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Questões de Linguagens do ENEM

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  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 359 de 950

  • Linguagens

    Literatura

    Leia o poema de Pedro Tierra para responder à questão:

    Fui assassinado.
    Morri cem vezes
    e cem vezes renasci
    sob os golpes do açoite.

    Meus olhos em sangue
    Testemunharam
    a dança dos algozes
    em torno do meu cadáver.
    Tornei-me mineral
    memória da dor.
    Para sobreviver,
    recolhi das chagas do corpo
    a lua vermelha de minha crença,
    no meu sangue amanhecendo.

    [...]
    Porque sou o poeta
    dos mortos assassinados,
    dos eletrocutados, dos “suicidas”,
     dos “enforcados” e “atropelados”,
    dos que “tentaram fugir”,
    dos enlouquecidos.

    Sou o poeta
    dos torturados,
    dos “desaparecidos”,
    dos atirados ao mar,
    sou os olhos atentos
    sobre o crime.

    (Pedro Tierra, Poemas do Povo da Noite)
    No poema, o eu lírico
    Escolha uma alternativa para a questão 8cf80522-d8
  • Linguagens

    Português

    A água salgada sob a superfície de Marte poderia conter oxigênio suficiente para sustentar o tipo de vida microbiana que emergiu e floresceu na Terra bilhões de anos atrás, reportaram cientistas nesta segunda-feira (22.10.2018).
    Em alguns locais, a quantidade de oxigênio disponível poderia até mesmo manter vivo um animal primitivo multicelular como uma esponja, escreveram na revista científica Nature Geosciences.
    “Nós descobrimos que a salmoura” – água com altas concentrações de sal – “em Marte pode conter oxigênio suficiente para que micróbios possam respirar”, afirmou Vlada Stamenkovic, principal autor do estudo, físico teórico do Laboratório de Propulsão a Jato da Califórnia.
    “Isto revoluciona completamente nossa compreensão do potencial da vida em Marte, hoje e no passado”, declarou à AFP. Até agora, presumia-se que a quantidade de oxigênio em Marte fosse insuficiente para sustentar a vida microbiana.

    (https://istoe.com.br. Adaptado)

    Na construção linguística da notícia, o site recorre
    Escolha uma alternativa para a questão 8cf339d0-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão

    Dicas para evitar a disseminação de boatos e notícias falsas 


    1. Saiba quando uma mensagem é encaminhada
    Mensagens com a etiqueta “Encaminhada” ajudam a determinar se seu amigo ou parente escreveu aquela mensagem ou se ela veio originalmente de outra pessoa.
    2. Verifique fotos e mídia com cuidado
    Fotos, áudios e vídeos podem ser editados para enganar você. Procure por fontes de notícias confiáveis para ver se a história está sendo reportada também em outros veículos. Quando uma notícia é reportada em vários canais confiáveis, é mais provável que ela seja verdadeira.
    3. Fique atento a mensagens que parecem estranhas
    Muitas mensagens ou links para sites que contêm boatos ou notícias falsas apresentam erros de português. Procure por esses sinais para verificar se a informação é confiável.
    4. Esteja atento a preconceitos e influências
    Histórias que parecem difíceis de acreditar são, em sua maioria, realmente falsas.
    5. Notícias falsas frequentemente viralizam
    Não encaminhe uma mensagem só porque o remetente está lhe pedindo para fazer isso.
    6. Verifique outras fontes
    Se você ainda não tem certeza de que uma mensagem é verdadeira, faça uma busca online por fatos e verifique em sites de notícias confiáveis para ver de onde a história veio.
    7. Ajude a parar a disseminação
    Não compartilhe uma mensagem só porque alguém lhe pediu. Se algum contato ou grupo está enviando notícias falsas constantemente, denuncie-os.
    Importante: Se você sentir que você ou alguém está em perigo emocional ou físico, por favor, contate as autoridades locais de cumprimento da lei. Essas autoridades são preparadas e equipadas para oferecer assistência nesses casos.


