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Questões de Linguagens do ENEM

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  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 483 de 950

  • Linguagens

    Literatura

    Uma significativa produção do Romantismo brasileiro — seja na prosa, seja na poesia — se inscreve na chamada vertente indianista. De Gonçalves Dias, passando por José de Alencar, Visconde de Taunay e Machado de Assis, o indianismo esteve presente em várias obras dos oitocentos. Dentre outras fontes, o indianismo vai beber os seus fundamentos literários em qual princípio filosófico?
    Escolha uma alternativa para a questão 03211a54-de
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2

    Imagem da questão de Português, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2015, Interpretação de Textos
    A compreensão do Texto 2 exige que:
    Escolha uma alternativa para a questão 031cf1bf-de
  • Linguagens

    Português

    Considerando as normas do português contemporâneo, quanto à concordância e a regência verbal, a alternativa que se conforma à norma-padrão é:
    Escolha uma alternativa para a questão 0319598b-de
  • Linguagens

    Português

        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    Observe o seguinte trecho: “Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers”. Nesse trecho, o foco da observação principal cai sobre:
    Escolha uma alternativa para a questão 030dbf14-de
  • Linguagens

    Português

        TEXTO 1


    Português, a língua mais difícil do mundo? 

    Conta outra! . Alguns mitos resistentes rondam como mosquitos chatos a língua portuguesa falada no Brasil. Diante deles, argumentações fundadas em fatos e um mínimo de racionalidade são tão inúteis quanto tapas desferidos às cegas no escuro do quarto em pernilongos zumbidores. Os tapas acertam o vazio, os zumbidos continuam lá.

    A lenda de que se fala no estado do Maranhão o português mais “correto” do Brasil é uma dessas balelas aceitas por aí como verdades reveladas – e nem os tristíssimos índices educacionais maranhenses podem fazer nada contra isso. Tapas no vazio.

    Outra bobagem de grande prestígio é aquela que sustenta ser o português “a língua mais difícil do mundo”. Baseada, talvez, na dor de cabeça real que acomete estrangeiros confrontados com a arquitetura barroca de nossos verbos, a afirmação é categórica o bastante para dispensar a necessidade de uma prova.

    O sujeito erra o gênero da palavra alface e pronto, lá vem a desculpa universal: “Ah, também, como é difícil a porcaria dessa língua! Ah, se tivéssemos sido colonizados pelos holandeses!” Não, claro que isso não quer dizer que o queixoso saiba falar holandês. É justamente na imensa parcela monoglota da população que a crença na dificuldade insuperável da língua portuguesa encontra solo mais fértil.

    Não é uma conclusão a que se chegue depois de estudar judiciosamente latim, alemão, húngaro, russo e japonês. Ninguém precisa ter encarado um idioma em que se use declinação – vespeiro do qual a gramática portuguesa nos poupou – para sair deplorando em altos brados o desafio invencível da crase. Não há dúvida de que o mito das agruras superlativas do português diz muito sobre a falência educacional brasileira, cupim que rói as fundações de qualquer projeto de desenvolvimento social que vá além da promoção de um maior acesso da população a shopping centers.

    Temo, porém, que suas raízes sejam mais profundas. Percebe-se aí uma mistura tóxica de autocomplacência, autodepreciação, ufanismo, fuga da realidade e desculpa esfarrapada que pode ser ainda mais difícil de derrotar do que nosso vicejante semianalfabetismo.

    http://veja.abril.com.br/blog/sobre-palavras/cronica/portugues-a-lingua-mais-dificil-do-mundo-conta-outra/ 
    O Texto 1, em suas ideias centrais, pretende argumentar a favor:
    Escolha uma alternativa para a questão 030609f4-de
  • Linguagens

    Inglês

    GLOBALISATION, HUMANISM, MODERNITY: IN SEARCH OF EQUILIBRIUM
    Monica Grigorescu*
    Our time has proved to be amazingly effective in gropingly building up a civilization which it has proved amazingly inept at putting in order. (André Maliaux)

        After so many crises which have followed each other in as many areas, we ought to admit that industrial and technological civilization is creating as many problems as it is capable of resolving. The myth of progress, one of the founding myths of our civilization, also appears to have collapsed as a myth. The development of modern society, spectacular as it is from an economist’s angle of vision, has not been able to society; stop a slide into human and moral underdevelopment. A deterioration of quality in relation to quantity makes only those things that can be actually measured appear to be real; unfortunately, things like poetry, suffering, or love are hardly quantifiable.

