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Questões de Linguagens do ENEM

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  • 18.995 questões
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  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 485 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.


    Social life in youth may impact health decades later


    Robert Preidt


    August 6, 2015


    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


        Having good social connections at age 20 can lead to improved well-being later in life, a new study suggests. Previous research has shown that people with poor social links are at increased risk for early death. “In fact, having few social connections is equivalent to tobacco use, and [the risk is] higher than for those who drink excessive amounts of alcohol, or who suffer from obesity,” study author Cheryl Carmichael, who conducted the study while a doctoral candidate at the University of Rochester in New York, said in a university news release.

        The study included 133 people who enrolled when they were 20-year-old college students in the 1970s. The participants kept track of their daily social interactions at ages 20 and 30. At age 50, they completed an online survey about the quality of their social lives and emotional well-being, including questions about loneliness and depression, and their relationships with close friends.

        The findings showed that frequent social interactions at age 20 and good-quality relationships – defined as intimate and satisfying – at age 30 were associated with higher levels of well-being at age 50. The study findings were published in a recent issue of the journal Psychology and Aging.

        A high number of social interactions at age 20 are beneficial later in life because they help young adults determine who they are, the researchers said. “It’s often around this age that we meet people from diverse backgrounds, with opinions and values that are different from our own, and we learn how to best manage those differences,” said Carmichael, now an assistant professor of psychology at Brooklyn College. “Considering everything else that goes on in life over those 30 years – marriage, raising a family and building a career – it is extraordinary that there appears to be a relationship between the kinds of interactions college students and young adults have and their emotional health later in life,” she concluded.


    (www.nlm.nih.gov)

    According to the first paragraph, people with poor social links
    Escolha uma alternativa para a questão d906d8e9-d8
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.


    Social life in youth may impact health decades later


    Robert Preidt


    August 6, 2015


    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


        Having good social connections at age 20 can lead to improved well-being later in life, a new study suggests. Previous research has shown that people with poor social links are at increased risk for early death. “In fact, having few social connections is equivalent to tobacco use, and [the risk is] higher than for those who drink excessive amounts of alcohol, or who suffer from obesity,” study author Cheryl Carmichael, who conducted the study while a doctoral candidate at the University of Rochester in New York, said in a university news release.

        The study included 133 people who enrolled when they were 20-year-old college students in the 1970s. The participants kept track of their daily social interactions at ages 20 and 30. At age 50, they completed an online survey about the quality of their social lives and emotional well-being, including questions about loneliness and depression, and their relationships with close friends.

        The findings showed that frequent social interactions at age 20 and good-quality relationships – defined as intimate and satisfying – at age 30 were associated with higher levels of well-being at age 50. The study findings were published in a recent issue of the journal Psychology and Aging.

        A high number of social interactions at age 20 are beneficial later in life because they help young adults determine who they are, the researchers said. “It’s often around this age that we meet people from diverse backgrounds, with opinions and values that are different from our own, and we learn how to best manage those differences,” said Carmichael, now an assistant professor of psychology at Brooklyn College. “Considering everything else that goes on in life over those 30 years – marriage, raising a family and building a career – it is extraordinary that there appears to be a relationship between the kinds of interactions college students and young adults have and their emotional health later in life,” she concluded.


    (www.nlm.nih.gov)

    O estudo mencionado no texto
    Escolha uma alternativa para a questão d9035ae1-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Álvares de Azevedo para responder à questão.

    Se eu morresse amanhã!

    Se eu morresse amanhã, viria ao menos
    Fechar meus olhos minha triste irmã;
    Minha mãe de saudades morreria
    Se eu morresse amanhã!

    Quanta glória pressinto em meu futuro!
    Que aurora de porvir e que manhã!
    Eu perdera chorando essas coroas
    Se eu morresse amanhã!

    Que sol! que céu azul! que doce n’alva
    Acorda a natureza mais louçã!
    Não me batera tanto amor no peito,
    Se eu morresse amanhã!

