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Questões de Linguagens do ENEM

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  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 666 de 950

  • Linguagens

    Literatura

    A respeito de Liras de Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga, analise as afirmativas a seguir:


    1. A publicação das liras em Minas Gerais inspirou o anseio de liberdade política, tendo colaborado para a deflagração da Inconfidência Mineira.

    2. A voz poética de todas as liras é a do pastor Dirceu, que foge do amor por Marília até ser vencido pelo deus do amor, Cupido.

    3. Os versos metrificados, especialmente os de 5 e 7 sílabas, dão às liras um ritmo frequente na tradição da poesia de língua portuguesa.

    4. As características árcades das liras se apresentam sobretudo no referencial bucólico presente nos poemas, reconhecível no mundo pastoril ali retratado.



    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 8ccb708b-0e
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.


    O santo bateu

    Minha mãe é fã de Lana Del Rey* aos 56 anos. Essa é uma feliz exceção. Em geral nós perdemos a capacidade de gostar de música nova por volta dos 30. Um experimento publicado em 2022 analisou as preferências de 1064 pessoas entre 18 e 84 anos e descobriu que as canções favoritas de cada uma, em média, saíram quando elas tinham 17. A maior parte de nós gosta dos hits da nossa infância, ama os da juventude e odeia (ou só ignora) boa parte do que é lançado depois. É o famoso “no meu tempo que era bom”.

    Vaiano, B. O Santo bateu, Superinteressante, ed. 464, junho 2024

    . *Lana Del Rey, cantora performática, compositora, modelo e poetisa norte-americana, nascida em 1985.



    Considere as seguintes sequências extraídas do texto:

    1. Essa é uma feliz exceção.
    2. Em geral nós perdemos a capacidade de gostar de música por volta dos 30.
    3. A maior parte de nós gosta dos hits de infância.
    4. É o famoso “no meu tempo que era bom”.


    Apresenta(m) marca expressiva da subjetividade do autor:
    Escolha uma alternativa para a questão 8cbb7627-0e
  • Linguagens

    Português

    Sobre os gêneros textuais, é correto afirmar que 
    Escolha uma alternativa para a questão a9218f3c-04
  • Linguagens

    Inglês

    T E X T


    The word ‘viral’ has lost its meaning



          The nature of virality has shifted radically over the past decade as the internet has fractured into uncounted disparate algorithms, platforms, and niche communities. The volume of content being churned out every day has skyrocketed, the life cycle of each piece of media has grown shorter and social media platforms continue to inflate public metrics, devaluing previously impressive online stats.


            All of these factors have rendered the term “viral” nearly meaningless, say experts, and have led to a condition we’ll call “viralflation.” The term speaks to the diminished meaning of virality. If everything is labeled viral, then is nothing viral?


           “Back in the day, 1 million views was the thing,” said Marcus Stringer, a partner manager at Social Blade, a social media analytics platform. “That meant you’d gone viral, and you’d get picked up by news agencies around the world. Now, tens of millions of views is the norm for top YouTube channels. Soon, 20 million views will eventually become the norm.”


          “Because the concept of virality has been so watered down, truly viral pieces of content must reach hundreds of millions of people at a scale that’s increasingly unattainable for anyone but MrBeast,” said Lara Cohen, vice president of partners and business development at Linktree, a platform that allows creators to aggregate links to their social media profiles on one page. MrBeast is the internet name of Jimmy Donaldson, YouTube’s most watched creator.


            A decade and a half ago, there was a clear delineation between viral content and the vast majority of media that users would encounter every day. The internet was smaller, and most sharing was manual (people emailing and messaging links to each other) or via early internet aggregators such as sites like Digg and StumbleUpon.


             Viral content emerged slowly, so the life span of a viral video was long. Some content remained viral for up to a year, worming its way through the internet as it gained traction. When social media platforms began to switch to algorithmic feeds optimized for engagement in the mid 2010s, the viral content cycle accelerated, experts said. Brands began recognizing the power of virality and started to attempt to manufacture it. Content creators joined engagement groups where they’d reshare each other’s content in attempts to force virality.


           Platforms themselves also began to realize the power of virality and sought to generate it, or at least generate the appearance of it. This was the beginning of the era of viralflation. Facebook helped lower the industry-wide threshold for what counted as a video view, and began inflating view counts on various Facebook videos in an effort to make them appear more viral than they were.


