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Questões de Linguagens do ENEM

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  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 505 de 950

  • Linguagens

    Português

    O prazer e o risco de emprestar um livro 


        “Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos - e os temos aos montes -, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar? A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.

         Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de A visita cruel dotempo foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. [...] (adaptado).


    VENTICINQUE, Danilo. Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/noticia/2014/04/o-prazer-e-o-risco-debemprestar-um-livrob.html>.

    Acesso em: 5 abr. 2014



    Todos os vocábulos e expressões a seguir representam, no texto, relação de temporalidade, MENOS
    Escolha uma alternativa para a questão ef7a3867-ef
  • Linguagens

    Português

    O prazer e o risco de emprestar um livro 


        “Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos - e os temos aos montes -, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar? A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.

         Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de A visita cruel dotempo foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. [...] (adaptado).


    VENTICINQUE, Danilo. Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/noticia/2014/04/o-prazer-e-o-risco-debemprestar-um-livrob.html>.

    Acesso em: 5 abr. 2014



    Qual a única alternativa em que se encontra um sinônimo adequado, conforme o sentido do texto, para “revés”, no último parágrafo?
    Escolha uma alternativa para a questão ef6e2fb5-ef
  • Linguagens

    Português

    O prazer e o risco de emprestar um livro 


        “Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos - e os temos aos montes -, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar? A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.

         Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de A visita cruel dotempo foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. [...] (adaptado).


    VENTICINQUE, Danilo. Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/noticia/2014/04/o-prazer-e-o-risco-debemprestar-um-livrob.html>.

    Acesso em: 5 abr. 2014



    As vírgulas do segundo parágrafo foram propositalmente suprimidas. Assinale a única alternativa correta quanto ao uso das vírgulas.
    Escolha uma alternativa para a questão ef6b3172-ef
  • Linguagens

    Inglês

    A brief survey of the short story part 47: Machado de Assis
    Still neglected by English readers, the Brazilian writer is one of the very greatest of the early modern era

    The Brazilian Joaquim Maria Machado de Assis is, to English-language readers, perhaps the most obscure of world literature’s great short-story writers. Producing work between 1869 and 1908, Machado wrote nine novels and more than 200 hundred stories, more than 60 of the latter appearing after 1880. This date marks the point at which Machado metamorphosed from a writer of romantic trifles into a master of psychological realism, seemingly overnight. The Brazilian poet and critic Augusto Meyer compared the shift to the one between Herman Melville’s earlier works and Moby-Dick.
    The evolutionary leap is unquestionable, although the precise reasons for it are unclear. Indeed, many uncertainties surround the biography of Machado, who was an intensely private person. Perhaps it’s no surprise that such a man should create a body of work that prizes the puzzle above the certainty. Meyer called ambiguity Machado’s most prominent theme and the translators Jake Schmitt and Lorie Ishimatsu agree, seeing it as being “in part the result of his subjective, relativistic world view, in which truth and reality, which are never absolutes, can only be approximated; no character relationships are stable, no issues are clear-cut, and the nature of everything is tenuous.” Machado writes with pleasurable clarity – he worked as a journalist for a time – but the straightforwardness of his stories is a camouflage for less obvious, more troubling cargo.
    (...)
    Machado’s most recent English translator, John Gledson, says the difficulty of translating him is capturing the right balance of distance, understanding and sympathy. Trapdoors to the unexpected open constantly in his work, from the sadism of “The Hidden Cause”, or the bleak violence of “Father versus Mother”, to the subtle play of what Michael Wood terms his “quiet, complicated humour”. Reading him prompts thoughts of so many different writers that he can only be unique. Poe’s chilling shadow falls across “The Hidden Cause” and “The Fortune-Teller”. “The Alienist” glitters with Swiftian satire. Machado’s shrewd, even devious work with the point of view of his narrators positions him alongside Henry James. Numerous stories anticipate the moral ambiguity of Chekhov’s mature work, in particular “A Singular Occurrence”. Machado’s literary mapping of Rio reaches back to the St Petersburg of Gogol and Dostoevsky, and anticipates the Dublin of Joyce. Finally, some of his more obviously strange works (nearly all of it is strange to some degree, which is part of its brilliance) evoke Borges and Kafka. Given all this, it’s little wonder that writer and critic Kevin Jackson would feel confident enough to claim that Machado “invented literary modernity, sui generis”.
    (...)
    At its most pessimistic, as at the conclusion of “Dona Paula”, all pleasure lies in a past that proves impossible to meaningfully access.
    This conception of a hollow, unreal present tied to a genuine but obliterated past finds a binary in Machado’s interest in the duality of the self, and the exploration of characters whose outer and inner personae differ radically. In “The Diplomat” this idea is expressed through the description of a man’s unexpressed passion for a friend’s daughter. In “A Famous Man” a hugely successful composer of polkas is wracked by his inability to compose ‘serious’ music. But it is in an earlier treatment of this theme, 1882’s “The Mirror”, that Machado captures the phenomenon most memorably. Alone in a desolate plantation house, Jacobina, a sub-lieutenant in the National Guard, finds his reflection growing dimmer and less distinct. The only way to bring it back into focus, and thus cling to reality, is to spend a period several hours each day standing before the mirror in his uniform. Jacobina steps out of this strange, haunting story to take his place alongside Chekhov’s Dmitri Gurov and Joyce’s Gabriel Conroy, men whose fatally divided selves leave them trapped in a limbo between their public and private personae. Just as the characters belong together, so do their creators; writing about Machado in 2002 Michael Wood complained, “Everyone who reads him thinks he is a master, but who reads him, and who has heard of him?” Not nearly so many as he deserves.
    Quotations from the stories are translated by John Gledson, Jack Schmitt and Lorie Ishimatsu.
    Source:POWER, Chris,The Guardian, Books Blog, Posted by Chris Power on Friday 1 March 2013 15.28 GMT http://www.theguardian.com/books/booksblog/2013/mar/01/survey-short-story-machado (Adapted) Access November, 2014

