Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2017
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 15647B66-FD
Área do conhecimento
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INSTRUÇÃO: Responder à questão com base nos textos 8 e 9.



INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.


Sobre este trecho da obra de Noll, Adelaide Calhman de Miranda comenta:
“Normalmente a reação das pessoas à diferença é hostil; o melhor que se pode esperar é a tolerância. Uma crítica a este fenômeno pode ser encontrada no deboche do narrador de Bandoleiros à sociedade utópica teorizada por Ada e suas colegas, a “Sociedade Minimal”, “um núcleo comunitário mínimo, onde só circulassem suas próprias mercadorias”. Os princípios absurdos da Sociedade Minimal e a ironia com que o narrador se refere a ela podem ser considerados uma crítica à estética minimalista, que extingue o supérfluo e elimina as diferenças.”
Adaptado de: MIRANDA, Adelaide Calhman de. Abscesso na cidade desencontro, violência e esquecimento em Bandoleiros, de João Gilberto Noll. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, Brasília, v. 14, p. 01-20, 2001. Disponível em: http:// periodicos.unb.br/index.php/estudos/article/view/2230/1788
Considerando os excertos de Noll e de Miranda, analise as afirmativas abaixo, preenchendo os parênteses com V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) O trecho de Noll bem representa o estilo prosa poética associado a sua escrita.
( ) Em ambos os textos há dados consistentes sobre a forma particular de circulação de mercadorias nas Sociedades Minimais.
( ) A expressão “princípios absurdos” e a referência à ironia do narrador utilizadas pela crítica literária podem ser identificadas no excerto de Bandoleiros de forma sutil.
( ) Miranda associa a ironia de Noll à ideia de
falta de tolerância das pessoas em relação à
diferença.
O correto preenchimento dos parênteses, de cima
para baixo, é
INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.

INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.


Adaptado de: SILVA, Gislene. O imaginário rural do leitor
urbano: o sonho mítico da casa no campo. UFSC, Brasil.
Disponível em: https://bjr.sbpjor.org.br/bjr/article/view/200.

Adaptado de: DALCASTAGNÈ, Regina. Sombras da cidade: o espaço na narrativa brasileira contemporânea. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, Brasília, v. 21, p. 33-53, 2003. Disponível em:<http://seer.bce.unb.br/index.php/estudos/article/viewfile/2200/1757>.



Disponível em: https://goo.gl/z11GoA. Acesso em 19 set. 2017.
INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.

Disponível em: https://goo.gl/z11GoA. Acesso em 19 set. 2017.
As conversas entre os dois meninos – personagens de Edgar Vasques – permitem inferir que
INSTRUÇÃO: Responder às questão com base no texto.

INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto , que apresenta comentários de especialistas sobre o gráfico.

Comment 1 – (…) the proportion of the population living in their own home has gone into decline. It peaked around the middle of the last decade, at just over 70 per cent.
Comment 2 – Owner occupiers spend an average of 18 per cent on their mortgage. That average may be misleading – those who’ve paid off their mortgage will be zilch. At least they’re building up an asset.
Comment 3 – The proportion in council homes has fallen too, thanks largely to Right to Buy. As a result, the proportion renting their own home has more than doubled in the last two decades, from under 10 per cent to over 20.
Comment 4 – (…) housing which costs more than 30 per cent of your income should count as unaffordable. This is a problem faced overwhelmingly by young renters.
Comment 5 – Soon, the rates of the population living in their own home will be back under 60 per cent, for the first time since the mid 1980s.
Adapted from: http://www.citymetric.com/politics/british-housing-crisis-five-charts
The comments conveying ideas that have a representation on the graph are only
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Adapted from: https://www.theguardian.com/uk-news/2015/
jun/28/london-the-city-that-ate-itself-rowan-moore