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Questões de Linguagens do ENEM

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  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 261 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual do Maranhão 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension

    MALLOTE, Stan. The Painless Path to Proper English Usage: the basics of law, New York: St. Martin’s Press. 1986. 

    The option which reflects CORRECTLY the humor approach of the text “The Basics of Law” is

    Escolha uma alternativa para a questão 6466769c-b0
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

     Por qualquer modo que encaremos a escravidão, ela é, e sempre será um grande mal. Dela a decadência do comércio; porque o comércio, e a lavoura caminham de mãos dadas, e o escravo não pode fazer florescer a lavoura; porque o seu trabalho é forçado. Ele não tem futuro; o seu trabalho não é indenizado; ainda dela nos vem o opróbrio, a vergonha; porque de fronte altiva e desassombrada não podemos encarar as nações
    livres; por isso que o estigma da escravidão, pelo cruzamento das raças, estampa-se na fronte de todos nós. Embalde procurará um dentro nós convencer ao estrangeiro que em suas veias não gira uma só gota de sangue escravo...
     E depois, o caráter que nos imprime, e nos envergonha!
     O escravo é olhado por todos como vítima – e o é.

    REIS, Maria Firmina dos. A escrava. <https://www.letras.ufmg.br/literafro


    TEXTO II

    E Lentz via por toda parte o homem branco apossando-se resolutamente da terra e expulsando definitivamente o homem moreno que ali se gerara. E Lentz sorria com orgulho na perspectiva da vitória e do domínio de sua raça. Um desdém pelo mulato, em que ele exprimia o seu desprezo pela languidez, pela fatuidade e fragilidade deste, turvou-lhe a visão radiosa que a natureza do país lhe imprimira no espírito. Tudo nele era agora um sonho de grandeza e triunfo...

    ARANHA, Graça (1868-1931). Canaã. 3 ed. São Paulo: Martins Claret, 2013.
    Entre os dois textos, embora os fatos atuem em épocas diferentes, as argumentações de ambos constroem uma literatura de caráter social em que se pode identificar uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão 645eb3e0-b0
  • Linguagens

    Português

    A Escrava, de Maria Firmina dos Reis, é um exemplar de conto do movimento abolicionista brasileiro, que projeta, no contexto de 1887, uma autora negra, pobre, maranhense, em texto publicado na Revista Maranhense nº. 3. Você vai ler a primeira cena dessa narrativa curta.

         Em um salão onde se achavam reunidas muitas pessoas distintas, e bem colocadas na sociedade, e depois de versar a conversação sobre diversos assuntos mais ou menos interessantes, recaiu sobre o elemento servil.

        O assunto era por sem dúvida de alta importância. A conversação era geral; as opiniões, porém, divergiam. Começou a discussão.

         — Admira-me, — disse uma senhora, de sentimentos sinceramente abolicionistas; faz-me até pasmar como se possa sentir, e expressar sentimentos escravocratas, no presente século, no século dezenove! A moral religiosa e a moral cívica aí se erguem, e falam bem alto esmagando a hidra que envenena a família no mais sagrado santuário seu, e desmoraliza, e avilta a nação inteira!

         Levantai os olhos ao Gólgota, ou percorrei-os em torno da sociedade, e dizei-me:

         — Para que se deu em sacrifício o Homem Deus, que ali exalou seu derradeiro atento? Ah!

         Então não era verdade que seu sangue era o resgate do homem! É então uma mentira abominável ter esse sangue comprado a liberdade!? E depois, olhai a sociedade... Não verdes o abutre que a corrói constantemente!... Não sentis a desmoralização que a enerva, o cancro que a destrói?

    Reis, Maria Firmina dos, 1825-1917. Úrsula e outras obras [recurso eletrônico] / Maria Firmina dos Reis. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, 2018. – (Série prazer de ler; n. 11 e-book)


    A fala da senhora, ao se contrapor aos escravocratas, apresenta argumentação, ancorada na perspectiva da (do)

    Escolha uma alternativa para a questão 6459609c-b0
  • Linguagens

    Português

    O fragmento a seguir é um dos diálogos entre os dois estrangeiros que protagonizam Canaã.

