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Questões de Linguagens do ENEM

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  • 18.995 questões
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  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 416 de 950

  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.

    E se o oceano incendiar

    E se cair neve no sertão

    E se o urubu cocorocar

    E se o botafogo for campeão

    E se o meu dinheiro não faltar

    E se o delegado for gentil

    E se tiver bife no jantar

    E se o carnaval cair em abril

    E se o telefone funcionar

    (...)

    E se tiver sopa pro peão (Francis Hime)


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 5f569655-b5
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, IF-PR 2017, Interpretação de Textos

    Sobre a tirinha, é possível afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 5f4f139c-b5
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, IF-PR 2017, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa que melhor registra a mensagem que a tirinha pretende veicular.
    Escolha uma alternativa para a questão 5f48dfd0-b5
  • Linguagens

    Inglês

    AI Picks Up Racial and Gender Biases When Learning from What Humans Write

    AI1 picks up racial and gender biases2 when learning language from text, researchers say. Without any supervision, a machine learning algorithm learns to associate female names more with family words than career words, and black names as being more unpleasant than white names.

    For a study published today in Science, researchers tested the bias of a common AI model, and then matched the results against a well-known psychological test that measures bias in humans. The team replicated in the algorithm all the psychological biases they tested, according to a study from co-author Aylin Caliskan, a post-doc at Princeton University. Because machine learning algorithms are so common, influencing everything from translation to scanning names on resumes, this research shows that the biases are pervasive, too. 

    An algorithm is a set of instructions that humans write to help computers learn. Think of it like a recipe, says Zachary Lipton, an AI researcher at UC San Diego who was not involved in the study. Because algorithms use existing materials — like books or text on the internet — it’s obvious that AI can pick up biases if the materials themselves are biased. (For example, Google Photos tagged black users as gorillas.) We’ve known for a while, for instance, that language algorithms learn to associate the word “man” with “professor” and the word “woman” with “assistant professor.” But this paper is interesting because it incorporates previous work done in psychology on human biases, Lipton says.

    For today’s study, Caliskan’s team created a test that resembles the Implicit Association Test (IAT), which is commonly used in psychology to measure how biased people are (though there has been some controversy over its accuracy). In the IAT, subjects are presented with two images — say, a white man and a black man — and words like “pleasant” or “unpleasant.” The IAT calculates how quickly you match up “white man” and “pleasant” versus “black man” and “pleasant,” and vice versa. The idea is that the longer it takes you to match up two concepts, the more trouble you have associating them.

    The test developed by the researchers also calculates bias, but instead of measuring “response time”, it measures the mathematical distance between two words. In other words, if there’s a bigger numerical distance between a black name and the concept of “pleasant” than a white name and “pleasant”, the model’s association between the two isn’t as strong. The further apart the words are, the less the algorithm associates them together.

    Caliskan’s team then tested their method on one particular algorithm: Global Vectors for Word Representation (GLoVe) from Stanford University. GLoVe basically crawls the web to find data and learns associations between billions of words. The researchers found that, in GLoVe, female words are more associated with arts than with math or science, and black names are seen as more unpleasant than white names. That doesn’t mean there’s anything wrong with the AI system, per se, or how the AI is learning — there’s something wrong with the material.

    1AI: Artificial Intelligence
    2bias: prejudice; preconception

    Disponível em <http://www.theverge.com/>. Acesso em: 18/04/2017.
    Assinale a alternativa que está de acordo com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c6dfa34-b5
  • Linguagens

    Português

    Sobre o romance “Capitães da Areia”, de Jorge Amado, é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c646179-b5
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa INCORRETA sobre a obra “Dois Irmãos” de Miltom Hatoum.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c61085c-b5
  • Linguagens

    Português

    O texto abaixo é poético. Leia-o com atenção e resolva as questões.

    “A lua,
    tal qual a dona de um bordel,
    pedia a cada estrela fria
    um brilho de aluguel.
    E nuvens,
    lá no mata-borrão do céu
    chupavam manchas torturadas
    – que sufoco!”