    Mas essa dor da vida que devora
    A ânsia de glória, o dolorido afã…
    A dor no peito emudecera ao menos
    Se eu morresse amanhã!

    (Lira dos vinte anos, 2000.)
    Uma característica do eu lírico do poema é
    Escolha uma alternativa para a questão d90001b7-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do conto “As caridades odiosas”, de Clarice Lispector, para responder à questão.

        Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos, como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas, informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.
        – Um doce, moça, compre um doce para mim.
        Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido deste pareceu cumular uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.
        Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.

    (A descoberta do mundo, 1999.)

    “Percebi vagamente um pedido.” (1° parágrafo)



    Na voz passiva, sem alteração de sentido, essa oração transforma-se em:

    Escolha uma alternativa para a questão d8f8ede1-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do conto “As caridades odiosas”, de Clarice Lispector, para responder à questão.

        Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos, como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas, informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.
        – Um doce, moça, compre um doce para mim.
        Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido deste pareceu cumular uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.
        Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.

    (A descoberta do mundo, 1999.)
    “assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.” (3° parágrafo)


    A imagem literária presente nessa passagem exprime uma comparação baseada
    Escolha uma alternativa para a questão d8f17008-d8
  • Linguagens

    Português

    ANVISA MATA‐MOSQUITO
    A solicitação da Oxitec está em análise pela diretoria colegiada do órgão e só após sua conclusão será possível fixar um prazo para finalização. "Não é possível estimar o tempo para o registro comercial do produto, tendo em vista que, após a publicação da norma sobre o assunto, a empresa deverá protocolar o pedido de regularização perante a Anvisa."  
    Poderia ter dito simplesmente: vamos estar providenciando.
    No último parágrafo, ao afirmar que a melhor resposta seria “vamos estar providenciando”, o autor emprega uma estrutura gramatical conhecida como “gerundismo”. A razão pela qual essa construção foi empregada deve‐se ao fato de que ela sugere
    Escolha uma alternativa para a questão 12e36b2d-d8
  • Linguagens

    Português

    DESVENDADO MISTÉRIO DAS ÁRVORES QUE RESISTEM A INCÊNDIOS FLORESTAIS

    Os cientistas espanhóis Bernabé e José Moya não podiam acreditar no que estavam vendo quando se depararam com ciprestes de pé e intactos após um incêndio que devastou 20 mil hectares de floresta. Quando o fogo destruiu uma plantação experimental em Andilla, na província de Valência, em 2012, os pesquisadores se propuseram a desvendar o "mistério" dos ciprestes.
    "Quando nós vimos aquela cena dantesca do verão trágico de 2012, uma grande tristeza tomou conta de nós. Estávamos comovidos com as dimensões da devastação", disse à BBC o botânico Bernabé Moya, que chegou ao local do incidente com seu irmão José, licenciado em ciências ambientais – ambos são do Departamento de Árvores Monumentais do Conselho Provincial de Valência.
    "As observações acumuladas ao longo dos anos nos faziam alimentar a esperança de que alguns ciprestes teriam sobrevivido", conta ele.
    "Assim que chegamos, percebemos que toda a vegetação ao redor, formada por carvalhos e vários tipos de pinheiros, estava completamente queimada. Mas apenas 1,27% dos ciprestes mediterrâneos havia queimado", disse. E agora, após três anos de pesquisa na Espanha e na Itália, Bernabé e José Moya estão entre os autores de um novo estudo que finalmente desvenda o mistério dos ciprestes que sobrevivem aos incêndios. Ele acaba de ser publicado na edição deste mês da revista científica "Journal of Environmental Management".(…)
            Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/2015/09/1676689‐desvendado‐misterio‐das‐arvores‐que‐resistem‐a‐incendios‐florestais.shtml.   Acesso em: 31/08/2015
    O “mistério” ao qual o texto se refere é o fato de
    Escolha uma alternativa para a questão 12d46622-d8
  • Linguagens