    (https://faq.whatsapp.com/pt. Adaptado)

    Imagem da questão de Português, INSPER 2018, Interpretação de Textos


    A leitura comparativa entre o texto e a charge permite afirmar que ambos fazem um alerta acerca

    Escolha uma alternativa para a questão 8cec0300-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão

    Dicas para evitar a disseminação de boatos e notícias falsas 


    1. Saiba quando uma mensagem é encaminhada
    Mensagens com a etiqueta “Encaminhada” ajudam a determinar se seu amigo ou parente escreveu aquela mensagem ou se ela veio originalmente de outra pessoa.
    2. Verifique fotos e mídia com cuidado
    Fotos, áudios e vídeos podem ser editados para enganar você. Procure por fontes de notícias confiáveis para ver se a história está sendo reportada também em outros veículos. Quando uma notícia é reportada em vários canais confiáveis, é mais provável que ela seja verdadeira.
    3. Fique atento a mensagens que parecem estranhas
    Muitas mensagens ou links para sites que contêm boatos ou notícias falsas apresentam erros de português. Procure por esses sinais para verificar se a informação é confiável.
    4. Esteja atento a preconceitos e influências
    Histórias que parecem difíceis de acreditar são, em sua maioria, realmente falsas.
    5. Notícias falsas frequentemente viralizam
    Não encaminhe uma mensagem só porque o remetente está lhe pedindo para fazer isso.
    6. Verifique outras fontes
    Se você ainda não tem certeza de que uma mensagem é verdadeira, faça uma busca online por fatos e verifique em sites de notícias confiáveis para ver de onde a história veio.
    7. Ajude a parar a disseminação
    Não compartilhe uma mensagem só porque alguém lhe pediu. Se algum contato ou grupo está enviando notícias falsas constantemente, denuncie-os.
    Importante: Se você sentir que você ou alguém está em perigo emocional ou físico, por favor, contate as autoridades locais de cumprimento da lei. Essas autoridades são preparadas e equipadas para oferecer assistência nesses casos.


    (https://faq.whatsapp.com/pt. Adaptado)

    Assinale a alternativa em que os termos destacados são recorrentes em textos que tratam de temas relacionados às mídias digitais.
    Escolha uma alternativa para a questão 8ce78a33-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão

    Dicas para evitar a disseminação de boatos e notícias falsas 


    1. Saiba quando uma mensagem é encaminhada
    Mensagens com a etiqueta “Encaminhada” ajudam a determinar se seu amigo ou parente escreveu aquela mensagem ou se ela veio originalmente de outra pessoa.
    2. Verifique fotos e mídia com cuidado
    Fotos, áudios e vídeos podem ser editados para enganar você. Procure por fontes de notícias confiáveis para ver se a história está sendo reportada também em outros veículos. Quando uma notícia é reportada em vários canais confiáveis, é mais provável que ela seja verdadeira.
    3. Fique atento a mensagens que parecem estranhas
    Muitas mensagens ou links para sites que contêm boatos ou notícias falsas apresentam erros de português. Procure por esses sinais para verificar se a informação é confiável.
    4. Esteja atento a preconceitos e influências
    Histórias que parecem difíceis de acreditar são, em sua maioria, realmente falsas.
    5. Notícias falsas frequentemente viralizam
    Não encaminhe uma mensagem só porque o remetente está lhe pedindo para fazer isso.
    6. Verifique outras fontes
    Se você ainda não tem certeza de que uma mensagem é verdadeira, faça uma busca online por fatos e verifique em sites de notícias confiáveis para ver de onde a história veio.
    7. Ajude a parar a disseminação
    Não compartilhe uma mensagem só porque alguém lhe pediu. Se algum contato ou grupo está enviando notícias falsas constantemente, denuncie-os.
    Importante: Se você sentir que você ou alguém está em perigo emocional ou físico, por favor, contate as autoridades locais de cumprimento da lei. Essas autoridades são preparadas e equipadas para oferecer assistência nesses casos.


