Pular para o conteúdo

Área do conhecimento

Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 490 de 950

  • Linguagens

    Português

    Para chegar ao soberbo resultado de transformar a banha em fibra, aí vem o futebol.
    Mas por que o futebol?
    Não seria, porventura, melhor exercitar-se a mocidade em jogos nacionais, sem mescla de estrangeirismo, o murro, o cacete, a faca de ponta, por exemplo?
    Não é que me repugne a introdução de coisas exóticas entre nós. Mas gosto de indagar se elas serão assimiláveis ou não.
    No caso afirmativo, seja muito bem-vinda a instituição alheia, fecundemo-la, arranjemos nela um filho híbrido que possa viver cá em casa. De outro modo, resignemo-nos às broncas tradições dos sertanejos e dos matutos. Ora, parece- -me que o futebol não se adapta a estas boas paragens do cangaço. É roupa de empréstimo, que não nos serve.
    Para que um costume intruso possa estabelecer-se definitivamente em um país é necessário, não só que se harmonize com a índole do povo que o vai receber, mas que o lugar a ocupar não esteja tomado por outro mais antigo, de cunho indígena. É preciso, pois, que vá preencher uma lacuna, como diz o chavão.
    O do futebol não preenche coisa nenhuma, pois já temos a muito conhecida bola de palha de milho, que nossos amadores mambembes1 jogam com uma perícia que deixaria o mais experimentado sportman britânico de queixo caído.
    Os campeões brasileiros não teriam feito a figura triste que fizeram em Antuérpia se a bola figurasse nos programas das Olimpíadas e estivessem a disputá-la quatro sujeitos de pulso. Apenas um representante nosso conseguiu ali distinguir-se, no tiro de revólver, o que é pouco lisonjeiro para a vaidade de um país em que se fala tanto. Aqui seria muito mais fácil o indivíduo salientar-se no tiro de espingarda umbiguda, emboscado atrás de um pau.
    Temos esportes em quantidade. Para que metermos o bedelho em coisas estrangeiras?
    O futebol não pega, tenham a certeza. Não vale o argumento de que ele tem ganho terreno nas capitais de importância. Não confundamos.
    As grandes cidades estão no litoral; isto aqui é diferente, é sertão.
    As cidades regurgitam de gente de outras raças ou que pretende ser de outras raças; nós somos mais ou menos botocudos, com laivos de sangue cabinda e galego.
    Nas cidades os viciados elegantes absorvem o ópio, a cocaína, a morfina; por aqui há pessoas que ainda fumam liamba².
    1 mambembe: medíocre, reles, de baixa condição.
    2 liamba: cânhamo, maconha.
    (Linhas tortas, 1971.)
    Na oração “O do futebol não preenche coisa nenhuma” (7o parágrafo) é omitida, por elipse, uma palavra empregada anteriormente:
    Escolha uma alternativa para a questão 44d1b291-3c
  • Linguagens

