rosa tecia redes, e os produtos de sua pequena indústria gozavam de boa fama nos arredores. A reputação da tapuia crescera com a feitura de uma maqueira de tucum ornamentada com a coroa brasileira, obra de ingênuo gosto, que lhe valera a admiração de toda a comarca e provocara a inveja da célebre Ana Raimunda, de Óbidos, a qual chegara a formar uma fortunazinha com aquela especialidade, quando a indústria norte-americana reduzira à inatividade os teares rotineiros do Amazonas.

    SOUSA, I. Contos amazônicos. São Paulo: Martins Fontes, 2004.


    TEXTO II


    Relato de um certo oriente

    Emilie, ao contrário de meu pai, de Dorner e dos nossos vizinhos, não tinha vivido no interior do Amazonas. Ela, como eu, jamais atravessara o rio. Manaus era o seu mundo visível. O outro latejava na sua memória. Imantada por uma voz melodiosa, quase encantada, Emilie maravilha-se com a descrição da trepadeira que espanta a inveja, das folhas malhadas de um tajá que reproduz a fortuna de um homem, das receitas de curandeiros que veem em certas ervas da floresta o enigma das doenças mais temíveis, com as infusões de coloração sanguínea aconselhadas para aliviar trinta e seis dores do corpo humano. "E existem ervas que não curam nada ", revelava a lavadeira, “mas assanham a mente da gente. Basta tomar um gole do líquido fervendo para que o cristão sonhe uma única noite muitas vidas diferentes". Esse relato poderia ser de duvidosa veracidade para outras pessoas, mas não para Emilie.

    HATOUM, M. São Paulo: Cia. das Letras, 2008.


    As representações da Amazônia na literatura brasileira mantêm relação com o papel atribuído à região na construção do imaginário nacional. Pertencentes a contextos históricos distintos, os fragmentos diferenciam-se ao propor uma representação da realidade amazônica em que se evidenciam

    Escolha uma alternativa para a questão f7344bd6-4a
  • Linguagens

    Português

    O mundo das grandes inovações tecnológicas, dos avanços das pesquisas médicas e que já presenciou o envio de homens ao espaço é o mesmo lugar onde 1 bilhão de pessoas dormem e acordam com fome. A desnutrição ocupa o primeiro lugar no ranking dos 10 maiores riscos à saúde e mata mais do que a aids, a malária e a tuberculose combinadas. O equivalente às populações da Europa e da América do Norte, juntas, está de barriga vazia. E um futuro famélico aguarda a raça humana. Em 2050, apenas por razões ligadas às mudanças climáticas, o número de pessoas sem comida no prato vai aumentar em até 20%.

    Disponível em: www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: 22 jan. 2012.


    Considerando a natureza do tema, a forma como está apresentado e o meio pelo qual é veiculado o texto, percebe-se que seu principal objetivo é

    Escolha uma alternativa para a questão f730d3d3-4a
  • Linguagens

    Português

    Ao Príncipe
    Pela estrada da vida subi morros,
    Desci ladeiras e, afinal, te digo
    Que, se entre amigos encontrei cachorros,
    Entre os cachorros encontrei-te, amigo!

    Para insultar alguém hoje recorro
    A novos nomes feios, porque vi
    Que elogio a quem chame de cachorro,
    Depois que este cachorro conheci.

    (Fernando Góes (org.). Panorama da poesia brasileira, vol. 5, 1960.)
    Imagem da questão de Português, UNESP 2015, Interpretação de Textos
    O tema abordado pela tira é tratado de modo
    Escolha uma alternativa para a questão 44e07031-3c
  • Linguagens

    Português

    Ao Príncipe
    Pela estrada da vida subi morros,
    Desci ladeiras e, afinal, te digo
    Que, se entre amigos encontrei cachorros,
    Entre os cachorros encontrei-te, amigo!

    Para insultar alguém hoje recorro
    A novos nomes feios, porque vi
    Que elogio a quem chame de cachorro,
    Depois que este cachorro conheci.

    (Fernando Góes (org.). Panorama da poesia brasileira, vol. 5, 1960.)
    Imagem da questão de Português, UNESP 2015, Interpretação de Textos
    Indique a situação existencial de mendigos e cachorros de rua, implícita na tira, que leva a personagem a equipará-los.
    Escolha uma alternativa para a questão 44d7aeca-3c
  • Linguagens

    Literatura

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Personagem frequente dos carros alegóricos, d. Pedro surgia, nos anos 1880, ora como Pedro Banana ou como Pedro Caju, numa alusão à sua falta de participação nos últimos anos do Império. Mas é só com a queda da monarquia que se passa a eleger um rei do Carnaval. Com efeito, o rei Momo é uma invenção recente, datada de 1933. No século XIX ele não era rei, mas um deus grego: zombeteiro, pândego e amante da galhofa. Nos anos 30 vira Rei Momo e logo depois cidadão. Novos tempos, novos termos.

    (SCHWARCZ, Lilian Mortiz. As barbas do Imperador: Dom Pedro II , um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 281) 

    A crítica galhofeira a autoridades e a pessoas de prestígio foi uma arma contundente de que se valeu
    Escolha uma alternativa para a questão 81190f73-31
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT

        A library tradition is being refashioned to emphasize early literacy and better prepare young children for school, and drawing many new fans in the process.