          Then TikTok broke into the mainstream in 2020, lowering the bar even further for what counted as a “view.” While a view on Facebook counts after three seconds of watch time, a view on TikTok is simply an impression, meaning the video was served to a user for at least a fraction of a second on screen. According to the company, TikTok also counts each loop of the video as a view, allowing videos to rake in massive view counts.


           “The speed at which we cycle through trends and sort of moments of virality on the internet is faster now largely because of TikTok,” Cohen said. This has created an arms race among tech platforms to see which could inflate metrics the most. There’s been an incentive to have these numbers look bigger because they look better to advertisers, so there’s a financial incentive to cause this viral inflation.


           A new class of content creators also has raised the bar for what’s considered viral. “When MrBeast started to explode, things really started to change in the landscape,” Stringer said. “People didn’t consider [earlier metrics of virality] viral anymore, because he’s getting multi millions of views per video.”


         Coco Mocoe, a trend forecaster in Los Angeles, said that along with these shifts, users are also consuming a higher total amount of content online per day, especially members of Generation Z, those born between 1998 and 2012. They are more likely to consume all forms of media through the internet and social platforms, rather than via newspapers or TV. And, much of that content is short form and less than 60 seconds long. “The main reason there are bigger numbers now is because people are consuming so much more content in a given sitting,” she added.


         This has made virality more ephemeral. “There’s not that same… permanence,” Mocoe said. “If you’re watching 50 videos with 1 million views, you’re less likely to remember one as opposed to a decade ago, when you might only watch five videos a day, and just one would have 1 million views.” For the average consumer, viralflation has made it increasingly difficult to tell what is and isn’t actually viral. Because we no longer have any shared sense of virality, it makes it easier for people who don’t understand the mechanics of the internet to fall for fake viral trends.


    Adapted from: https://www.washingtonpost.com/ 2024/03/09/

          

    A financial aspect that is behind "viral inflation" is the fact that viral content
    Escolha uma alternativa para a questão c878cefb-03
  • Linguagens

    Português

    Como dois e dois são quatro

    Sei que a vida vale a pena

    Embora o pão seja caro

    E a liberdade pequena


    Como teus olhos são claros

    E a tua pele, morena

    Como é azul o oceano

    E a lagoa, serena


    Como um tempo de alegria

    Por trás do terror me acena

    E a noite carrega o dia

    No seu colo de açucena


    Sei que dois e dois são quatro

    sei que a vida vale a pena

    mesmo que o pão seja caro

    e a liberdade pequena


    GULLAR, F. Dentro da noite veloz. Rio de Janeiro:

    Civilização Brasileira, 1975.



    Em diálogo com importante fato da história política brasileira, o poema de Ferreira Gullar instaura tensivamente um olhar
    Escolha uma alternativa para a questão 07c18bf3-d9
  • Linguagens

    Português

         Aplicativos de rastreamento ajudam os pais a manter o controle — mas até onde eles podem ir sem afetar a tranquilidade das famílias? Uma mãe estava ansiosa por saber se o seu filho havia retornado com segurança ao apartamento dele no Texas, nos Estados Unidos, depois de uma recente visita à família. Mas, em vez de esperar que ele ligasse ou enviasse uma mensagem de texto, a mãe — que mora em Baltimore, também nos EUA — estava cuidando das suas tarefas diárias enquanto aguardava um som tranquilizador — um plim — no seu telefone. Isso porque, como 32 milhões de outras pessoas em todo o mundo, Spector e toda a sua família têm o aplicativo instalado nos seus telefones.

          O aplicativo controla permanentemente o paradeiro dos seus três filhos, informando a ela quando eles estão em trânsito, quando estão em segurança em casa, se estão em algum lugar onde não deveriam estar e enviando uma série de outras informações. “Se eles chegam à escola, o celular faz plim. Se eles chegam em casa, plim”, conta Spector, que é advogada de patentes. “É apenas uma forma de a família saber onde todos estão.”.


    Disponível em: www.bbc.com. Acesso em: 24 nov. 2021 (adaptado).