    Português

    Os dias 6 e 8 de agosto são datas que marcam dois dos piores eventos que aconteceram no século 20 e talvez em todos os tempos – um leitor mais antenado provavelmente já sabe do que estamos falando. Há exatos 70 anos, em 1945, a Segunda Guerra Mundial se encaminhava para o fim quando os norte‐americanos detonaram sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki duas bombas atômicas.
    Na verdade, a Alemanha nazista havia sido derrotada e o Japão também caminhava para perder a guerra que travava no Pacífico contra os Estados Unidos e seus aliados. Porém, como em todas as guerras, aos vencedores coube contar a história. O que se relata, pois, é que havia poucas chances de os japoneses se renderem e, para vencer a disputa, milhões de soldados americanos e japoneses morreriam. A bomba, diz‐se, evitaria essa batalha sangrenta. Fato é que a ação custou a vida de centenas de milhares de pessoas, não somente no momento da destruição, como também ao longo dos anos, devido aos efeitos da radiação. Disponível em:. Acesso em: 20.09
    Os conectivos destacados no segundo parágrafo contribuem para a articulação das ideias no texto. Sobre as relações semânticas produzidas por eles, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 12892626-d8
  • Linguagens

    Português

    Com a evolução tecnológica, escolas ao redor do mundo investiram na aquisição de computadores de ponta, tablets, e outros dispositivos digitais na intenção de potencializar o aprendizado dos alunos em sala de aula. No entanto, um estudo feito pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em 70 países, revelou que o uso de tecnologia na escola não melhora a aprendizagem dos estudantes e, mais do que isso, o uso frequente de computadores em escolas está mais associado a baixos resultados. A pesquisa analisou o impacto da tecnologia no desempenho em testes internacionais como o Pisa, além de avaliar as habilidades digitais nesses países. O estudo argumenta que países que investiram pesado em tecnologia não têm registrado melhora perceptível no desempenho dos alunos nos exames de leitura, matemática ou ciências do Pisa. Em cenário oposto, encontram‐se os sistemas educacionais mais celebrados do mundo: Coreia do Sul, Xangai e Hong Kong, na China, e Japão. Esses países, que possuem baixos níveis de uso de tecnologia nas escolas, estão entre os melhores nos testes que avaliam aprendizagem. “Se você olhar para os sistemas educacionais com melhor desempenho, como os do leste da Ásia, perceberá que têm sido muito cautelosos quanto ao uso de tecnologia em sala de aula. Aqueles alunos que usam tablets e computadores com muita frequência tendem a se sair pior nas avaliações que aqueles que usam moderadamente”, afirmou o diretor de educação da OCDE, Andreas Schleicher, complementando que a tecnologia gerou “falsas esperanças”. De acordo com ele, a tecnologia pode ser uma distração e fazer com que alunos construam respostas “pré‐fabricadas” nas lições de casa, como resultado do que copiam da internet.


    Disponível em: http://extra.globo.com/noticias/educacao/uso‐de‐tecnologia‐em‐sala‐de‐aula‐nao‐melhora‐desempenho‐dos‐alunos‐diz‐ocde‐17492369.html   Acesso em: 20.09.15 

    A imagem que melhor representa a afirmação apresentada no último parágrafo do texto é
    Escolha uma alternativa para a questão 12450ff2-d8
  • Linguagens