        Among parents of the under-5 set, spots for story time have become as coveted as seats for a hot Broadway show like “Hamilton.” Lines stretch down the block at some branches, with tickets given out on a first-come-first-served basis because there is not enough room to accommodate all of the children who show up.

        Workers at the 67th Street Library on the Upper East Side of Manhattan turn away at least 10 people from every reading. They have been so overwhelmed by the rush at story time — held in the branch’s largest room, on the third floor — that once the space is full, they close the door and shut down the elevator. “It is so crowded and so popular, it’s insane,” Jacqueline Schector, a librarian, said.

        Story time is drawing capacity crowds at public libraries across New York and across the country at a time when, more than ever, educators are emphasizing the importance of early literacy in preparing children for school and for developing critical thinking skills. The demand crosses economic lines, with parents at all income levels vying to get in.

        Many libraries have refashioned the traditional readings to include enrichment activities such as counting numbers and naming colors, as well as music and dance. And many parents have made story time a fixture in their family routines alongside school pickups and playground outings — and, for those who employ nannies, a nonnegotiable requirement of the job.

        In New York, demand for story time has surged across the city’s three library systems — the New York Public Library, the Brooklyn Public Library, and the Queens Library — and has posed logistical challenges for some branches, particularly those in small or cramped buildings. Citywide, story time attendance rose to 510,367 people in fiscal year 2015, up nearly 28 percent from 399,751 in fiscal 2013.

        “The secret’s out,” said Lucy Yates, 44, an opera coach with two sons who goes to story time at the Fort Washington Library every week.

        Stroller-pushing parents and nannies begin to line up for story time outside some branches an hour before doors open. To prevent overcrowding, tickets are given out at the New Amsterdam and Webster branches, both in Manhattan, the Parkchester branch in the Bronx, and a half-dozen branches in Brooklyn, including in Park Slope, Kensington and Bay Ridge.

        The 67th Street branch keeps adding story times — there are now six a week — and holds sessions outdoors in the summer, when crowds can swell to 200 people.

        In Queens, 41 library branches are scheduled to add weekend hours this month, and many will undoubtedly include weekend story times. As Joanne King, a spokeswoman for the library explained, parents have been begging for them and “every story time is full, every time we have one.”

        Long a library staple, story time has typically been an informal reading to a small group of boys and girls sitting in a circle. Today’s story times involve carefully planned lessons by specially trained librarians that emphasize education as much as entertainment, and often include suggestions for parents and caregivers about how to reinforce what children have learned, library officials said.

        Libraries around the country have expanded story time and other children’s programs in recent years, attracting a new generation of patrons in an age when online offerings sometimes make trips to the book stacks unnecessary. Sari Feldman, president of the American Library Association, said such early-literacy efforts are part of a larger transformation libraries are undergoing to become active learning centers for their communities by offering services like classes in English as a second language, computer skills and career counseling.

        Ms. Feldman said the increased demand for story time was a product, in part, of more than a decade of work by the library association and others to encourage libraries to play a larger role in preparing young children for school. In 2004, as part of that effort, the association developed a curriculum, “Every Child Ready to Read,” that she said is now used by thousands of libraries.

        The New York Public Library is adding 45 children’s librarians to support story time and other programs, some of which are run in partnership with the city government. It has also designated 20 of its 88 neighborhood branches, including the Fort Washington Library, as “enhanced literary sites.” As such, they will double their story time sessions, to an average of four a week, and distribute 15,000 “family literacy kits” that include a book and a schedule of story times.

        “It is clear that reading and being exposed to books early in life are critical factors in student success,” Anthony W. Marx, president of the New York Public Library, said. “The library is playing an increasingly important role in strengthening early literacy in this city, expanding efforts to bring reading to children and their families through quality, free story times, curated literacy programs, after-school programs and more.”

        For its part, the Queens Library plans to expand a “Kick Off to Kindergarten” program that attracted more than 180 families for a series of workshops last year. Library officials said that more than three-quarters of the children who enrolled, many of whom spoke a language other than English at home, developed measurable classroom skills.

    From: www.nytimes.com/2015/11/02

    In “Story time is drawing capacity crowds...”, “...an informal reading to a small group...”, and “...to prevent overcrowding...”, the -ING words are, respectively,
    Escolha uma alternativa para a questão 0db5cd6c-91
  • Linguagens

    Português

                                         Texto 1

    O texto I é um excerto de Baú de Ossos (volume 1), do médico e escritor mineiro Pedro Nava. Inclui-se essa obra no gênero memorialístico, que é predominantemente narrativo. Nesse gênero, são contados episódios verídicos ou baseadas em fatos reais, que ficaram na memória do autor. Isso o distingue da biografia, que se propõe contar a história de uma pessoa específica.


    Imagem da questão de Português, UECE 2015, Interpretação de Textos  

    (Pedro Nava. Baú de ossos. Memórias 1. p. 308 a 310.)

    O excerto que vai da linha 1 à linha 11 (“mil réis”) tem a seguinte função textual:
    Escolha uma alternativa para a questão 33409fe7-8a