    Nesse texto, o aplicativo que permite o rastreamento dos usuários reflete condições sociais e configurações de família definidas pela
    Escolha uma alternativa para a questão 07bc6c60-d9
  • Linguagens

    Português

    33ª poética


    estou farta da materialidade embrulhada do signo
    da metalinguagem narcísica dos poetas
    do texto de espelho em punho revirando os óculos
    modernos


    estou farta dessa falta enxuta
    dessa ausência de objetos rotundos e contundentes
    do conluio entre cifras e cifrantes
    da feminil hora quieta da palavra
    da lista (política raquítica sifilítica) de supersignos
    cabais: “duro ofício”, “espaço em branco”, “vocábulo delirante”,
    “traço infinito”
    quero antes
    a página atravancada de abajures
    o zoológico inteiro caindo pelas tabelas
    a sedução os maxilares
    o plágio atroz
    ratas devorando ninhadas úmidas
    multidões mostrando as dentinas
    multidões desejantes
    diluvianas
    bandos ilícitos fartos excessivos pesados e
    bastardos
    a pecar e por cima
    os cortinados do pudor
    vedando tudo
    com goma
    de mascar

    CESAR, A. C. Poética. São Paulo: Cia. das Letras, 2008.



    Recorrendo à intertextualidade e à metalinguagem, esse poema expande os referentes da poética de Manuel Bandeira ao

    Escolha uma alternativa para a questão 07b72160-d9
  • Linguagens

    Português

        A partir de 1980, as academias de ginástica, com as suas diferentes modalidades de exercícios e a visão da aptidão física, passam a ser amplamente divulgadas no Brasil como essenciais à saúde, numa perspectiva médica, individual e de consumo, sem se questionar a relação dominante entre elas. Entretanto, essa análise carece de um olhar ampliado. O modelo de valorização da atividade física como fator de promoção da saúde (em sua perspectiva do controle de riscos), provocando o melhor ajuste do ser humano à sociedade capitalista por meio de uma boa aptidão física, é limitado. As reflexões em busca das práticas do movimento humano voltadas à saúde, em sentido complexo e multidimensional, tal como exigem os desafios contemporâneos, precisam considerar a natureza abrangente de relações entre a educação, o trabalho, o lazer e as práticas corporais, voltados para a melhoria das condições de vida para a saúde da população em sua totalidade.


    NOGUEIRA, J. A. D. ; BOSI, M. L. M. Saúde Coletiva e
    Educação Física: distanciamentos e interfaces.
    Ciência & Saúde Coletiva, v. 22, 2017 (adaptado).


    Na sociedade atual, a relação entre o exercício físico e a saúde resulta no(a)
    Escolha uma alternativa para a questão 078f1775-d9
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I


    Capítulo 4, versículo 3


    Minha palavra vale um tiro, eu tenho muita munição

    Na queda ou na ascensão, minha atitude vai além

    E tem disposição pro mal e pro bem

    Talvez eu seja um sádico ou um anjo, um mágico

    Ou juiz, ou réu, o bandido do céu

    Malandro ou otário, quase sanguinário

    Franco atirador se for necessário

    Revolucionário, insano, ou marginal

    Antigo e moderno, imortal

    Fronteira do céu com o inferno

    Astral imprevisível, como um ataque cardíaco do verso.


    RACIONAIS MCs. Sobrevivendo ao inferno.
    São Paulo: Cosa Nostra, 1997 (fragmento).


    TEXTO II

    Pode-se dizer que as várias experiências narradas nos discos do Racionais tratam no fundo de um só tema: a violência que estrutura a nossa sociedade. O grupo canta a violência que estrutura as relações entre os familiares, os amigos, o homem e a mulher, o traficante e o viciado. Canta a violência do crime. A violência causada por inveja ou por vaidade. Também canta que a relação entre as classes sociais é sempre violenta: o racismo, a miséria, os baixos salários, a concentração de renda, a esmola, a publicidade, o alcoolismo, o jornalismo, o poder policial, a justiça, o sistema penitenciário, o governo existem por meio da violência.

    GARCIA, W. Ouvindo Racionais MCs. Teresa: revista de literatura brasileira, n. 5, 2004 (adaptado).


    Na letra da canção, a tematização da violência mencionada no Texto II manifesta-se

    Escolha uma alternativa para a questão 5dae1aaf-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance A Falência, de Júlia Lopes de Almeida, a seguir.

    – O livro?
    – Está aqui.
    – Já leu?
    – Já. Trata-se de um amor um pouco parecido com o nosso.
    – Então não leio. Sei que está cheio de injustiças e de mentiras perversas. Os senhores romancistas não perdoam às mulheres; fazem-nas responsáveis por tudo – como se não pagássemos caro a felicidade que fruímos! Nesses livros tenho sempre medo do fim; revolto-me contra os castigos que eles infligem às nossas culpas, e desespero-me por não poder gritar-lhes: hipócritas! hipócritas! Leve o seu livro; não me torne a trazer desses romances. Basta-me o nosso para eu ter medo do fim.
    – Não tenha remorsos; o nosso não acabará!
    – Remorsos... remorsos de quê? Pensa, Gervásio, que, desde o primeiro ano de casado, o meu marido não me traiu também? Qual é a mulher, por mais estúpida, ou mais indiferente, que não adivinhe, que não sinta o adultério do marido no próprio dia em que ele é cometido? Há sempre um vestígio da outra, que se mostra em um gesto, em um perfume, em uma palavra, em um carinho...