    (https://faq.whatsapp.com/pt. Adaptado)

    Considere as seguintes passagens do texto:

    •  Procure por fontes de notícias confiáveis para ver se a história está sendo reportada também em outros veículos. Quando uma notícia é reportada em vários canais confiáveis, é mais provável que ela seja verdadeira.
    •  Muitas mensagens ou links para sites que contêm boatos ou notícias falsas apresentam erros de português. Procure por esses sinais para verificar se a informação é confiável.
    •  Se você sentir que você ou alguém está em perigo emocional ou físico, por favor, contate as autoridades locais de cumprimento da lei. Essas autoridades são preparadas e equipadas para oferecer assistência nesses casos.

    No contexto em que estão empregadas, as expressões destacadas referem-se, correta e respectivamente, às seguintes informações:
    Escolha uma alternativa para a questão 8ce34116-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão

    Dicas para evitar a disseminação de boatos e notícias falsas 


    1. Saiba quando uma mensagem é encaminhada
    Mensagens com a etiqueta “Encaminhada” ajudam a determinar se seu amigo ou parente escreveu aquela mensagem ou se ela veio originalmente de outra pessoa.
    2. Verifique fotos e mídia com cuidado
    Fotos, áudios e vídeos podem ser editados para enganar você. Procure por fontes de notícias confiáveis para ver se a história está sendo reportada também em outros veículos. Quando uma notícia é reportada em vários canais confiáveis, é mais provável que ela seja verdadeira.
    3. Fique atento a mensagens que parecem estranhas
    Muitas mensagens ou links para sites que contêm boatos ou notícias falsas apresentam erros de português. Procure por esses sinais para verificar se a informação é confiável.
    4. Esteja atento a preconceitos e influências
    Histórias que parecem difíceis de acreditar são, em sua maioria, realmente falsas.
    5. Notícias falsas frequentemente viralizam
    Não encaminhe uma mensagem só porque o remetente está lhe pedindo para fazer isso.
    6. Verifique outras fontes
    Se você ainda não tem certeza de que uma mensagem é verdadeira, faça uma busca online por fatos e verifique em sites de notícias confiáveis para ver de onde a história veio.
    7. Ajude a parar a disseminação
    Não compartilhe uma mensagem só porque alguém lhe pediu. Se algum contato ou grupo está enviando notícias falsas constantemente, denuncie-os.
    Importante: Se você sentir que você ou alguém está em perigo emocional ou físico, por favor, contate as autoridades locais de cumprimento da lei. Essas autoridades são preparadas e equipadas para oferecer assistência nesses casos.


    (https://faq.whatsapp.com/pt. Adaptado)

    São características especificas do gênero textual lido:
    Escolha uma alternativa para a questão 8cd96f1e-d8
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    CARA, Alessia. Scars to your beautiful. Disponível em: <https://www.google.com.br/ search?q=Scars+to+your+beautiful+lyrics&rlz>. Acesso em: nov. 2018.
    As for the girl of the song, the songwriter
    Escolha uma alternativa para a questão 55e02f75-d7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 2018, Interpretação de Textos

    BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: <http://ldeluxe.com.br>. Acesso em: nov. 2018.

    A tira apresenta a postura assumida por seu produtor frente à concepção humana de beleza.

    Tal comportamento é expresso, de forma argumentativa, por meio de uma atitude
    Escolha uma alternativa para a questão 55bce625-d7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública 2018, Interpretação de Textos

    Se Narciso se encontra com Narciso
    e um deles finge
    que ao outro admira
    (para sentir-se admirado),
    o outro
    pela mesma razão finge também
    e ambos acreditam na mentira.

    Para Narciso
    o olhar do outro, a voz
    do outro, o corpo
    é sempre o espelho
    em que ele a própria imagem mira.
    E se o outro é
    como ele
    outro Narciso,
    é espelho contra espelho:
    o olhar que mira
    reflete o que o admira
    num jogo multiplicado em que a mentira
    de Narciso a Narciso
    inventa o paraíso.
    E se amam mentindo
    no fingimento que é necessidade
    e assim
    mais verdadeiro que a verdade.