    — Parece que já vi este quadro em algum lugar — disse Milkau, cismando, — Mas não, este ar, este conjunto suave, este torpor instantâneo, e que se percebe vai passar daqui a pouco, é seguramente a primeira vez que conheço.

    — E por quanto tempo aqui ficaremos? — disse o outro num bocejo de desalento; e o seu olhar pairava preguiçosamente sobre a paisagem.

    — Não meço o tempo — respondeu Milkau —, porque não sei até quando viverei, e agora espero que este seja o quadro definitivo da minha existência. Sou um imigrado, e tenho a alma do repouso; este será o meu último movimento na terra...

    — Mas nada o agita? Nada o impelirá para fora daqui, fora desta paz dolorosa, que é uma sepultura para nós?...

    — Aqui fico. E se aqui está a paz, é a paz que procuro exatamente...Eu me conservarei na humildade; em torno de mim desejarei uma harmonia infinita.

    ARANHA, G. (1868-1931). Canaã. 3 ed. São Paulo: Martins Claret, 2013.


    A relação discurso/personagem está representada, corretamente, na seguinte associação:

    Escolha uma alternativa para a questão 644c0238-b0
  • Linguagens

    Português

    O estrangeiro apertou a mão calosa e áspera do velho, que abriu os lábios numa rude expressão de riso, mostrando as gengivas roxas e desdentadas. A cafuza não se mexeu; apenas, mudando vagarosamente o olhar, descansou-o, cheio de preguiça e desalento, no rosto do viajante. A criança acolheu-se a ela, boquiaberta, com a baba a escorrer dos beiços túmidos.

    [...]

    — Mora aqui há muito tempo? perguntou Milkau.

    — Fui nascido e criado nessas bandas, sinhô moço... Ali perto do Mangaraí.

    — E, tateando o espaço, estendia a mão para o outro lado do rio. — Não vê um casarão lá no fundo? Foi ali que me fiz homem, na fazenda do Capitão Matos, defunto meu sinhô, que Deus haja!

    O estrangeiro, acompanhando o gesto, apenas divisava ao longe um amontoado de ruínas que interrompia a verdura da mata.

    E a conversa foi continuando por uma série de perguntas de Milkau sobre a vida passada daquela região, às quais o velho respondia gostoso, por ter ocasião de relembrar os tempos de outrora, sentindo-se incapaz, como todos os humildes e primitivos, de tomar a iniciativa dos assuntos.

    [...]

    — Ah, tudo isto, meu sinhô moço, se acabou... Cadê fazenda? Defunto meu sinhô morreu, filho dele foi vivendo até que governo tirou os escravos. Tudo debandou. Patrão se mudou com a família para Vitória, onde tem seu emprego; meus parceiros furaram esse mato grande e cada um levantou casa aqui e acolá, onde bem quiseram. Eu com minha gente vim para cá, para essas terras do seu coronel. Tempo hoje anda triste. Governo acabou com as fazendas, e nos pôs todos no olho do mundo, a caçar de comer, a comprar de vestir, a trabalhar como boi para viver. Ah! tempo bom de fazenda!

    [...]

    — Mas, meu amigo — disse Milkau

    —, você aqui ao menos está no que é seu, tem sua casa, sua terra, é dono de si mesmo.

    — Qual terra, qual nada... Rancho é do marido de minha filha, que está aí sentada, terra é de seu coronel, arrendada por dez mil-réis por ano. Hoje em dia tudo aqui é de estrangeiro, Governo não faz nada por brasileiro, só pune por alemão... ARANHA, G. (1868-1931). Canaã. 3 ed. São Paulo: Martins Claret, 2013.

    Nos fragmentos, observa-se um procedimento descritivo, típico do Naturalismo Literário: detalhismo por meio de elementos sensoriais. Releia-os.