    (ALMEIDA, J. L. A Falência. São Paulo: Via Leitura, 2018. p.31-32.)

    Com base nesse trecho e na leitura integral desse romance, assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão af498f9c-16
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o poema, de Carlos Drummond de Andrade, a seguir.

    A rua diferente

    Na minha rua estão cortando árvores
    botando trilhos
    construindo casas.

    Minha rua acordou mudada.
    Os vizinhos não se conformam.
    Eles não sabem que a vida
    tem dessas exigências brutas.

    Só minha filha goza o espetáculo
    e se diverte com os andaimes,
    a luz da solda autógena
    e o cimento escorrendo nas formas.

    (ANDRADE, C. D. Nova reunião. v.1. Rio de Janeiro: José Olympio, 1983. p.12.)

    Com base nesse poema e nos conhecimentos sobre literatura, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão af471680-16
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão.

    Aquela narrativa-padrão segundo a qual não houve tensões e conflitos em nossa formação linguística, que dizia que o português se instalou no Brasil e foi apenas “influenciado” pelas línguas dos povos originários e escravizados (ou, como ouvi na escola, de índios e escravos), já se provou inadequada para descrever o tamanho do impacto que tiveram na trajetória do nosso país as línguas que existiam aqui quando se deu o desembarque dos marinheiros da esquadra de Cabral.

    A mesma coisa, você já deve estar imaginando, se aplica ao estudo das alterações geradas em nosso idioma pela presença dos africanos escravizados desde os primeiros momentos da colonização real do território, e de modo bem mais acentuado a partir do estabelecimento de ciclos econômicos como o do açúcar e o do café, que dependiam da exploração cada vez mais intensiva de números crescentes de escravizados. Não é à toa que, descontada a fortuna singular do nheengatu, cujo destino ia se desenrolando numa área que estava (e, em certa medida, ainda está) “isolada” do Brasil litorâneo e mais densamente povoado, o fim do período de ouro da língua geral paulista coincida com o início desse novo modelo econômico.

    Num movimento que partia fundamentalmente do Nordeste açucareiro (onde as línguas gerais nunca tiveram a mesma prevalência), o Brasil de brancos e indígenas seria substituído por um Brasil cada vez mais negro. E de maneira curiosa, e até irônica, como veremos, quando se pensa nas tentativas conscientes de embranquecer a população brasileira a partir de meados do século XIX, a fim de garantir a manutenção de um modelo europeu, talvez o fator determinante para a vitória do português em terras brasileiras tenha sido a dispersão dessa mão de obra negra por seu território. [...]

    Uma alteração importante nesse nosso ponto de vista é a noção de que alguns escravizados podem já ter chegado ao Brasil com graus variados de conhecimento da língua portuguesa. Primeiro, porque a presença do idioma em Angola ia se estabelecendo como uma realidade. Segundo, pelo fato de que as pessoas capturadas em regiões no interior com frequência acabavam passando longos períodos presas nos entrepostos do litoral. Nessas feitorias, onde havia africanos lusitanizados e portugueses, é possível que a língua estivesse se instalando como instrumento de contato entre falantes de idiomas diferentes. Antes de aportarem no Rio de Janeiro ou em Salvador, essas pessoas faziam viagens transatlânticas que, a depender dos pontos de partida e de chegada, podiam se estender por cerca de três meses, de novo num ambiente multilíngue cuja única constante era o português.

    (GALINDO, C. W. Latim em pó: um passeio pela formação do nosso português. São Paulo: Companhia das Letras, 2022. p.164- 165;172.) 
    Em relação à formação das palavras usadas no texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão af3d00bd-16
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2023, Interpretação de Textos

        Figura 2 de 2 da questão de Português, CEDERJ 2023, Interpretação de Textos



    Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergiorodrigues/2023/04/abaixo-a-norma-curta-doportugues.shtml. Acesso em: 06 abr. 2023. Adaptado.