    Português

    Para chegar ao soberbo resultado de transformar a banha em fibra, aí vem o futebol.
    Mas por que o futebol?
    Não seria, porventura, melhor exercitar-se a mocidade em jogos nacionais, sem mescla de estrangeirismo, o murro, o cacete, a faca de ponta, por exemplo?
    Não é que me repugne a introdução de coisas exóticas entre nós. Mas gosto de indagar se elas serão assimiláveis ou não.
    No caso afirmativo, seja muito bem-vinda a instituição alheia, fecundemo-la, arranjemos nela um filho híbrido que possa viver cá em casa. De outro modo, resignemo-nos às broncas tradições dos sertanejos e dos matutos. Ora, parece- -me que o futebol não se adapta a estas boas paragens do cangaço. É roupa de empréstimo, que não nos serve.
    Para que um costume intruso possa estabelecer-se definitivamente em um país é necessário, não só que se harmonize com a índole do povo que o vai receber, mas que o lugar a ocupar não esteja tomado por outro mais antigo, de cunho indígena. É preciso, pois, que vá preencher uma lacuna, como diz o chavão.
    O do futebol não preenche coisa nenhuma, pois já temos a muito conhecida bola de palha de milho, que nossos amadores mambembes1 jogam com uma perícia que deixaria o mais experimentado sportman britânico de queixo caído.
    Os campeões brasileiros não teriam feito a figura triste que fizeram em Antuérpia se a bola figurasse nos programas das Olimpíadas e estivessem a disputá-la quatro sujeitos de pulso. Apenas um representante nosso conseguiu ali distinguir-se, no tiro de revólver, o que é pouco lisonjeiro para a vaidade de um país em que se fala tanto. Aqui seria muito mais fácil o indivíduo salientar-se no tiro de espingarda umbiguda, emboscado atrás de um pau.
    Temos esportes em quantidade. Para que metermos o bedelho em coisas estrangeiras?
    O futebol não pega, tenham a certeza. Não vale o argumento de que ele tem ganho terreno nas capitais de importância. Não confundamos.
    As grandes cidades estão no litoral; isto aqui é diferente, é sertão.
    As cidades regurgitam de gente de outras raças ou que pretende ser de outras raças; nós somos mais ou menos botocudos, com laivos de sangue cabinda e galego.
    Nas cidades os viciados elegantes absorvem o ópio, a cocaína, a morfina; por aqui há pessoas que ainda fumam liamba².
    1 mambembe: medíocre, reles, de baixa condição.
    2 liamba: cânhamo, maconha.
    (Linhas tortas, 1971.)
    No contexto da crônica, “transformar a banha em fibra” significa converter
    Escolha uma alternativa para a questão 44c955eb-3c
  • Linguagens

    Português

    Protestos a Arminda

        Conheço muitas pastoras
    Que beleza e graça têm,
    Mas é uma só que eu amo
    Só Arminda e mais ninguém.

        Revolvam meu coração
    Procurem meu peito bem,
    Verão estar dentro dele
    Só Arminda e mais ninguém.

        De tantas, quantas belezas
    Os meus ternos olhos veem,
    Nenhuma outra me agrada
    Só Arminda e mais ninguém.

        Estes suspiros que eu solto
    Vão buscar meu doce bem,
    É causa dos meus suspiros
    Só Arminda e mais ninguém.

    Os segredos de meu peito
    Guardá-los nele convém,
    Guardá-los aonde os veja
    Só Arminda e mais ninguém.

        Não cuidem que a mim me importa
    Parecer às outras bem,
    Basta que de mim se agrade
    Só Arminda e mais ninguém.

        Não me alegra, ou me desgosta
    Doutra o mimo, ou o desdém,
    Satisfaz-me e me contenta
    Só Arminda e mais ninguém.

        Cantem os outros pastores
    Outras pastoras também,
    Que eu canto e cantarei sempre
    Só Arminda e mais ninguém.

    (Viola de Lereno, 1980.)
    Assinale a alternativa que indica duas estrofes em que o termo “Arminda” surge como paciente da ação expressa pelo verbo da oração de que faz parte.
    Escolha uma alternativa para a questão 44bdb8f5-3c
  • Linguagens

    Português

    Protestos a Arminda

        Conheço muitas pastoras
    Que beleza e graça têm,
    Mas é uma só que eu amo
    Só Arminda e mais ninguém.

        Revolvam meu coração
    Procurem meu peito bem,
    Verão estar dentro dele
    Só Arminda e mais ninguém.

        De tantas, quantas belezas
    Os meus ternos olhos veem,
    Nenhuma outra me agrada
    Só Arminda e mais ninguém.

        Estes suspiros que eu solto
    Vão buscar meu doce bem,
    É causa dos meus suspiros
    Só Arminda e mais ninguém.

    Os segredos de meu peito
    Guardá-los nele convém,
    Guardá-los aonde os veja
    Só Arminda e mais ninguém.

        Não cuidem que a mim me importa
    Parecer às outras bem,
    Basta que de mim se agrade
    Só Arminda e mais ninguém.

        Não me alegra, ou me desgosta
    Doutra o mimo, ou o desdém,
    Satisfaz-me e me contenta
    Só Arminda e mais ninguém.

        Cantem os outros pastores
    Outras pastoras também,
    Que eu canto e cantarei sempre
    Só Arminda e mais ninguém.