    Português

    Com a evolução tecnológica, escolas ao redor do mundo investiram na aquisição de computadores de ponta, tablets, e outros dispositivos digitais na intenção de potencializar o aprendizado dos alunos em sala de aula. No entanto, um estudo feito pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em 70 países, revelou que o uso de tecnologia na escola não melhora a aprendizagem dos estudantes e, mais do que isso, o uso frequente de computadores em escolas está mais associado a baixos resultados. A pesquisa analisou o impacto da tecnologia no desempenho em testes internacionais como o Pisa, além de avaliar as habilidades digitais nesses países. O estudo argumenta que países que investiram pesado em tecnologia não têm registrado melhora perceptível no desempenho dos alunos nos exames de leitura, matemática ou ciências do Pisa. Em cenário oposto, encontram‐se os sistemas educacionais mais celebrados do mundo: Coreia do Sul, Xangai e Hong Kong, na China, e Japão. Esses países, que possuem baixos níveis de uso de tecnologia nas escolas, estão entre os melhores nos testes que avaliam aprendizagem. “Se você olhar para os sistemas educacionais com melhor desempenho, como os do leste da Ásia, perceberá que têm sido muito cautelosos quanto ao uso de tecnologia em sala de aula. Aqueles alunos que usam tablets e computadores com muita frequência tendem a se sair pior nas avaliações que aqueles que usam moderadamente”, afirmou o diretor de educação da OCDE, Andreas Schleicher, complementando que a tecnologia gerou “falsas esperanças”. De acordo com ele, a tecnologia pode ser uma distração e fazer com que alunos construam respostas “pré‐fabricadas” nas lições de casa, como resultado do que copiam da internet.


    Disponível em: http://extra.globo.com/noticias/educacao/uso‐de‐tecnologia‐em‐sala‐de‐aula‐nao‐melhora‐desempenho‐dos‐alunos‐diz‐ocde‐17492369.html   Acesso em: 20.09.15 

    Em suas considerações, o diretor de educação da OCDE, Andreas Schleicher, usa o pronome “você”. Levando em conta o contexto em que foi empregado, entende‐se que esse pronome refere‐se
    Escolha uma alternativa para a questão 124132b6-d8
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I
    (...) A insegurança no trânsito é um problema mundial crescente e alarmante. Ainda que muitos países se esforcem para reduzir a quantidade de acidentes, eles são hoje uma das maiores causas de óbitos no mundo, tirando a vida de mais de 1,3 milhão de pessoas por ano.
    (...) Em 2030, os acidentes de trânsito devem se tornar a 7ª maior causa de óbitos no mundo, matando mais do que doenças como diabetes e hipertensão. (...)  
    (...) De acordo com o Conselho Nacional de Segurança dos Estados Unidos(National Safety Council), um em cada quatro acidentes de trânsito no país é causado por uso indevido de telefones por motoristas. Além disso, muito mais grave do que dirigir e falar ao telefone é a disseminação de um novo comportamento: fazer texting (trocar mensagens de texto) ao volante. Pesquisa de 2013 da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, concluiu que o hábito de checar a todo momento o smartphone aumenta em 400% o risco de acidentes. Estima‐se que 5 segundos são o mínimo de tempo durante o qual a atenção de um motorista é desviada ao fazer texting ao volante. Se ele estiver a 80 km/h, terá percorrido a extensão de um campo de futebol sem ver direito o que se passa do lado de fora do carro. (...)
    (...) Além de uma coalizão de esforços guiada por metas objetivas, o trabalho para a redução no número de acidentes de trânsito deve girar em torno de cinco principais pilares, conforme recomendação da ONU (...). Pilar 2 ‐ Veículos mais seguros: Defende a padronização técnica global dos veículos; a realização de rígidos testes de segurança; o desenvolvimento de carros inteligentes e sempre equipados com itens como cinto de segurança, airbag e freio ABS; e o investimento em pesquisa e desenvolvimento com foco nos usuários vulneráveis. (...)
              
    Disponível em: http://iris.onsv.org.br/portaldados/downloads/retrato2014.pdf. Acesso em 27.09.15.