    Mas exige, o amor fingido,
    ser sincero
    o amor que como ele
    é fingimento.
    E fingem mais
    os dois
    com o mesmo esmero
    com mais e mais cuidado
    – e a mentira se torna desespero.
    Assim amam-se agora
    se odiando.

    O espelho
    embaciado,
    já Narciso em Narciso não se mira:
    se torturam
    se ferem
    não se largam
    que o inferno de Narciso
    é ver que o admiravam de mentira.

    GULLAR, Ferreira. Narciso e Narciso. Disponível em: <http://dejafilho.blogspot.com>. Acesso em: nov. 2018.
    Segundo o texto, para o sujeito poético, o encontro de dois Narcisos revela a
    Escolha uma alternativa para a questão 55b45db4-d7
  • Linguagens

    Português

        O século XIX foi a época das maiores conquistas que as mulheres tiveram ao longo de sua história; a luta pelo direito de votar, opinar, igualdade de trabalho, frequentar universidades. A sociedade abriu espaço para elas serem livres, mas, no século XX, vimos que a indústria do consumo, que tanto ajudamos a construir, tem feito as mulheres escravas de um padrão inatingível de beleza.
         A indústria do consumo tem o objetivo de vender seus produtos, sejam eles cigarros, carros, cervejas, roupas, calçados, ou até mesmo comidas, com o corpo da mulher. Hoje o corpo feminino vende tudo, mas essa imagem de corpo perfeito e a espetacularização da moda, têm trazido consequências drásticas à nossa sociedade, com milhares de pessoas insatisfeitas consigo mesmas, uma vez que seu perfil em frente ao espelho só lhes mostra defeitos, pois não enxergam mais sua beleza interior, e sentem um vazio enorme dentro de si, porque querem ser o que não são, querem ser como as modelos das capas de revistas e comerciais.
         Esses efeitos, causados pela indústria do consumo na sociedade, são promotores de crescimento e sucesso industrial, porque pessoas insatisfeitas correm às lojas para comprar objetos a fim de satisfazer seus desejos, acabar com a ansiedade, aumentar sua autoestima. Mas esses prazeres são passageiros, pois, logo após alguns segundos, já querem outro produto, pois o que compraram há pouco tempo já se tornou obsoleto, tudo isso devido à vida líquida que vivemos nesta sociedade moderna, onde nada se firma, não há tempo para as coisas tomarem forma, por causa dos avanços constantes, das modas passageiras e do surgimento, a cada minuto, de uma nova tecnologia.
         A indústria do consumo tem o objetivo de promover, inconscientemente, a insatisfação e não a satisfação, como muitas pessoas pensam e se deixam influenciar. Pessoas satisfeitas, bem humoradas, com autoestima não precisam da paranoia de viver comprando desenfreadamente, ou viver correndo atrás das coisas que estão na moda, a qual muda todo dia, trazendo, assim, um desgaste constante, por viver trocando carro, celular, roupas, calçados. Pessoas bem resolvidas consomem mais ideias do que estética. A cada dia, os seres humanos estão sendo vistos por essa indústria de consumo como mais um número de cartão de crédito, mais um comprador em potencial, e não como alguém que deve ser valorizado por sua inteligência, capacidades e beleza interior. Não importa o que as indústrias da moda, da beleza, do consumo e os meios de comunicações nos impõem, ou os produtos que colocam no mercado, prometendo milagres de beleza, de rejuvenescimento, dizendo que isso fará o indivíduo ser bem aceito na sociedade e ter ascensão social. Não adianta estar se matando para atingir o inatingível, pois cada pessoa tem uma beleza única e deve ser aceita como é. Cuidar-se e ser vaidosa faz parte da natureza de cada mulher, mas não deve chegar ao ponto de se deixar escravizar por isso. O envelhecer é nosso destino, viver feliz e com dignidade deve ser nossa meta.

    SILVA, Henriette Valéria da. O padrão de beleza imposto pela mídia. Disponível em: <http:/observatoriodaimprensa.com.br>. Acesso em: nov. 2018. Adaptado.


    O aspecto linguístico que está corretamente analisado é o da alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão 55ae0160-d7
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.