    "Norma curta" é o excelente nome que o linguista Carlos Alberto Faraco dá a certo conjunto dogmático de regrinhas gramatiqueiras, vetos arbitrários, apego acrítico à variedade lusitana da língua e pegadinhas em geral (Linhas 1-6). Nesse trecho inicial do artigo, o tom de reprovação quanto à expressão “norma curta” pode ser percebido
    Escolha uma alternativa para a questão 91a92dbd-df
  • Linguagens

    Inglês

    TEXTO:

    The Real Reason Ross Dress For Less Clothing Is So Cheap

    Figura 1 de 3 da questão de Inglês, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de texto | Reading comprehension

    BY AGNES ERICKSON/UPDATED: MAY 4, 2022 10:24 AM EST 


    Figura 2 de 3 da questão de Inglês, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 3 de 3 da questão de Inglês, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Diponível em: <https://www.thelist.com/101460/luxury-brands-arentworth-money/>. Acesso em: 10 dez. 2022.
    According to the text, you can affirm about Ross that
    Escolha uma alternativa para a questão bcbcd94e-c4
  • Linguagens

    Português

    Texto A 

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos


    FILHO, Adonias. Um avô muito velho. O largo da Palma. Disponível em: </Users/marci/Downloads/document.onl_o-largo-da-palmaadonias-filho-pdf p. 52>. Acesso em: 13 dez. 2022.


    Texto B

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos


    FONSECA, Aleilton. O avô e o rio. Desterro dos Mortos. Bahia, Itabuna: Via Litterarum, 2012, p. 20.
    Considerando-se os fragmentos no contexto global das obras O Largo da Palma e O desterro dos mortos, são afirmações procedentes sobre elas


    I. Escritos por autores baianos, os fragmentos constituem narrações com diferentes pontos de vista narrativos. O texto A apresenta um narrador onisciente, enquanto o B, uma personagem narradora.

    II. O texto A é considerado novela, por apresentar, em sua totalidade, um maior número de personagens em relação ao Texto B, classificado como conto.

    III. A temática narrativa dos fragmentos gira em torno da velhice e da morte, ambas situações imperativas da própria vida. No Texto A, a presença da morte dá-se de maneira sucessiva, algo premonitório na vida da personagem, tanto quanto na narrativa do Texto B.

    IV. As personagens do Texto A atuam em um universo múltiplo tanto de tempo quanto de espaço, diferentemente do Texto B, em que elas agem em um espaço e tempo definidos.

    V. Por meio de seus personagens avôs, a velhice apresentase como uma precursora da morte física iminente, fato que se concretiza nas duas narrativas.


    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão bcb7c3d2-c4
  • Linguagens

    Português

    Texto A  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Pontuação

    CUNHA, Helena Parente. OUTRA. Disponível em: <https://pdfcoffee.com/alem-de-estar-helena-parente-cunha-poemas-pdf-free.html>. Acesso em: 13 dez. 2022. 


    Texto B

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Pontuação

    MEIRELES, Cecília. Mar Absoluto. In: Obra Poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar,1987, p.272. 
    Em relação aos recursos linguísticos e de estilo dos poemas, está correta a análise que se faz dos versos em
    Escolha uma alternativa para a questão bcb0244d-c4
  • Linguagens

    Português

    Texto A  

    Figura 1 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos

    CUNHA, Helena Parente. OUTRA. Disponível em: <https://pdfcoffee.com/alem-de-estar-helena-parente-cunha-poemas-pdf-free.html>. Acesso em: 13 dez. 2022. 


    Texto B

    Figura 2 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos

    MEIRELES, Cecília. Mar Absoluto. In: Obra Poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar,1987, p.272. 
    Figura 3 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos


    PICASSO, Pablo. Mulher no Espelho. Disponível em: <https://www.ggoogle.com/search?q=quadro+de+picasso+mulher+no+espelho&sxsrf>. Acesso em: 13 dez. 2022.


    Picasso foi pintor, escultor e desenhista espanhol, um dos principais artistas plásticos do século XX. Fundador do cubismo, ele rompeu com a estética da perfeição nas obras de arte, sendo, portanto, conhecido como o pintor da geometria.

    A sua obra “A Mulher no Espelho” mantém com os poemas anteriores um diálogo. Embora se apresente em arte visual, é inegável a presença de alguns aspectos contidos na sua construção que reiteram alguns versos dos poemas de Helena Parente e Cecília Meireles.


    Marque V ou F, conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmativas acerca das três criações artísticas.


    ( ) Na obra de Picasso, observa-se um antagonismo da figura feminina: a imagem refletida apresenta-se distorcida da real, reiterando a mesma percepção de Cecília sobre si mesmo.