    The references to other writers on the text were, for Chris Power,
    Escolha uma alternativa para a questão feb16bb3-e7
  • Linguagens

    Inglês

    A brief survey of the short story part 47: Machado de Assis
    Still neglected by English readers, the Brazilian writer is one of the very greatest of the early modern era

    The Brazilian Joaquim Maria Machado de Assis is, to English-language readers, perhaps the most obscure of world literature’s great short-story writers. Producing work between 1869 and 1908, Machado wrote nine novels and more than 200 hundred stories, more than 60 of the latter appearing after 1880. This date marks the point at which Machado metamorphosed from a writer of romantic trifles into a master of psychological realism, seemingly overnight. The Brazilian poet and critic Augusto Meyer compared the shift to the one between Herman Melville’s earlier works and Moby-Dick.
    The evolutionary leap is unquestionable, although the precise reasons for it are unclear. Indeed, many uncertainties surround the biography of Machado, who was an intensely private person. Perhaps it’s no surprise that such a man should create a body of work that prizes the puzzle above the certainty. Meyer called ambiguity Machado’s most prominent theme and the translators Jake Schmitt and Lorie Ishimatsu agree, seeing it as being “in part the result of his subjective, relativistic world view, in which truth and reality, which are never absolutes, can only be approximated; no character relationships are stable, no issues are clear-cut, and the nature of everything is tenuous.” Machado writes with pleasurable clarity – he worked as a journalist for a time – but the straightforwardness of his stories is a camouflage for less obvious, more troubling cargo.
    (...)
    Machado’s most recent English translator, John Gledson, says the difficulty of translating him is capturing the right balance of distance, understanding and sympathy. Trapdoors to the unexpected open constantly in his work, from the sadism of “The Hidden Cause”, or the bleak violence of “Father versus Mother”, to the subtle play of what Michael Wood terms his “quiet, complicated humour”. Reading him prompts thoughts of so many different writers that he can only be unique. Poe’s chilling shadow falls across “The Hidden Cause” and “The Fortune-Teller”. “The Alienist” glitters with Swiftian satire. Machado’s shrewd, even devious work with the point of view of his narrators positions him alongside Henry James. Numerous stories anticipate the moral ambiguity of Chekhov’s mature work, in particular “A Singular Occurrence”. Machado’s literary mapping of Rio reaches back to the St Petersburg of Gogol and Dostoevsky, and anticipates the Dublin of Joyce. Finally, some of his more obviously strange works (nearly all of it is strange to some degree, which is part of its brilliance) evoke Borges and Kafka. Given all this, it’s little wonder that writer and critic Kevin Jackson would feel confident enough to claim that Machado “invented literary modernity, sui generis”.
    (...)
    At its most pessimistic, as at the conclusion of “Dona Paula”, all pleasure lies in a past that proves impossible to meaningfully access.
    This conception of a hollow, unreal present tied to a genuine but obliterated past finds a binary in Machado’s interest in the duality of the self, and the exploration of characters whose outer and inner personae differ radically. In “The Diplomat” this idea is expressed through the description of a man’s unexpressed passion for a friend’s daughter. In “A Famous Man” a hugely successful composer of polkas is wracked by his inability to compose ‘serious’ music. But it is in an earlier treatment of this theme, 1882’s “The Mirror”, that Machado captures the phenomenon most memorably. Alone in a desolate plantation house, Jacobina, a sub-lieutenant in the National Guard, finds his reflection growing dimmer and less distinct. The only way to bring it back into focus, and thus cling to reality, is to spend a period several hours each day standing before the mirror in his uniform. Jacobina steps out of this strange, haunting story to take his place alongside Chekhov’s Dmitri Gurov and Joyce’s Gabriel Conroy, men whose fatally divided selves leave them trapped in a limbo between their public and private personae. Just as the characters belong together, so do their creators; writing about Machado in 2002 Michael Wood complained, “Everyone who reads him thinks he is a master, but who reads him, and who has heard of him?” Not nearly so many as he deserves.
    Quotations from the stories are translated by John Gledson, Jack Schmitt and Lorie Ishimatsu.
    Source:POWER, Chris,The Guardian, Books Blog, Posted by Chris Power on Friday 1 March 2013 15.28 GMT http://www.theguardian.com/books/booksblog/2013/mar/01/survey-short-story-machado (Adapted) Access November, 2014

    On the post, the phenomenon described as to have been captured most memorably by Machado
    Escolha uma alternativa para a questão feacd1a0-e7
  • Linguagens

    Literatura

    Poema 1

    o bicho alfabeto

    tem vinte e três patas

    ou quase


    por onde ele passa

    nascem palavras

    e frases


    com frases

    se fazem asas

    palavras

    o vento leve


    o bicho alfabeto

    passa

    fica o que não se escreve


    Poema 2

    operação de vista

    De uma noite, vim.

    Para uma noite, vamos,

    uma rosa de Guimarães

    nos ramos de Graciliano.


    Finnegans Wake à direita

    un coup de dés à esquerda

    que coisa pode ser feita

    que não seja pura perda?


    Poema 3

    Um bom poema

    leva anos cinco jogando bola,

    mais cinco estudando sânscrito,

    seis carregando pedra,

    nove namorando a vizinha,

    sete levando porrada,

    quatro andando sozinho,

    três mudando de cidade,

    dez trocando de assunto,

    uma eternidade, eu e você,

    caminhando junto

    Os três poemas de Paulo Leminski reproduzidos acima apresentam um forte conteúdo:
    Escolha uma alternativa para a questão fe5be75f-e7
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre Tropicália, de Marcelo Machado, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão fe54adb3-e7
  • Linguagens

    Literatura

    Assinale a opção que apresenta corretamente a análise crítica de Capitães da areia, de Jorge Amado.
    Escolha uma alternativa para a questão fe50c30a-e7
  • Linguagens

    Português

    O stress hídrico virou pauta de diferentes fóruns sociais e, nesse momento, aflige de forma inédita a população do Sudeste brasileiro.
    Os dados apresentados nos gráficos da ANA (Agência Nacional das Águas) retratam a distribuição da água no mundo e o consumo brasileiro. Com base na análise dos dados, conclui-se que