    “A criança acolheu-se a ela boquiaberta, com a baba a escorrer dos beiços túmidos.”

    “— E, tateando o espaço, estendia a mão para o outro lado do rio.”


    Nas expressões “beiços túmidos” e “tateando o espaço”, destacam-se, respectivamente, os seguintes elementos sensoriais: 

    Escolha uma alternativa para a questão 64493b31-b0
  • Linguagens

    Português

    O (não) lugar do “pardo”

         Lá no fim do século XIX e no começo do XX, o Brasil passava pelo dilema que todas as nações modernas enfrentaram (e, de certa maneira, ainda enfrentam): como criar uma identidade nacional que justifique e mantenha o Estado?

         Notem que eu ouso criar, porque é bem isso mesmo, inventar uma história que servisse aos interesses da elite dominante e homogeneizasse a população brasileira. Ora, essa população era formada, principalmente, por pretos escravos ou ex-escravos, indígenas perseguidos e uma parcela de gente branca. No centro da discussão estava: quem seria o cidadão brasileiro.

         Houve quem defendesse a educação para o trabalho: ensinar os pretos amolecidos e degenerados pela escravidão (faz me rir) a trabalhar resignado. Teve aqueles que achavam que a inferioridade dos pretos era tão grande que não adiantava educar nem nada, era melhor expulsar ou deixar morrer. O Brasil, em seus debates sobre a nação e seus cidadãos, bebeu muito das teorias racialistas que estavam em voga na Europa e sendo amplamente utilizadas para justificar a colonização na África depois de séculos e séculos de saque humano. [...]

        Daí surge o pardo como a gente conhece hoje. O pardo não é raça, não é povo, não é cidadão brasileiro. Ele é o estágio transitório entre a base da pirâmide (os negros) e o topo (os brancos). Não é branco, ainda não chegou no estágio sublime de branquitude que garante o direito à vida, oportunidades e cidadania, mas é prova viva da boa vontade e do esforço de se embranquecer tão valorizado por uma elite branca que, desde sempre, morre de medo dos pretos fazerem daqui o Haiti.

         Como fala Foucault, o poder, no estado moderno, não é negativo, ele é normatizador. Ou seja, estabelece normas de conduta, estéticas, discursivas, e beneficia aqueles que fazem o jogo. No caso do Brasil, o jogo da branquitude. Quanto mais branco você tentar ser, seja usando intervenções estéticas ou compartilhando o discurso político e social, mais “tolerável” você vai ser. Nisso, nós que somos claros, temos uma vantagem: o branqueamento estético é mais alcançável para nós. Mas nada disso garante que você vai passar de boa em uma sociedade racialmente hierarquizada, o embranquecimento é, sobretudo, uma mutilação. E pra quem ainda tem dúvidas, mutilação é sempre ruim ok? Não tem gradação de violência e mutilação. [...]


    https://medium.com/@isabelapsena/o-n%C3%A3o-lugar-do-pardo 

    A fluidez do texto é perceptível e garante ao leitor interesse por sua leitura pelo fato de serem inseridas expressões coloquiais, descontraídas, gerando atração muito mais pelo conteúdo do que pela forma.


    Essa assertiva é comprovada no seguinte exemplo: 

    Escolha uma alternativa para a questão 6443ec0b-b0
  • Linguagens

    Português

    O (não) lugar do “pardo”

         Lá no fim do século XIX e no começo do XX, o Brasil passava pelo dilema que todas as nações modernas enfrentaram (e, de certa maneira, ainda enfrentam): como criar uma identidade nacional que justifique e mantenha o Estado?

         Notem que eu ouso criar, porque é bem isso mesmo, inventar uma história que servisse aos interesses da elite dominante e homogeneizasse a população brasileira. Ora, essa população era formada, principalmente, por pretos escravos ou ex-escravos, indígenas perseguidos e uma parcela de gente branca. No centro da discussão estava: quem seria o cidadão brasileiro.