    (Viola de Lereno, 1980.)
    Além de outras características, a presença de dois vocábulos contribui para identificar o aspecto neoclássico desta modinha, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão 44b77b4d-3c
  • Linguagens

    Literatura

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Com base numa ideia central de Lucien Goldmann, o crítico e historiador Alfredo Bosi propõe, para a moderna ficção brasileira, enquadramentos como estes:

    I. romances de tensão mínima: as personagens não se destacam visceralmente da estrutura social e da paisagem que as condicionam. Exemplos, as histórias populistas de Jorge Amado.

    II. romances de tensão crítica: o herói opõe-se e resiste agonicamente às pressões da natureza e da exploração social. Exemplos, os romances de Graciliano Ramos.

    III. romances de tensão transfigurada: o herói procura ultrapassar o conflito que o constitui existencialmente pela transmutação mítica ou metafísica da realidade: Exemplos, Guimarães Rosa e Clarice Lispector.

                             (Apud História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1970) 

    Na literatura de Graciliano Ramos, a luta contra as pressões da natureza e da exploração social ocorre de modo exemplar em

    I. Sagarana, em que a violência do meio e dos homens traz também consigo um voto de esperança na regeneração do espírito, tal como ocorre com os protagonistas.

    II. Caetés, romance em que o autor, retomando a dicção do indianismo romântico, dispõe-se a narrar a saga de uma tribo oprimida.

    III. Vidas secas, romance “em quadros”, como já foi classificado, no qual se relata o esforço de sobrevivência de Fabiano e de sua família.

    Atende ao enunciado o que está APENAS em

    Escolha uma alternativa para a questão 817f1d8d-31
  • Linguagens

    Literatura

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Com base numa ideia central de Lucien Goldmann, o crítico e historiador Alfredo Bosi propõe, para a moderna ficção brasileira, enquadramentos como estes:

    I. romances de tensão mínima: as personagens não se destacam visceralmente da estrutura social e da paisagem que as condicionam. Exemplos, as histórias populistas de Jorge Amado.

    II. romances de tensão crítica: o herói opõe-se e resiste agonicamente às pressões da natureza e da exploração social. Exemplos, os romances de Graciliano Ramos.

    III. romances de tensão transfigurada: o herói procura ultrapassar o conflito que o constitui existencialmente pela transmutação mítica ou metafísica da realidade: Exemplos, Guimarães Rosa e Clarice Lispector.

                             (Apud História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1970) 

    Ao lado de Jorge Amado, outros escritores incumbiram-se de retratar aspectos marcantes da historia e da cultura da região em que nasceram. Entre eles, destaca-se o nome de José Lins do Rego,
    Escolha uma alternativa para a questão 817c537d-31
  • Linguagens

    Literatura

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Retrato do Brasil: ensaio sobre a tristeza brasileira, de Paulo Prado (escritor a quem Mário de Andrade dedicou Macunaíma), é hoje um livro quase esquecido. Quando saiu, porém, alcançou êxito excepcional: quatro edições entre 1928 e 1931. O momento era propício para tentar explicações do Brasil, país que se via a si mesmo como um ponto de interrogação. Terra tropical e mestiça condenada ao atraso ou promessa de um eldorado sul-americano?

                                                  (BOSI, Alfredo. Céu, Inferno. São Paulo: Ática, 1988, p. 137) 

    A razão pela qual o escritor Mário de Andrade dedicou a Paulo Prado seu romance Macunaíma é sugerida no próprio texto, uma vez que nesse romance o autor pretende
    Escolha uma alternativa para a questão 815e4f1c-31
  • Linguagens

    Literatura

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Contraditoriamente, foi o patrocínio da fração mais europeizada da aristocracia rural de São Paulo, aberta às influências internacionais, que permitiu o florescimento das inovações estéticas. O café pesou mais do que as indústrias. Os velhos troncos paulistas, ameaçados em face da burguesia e da imigração, se juntaram aos artistas numa grande “orgia intelectual”, conforme a definição de Mário de Andrade. Segundo ele, “foi da proteção desses salões literários [promovidos pela aristocracia rural] que se alastrou pelo Brasil o espírito destruidor do movimento modernista.”

