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Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 42 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    WHO's health emergency appeals

        WHO’s health emergency appeals consolidate WHO’s response priorities and funding requirements for the protection of vulnerable populations affected by acute and protracted health emergencies around the world.

    Disponível em: https://www.who.int/emergencies/funding/health-emergency-appeals. Acesso em: 2 abr. 2025. Adaptado.


    What alternative correctly conveys the meaning of acute and protracted health emergencies in Portuguese? 
    Escolha uma alternativa para a questão ebf725f4-cd
  • Linguagens

    Inglês

    NCDs at a Glance 2025. NCDs surveillance and monitoring: Noncommunicable disease mortality and risk factor prevalence in the Americas

        Effective surveillance and monitoring of noncommunicable diseases (NCDs) and their risk factors are essential for informing evidence-based public health policies, addressing health inequities, and ensuring progress toward global and regional targets. By tracking trends in NCDs, their modifiable risk factors such as tobacco use, unhealthy diets, physical inactivity, harmful use of alcohol, and air pollution, along with biological risk factors such as overweight and obesity, high blood pressure (hypertension), and elevated blood glucose (diabetes), policymakers can identify emerging threats, target vulnerable populations, allocating resources efficiently. Reliable data also enable countries to evaluate interventions, adjust policies, and strengthen health systems to reduce the burden of NCDs. This brochure presents data on NCD and suicide mortality, along with trends by sex, in the Region of the Americas and 35 Member States of the Pan American Health Organization (PAHO) from 2000 to 2021. It also highlights progress toward the 2025 global NCD targets. While the number of NCD-related deaths in the region increased to six million in 2021, the age-standardized NCD mortality rate declined by 16.2%, reflecting the impact of population growth and aging. However, premature NCD mortality — the key indicator for the Global Action Plan for NCD Prevention and Control — declined by only 0.71% annually between 2010 and 2021, falling short of the 1.92% annual reduction required to meet the 2025 target. Among modifiable risk factors, tobacco use showed the most significant decline from 2000 to 2021, while insufficient physical activity has been on the rise. Metabolic risks, including high fasting blood glucose, overweight, and obesity, exhibited concerning upward trends during this period. Hypertension control remains suboptimal, with only 36.4% of individuals achieving adequate blood pressure levels (≤140/90 mmHg). While ambient air pollution slightly decreased between 2000 and 2019, current levels remain above WHO guideline thresholds. To achieve global and regional NCD targets and improve population health in the Americas, countries must prioritize cost-effective interventions to reduce NCD mortality and address these persistent challenges.

    Disponível em: https://iris.paho.org/handle/10665.2/65818. Acesso em: 2 abr. 2025.


    What is the main purpose of surveillance and monitoring in the context of noncommunicable diseases (NCDs) as described in the text?  
    Escolha uma alternativa para a questão ebf1c48c-cd
  • Linguagens

    Inglês

    Utah becomes the first state to ban fluoride in public drinking water


        Utah has become the first state to ban fluoride in public drinking water, over opposition from dentists and national health organizations who warn the move will lead to medical problems and disproportionately affect low-income communities.

        Republican Gov. Spencer Cox signed legislation late Thursday that bars cities and communities from deciding whether to add the mineral to their water systems.

        Fluoride strengthens teeth and reduces cavities by replacing minerals lost during normal wear and tear, according to the U.S. Centers for Disease Control and Prevention.

    Disponível em: https://edition.cnn.com/2025/03/28/health/utah-fluoride-drinking-water/index.html. Acesso em: 29 mar. 2025. Adaptado.


    What does ban fluoride mean in the text? 
    Escolha uma alternativa para a questão ebef1df6-cd
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Qualin - Faculdade de Saúde 2025, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponível em: https://andertoons.com/sonogram/cartoon/9093/baby-ultrasound-with-phone. Acesso em: 29 mar. 2025.



    Based on the cartoon, the doctor feels 

    Escolha uma alternativa para a questão ebec8628-cd
  • Linguagens

    Literatura

    Autocrítica


    Só duas coisas conseguiram

    (des)feri-lo até a poesia:

    o Pernambuco de onde veio

    e o aonde foi, a Andaluzia.