         Houve quem defendesse a educação para o trabalho: ensinar os pretos amolecidos e degenerados pela escravidão (faz me rir) a trabalhar resignado. Teve aqueles que achavam que a inferioridade dos pretos era tão grande que não adiantava educar nem nada, era melhor expulsar ou deixar morrer. O Brasil, em seus debates sobre a nação e seus cidadãos, bebeu muito das teorias racialistas que estavam em voga na Europa e sendo amplamente utilizadas para justificar a colonização na África depois de séculos e séculos de saque humano. [...]

        Daí surge o pardo como a gente conhece hoje. O pardo não é raça, não é povo, não é cidadão brasileiro. Ele é o estágio transitório entre a base da pirâmide (os negros) e o topo (os brancos). Não é branco, ainda não chegou no estágio sublime de branquitude que garante o direito à vida, oportunidades e cidadania, mas é prova viva da boa vontade e do esforço de se embranquecer tão valorizado por uma elite branca que, desde sempre, morre de medo dos pretos fazerem daqui o Haiti.

         Como fala Foucault, o poder, no estado moderno, não é negativo, ele é normatizador. Ou seja, estabelece normas de conduta, estéticas, discursivas, e beneficia aqueles que fazem o jogo. No caso do Brasil, o jogo da branquitude. Quanto mais branco você tentar ser, seja usando intervenções estéticas ou compartilhando o discurso político e social, mais “tolerável” você vai ser. Nisso, nós que somos claros, temos uma vantagem: o branqueamento estético é mais alcançável para nós. Mas nada disso garante que você vai passar de boa em uma sociedade racialmente hierarquizada, o embranquecimento é, sobretudo, uma mutilação. E pra quem ainda tem dúvidas, mutilação é sempre ruim ok? Não tem gradação de violência e mutilação. [...]


    https://medium.com/@isabelapsena/o-n%C3%A3o-lugar-do-pardo 

    Considerando o contexto de circulação de um artigo de opinião e o propósito discursivo do produtor do texto acima, os recursos argumentativos utilizados têm a função de 
    Escolha uma alternativa para a questão 643dc68b-b0
  • Linguagens

    Inglês

    T E X T

    Nearly Half of Covid Patients Haven’t Fully Recovered Months
    Later, Study Finds 

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UECE 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UECE 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    Adapted from: https://www.nytimes.com/2022/10/12/
    Dr. Jill Pell, who conducted the research, states that long Covid patients need assistance that goes beyond the health system reach and involves areas such as  
    Escolha uma alternativa para a questão b6522b41-a9
  • Linguagens

    Inglês

    T E X T

    Nearly Half of Covid Patients Haven’t Fully Recovered Months
    Later, Study Finds 

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UECE 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UECE 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    Adapted from: https://www.nytimes.com/2022/10/12/
    Another finding of the research refers to groups of people more seriously affected by long Covid. Among those groups are
    Escolha uma alternativa para a questão b64b23b9-a9
  • Linguagens

    Inglês

    T E X T

    Nearly Half of Covid Patients Haven’t Fully Recovered Months
    Later, Study Finds 

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UECE 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UECE 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    Adapted from: https://www.nytimes.com/2022/10/12/
    The study found that people at higher risk of having long Covid, of going through long-term problems, are those who
    Escolha uma alternativa para a questão b648e726-a9
  • Linguagens

    Inglês

    T E X T

    Nearly Half of Covid Patients Haven’t Fully Recovered Months
    Later, Study Finds 

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UECE 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UECE 2022, Interpretação de texto | Reading comprehension 

    Adapted from: https://www.nytimes.com/2022/10/12/
    The research referred to in the text was carried out in
    Escolha uma alternativa para a questão b6443ab1-a9
  • Linguagens

    Português

    Texto 2

    Da solidão 

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Gêneros Textuais 
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Gêneros Textuais  