    (MARQUES, Ivan. Cenas de um modernismo de província. São Paulo: Editora 34, 2011, p. 11)

    Sobre o movimento a que o texto se refere é correto afirmar que, além de ter sido uma manifestação intelectual e artística,
    Escolha uma alternativa para a questão 81586bf9-31
  • Linguagens

    Literatura

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Também no Brasil o século XVIII é momento da maior importância, fase de transição e preparação para a Independência. Demarcada, povoada, defendida, dilatada a terra, o século vai lhe dar prosperidade econômica, organização política e administrativa, ambiente para a vida cultural, terreno fecundo para a semente da liberdade. (...) A literatura produzida nos fins do século XVIII reflete, de modo geral, esse espírito, podendo-se apontar a obra de Tomás Antônio Gonzaga como a sua expressão máxima.

    (COUTINHO, Afrânio. Introdução à Literatura no Brasil. Rio de Janeiro: EDLE, 1972, 7. Ed. p. 127 e p. 138) 

    Considera-se um aspecto importante da poesia arcádica e neoclássica de Tomás Antonio Gonzaga no seguinte segmento crítico:
    Escolha uma alternativa para a questão 81432afb-31
  • Linguagens

    Literatura

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Também no Brasil o século XVIII é momento da maior importância, fase de transição e preparação para a Independência. Demarcada, povoada, defendida, dilatada a terra, o século vai lhe dar prosperidade econômica, organização política e administrativa, ambiente para a vida cultural, terreno fecundo para a semente da liberdade. (...) A literatura produzida nos fins do século XVIII reflete, de modo geral, esse espírito, podendo-se apontar a obra de Tomás Antônio Gonzaga como a sua expressão máxima.

    (COUTINHO, Afrânio. Introdução à Literatura no Brasil. Rio de Janeiro: EDLE, 1972, 7. Ed. p. 127 e p. 138) 

    Manifestações socioculturais do período de que trata o texto assumem grande importância para o crítico Afrânio Coutinho na medida em que
    Escolha uma alternativa para a questão 81403c8f-31
  • Linguagens

    Literatura

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Nos poemas indianistas, o heroísmo dos indígenas em nenhum momento é utilizado como crítica à colonização europeia, da qual a elite era a herdeira. Ao contrário, pela resistência ou pela colaboração, os indígenas do passado colonial, do ponto de vista dos nossos literatos, valorizavam a colonização e deviam servir de inspiração moral à elite brasileira. (...) Já o africano escravizado demorou para aparecer como protagonista na literatura romântica. Na segunda metade do século XIX, Castro Alves, na poesia, e Bernardo Guimarães, na prosa, destacaram em obras suas o tema da escravidão.

    (Adaptado de: NAPOLITANO, Marcos e VILLAÇA, Mariana. História para o ensino médio. São Paulo: Atual Editora, 2013, p. 436-37) 

    Passagens muito representativas da tendência literária da segunda metade do século XIX, referida no texto, encontram-se em obras de Castro Alves e de Bernardo Guimarães, respectivamente
    Escolha uma alternativa para a questão 8134a54e-31
  • Linguagens

    Literatura

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          (...) os mitos e o imaginário fantástico medieval não foram subitamente subtraídos da mentalidade coletiva europeia durante o século XVI. (...) Conforme Laura de Mello e Sousa, “parece lícito considerar que, conhecido o Índico e desmitificado o seu universo fantástico, o Atlântico passará a ocupar papel análogo no imaginário do europeu quatrocentista”.

    (VILARDAGA, José Carlos. Lastros de viagem: expectativas, projeções e descobertas portuguesas no Índico (1498- 1554). São Paulo: Annablume, 2010, p. 197) 

    Se no século XVI a presença de mitos e do imaginário fantástico se fazia notar nas artes e na literatura europeia, como em Os Lusíadas, de Camões, no Brasil isso não ocorria porque
    Escolha uma alternativa para a questão 811f4cd5-31
  • Linguagens

    Literatura

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Personagem frequente dos carros alegóricos, d. Pedro surgia, nos anos 1880, ora como Pedro Banana ou como Pedro Caju, numa alusão à sua falta de participação nos últimos anos do Império. Mas é só com a queda da monarquia que se passa a eleger um rei do Carnaval. Com efeito, o rei Momo é uma invenção recente, datada de 1933. No século XIX ele não era rei, mas um deus grego: zombeteiro, pândego e amante da galhofa. Nos anos 30 vira Rei Momo e logo depois cidadão. Novos tempos, novos termos.