        There is nothing conventional about 17-year-old Michael Fuller’s relationship with music. As someone with high-functioning autism who sees the world through sound, creating melodies from the bustle of the high street or trains on the tracks feels more natural than any social interaction. This hardwired connection to sound has been with him for as long as he can remember.

        By the age of 11, Michael could play Mozart by ear, having taught himself to play the piano through a mobile phone app. The app highlighted notes on a keyboard as classical music played. He describes his unusual musical talent as “downloading” music into his head. His mother, Nadine, remembers that as a child Michael would “suddenly pop up and say: ‘I’ve got a symphony’”. Michael took to the piano and found he could quickly perform complex pieces from memory.

        “I liked what I was hearing, sought more music and began studying through Google and YouTube,” he remembers. “It was very organic. I would listen in great depth and the music would be implanted in my mind. I could then just play it on the piano – all without being taught.”

        Growing up in a family that listened to reggae over classical music, Michael feels “very much aware” of how different his approach is to music – symbolised by the way he taught himself piano as a child. This, his mother says, came as a “surprise to the family and myself – I’d never listened to classical music in my life”.

        It was not long after learning to play the piano that Michael started composing his own works. Describing this process as “making music with my mind”, Michael says composing classical symphonies “helps me to express myself through music – it makes me calm”. Michael wants to nurture his song writing to achieve his ambition of becoming a modern mainstream classical artist. He wants to control the creative process, unlike typical modern-day composers, who he says “write blobs on a page, hand it over to the musicians – then say bye-bye and stay in the background and get no recognition”. Instead, Michael is determined to take centre stage.


    (Alex Taylor. www.bbc.com, 27.03.2018. Adaptado.)

    In the text, the excerpt that best represents an alternative to something previously expressed is:
    Escolha uma alternativa para a questão f7e03c0f-d7
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.


        There is nothing conventional about 17-year-old Michael Fuller’s relationship with music. As someone with high-functioning autism who sees the world through sound, creating melodies from the bustle of the high street or trains on the tracks feels more natural than any social interaction. This hardwired connection to sound has been with him for as long as he can remember.

        By the age of 11, Michael could play Mozart by ear, having taught himself to play the piano through a mobile phone app. The app highlighted notes on a keyboard as classical music played. He describes his unusual musical talent as “downloading” music into his head. His mother, Nadine, remembers that as a child Michael would “suddenly pop up and say: ‘I’ve got a symphony’”. Michael took to the piano and found he could quickly perform complex pieces from memory.

        “I liked what I was hearing, sought more music and began studying through Google and YouTube,” he remembers. “It was very organic. I would listen in great depth and the music would be implanted in my mind. I could then just play it on the piano – all without being taught.”

        Growing up in a family that listened to reggae over classical music, Michael feels “very much aware” of how different his approach is to music – symbolised by the way he taught himself piano as a child. This, his mother says, came as a “surprise to the family and myself – I’d never listened to classical music in my life”.

        It was not long after learning to play the piano that Michael started composing his own works. Describing this process as “making music with my mind”, Michael says composing classical symphonies “helps me to express myself through music – it makes me calm”. Michael wants to nurture his song writing to achieve his ambition of becoming a modern mainstream classical artist. He wants to control the creative process, unlike typical modern-day composers, who he says “write blobs on a page, hand it over to the musicians – then say bye-bye and stay in the background and get no recognition”. Instead, Michael is determined to take centre stage.


    (Alex Taylor. www.bbc.com, 27.03.2018. Adaptado.)

    O quinto parágrafo afirma que o jovem músico
    Escolha uma alternativa para a questão f7dce669-d7
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.


        There is nothing conventional about 17-year-old Michael Fuller’s relationship with music. As someone with high-functioning autism who sees the world through sound, creating melodies from the bustle of the high street or trains on the tracks feels more natural than any social interaction. This hardwired connection to sound has been with him for as long as he can remember.