    Um, o vacinou do falar rico

    e deu-lhe a outra, fêmea e viva,

    desafio demente: em verso

    dar a ver Sertão e Sevilha.

    MELO NETO, João Cabral de. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1999. p. 456.


    Dadas as afirmativas sobre esse poema de João Cabral de Melo Neto,


    I. Se trata de um metapoema, no qual o autor celebra a concisão e a visualidade.

    II. Se configura como um poema lírico-amoroso de enaltecimento da mulher amada.

    III. Se faz como uma homenagem ao Sertão e à Sevilha, lugares recorrentes em sua obra.

    IV. Articula a noção de crítica ao fazer poético, o que é comum na obra cabralina.


    verifica-se que está/ão correta/s apenas
    Escolha uma alternativa para a questão ebe9f579-cd
  • Linguagens

    Literatura

        “Era decisivo. Simão Bacamarte curvou a cabeça, juntamente alegre e triste, e ainda mais alegre do que triste. Ato contínuo, recolheu-se à Casa Verde. Em vão a mulher e os amigos lhe disseram que ficasse, que estava perfeitamente são e equilibrado: nem rogos nem sugestões nem lágrimas o detiveram um só instante.

        — A questão é científica, dizia ele; trata-se de uma doutrina nova, cujo primeiro exemplo sou eu. Reúno em mim mesmo a teoria e a prática.

        — Simão! Simão! meu amor! dizia-lhe a esposa com o rosto lavado em lágrimas.

        Mas o ilustre médico, com os olhos acesos da convicção científica, trancou os ouvidos à saudade da mulher, e brandamente a repeliu. Fechada a porta da Casa Verde, entregou-se ao estudo e à cura de si mesmo. Dizem os cronistas que ele morreu dali a dezessete meses, no mesmo estado em que entrou, sem ter podido alcançar nada. Alguns chegam ao ponto de conjeturar que nunca houve outro louco, além dele, em Itaguaí; mas esta opinião, fundada em um boato que correu desde que o alienista expirou, não tem outra prova, senão o boato; e boato duvidoso, pois é atribuído ao Padre Lopes, que com tanto fogo realçara as qualidades do grande homem. Seja como for, efetuou-se o enterro com muita pompa e rara solenidade”.

    ASSIS, Machado de. O alienista. In: ASSIS, Machado de. Papéis Avulsos. Belo Horizonte: Itatiaia,1882.


    O trecho supracitado pertence ao conto “O alienista”, de Machado de Assis, publicado no livro Papéis avulsos (1882), acerca do qual é correto afirmar que  
    Escolha uma alternativa para a questão ebdfb988-cd
  • Linguagens

    Português

    EQUIPES MULTIPROFISSIONAIS

        Arte educador, assistente social, psicólogo, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, nutricionista são alguns dos profissionais de saúde que também trabalham na atenção primária do SUS. Eles integram as Equipes Multidisciplinares em Atenção Primária à Saúde (eMulti), que atuam de modo integrado e complementar à saúde da família, e também a outros modelos de equipe, como a do Consultório na Rua e a da Unidade Básica de Saúde Fluvial.

        Chamadas inicialmente de Nasf (Núcleo de Apoio à Saúde da Família), quando foram criadas, em 2008, essas equipes trabalham em conjunto com as equipes de Saúde da Família (eSF), além de fortalecer as articulações com outros setores, como educação, serviço social, cultura, lazer e esporte.

        Na edição 260 (maio de 2024), Radis mostrou como é o dia a dia de uma psicóloga que atua em uma Clínica da Família. Depois de uma série de ataques a esse modelo de trabalho multidisciplinar nos últimos anos, inclusive com o congelamento de repasses depois de 2019, essas equipes voltaram a receber investimentos do Ministério da Saúde, em 2023, e passaram a ser chamadas de eMulti.

    REVISTA RADIS, Nº 267 - DEZ 2024, p. 22.


    No texto, a referência a várias áreas dos profissionais da saúde tem como objetivo  
    Escolha uma alternativa para a questão ebd72b5c-cd
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.