    MEIRELES, Cecília. Da solidão. In: MEIRELES, Cecília. Janela Mágica. São
    Paulo: Global, 2016, pp. 71-74. 
    A partir da leitura da crônica “Da solidão”, de Cecília Meireles, nota-se a presença dos seguintes elementos que caracterizam o estilo da escritora:
    Escolha uma alternativa para a questão b5a0e08a-a9
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    A ARMADILHA DOS VAPES

    Imagem da questão de Português, UECE 2022, Figuras de Linguagem 

    (Disponível em: https://super.abril.com.br).
    No trecho “o usuário pode passar o dia inteiro mimando os neurônios” (linha 21-22), a expressão destacada apresenta a figura de linguagem  
    Escolha uma alternativa para a questão b5939421-a9
  • Linguagens

    Português

    Texto 2
    Caso pluvioso

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos  
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos 
     

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. São Paulo:
    Companhia das Letras, 2012, p. 231-234. Excerto.
    Nos versos “Os navios soçobram” (linha 35) e “delida e fluida a humana enfibratura” (linha 38), as palavras em destaque significam, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 99677a23-a2
  • Linguagens

    Português

    Texto 2
    Caso pluvioso

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação  
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação 
     

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. São Paulo:
    Companhia das Letras, 2012, p. 231-234. Excerto.
    O processo de formação morfológica das palavras “chuvil” e “ pluvimedonha” (linhas 20) pode ser classificado como 
    Escolha uma alternativa para a questão 99655457-a2
  • Linguagens

    Literatura

    Texto 2
    Caso pluvioso

    Figura 1 de 2 da questão de Literatura, UECE 2022, Escolas Literárias  
    Figura 2 de 2 da questão de Literatura, UECE 2022, Escolas Literárias 
     

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. São Paulo:
    Companhia das Letras, 2012, p. 231-234. Excerto.
    Sobre Carlos Drummond de Andrade é correto afirmar que foi um autor
    Escolha uma alternativa para a questão 9960f2ab-a2
  • Linguagens

    Português

    Texto 2
    Caso pluvioso

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos  
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos 
     

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. São Paulo:
    Companhia das Letras, 2012, p. 231-234. Excerto.
    A relação entre a chuva e a mulher no poema pode ser considerado um signo que representa
    Escolha uma alternativa para a questão 995be16d-a2
  • Linguagens

    Português

    Texto 2
    Caso pluvioso

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos  
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos 
     

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. São Paulo:
    Companhia das Letras, 2012, p. 231-234. Excerto.
    No poema “Caso Pluvioso”, Carlos Drummond de Andrade presentifica a figura da mulher através de “maria”, propositadamente escrita em minúscula. O autor usa o recurso para
    Escolha uma alternativa para a questão 9959bdea-a2
  • Linguagens

    Português

    Texto 1
    OAB
    NOTA DE REPÚDIO

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2022, Morfologia
    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2022, Morfologia
    Figura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2022, Morfologia

    Disponível em https:oabce.org.br. Acesso em: 6 de out.de 2022
    (adaptado).
    O termo destacado, no trecho “Os representantes da advocacia nordestina manifestam, pois, seu permanente e intransigente compromisso [...]” (linhas 25-27) pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por 
    Escolha uma alternativa para a questão 9955638c-a2
  • Linguagens

    Português

    Texto 1
    OAB
    NOTA DE REPÚDIO

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos
    Figura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2022, Interpretação de Textos

    Disponível em https:oabce.org.br. Acesso em: 6 de out.de 2022
    (adaptado).
    Sobre a expressão “Para além de sua importância econômica, riquezas naturais e diversidade cultural, aqui nasce um povo trabalhador e orgulhoso de suas origens” (linhas 12-14), analise as assertivas a seguir.

    I. Remete o leitor a pensar na porção das fronteiras que o Nordeste estabelece com outras regiões e outras culturas.
    II. Alarga o sentido de “riquezas”, que amplia os espaços físicos e alcança o povo do lugar.
    III. Adiciona informações para compor a questão semântica com traços positivos acerca de um povo que está sendo enaltecido.

    É correto apenas o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 994bc93d-a2