        By the age of 11, Michael could play Mozart by ear, having taught himself to play the piano through a mobile phone app. The app highlighted notes on a keyboard as classical music played. He describes his unusual musical talent as “downloading” music into his head. His mother, Nadine, remembers that as a child Michael would “suddenly pop up and say: ‘I’ve got a symphony’”. Michael took to the piano and found he could quickly perform complex pieces from memory.

        “I liked what I was hearing, sought more music and began studying through Google and YouTube,” he remembers. “It was very organic. I would listen in great depth and the music would be implanted in my mind. I could then just play it on the piano – all without being taught.”

        Growing up in a family that listened to reggae over classical music, Michael feels “very much aware” of how different his approach is to music – symbolised by the way he taught himself piano as a child. This, his mother says, came as a “surprise to the family and myself – I’d never listened to classical music in my life”.

        It was not long after learning to play the piano that Michael started composing his own works. Describing this process as “making music with my mind”, Michael says composing classical symphonies “helps me to express myself through music – it makes me calm”. Michael wants to nurture his song writing to achieve his ambition of becoming a modern mainstream classical artist. He wants to control the creative process, unlike typical modern-day composers, who he says “write blobs on a page, hand it over to the musicians – then say bye-bye and stay in the background and get no recognition”. Instead, Michael is determined to take centre stage.


    (Alex Taylor. www.bbc.com, 27.03.2018. Adaptado.)

    No trecho do quarto parágrafo “This, his mother says”, o termo sublinhado refere-se ao fato de Michael
    Escolha uma alternativa para a questão f7d9cc6c-d7
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.


        There is nothing conventional about 17-year-old Michael Fuller’s relationship with music. As someone with high-functioning autism who sees the world through sound, creating melodies from the bustle of the high street or trains on the tracks feels more natural than any social interaction. This hardwired connection to sound has been with him for as long as he can remember.

        By the age of 11, Michael could play Mozart by ear, having taught himself to play the piano through a mobile phone app. The app highlighted notes on a keyboard as classical music played. He describes his unusual musical talent as “downloading” music into his head. His mother, Nadine, remembers that as a child Michael would “suddenly pop up and say: ‘I’ve got a symphony’”. Michael took to the piano and found he could quickly perform complex pieces from memory.

        “I liked what I was hearing, sought more music and began studying through Google and YouTube,” he remembers. “It was very organic. I would listen in great depth and the music would be implanted in my mind. I could then just play it on the piano – all without being taught.”

        Growing up in a family that listened to reggae over classical music, Michael feels “very much aware” of how different his approach is to music – symbolised by the way he taught himself piano as a child. This, his mother says, came as a “surprise to the family and myself – I’d never listened to classical music in my life”.

        It was not long after learning to play the piano that Michael started composing his own works. Describing this process as “making music with my mind”, Michael says composing classical symphonies “helps me to express myself through music – it makes me calm”. Michael wants to nurture his song writing to achieve his ambition of becoming a modern mainstream classical artist. He wants to control the creative process, unlike typical modern-day composers, who he says “write blobs on a page, hand it over to the musicians – then say bye-bye and stay in the background and get no recognition”. Instead, Michael is determined to take centre stage.


    (Alex Taylor. www.bbc.com, 27.03.2018. Adaptado.)

    O trecho do quarto parágrafo “Michael feels ‘very much aware’ of how different his approach is to music” indica que Michael Fuller
    Escolha uma alternativa para a questão f7d52f70-d7
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.


        There is nothing conventional about 17-year-old Michael Fuller’s relationship with music. As someone with high-functioning autism who sees the world through sound, creating melodies from the bustle of the high street or trains on the tracks feels more natural than any social interaction. This hardwired connection to sound has been with him for as long as he can remember.

        By the age of 11, Michael could play Mozart by ear, having taught himself to play the piano through a mobile phone app. The app highlighted notes on a keyboard as classical music played. He describes his unusual musical talent as “downloading” music into his head. His mother, Nadine, remembers that as a child Michael would “suddenly pop up and say: ‘I’ve got a symphony’”. Michael took to the piano and found he could quickly perform complex pieces from memory.