    Imagem da questão de Português, Faculdade Cásper Líbero 2014, Interpretação de Textos


    Escolha uma alternativa para a questão fe46db8f-e7
  • Linguagens

    Português

    “Desde quando seus antepassados foram trazidos da África, o menino negro sabe quem manda e quem obedece. O tronco e a chibata no lombo de seus antepassados surraram também sua memória e lhe ensinaram as lições que sobrevivem 125 anos depois da liberdade sem conteúdo da Lei Áurea. Esse menino descende de homens livres há mais de um século. Mas a chibata ficou lá dentro da alma, ferindo, dobrando, humilhando, criando desconfiança, ensinando artimanhas de quilombo para sobreviver.” (José de Souza Martins. Estadão).
    Segundo o texto do sociólogo José de Souza Martins, o processo social após a abolição da escravatura no Brasil
    Escolha uma alternativa para a questão fe3ffd1d-e7
  • Linguagens

    Português

    No brilhante artigo “Dos canibais”, Montaigne demonstra ter compreendido bem o significado do canibalismo tupinambá, que horrorizava os europeus: os inimigos aprisionados são honrados como grandes guerreiros ao serem mortos e devorados, transmitindo sua coragem aos vencedores. Sorrateiramente, compara a prática com as guerras civis que estavam ocorrendo entre huguenotes e católicos franceses, e seus horrendos métodos para obter informações, castigar ou simplesmente torturar os inimigos mútuos – todos franceses. (Mércio Pereira Gomes. Adaptado).
    No artigo, o escritor francês faz alusão ao comportamento cultural que, posteriormente, seria classificado pela antropologia como
    Escolha uma alternativa para a questão fe3c871c-e7
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Desiguais até na crise
    O abismo entre ricos e pobres continua a crescer, aponta estudo
    Em um mundo angustiado pela crise econômica, aprendemos que de março de 2009 a março de 2014, exatamente o período considerado mais crítico, depois da bancarrota do Lehman Brothers, o número de bilionários do planeta dobrou: eram 793 no começo do furacão e agora somam 1.645. Os 85 mais ricos entre eles, no mesmo período, incrementaram seus capitais em 668 milhões de dólares a cada dia e sua renda equivale àquela de metade da população mundial, 3,5 bilhões de outros seres humanos. Os dados constam, entre outras “pérolas”, do recente estudo sobre a desigualdade no mundo, publicado pela Oxfam, rede internacional de 19 ONGs que combatem a pobreza. Na sequência da divulgação do relatório, originalmente chamado Even it up: time to end extreme inequality (“Equilibrando o jogo: é hora de acabar com a desigualdade extrema”, em tradução livre) foi lançada a campanha mundial de sensibilização “Equilibre o jogo”.
    Crise é um termo utilizado no mundo inteiro para descrever situações diferentes, mas com um denominador comum, a desaceleração do crescimento das economias, que em média superava os 4% anuais na década passada e hoje sofre para chegar perto dos 3,5%. Para resolver os problemas provocados por esse recuo e retomar o ritmo anterior, os defensores do atual sistema econômico-financeiro indicam caminho único, a ampliação do espaço da iniciativa privada em detrimento do setor público, com corolário de cortes nos gastos sociais e intensificação da