    (SCHWARCZ, Lilian Mortiz. As barbas do Imperador: Dom Pedro II , um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 281) 

    Na Grécia Antiga, o deus que correspondia às características apontadas no texto era Dionísio, em homenagem a quem eram
    Escolha uma alternativa para a questão 811c2277-31
  • Linguagens

    Português

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo. 

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2015, Interpretação de Textos

    O texto acima
    Escolha uma alternativa para a questão 8106a015-31
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, PUC - Campinas 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the author of the main text,
    Escolha uma alternativa para a questão 1dd0cda3-31
  • Linguagens

    Literatura

    Imagem da questão de Literatura, PUC - Campinas 2015, Escolas Literárias

    Por vezes, a literatura pode se pautar por diferentes tempos: há o tempo da história narrada, de sua sequência cronológica, e há o tempo da linguagem que processa essa história. A linguagem experimental do irlandês James Joyce reinterpreta, em pleno século XX, a história mítica de Ulisses. No Brasil, há uma ocorrência similar, se pensamos em Grande sertão: veredas, romance onde Guimarães Rosa articula magistralmente dois planos temporais:
    Escolha uma alternativa para a questão 1d9f3f39-31
  • Linguagens

    Literatura

    Imagem da questão de Literatura, PUC - Campinas 2015, Escolas Literárias

    A evolução dos maquinismos humanos é uma evidência do progresso tecnológico. No Modernismo de 22, há alguma euforia com os avanços da era industrial e da mecanização, tal como se pode observar
    Escolha uma alternativa para a questão 1d9310e5-31
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto 4.

    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2015, Interpretação de Textos

    A frase que melhor sintetiza a ideia central do texto 4 é
    Escolha uma alternativa para a questão 4b912621-30
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto 1.

    TEXTO 1

    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2015, Interpretação de Textos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere as expressões empregadas no texto 1 e preencha os parênteses com V (verdadeiro) e F (falso).

    ( ) Há marcas de posicionamento crítico do autor, como se comprova pelo emprego de “É uma pena” (linha 02).

    ( ) As palavras “Nada” (linha 10), “sem” (linha 11) e “Não” (linha 12) revelam a depreciação do autor a um ponto de vista contrário ao seu.

    ( ) A expressão “matou a cobra” (linha 13) é utilizada pelo autor para fazer alusão às críticas enfrentadas por Santos Dumont na sociedade francesa.

    ( ) A expressão “jeitinho brasileiro” (linha 15) sugere que Santos Dumont abusou da improvisação brasileira para conseguir sucesso.

    ( ) Entre “audácia” (linha 14) e “coragem” (linha 14), há uma relação de implicação.

    O correto preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão 4b7fdf3c-30
  • Linguagens

    Inglês

    India Cheating Scandal: 600 Students Expelled at Bihar Schools

    More than 600 students have been expelled from school in India amid widespread cheating — with some having friends scale the walls of exam centers to pass notes through windows, officials said Friday. The students were among more than 1.4 million high school students taking their 10th grade school finals in the eastern state of Bihar. Many of those caught cheating had smuggled textbooks or scraps of paper to be used for cheating, police and education officials said. Friends, parents and other relatives of the teenagers were seen climbing the sides of some exam centers on Wednesday and Thursday as they tried to reach the windows of the classrooms where the students were taking their exams. They appeared to be trying to pass on cheat sheets with answers written on them. Bihar's education minister, P K Shahi, said the scale of the cheating made it impossible for officials alone to contain and that families should help.

    Disponível em:: <http://www.nbcnews.com/news/world/six-hundred-students-caught-cheating-bihar-india-schools-n327066> . Acesso em: abril de 2015.

    According to the text, choose the alternative which shows the CORRECT sequence of T (true) or F (false).

    I. 600 students quit school.

    II. Families tried to help the students to cheat.

    III. In the education minister’s perspective, it turned out to be ok the families’ help.

    IV. At least 1.4 million students were taking the test.

    V. They took this test because they did not have good grades during the semester.

    Escolha uma alternativa para a questão e22b41c8-30