        “I liked what I was hearing, sought more music and began studying through Google and YouTube,” he remembers. “It was very organic. I would listen in great depth and the music would be implanted in my mind. I could then just play it on the piano – all without being taught.”

        Growing up in a family that listened to reggae over classical music, Michael feels “very much aware” of how different his approach is to music – symbolised by the way he taught himself piano as a child. This, his mother says, came as a “surprise to the family and myself – I’d never listened to classical music in my life”.

        It was not long after learning to play the piano that Michael started composing his own works. Describing this process as “making music with my mind”, Michael says composing classical symphonies “helps me to express myself through music – it makes me calm”. Michael wants to nurture his song writing to achieve his ambition of becoming a modern mainstream classical artist. He wants to control the creative process, unlike typical modern-day composers, who he says “write blobs on a page, hand it over to the musicians – then say bye-bye and stay in the background and get no recognition”. Instead, Michael is determined to take centre stage.


    (Alex Taylor. www.bbc.com, 27.03.2018. Adaptado.)

    No trecho do terceiro parágrafo “sought more music”, o termo sublinhado tem sentido semelhante, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão f7d22a12-d7
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.


        There is nothing conventional about 17-year-old Michael Fuller’s relationship with music. As someone with high-functioning autism who sees the world through sound, creating melodies from the bustle of the high street or trains on the tracks feels more natural than any social interaction. This hardwired connection to sound has been with him for as long as he can remember.

        By the age of 11, Michael could play Mozart by ear, having taught himself to play the piano through a mobile phone app. The app highlighted notes on a keyboard as classical music played. He describes his unusual musical talent as “downloading” music into his head. His mother, Nadine, remembers that as a child Michael would “suddenly pop up and say: ‘I’ve got a symphony’”. Michael took to the piano and found he could quickly perform complex pieces from memory.

        “I liked what I was hearing, sought more music and began studying through Google and YouTube,” he remembers. “It was very organic. I would listen in great depth and the music would be implanted in my mind. I could then just play it on the piano – all without being taught.”

        Growing up in a family that listened to reggae over classical music, Michael feels “very much aware” of how different his approach is to music – symbolised by the way he taught himself piano as a child. This, his mother says, came as a “surprise to the family and myself – I’d never listened to classical music in my life”.

        It was not long after learning to play the piano that Michael started composing his own works. Describing this process as “making music with my mind”, Michael says composing classical symphonies “helps me to express myself through music – it makes me calm”. Michael wants to nurture his song writing to achieve his ambition of becoming a modern mainstream classical artist. He wants to control the creative process, unlike typical modern-day composers, who he says “write blobs on a page, hand it over to the musicians – then say bye-bye and stay in the background and get no recognition”. Instead, Michael is determined to take centre stage.


    (Alex Taylor. www.bbc.com, 27.03.2018. Adaptado.)

    The text is mainly about
    Escolha uma alternativa para a questão f7c1842c-d7
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Mário de Andrade para responder à questão.

    Rondó pra você
    De você, Rosa, eu não queria
    Receber somente esse abraço
    Tão devagar que você me dá,
    Nem gozar somente esse beijo
    Tão molhado que você me dá...
    Eu não queria só porque
    Por tudo quanto você me fala
    Já reparei que no seu peito
    Soluça o coração benfeito
    De você.

    Pois então eu imaginei
    Que junto com esse corpo magro
    Moreninho que você me dá,
    Com a boniteza a faceirice
    A risada que você me dá
    E me enrabicham como o quê,
    Bem que eu podia possuir também
    O que mora atrás do seu rosto, Rosa,
    O pensamento a alma o desgosto
    De você.

    (De Pauliceia desvairada a Lira paulistana, 2016.)
    O poema apresenta traços da estética da primeira fase do modernismo, o que se faz evidente
    Escolha uma alternativa para a questão f7be7414-d7
  • Linguagens

    Português

    Leia a crônica de Clarice Lispector, publicada no Jornal do Brasil em 29 de março de 1969, para responder à questão.