        Towards the end of his eventful life, Jean Monnet, a remarkable figure of the twentieth century, reasoned that, had he been able to start all over again, he would have begun with culture. A founding father of what was later to become the European Union, he expressed that belated belief in the pre-eminent role of culture as a part of greater civilization after he had tried for several decades to build a prosperous Europe in economic terms in the aftermath of a devastating war.

    *Director of the House of Latin America of the Ministry of Foreign Affair of Romania.
    Revista Direito Mackenzie
    Na sentença, “…he expressed that belated belief in the pre-eminent role of culture…” a palavra grifada pode ser substituída por
    Escolha uma alternativa para a questão b246ba21-dd
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    SIESTA TIME
        Finally, vindication for power nappers. Far from being lazy louts, siesta-takers are actually doing their bit for the firm. According to Sara Mednick and her colleagues at Harvard, just 60 minutes of shut-eye in the middle of the day can make you perform like the fresh daisy you were first thing in the morning. But it has to be bona fide sleep; a mere rest, they found, has no effect.
        Dr. Mednick, whose results have just been published in Nature Neuroscience, wanted to know what effect power napping would have on people’s visual perception. She asked 30 student volunteers to come into her laboratory. Four times on the same day, at 9am, noon, 4pm and 7pm, they were required to stare at a computer screen for an hour. Their task was to pick out a vertical or horizontal bar from a striped background - an established test of visual perceptiveness. The more quickly they picked out the bar, the more acute their perception.
        All the volunteers had slept well in the days before the test, and had been warned off alcohol. During the test day, nicotine addicts were allowed to indulge their habits, but everyone had to remain uncaffeinated. Despite this cosseting, the performance of the ten volunteers who went straight through the day without a nap deteriorated rapidly. Their best scores were first thing in the morning, and it was downhill from there on. By the last session, they were taking 52% longer, on average, to identify the orientation of the bar than they had in the first.
    The Economist
    A alternativa que melhor expressa a idéia da frase “All the volunteers had slept well in the days before the test, and had been warned off alcohol” é:
    Escolha uma alternativa para a questão b23a7a83-dd
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    SIESTA TIME
        Finally, vindication for power nappers. Far from being lazy louts, siesta-takers are actually doing their bit for the firm. According to Sara Mednick and her colleagues at Harvard, just 60 minutes of shut-eye in the middle of the day can make you perform like the fresh daisy you were first thing in the morning. But it has to be bona fide sleep; a mere rest, they found, has no effect.
        Dr. Mednick, whose results have just been published in Nature Neuroscience, wanted to know what effect power napping would have on people’s visual perception. She asked 30 student volunteers to come into her laboratory. Four times on the same day, at 9am, noon, 4pm and 7pm, they were required to stare at a computer screen for an hour. Their task was to pick out a vertical or horizontal bar from a striped background - an established test of visual perceptiveness. The more quickly they picked out the bar, the more acute their perception.
        All the volunteers had slept well in the days before the test, and had been warned off alcohol. During the test day, nicotine addicts were allowed to indulge their habits, but everyone had to remain uncaffeinated. Despite this cosseting, the performance of the ten volunteers who went straight through the day without a nap deteriorated rapidly. Their best scores were first thing in the morning, and it was downhill from there on. By the last session, they were taking 52% longer, on average, to identify the orientation of the bar than they had in the first.
    The Economist
    “Bona Fide” in the text is the same as
    Escolha uma alternativa para a questão b2326a93-dd
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Monteiro Lobato, “Urupês”.

    Vocabulário:
    boré (linha 15): trombeta de bambu usada pelos índios.
    inambu (linha 16): ave desprovida completamente ou quase completamente de cauda.
    ocara (linha 14): choupana de índios do Brasil.
    sorna (linha 29): indolente, inerte.
    trochada (linha 15): cano de espingarda que foi torcido para tornar-se reforçado.
    Assinale a alternativa que não pode ser relacionada a Monteiro Lobato e sua obra:
    Escolha uma alternativa para a questão b229a51f-dd
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Monteiro Lobato, “Urupês”.

    Vocabulário:
    boré (linha 15): trombeta de bambu usada pelos índios.
    inambu (linha 16): ave desprovida completamente ou quase completamente de cauda.
    ocara (linha 14): choupana de índios do Brasil.
    sorna (linha 29): indolente, inerte.
    trochada (linha 15): cano de espingarda que foi torcido para tornar-se reforçado.
    Tendo como base o recorte do conto “Urupês”, pode-se afirmar que é condizente com a personagem criada por Monteiro Lobato APENAS o fragmento a seguir:
    Escolha uma alternativa para a questão b2222757-dd
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Monteiro Lobato, “Urupês”.