    How can neuroscience lead to treatments for nicotine addiction?
    Around a billion people still smoke, so we clearly have more to learn about effective treatments for nicotine addiction. Medications that can help include bupropion, a classical antidepressant, which mostly helps people who are depressed to stop smoking; and varenicline, which imitates nicotine in some ways but prevents nicotinic receptors from being fully activated.
    Some nicotine cessation products, such as gums and patches and inhalers, use nicotine itself in the hope that it can be delivered in small enough quantities and over a long enough period of time that nicotine receptors will only be partially chaperoned, helping to reduce upregulation while the individual works on quitting smoking.
    We still need more and better science to figure out the pharmacokinetics of nicotine: How fast does it enter the body? How long does it stay in the body? To that end, along with a team of collaborators — including Caltech professors Wei Gao (professor of medical engineering), Dennis Dougherty (George Grant Hoag Professor of Chemistry), and Stephen Mayo (Bren Professor of Biology and Chemistry), and Professor Neal Benowitz of UC San Francisco — we have been working to develop a wearable device that resembles the continuous glucose monitor used by Type 1 diabetes patients.
    We will use this monitor to measure nicotine while a person smokes or vapes or uses a nicotine pouch so that we can fully understand how an individual metabolizes nicotine and relate this knowledge to a century’s worth of work on nicotinic receptors and nicotine addiction.
    Available at: https://scienceexchange.caltech.edu/topics/neuroscience/neuroscience-experts/nicotine-addictionneuroscience-henry-lester#what-happens-in-the-brainwhen-people-smoke. Accessed on: Aug 1st, 2025
    The text suggests that products designed to help people quit nicotine, such as gums and patches, are effective by
    Escolha uma alternativa para a questão c5f721f8-cc
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.

    What happens in the brain when people smoke?
    When nicotine enters the lungs, it’s in the brain 20 seconds later. In this journey, nicotine has traveled through the cells in the lungs to the blood — and then from the blood to the brain, passing through the blood‑brain barrier. In all, nicotine passes through six membranes when it’s smoked or vaped.
    Once nicotine is in the brain, it activates the most sensitive nicotinic receptors on membranes of nerve cells, or neurons, but it also travels through the membrane to enter the neuron. Finally, it passes into the organelles of the neuron, where proteins, including the nicotinic receptor, are being made. When a person smokes, nicotine actually helps the cell to assemble more nicotinic receptors, which travel out of the endoplasmic reticulum (part of the cellular transportation system) and onto the surface of the cell. It’s as though nicotine is acting as a pharmacological “chaperone” to bring those receptors to the surface of the cell.
    We have labeled this process “inside out” pharmacology. In trying to unravel the cell biology of nicotine addiction, my lab and others study how this so‑called chaperoning or upregulating of nicotinic receptors is necessary for the early stages of nicotine dependence, ultimately underlying the brain’s addiction to nicotine. When a person stops taking nicotine, the natural acetylcholine cannot sufficiently activate the upregulated receptors. They produce craving and other symptoms of withdrawal.
    Available at: https://scienceexchange.caltech.edu/topics/ neuroscience/neuroscience-experts/nicotine-addictionneuroscience-henry-lester#what-happens-in-the-brainwhen-people-smoke. Accessed on: Aug 1st, 2025.
    What is the primary function of nicotine in the process the author calls “inside out” pharmacology?
    Escolha uma alternativa para a questão c5f23363-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
    TEXTO II
    Raquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.
    Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.
    Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025
    O texto II apresenta uma finalidade motivacional ao
    Escolha uma alternativa para a questão c5e88511-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Releia o trecho a seguir.


    “Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias ‘revolucionárias’ como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.”


    O emprego das aspas na palavra em destaque no trecho tem por finalidade 

    Escolha uma alternativa para a questão c5e3427f-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Releia o trecho a seguir.

    “A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente.”

    A função da oração subordinada em destaque no período é
    Escolha uma alternativa para a questão c5e04173-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    No artigo, os autores procuram sustentar sua tese a partir de diferentes estratégias argumentativas.

    Considerando os critérios de pertinência, relevância, coerência e consistência, pode‑se concluir que os argumentos utilizados são
    Escolha uma alternativa para a questão c5dd9c00-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    A progressão dos argumentos no texto é construída principalmente a partir da
    Escolha uma alternativa para a questão c5dac580-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Os autores destacam no artigo cinco aspectos que contrapõem a defesa de “ideias disruptivas”.