    (João Bosco e Aldir Blanc, “O bêbado e a equilibrista”)

    I – No fragmento há predomínio da linguagem denotativa, característica máxima do texto literário.
    II – A função referencial, presente no texto, transmite dados da realidade de forma subjetiva.
    III – Nos textos literários, o autor explora determinadas construções com a intenção deliberada de reforçar a mensagem.
    IV – No fragmento a figura de linguagem evidente é a prosopopeia.

    Assinale a alternativa correta após análise completa.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c5aedbf-b5
  • Linguagens

    Literatura

    Assinale a alternativa INCORRETA a respeito dos movimentos literários brasileiros abaixo.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c57a1b0-b5
  • Linguagens

    Português

    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    Analise as passagens extraídas do texto e as afirmações feitas sobre cada uma delas e, em seguida, assinale a alternativa que contém a afirmação INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c52b4c2-b5
  • Linguagens

    Português

    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    O emprego dos tempos e modos verbais desempenha um papel fundamental na construção da coerência textual. Partindo dessa constatação, é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c4f2fe9-b5
  • Linguagens

    Português

    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    Assinale a alternativa em que o significado da palavra em destaque está INCORRETAMENTE interpretado.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c4938a3-b5
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO I 

    HOW TO TRICK YOUR BRAIN INTO HEALTHY EATING

    Charles Spence and Jozef Youssef

    Imagem da questão de Inglês, IF-MT 2017, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

    Marque a opção em que o item sublinhado é um grupo nominal:
    Escolha uma alternativa para a questão 100c8e3e-b4
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO I 

    HOW TO TRICK YOUR BRAIN INTO HEALTHY EATING

    Charles Spence and Jozef Youssef

    Imagem da questão de Inglês, IF-MT 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    É INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 0fff7350-b4
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO I 

    HOW TO TRICK YOUR BRAIN INTO HEALTHY EATING

    Charles Spence and Jozef Youssef

    Imagem da questão de Inglês, IF-MT 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Quanto à opinião dos autores do texto em questão, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 0ff4c37c-b4
  • Linguagens

    Português

    TEXTO IV

    QUANTO TEMPO VOCÊ PRECISA FICAR LONGE DO CELULAR E DAS REDES PARA UMA

    'DESINTOXICAÇÃO DIGITAL' EFETIVA? 

    Figura 1 de 3 da questão de Português, IF-MT 2017, Estrutura do verbo (radical, vogal temática, desinências)

    Figura 2 de 3 da questão de Português, IF-MT 2017, Estrutura do verbo (radical, vogal temática, desinências)Figura 3 de 3 da questão de Português, IF-MT 2017, Estrutura do verbo (radical, vogal temática, desinências)

    (Texto adaptado. Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39402166)

    Sobre os recursos linguísticos usados no lema "Desconecte para reconectar" (6ª linha) NÃO se pode dizer que:
    Escolha uma alternativa para a questão 0eeb4f02-b4
  • Linguagens

    Português

    TEXTO III

    SOMOS TODOS CANALHAS

    Imagem da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos

    (Adaptação Somos Todos Canalhas, BARROS FILHO, Clóvis de. 2016)

    O trecho do texto: “Engana-se quem pensa que a alegria de ontem necessariamente será a alegria de hoje. Ainda que o objeto alegrador seja o mesmo, nós não somos mais os mesmos.” sugere o mesmo sentido do famoso enunciado:
    Escolha uma alternativa para a questão 0ee1bbd6-b4
  • Linguagens

    Português

    TEXTO III

    SOMOS TODOS CANALHAS

    Imagem da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos

    (Adaptação Somos Todos Canalhas, BARROS FILHO, Clóvis de. 2016)

    O Texto III faz diversas críticas à sociedade atual, mas entre elas, NÃO se inclui a crítica explícita
    Escolha uma alternativa para a questão 0ede3e78-b4
  • Linguagens

    Português

    TEXTO III

    SOMOS TODOS CANALHAS

    Imagem da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos

    (Adaptação Somos Todos Canalhas, BARROS FILHO, Clóvis de. 2016)

    Sobre o sentido do Texto III, analise as proposições:

    I. As pessoas se decepcionam por não poderem se apoiar em valores perenes, uma vez que estes variam segundo as leis de mercado.