    Vocabulário:
    boré (linha 15): trombeta de bambu usada pelos índios.
    inambu (linha 16): ave desprovida completamente ou quase completamente de cauda.
    ocara (linha 14): choupana de índios do Brasil.
    sorna (linha 29): indolente, inerte.
    trochada (linha 15): cano de espingarda que foi torcido para tornar-se reforçado.
    Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da produção literária de Monteiro Lobato:
    Escolha uma alternativa para a questão b21e8a4c-dd
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Monteiro Lobato, “Urupês”.

    Vocabulário:
    boré (linha 15): trombeta de bambu usada pelos índios.
    inambu (linha 16): ave desprovida completamente ou quase completamente de cauda.
    ocara (linha 14): choupana de índios do Brasil.
    sorna (linha 29): indolente, inerte.
    trochada (linha 15): cano de espingarda que foi torcido para tornar-se reforçado.
    Sobre o Pré-Modernismo é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão b21b2818-dd
  • Linguagens

    Português

    Textos para a questão

    Texto I
    Figura 1 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Adaptado de www.significados.com.br

    Texto II
    Figura 2 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Adaptado de www.sobiologia.com.br

    Texto III
    Figura 3 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    www.googleimagens.com
    Sobre o Texto II, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b2138ea0-dd
  • Linguagens

    Português

    Textos para a questão

    Texto I
    Figura 1 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Adaptado de www.significados.com.br

    Texto II
    Figura 2 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Adaptado de www.sobiologia.com.br

    Texto III
    Figura 3 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    www.googleimagens.com
    Sobre o Texto I, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b210352a-dd
  • Linguagens

    Português

    Textos para a questão

    Texto I
    Figura 1 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Adaptado de www.significados.com.br

    Texto II
    Figura 2 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Adaptado de www.sobiologia.com.br

    Texto III
    Figura 3 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    www.googleimagens.com
    Assinale a alternativa correta sobre o Texto III.
    Escolha uma alternativa para a questão b20d192b-dd
  • Linguagens

    Português

    Textos para a questão

    Texto I
    Figura 1 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Denotação e Conotação
    Adaptado de www.significados.com.br

    Texto II
    Figura 2 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Denotação e Conotação
    Adaptado de www.sobiologia.com.br

    Texto III
    Figura 3 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Denotação e Conotação
    www.googleimagens.com

    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão b2098f6c-dd
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    A friend is someone who brings out the best in you;
    Good friends are always happy to help when you run into a problem;
    A friend is someone who cheers you up when you’re feeling bad;
    True friends don’t drift apart even after many years of separation;
    A real friend will always stand up for you when others are putting you down;
    Never be afraid to open up and ask a friend for advice. A true friend will never turn you down;
    Make new friends but hang on to the old ones;
    Good friends are hard to come by, harder to leave, and impossible to do without.

    file:///j:/top%2010%20reasons%20why%20learning%20english

    É extremamente comum em inglês combinações de verbos com partículas adverbiais ou preposicionais. Essas combinações são geralmente chamadas de verbos frasais (phrasal verbs), preposicionados ou de duas palavras. No texto, encontram-se vários exemplos de verbos frasais negritados. A correlação correta entre o verbo e seu sentido está contemplada em

    Escolha uma alternativa para a questão fcf867c8-dc
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    About one hundred years ago many educated people learned and spoke French when they met people from other countries. Today most people speak English when they meet foreigners. It has become the new international language. There are more people who speak English as a second language than people who speak English as a first language. Why is this? There are many reasons why English has become so popular. One of them is that English has become the language of business. Another important reason is that popular American culture (like movies, music, and McDonald's) has quickly spread throughout the world. It has brought its language with it.

    file:///J:/English%20as%20an%20International%20Language%20- %20Level%20A %20-%20Teacher%20Len.html


    According to the text, it is correct to say that

    Escolha uma alternativa para a questão fcf26d18-dc
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects


    Muitos verbos em inglês consistem em duas partes: um verbo “base” (tais como bring, take, go, come) acompanhados de uma preposição ou de uma partícula adverbial (tais como up, down, out, in, off). No segundo quadro da tirinha, foi retirada a palavra que acompanha o verbo GO. A preposição que completa o sentido do verbo na fala do personagem é

    Escolha uma alternativa para a questão fce61040-dc
  • Linguagens

    Português

    A linguagem da propaganda enfrenta o desafio de prender a atenção do destinatário e, por isso, dentre outros recursos, valese de meios estilísticos.

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Figuras de Linguagem

    Para convencer o receptor, observa-se a combinação entre as figuras
    Escolha uma alternativa para a questão fce28394-dc