    TEXTO II

    Há dias, no Parque Nacional de Yellowstone, nos EUA, cinco pessoas foram chifradas por búfalos ao tirar selfies ao lado dos pobres bichos. Os búfalos não gostam de ser fotografados desprevenidos. Na Rússia, dois homens morreram nos Montes Urais ao se fotografarem puxando o pino de uma granada. Seu erro foi o de conferir se a foto tinha saído boa antes de se livrarem da granada. (...)
    Quando se resgatam as câmeras desses infelizes e se visualizam as fotos que eles tiraram no momento fatal, constata‐ se que não eram infelizes – todos morreram sorrindo. Ou, pelo menos, estavam sorrindo um segundo antes de despencarem no abismo ou serem trespassados pelo chifre do búfalo
    .                             Adaptado. Ruy Castro, Folha de S. Paulo 28/09/2015
    Os textos I e II abordam a adoção de novos comportamentos associados ao uso de ferramentas tecnológicas de comunicação e informação: “texting” e “selfie”. A palavra que melhor indica a causa dos acidentes provocados por esses perigosos comportamentos é
    Escolha uma alternativa para a questão 12245b7e-d8
  • Linguagens

    Literatura

    (…) Ela saltou em meio da roda, com os braços na cintura, rebolando as ilhargas e bamboleando a cabeça, ora para a esquerda, ora para a direita, como numa sofreguidão de gozo carnal, num requebrado luxurioso que a punha ofegante; já correndo de barriga empinada; já recuando de braços estendidos, a tremer toda, como se se fosse afundando num prazer grosso que nem azeite, em que se não toma pé e nunca se encontra fundo. Depois, como se voltasse à vida, soltava um gemido prolongado, estalando os dedos no ar e vergando as pernas, descendo, subindo, sem nunca parar com os quadris, e em seguida sapateava, miúdo e cerrado, freneticamente, erguendo e abaixando os braços, que dobrava, ora um, ora outro, sobre a nuca, enquanto a carne lhe fervia toda, fibra por fibra, tirilando. Em torno o entusiasmo tocava ao delírio; um grito de aplausos explodia de vez em quando, rubro e quente como deve ser um grito saído do sangue. E as palmas insistiam, cadentes, certas, num ritmo nervoso, numa persistência de loucura. E, arrastado por ela, pulou à arena o Firmo, ágil, de borracha, a fazer coisas fantásticas com as pernas, a derreter‐se todo, a sumir‐se no chão, a ressurgir inteiro com um pulo, os pés no espaço, batendo os calcanhares, os braços a querer fugirem‐lhe dos ombros, a cabeça a querer saltar‐lhe. E depois, surgiu também a Florinda, e logo o Albino e até, quem diria! o grave e circunspecto Alexandre.
    O chorado arrastava‐os a todos, despoticamente, desesperando aos que não sabiam dançar. Mas, ninguém como a Rita; só ela, só aquele demônio, tinha o mágico segredo daqueles movimentos de cobra amaldiçoada; aqueles requebros que não podiam ser sem o cheiro que a mulata soltava de si e sem aquela voz doce, quebrada, harmoniosa, arrogante, meiga e suplicante.

    (…) AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. Cotia‐SP: Ateliê, 2011.
    A expressão “movimentos de cobra amaldiçoada” ao final do fragmento é uma forma de animalização que
    Escolha uma alternativa para a questão 120ac7c0-d8
  • Linguagens