    O terceiro e o quinto aspectos relacionam‑se na medida em que

    Escolha uma alternativa para a questão c5d858ca-cc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    A partir da análise dos procedimentos argumentativos empregados, pode‑se inferir que o objetivo central desse texto é
    Escolha uma alternativa para a questão c5d41014-cc
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.


    Abstract


    Rare diseases are diseases that affect fewer than 1 in 2,000 people. Due to their rarity, it can be extremely challenging for doctors to diagnose these diseases in their patients — it often takes 6 – 8 years for some patients to get a diagnosis. Even though they are uncommon, rare diseases still have a significant impact on families and communities and need greater attention. Fatal familial insomnia (FFI) is a rare disease that affects the brain and gradually reduces a person’s ability to sleep. FFI gets worse over time and causes severe complications. There is currently no cure for FFI, so more research is crucial — not only for understanding FFI but also for unlocking potential treatments for other rare diseases. Rare disease research brings hope for a better future to those living with FFI and other rare conditions.


    Available at: https://kids.frontiersin.org/articles/10.3389/frym.2025.1523273. Accessed on: Aug 2nd, 2025.

    As used in the abstract, what is the best definition for the word diagnose?
    Escolha uma alternativa para a questão ec6e20aa-cc
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.


    Abstract


    Rare diseases are diseases that affect fewer than 1 in 2,000 people. Due to their rarity, it can be extremely challenging for doctors to diagnose these diseases in their patients — it often takes 6 – 8 years for some patients to get a diagnosis. Even though they are uncommon, rare diseases still have a significant impact on families and communities and need greater attention. Fatal familial insomnia (FFI) is a rare disease that affects the brain and gradually reduces a person’s ability to sleep. FFI gets worse over time and causes severe complications. There is currently no cure for FFI, so more research is crucial — not only for understanding FFI but also for unlocking potential treatments for other rare diseases. Rare disease research brings hope for a better future to those living with FFI and other rare conditions.


    Available at: https://kids.frontiersin.org/articles/10.3389/frym.2025.1523273. Accessed on: Aug 2nd, 2025.

    Which of the following is the best summary of the abstract?
    Escolha uma alternativa para a questão ec6b660c-cc
  • Linguagens

    Literatura

    O senhor tolere, isto é o sertão. Uns querem que não seja: que situado sertão é por os campos‑gerais a fora a dentro, eles dizem, fim de rumo, terras altas, demais do Urucúia. Toleima. Para os de Corinto e do Curvelo, então, o aqui não é dito sertão? Ah, que tem maior! Lugar sertão se divulga: é onde os pastos carecem de fechos; onde um pode torar dez, quinze léguas, sem topar com casa de morador; e onde criminoso vive seu cristo‑jesus, arredado do arrocho de autoridade. O Urucúia vem dos montões oestes. Mas, hoje, que na beira dele, tudo dá — fazendões de fazendas, almargem de vargens de bom render, as vazantes; culturas que vão de mata em mata, madeiras de grossura, até ainda virgens dessas lá há. O gerais corre em volta. Esses gerais são sem tamanho. Enfim, cada um o que quer aprova, o senhor sabe: pão ou pães, é questão de opiniães… O sertão está em toda a parte.

    ROSA, João Guimarães. Grande sertão: veredas. 22. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

    Esse fragmento do romance exemplifica uma característica da terceira geração modernista ao
    Escolha uma alternativa para a questão ec68bbf2-cc
  • Linguagens

    Português

    Espelho

    Por acaso, surpreendo‑me no espelho: quem é esse
    Que me olha e é tão mais velho do que eu?
    Porém, seu rosto... é cada vez menos estranho...
    Meu Deus, Meu Deus... Parece
    Meu velho pai — que já morreu!
    Como pude ficarmos assim?
    Nosso olhar — duro — interroga:
    “O que fizeste de mim?!”

    QUINTANA, Mario. Disponível em: https://anfipmg.org.br/literarios/o-velho-do-espelho-mario-quintana/. Acesso em: 5 set. 2025. [Fragmento]

    A mudança da voz poética, do singular para o plural, relaciona‑se à
    Escolha uma alternativa para a questão ec65e165-cc