    II. Os valores atualmente estão relacionados aos acontecimentos, tendo deixado, portanto, de ser princípios que devem ser seguidos sem questionamentos.

    III. A inconstância é uma certeza na vida, não só pelas mudanças de contexto, mas também pelas transformações pelas quais cada ´pessoa passa.

    IV. Bondade, beleza e justiça são valores verdadeiros e imutáveis que contribuem para a manutenção da ordem social e orientam nossas escolhas.


    Marque a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 0edac627-b4
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I:

    Imagem da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos

    (Disponível em: https://www.litera.com.br. Acessado em mar.2017)


    A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO I

    Sobre a escola literária mencionada no texto acima, NÃO se pode afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 0ec6fdc1-b4
  • Linguagens

    Português

    Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa.

    É o ponto culminante de uma campanha atípica, cheia de escândalos e guinadas inesperadas, uma eleição genuinamente francesa e ao mesmo tempo global, uma espécie de reedição do choque do Brexit e Donald Trump. A publicação de e-mails roubados do Em Marcha!, o partido do candidato Emmanuel Macron, contamina a votação deste domingo na França, onde o centrista disputa a presidência com Marine Le Pen, líder do partido de extrema direita Frente Nacional. Macron é o favorito. A operação é similar à que golpeou a candidata democrata Hillary Clinton nas eleições norte-americanas de novembro e pode ter contribuído para a vitória do republicano Donald Trump. Como nos EUA, os franceses escolhem entre dois programas antagônicos, que conduzem a França e seus parceiros europeus por caminhos opostos. Se for necessário lembrar que as eleições francesas são globais, e que a que se disputa neste 7 de maio, na França, terá ecos além de suas fronteiras, aí está a “ação de pirataria maciça e coordenada” que o Em Marcha! denunciou na sexta-feira à noite. Pouco antes, tinham começado a ser divulgadas em fóruns da internet e nas redes sociais, informações internas do partido em forma de e-mails, contratos e documentos contábeis.
    Durante todos os meses de longa campanha, a França temeu uma operação desse tipo. Como Clinton, Macron defende manter a política externa vigorosa diante da Rússia de Vladimir Putin. Como Trump – ou, pelo menos, o Trump da campanha –, Le Pen se declara próxima de Putin e defende uma guinada na política externa francesa para acomodar os interesses russos.
    (…)
    A eleição é feita como um referendo múltiplo. É um referendo sobre a Europa e o euro, e um segundo turno do referendo sobre a Constituição européia de 2005, que ganhou o não. Le Pen propõe em seu programa a saída da UE e do euro para voltar ao franco, posição que suavizou na reta final da campanha. Macron promove uma maior integração europeia, a partir de um relançamento da aliança franco-alemã, que foi o motor da construção da comunidade desde sua fundação depois da Segunda Guerra Mundial. Os franceses terão hoje duas opções muito contrastantes: UE e euro, sim ou não.
    (...)
    BASSETS, Marc. Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa. Disponível em:<http://www.caldeiraopolitico.com.br/materias/40076/17/Eleicao-naFrancca-neste-domingo determina-o-caminho-da-Europa>. Acesso em 09.05.2017.
    A compreensão de um texto exige correta identificação da relação entre referentes e referências. O trecho “A operação é similar à que golpeou a candidata democrata Hillary Clinton nas eleições norte-americanas...” (1° parágrafo), refere-se
    Escolha uma alternativa para a questão 3492a2d6-b4