    Literatura

    (…) Ela saltou em meio da roda, com os braços na cintura, rebolando as ilhargas e bamboleando a cabeça, ora para a esquerda, ora para a direita, como numa sofreguidão de gozo carnal, num requebrado luxurioso que a punha ofegante; já correndo de barriga empinada; já recuando de braços estendidos, a tremer toda, como se se fosse afundando num prazer grosso que nem azeite, em que se não toma pé e nunca se encontra fundo. Depois, como se voltasse à vida, soltava um gemido prolongado, estalando os dedos no ar e vergando as pernas, descendo, subindo, sem nunca parar com os quadris, e em seguida sapateava, miúdo e cerrado, freneticamente, erguendo e abaixando os braços, que dobrava, ora um, ora outro, sobre a nuca, enquanto a carne lhe fervia toda, fibra por fibra, tirilando. Em torno o entusiasmo tocava ao delírio; um grito de aplausos explodia de vez em quando, rubro e quente como deve ser um grito saído do sangue. E as palmas insistiam, cadentes, certas, num ritmo nervoso, numa persistência de loucura. E, arrastado por ela, pulou à arena o Firmo, ágil, de borracha, a fazer coisas fantásticas com as pernas, a derreter‐se todo, a sumir‐se no chão, a ressurgir inteiro com um pulo, os pés no espaço, batendo os calcanhares, os braços a querer fugirem‐lhe dos ombros, a cabeça a querer saltar‐lhe. E depois, surgiu também a Florinda, e logo o Albino e até, quem diria! o grave e circunspecto Alexandre.
    O chorado arrastava‐os a todos, despoticamente, desesperando aos que não sabiam dançar. Mas, ninguém como a Rita; só ela, só aquele demônio, tinha o mágico segredo daqueles movimentos de cobra amaldiçoada; aqueles requebros que não podiam ser sem o cheiro que a mulata soltava de si e sem aquela voz doce, quebrada, harmoniosa, arrogante, meiga e suplicante.

    (…) AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. Cotia‐SP: Ateliê, 2011.
    A apresentação da dança de Rita Baiana mostra que ela
    Escolha uma alternativa para a questão 1207b9a5-d8
  • Linguagens

    Português

    PETROBRAS ANUNCIA PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE ÓLEO DE PEIXE

    A Petrobras vai começar a produzir ainda este mês biodiesel a partir do óleo de peixe. Em nota, a estatal informou que a produção do biodiesel a partir dessa matéria‐prima vai beneficiar inicialmente 300 piscicultores familiares e garantir a compra de 15 toneladas de resíduos e gorduras de peixe, por mês, de piscicultores cearenses. A produção será feita pela Petrobras Biocombustíveis na Usina de Quixadá, no Ceará, a partir do óleo extraído de vísceras de peixe, conhecido como OGR (óleos e gorduras residuais) de peixe. A companhia recebeu, em dezembro, 4,55 toneladas do produto para produção de biodiesel. Segundo informações da estatal, o volume é resultado do primeiro contrato de compra firmado com a Cooperativa dos Produtores do Curupati, em Jaguaribara, região centro‐sul do estado, em 18 de dezembro de 2014. Na ocasião, também foi assinado convênio com a Secretaria da Pesca e Aquicultura do Ceará para assistência técnica aos piscicultores dos açudes do Castanhão e de Orós. [...]

    Disponível em: http://www.jb.com.br/ciencia‐e‐tecnologia/noticias/2015/01/22/petrobras‐anuncia‐producao‐de‐biodiesel‐a‐partir‐de‐oleo‐de‐peixe/. Acesso em: 27. 09.15
    O uso dos adjetivos nas expressões “piscicultores familiares”, “OGR (óleos e gorduras residuais) de peixe” e “assistência técnica”
    Escolha uma alternativa para a questão 11ec4b72-d8
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text/below/and answer following four questions according to it.