    Perguntas grandes

        Pessoas que são leitoras de meus livros parecem ter receio de que eu, por estar escrevendo em jornal, faça o que se chama de concessões. E muitas disseram: “Seja você mesma.”
        Um dia desses, ao ouvir um “seja você mesma”, de repente senti-me entre perplexa e desamparada. É que também de repente me vieram então perguntas terríveis: quem sou eu? como sou? o que ser? quem sou realmente? e eu sou?
        Mas eram perguntas maiores do que eu.

    (A descoberta do mundo, 1999.)
    Os trechos “por estar escrevendo em jornal” (1º parágrafo) e “ao ouvir um ‘seja você mesma’” (2ºparágrafo) exprimem, respectivamente, circunstância de
    Escolha uma alternativa para a questão f7ad5034-d7
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho inicial do texto “O futuro da saúde”, de Cilene Pereira, para responder à questão.

        Eles começam a mudar tudo na saúde. Para citar algumas das transformações: tornam o diagnóstico preciso, ajudam a desenhar tratamentos para cada paciente, a levar o cuidado a regiões distantes e a encontrar remédios eficazes em tempo recorde. Na saúde, assim como em outras áreas da vida contemporânea, os robôs revolucionam. “Seu uso é um ponto de virada na medicina”, afirma o médico Gregg Meyer, do Massachusetts General Hospital, da Universidade Harvard (EUA), e um dos mais respeitados estudiosos do assunto. Na edição deste ano do Fórum de Inovação Médica Mundial, realizada recentemente em Boston, o tema foi um dos destaques, reunindo 1,5 mil pessoas só para debatê-lo.
        Robô é o nome palatável encontrado para definir os complexos sistemas de algoritmos que baseiam a inteligência artificial. Em linhas gerais, trata-se da utilização do maior número possível de dados disponível sobre determinado assunto, seu cruzamento e, como consequência, a identificação de padrões. Na saúde, as informações geradas no processo esclarecem ou confirmam suspeitas diagnósticas e indicam a resposta do paciente ao tratamento. Além dos ganhos médicos, reduzem os custos ao evitar gastos em terapias desnecessárias. 

    (https://istoe.com.br, 25.05.2018.) 

    “Em linhas gerais, trata-se da utilização do maior número possível de dados disponível sobre determinado assunto, seu cruzamento e, como consequência, a identificação de padrões.” (2ºparágrafo)

    A palavra “disponível” modifica o sentido da palavra ____________, e a palavra “seu” retoma o sentido da palavra _______________.

    As lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, por
    Escolha uma alternativa para a questão f7a77f58-d7
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho inicial do texto “O futuro da saúde”, de Cilene Pereira, para responder à questão.

        Eles começam a mudar tudo na saúde. Para citar algumas das transformações: tornam o diagnóstico preciso, ajudam a desenhar tratamentos para cada paciente, a levar o cuidado a regiões distantes e a encontrar remédios eficazes em tempo recorde. Na saúde, assim como em outras áreas da vida contemporânea, os robôs revolucionam. “Seu uso é um ponto de virada na medicina”, afirma o médico Gregg Meyer, do Massachusetts General Hospital, da Universidade Harvard (EUA), e um dos mais respeitados estudiosos do assunto. Na edição deste ano do Fórum de Inovação Médica Mundial, realizada recentemente em Boston, o tema foi um dos destaques, reunindo 1,5 mil pessoas só para debatê-lo.
        Robô é o nome palatável encontrado para definir os complexos sistemas de algoritmos que baseiam a inteligência artificial. Em linhas gerais, trata-se da utilização do maior número possível de dados disponível sobre determinado assunto, seu cruzamento e, como consequência, a identificação de padrões. Na saúde, as informações geradas no processo esclarecem ou confirmam suspeitas diagnósticas e indicam a resposta do paciente ao tratamento. Além dos ganhos médicos, reduzem os custos ao evitar gastos em terapias desnecessárias. 

    (https://istoe.com.br, 25.05.2018.) 

    A frase que interpreta corretamente o texto e que está redigida com coesão, coerência e em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:
    Escolha uma alternativa para a questão f79f7558-d7