produtividade no trabalho. Em outras palavras, salários mais baixos para criar produtos mais baratos. Essa receita, baseada numa visão brutalmente quantitativa do bem-estar da humanidade e sem nenhuma atenção à equilibrada convivência social, é rotundamente recusada pela Oxfam. Com riqueza de informações e análises, a desigualdade é descrita sob diversos aspectos, e o estudo chega à conclusão de que essa praga contemporânea não só é contrária a uma ética humanista, mas também a causa fundamental da crise econômica em curso. O primeiro mito que o relatório se encarrega de derrubar é aquele que considera natural a desigualdade entre os seres humanos. Melhor se concentrar na redução da pobreza, afirmaram os liberais a partir da Revolução Industrial, pois a compaixão é a única maneira de mitigar a lei natural que inevitavelmente produz as diferenças. Mas a desigualdade excessiva tem comprometido o combate à pobreza, apesar dos bons resultados conseguidos nesse campo até o início dos anos 80 do século passado. O abismo entre ricos e pobres nas últimas três décadas, demonstra a pesquisa, tem clara correlação com a baixa mobilidade social. Em outros termos, nos países em que o fenômeno é mais acentuado, quem nasce rico fica rico, quem nasce pobre não tem outra alternativa além de permanecer pobre. A esperança de uma vida melhor, na evolução entre pais e filhos, é banida do horizonte de bilhões de seres humanos. Com raras exceções, a desigualdade tem aumentado em todos os países do mundo. Caso particularmente emblemático, a Oxfam calcula que até na África do Sul a desigualdade é hoje maior do que no período do Apartheid. Com base em dados de 2013, 7 de cada 10 habitantes do mundo vivem em países em que a desigualdade econômica é maior do que há 30 anos.
    O enriquecimento desmedido de um número restrito de indivíduos, a depender dos países, encolheu ou limitou o crescimento da classe média, comprometendo a sua capacidade de gasto e, em última análise, o motor do crescimento mundial. Desde 1990, a participação do trabalho na composição do PIB mundial é constantemente decrescente. O ataque ao valor e à dignidade do trabalho é particularmente acentuado nos países mais pobres, mas também ocorre nas nações ricas. Por consequência, o PIB mundial é composto por uma porcentagem crescente do capital, que se autoalimenta cada vez mais da especulação financeira. As 150 páginas da pesquisa, com amplíssima bibliografia, demonstram que a desigualdade extrema também está associada à violência. A América Latina, a região mais desigual do mundo do ponto de vista econômico, reúne 41 das cidades mais violentas do planeta e registrou 1 milhão de assassinatos entre 2000 e 2010. Países desiguais são lugares perigosos para viver, e a insegurança afeta tanto ricos quanto pobres. (...) (Claudio Bernabucci, Carta Capital n. 825, ano XX, 12 de novembro de 2014, p. 46-47).  
    Segundo o texto, para os que defendem o atual sistema econômico-financeiro, a única saída aponta para
    Escolha uma alternativa para a questão fe149a56-e7
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 3 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Consider the statements given and mark the correct option, according to their grammar features:


    I. In the sentence “President Lula took part in a ceremony that focused firmly on the future” the relative pronoun that can be replaced by which without changing the meaning of the sentence.

    II. In the sentence “We have a chip, we have a level that can be used on frontier control, we can guarantee citizenship, and it can guarantee transactions in the virtual world” the modal verb can indicates an ability.

    III. The word currently in the sentence “Currently, Brazilians have to deal with a confusing array of identity numbers” can be substituted by the word nowadays without changing the meaning of the sentence.
    Escolha uma alternativa para a questão e2cddab0-e6
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    Figura 2 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    Figura 3 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    All these sentences represent an action that is still in progress, EXCEPT:
    Escolha uma alternativa para a questão e2c1e27a-e6
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 3 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Consider the sentences given and mark the correct option, according to the text:


    I. Children educators firstly noticed how text-tospeech softwares could benefit English Learners;

    II. The introduction of personal computers in our society is considered a landmark for the use of technology in education;

    III. Virtual teacher-student communication is not effective since it relies on the use of the Internet.
    Escolha uma alternativa para a questão e2bd4928-e6
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 3 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    According to the text, it's correct to say that:
    Escolha uma alternativa para a questão e2b2d676-e6
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Gêneros Textuais
    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Gêneros Textuais
    Quanto às características do texto, não é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão e2a7a64a-e6
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 3 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Observe the excerpt from Text 01 that follows. Mark the correct alternative about the use of “where”.

    Excerpt 02: “One death was reported in São Paulo state, where a young man was run over by a SUV at an intersection during a demonstration, state police said.”
    Escolha uma alternativa para a questão 4d88c4a4-e6
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 3 de 3 da questão de Inglês, IF-BA 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    An answer by the government to the people on the streets mentioned in Text 01 could be
    Escolha uma alternativa para a questão 4d80b1a1-e6