    Viagra abuse in teens
    There are several reasons why teenagers may experiment with erectile dysfunction medication. Of course, a common reason why teens may be tempted to take an erectile dysfunction (ED) medication is out of sexual curiosity. Teens may mistakenly think that these medications will increase sexual potency, make them somehow “better” sexually, or make them last longer. Premature ejaculation is common in this age group, and they may be hoping to find a pill to help. However, they do not realize that Viagra will not help them last longer.
    Beyond sexual curiosity, another major reason why some teenagers may think they want Viagra or other erectile dysfunction drugs is that they may have heard a rumor that it can improve their athletic performance. Research has been discussed in The NY Times and NY Daily News about the use of Viagra to relieve constriction of blood vessels in the lungs, improving blood flow, breathing, and athletic endurance.
    Another reason why teens may try Viagra or another erectile medication is to attempt to increase the effect of other drugs or alcohol; despite the fact that this is a very dangerous use of these medications. Sometimes this is also related to sports performance, as someone on steroids may think it will enhance the effect of the steroids, or resolve steroidrelated erectile dysfunction. There have also been reports of teenagers and twentysomethings taking Viagra with alcohol or with Ecstasy (the combination called “Sextasy”), since Ecstasy or alcohol may heighten desire while lessening erectile ability. This dangerous combination could be deadly, and at the very least contributes to a reduction of safer sex practices.
    Teenagers, (or anyone of any age who does not have clinically diagnosed erectile dysfunction and a prescription from a doctor), must stay away from Viagra, Cialis, Levitra, or any other erectile dysfunction medication. They can certainly cause physical side effects like dizziness, headache, chest tightness, vision problems including loss of vision, irregular heartbeat, and more severe issues. Teachers and parents must teach teenagers about drugs — and sex.
    Adaptado de:  <http://sarilocker.com/blog/2009/07/31/viagra-abusein-teens/>
    Acessado em 01 de maio de 2015.
    In the sentence “…as someone on steroids may think it will enhance the effect of the steroids”, enhance is a synonym of
    Escolha uma alternativa para a questão 1a142101-d5
  • Linguagens

    Literatura

    Com Os Sertões, Euclides da Cunha (1866-1909) se consagra, entre os cientistas sociais da sua geração, como um dos maiores intérpretes da realidade brasileira. Sua obra não apenas retrata e interpreta a Guerra de Canudos, ocorrida no Sertão da Bahia, como revela para os brasileiros do litoral o Brasil profundo, um Brasil onde as ideias de “civilização e progresso” ainda caminhavam à margem da sua realidade sócio-econômico-política. Nada obstante essa realidade, como Euclides da Cunha define o sertanejo:
    Escolha uma alternativa para a questão 19f36b4d-d5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2

    Imagem da questão de Português, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2015, Gêneros Textuais

    As histórias em quadrinhos constituem um gênero de texto que, como todos os outros, têm a sua função comunicativa. Analisando a historinha acima, podemos afirmar que:


    1) há um propósito de fazer humor, que está contido no clímax do episódio, quando Mafalda descreve para a professora seu último infortúnio.

    2) a sequência de episódios que antecedem o último problema funciona como um contexto prévio pelo qual se possa reconhecer o último como 'outro desastre'.

    3) as expressões que indicam 'tempo' são, na historinha em análise, fundamentais para se estabelecer o fluxo dos episódios.

    4) no diálogo, a aluna1 usa uma linguagem contundente, meio arrogante, até, que contraria as normas sociais adequadas a situações análogas.


    Estão corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão 19e619ee-d5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

    Imagem da questão de Português, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2015, Interpretação de Textos

    Analise o trecho seguinte: “É recomendável, portanto - a fim de que se possa falar e escrever, principalmente no exercício profissional, com clareza, precisão e efetividade - prestar cuidados para que termos científicos não sejam oficializados com formas ou sentidos inadequados”. Para entender bem esse trecho, é necessário que identifiquemos a que a expressão sublinhada se aplica. Ou seja, é recomendável: 
    Escolha uma alternativa para a questão 19de617e-d5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

    Imagem da questão de Português, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2015, Regência

    Observe como se fez a regência verbal do seguinte trecho: “Pode ser opção mais vantajosa, mais efetiva, escolher usos sobre os quais não pesem questionamentos”. Assinale, em seguida, a alternativa em que esse componente da sintaxe está também corretamente formulado.
    Escolha uma alternativa para a questão 19d64683-d5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

    Imagem da questão de Português, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2015, Coesão e coerência

    Considerado o tema central do Texto 1, pode-se reconhecer como ‘palavras-chave’ as que constam na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 19cd4d60-d5