    ( ) Em “A mulher no Espelho”, de Picasso, nota-se que a face da mulher real apresenta-se bipartida em duas configurações dissociadas, uma fria e outra saudável, da mesma maneira que os versos de Helena, dentro do contexto do poema, “ontem/ eu era outra/ quando vim aqui”(v. 1-3) e” outra paisagem/ embora sempre/ o seu aqui” (v. 4-6).

    ( ) A imagem refletida no espelho transmite a sensação de frustração e tristeza, ao apresentar-se coberta de tons mais escuros e meio escondida, identificando-se com os versos de Cecília “Que mal faz, esta cor fingida/ do meu cabelo, e do meu rosto,/ se tudo é tinta: o mundo, a vida, /o contentamento, o desgosto?” (v. 9-12).

    ( ) O braço, entrelaçando a imagem do espelho deformada, permite inferir que a imagem real acolhe a imagem destorcida como também sua, assim como os versos do poema Outra, de Helena “, outra somos eu/ a cada onda / noutros meus pés (v. 16-18)

    ( ) A imagem dos corpos mostram uma disparidade visual entre a real e a refletida no espelho, insinuando diferentes leituras, e com idêntica interpretação dos versos de Helena, “outra paisagem/embora sempre/o seu aqui” (v. 4-6).  


    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão bcada379-c4
  • Linguagens

    Português

    TEXTO: 

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Morfologia

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Morfologia


    RIOS NETO, Antônio Sales. Impasses civilizacionais. Disponível em: <https://aterraeredonda.com.br/impasses-civilizacionais>. Acesso em: 8 dez. 2022. Adaptado.
    Marque V ou F, conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmativas sobre os recursos linguísticos usados no texto.


    ( ) Em “Parece não haver mais dúvidas” (l. 1) e em “cerca de seis milhões de crianças menores de cinco anos e mais outros três milhões” (l. 9-11), o vocábulo “mais”, nas duas situações, detém, semanticamente, ideia de adição.

    ( ) Em “especialmente o enorme contingente de excluídos gerado pela visão econômica de mundo, representada pelo atual sistema capitalista” (l. 25-28), as preposições “pela” e “pelo” exercem o mesmo sentido semântico.

    ( ) Em “Como bem disse dom Paulo Evaristo Arns” (l. 37) e em "como bem expressou recentemente o sociólogo francês Alain Touraine” (l. 47-48), “como” expressa, nas duas passagens, ideia de consonância.

    ( ) Em “Há um vazio de ideias e ações” (l. 46) e em “Edgar Morin e outros, há tempos, nos alertam.” (l. 63-64), a forma verbal “há”, nas duas passagens destacadas, poderia ser substituída por “existe” sem que haja prejuízos de ordem morfológica ou sintática.  

    ( ) Em “O filósofo britânico John Gray resumiu bem essa nossa condição” (l. 67-68), o pronome “essa” é um marcador anafórico que faz referência à “busca de consensos e a convergência de propostas” (l. 59-60).


    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão bca0d217-c4
  • Linguagens

    Português

    TEXTO: 

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Interpretação de Textos


    RIOS NETO, Antônio Sales. Impasses civilizacionais. Disponível em: <https://aterraeredonda.com.br/impasses-civilizacionais>. Acesso em: 8 dez. 2022. Adaptado.
    Segundo as ideias do articulista, as causas responsáveis pelo mal-estar da humanidade, resultantes das mais variadas consequências, estão, implicitamente, relacionadas com


    I. o grande contingente de pessoas acometidas pela fome, desemprego, desastre ambientais e doenças crônicas.

    II. a falta de manutenção da biodiversidade do planeta, de uma prática espiritual e de questões de natureza política.

    III. a crise de valores ético-morais sem precedentes na nossa história da humanidade.

    IV. a necessidade de reinvenção, a partir de saberes acumulados, respeitando princípios indispensáveis para a sobrevivência humana.

    V. a incapacidade humana de aprender com as dificuldades vivenciadas ao longo da humanidade.


    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão bc95c0eb-c4
  • Linguagens

    Inglês

    This text refers to question.


    Wangari Maathai

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual do Maranhão 2023, Interpretação de texto | Reading comprehension

            Wangari Maathai, in full Wangari Muta Maathai, (born April 1, 1940, Nyeri, Kenya—died September 25, 2011, Nairobi), Kenyan politician and environmental activist who was awarded the 2004 Nobel Prize for Peace, becoming the first Black African woman to win a Nobel Prize.

            Maathai was educated in the United States at Mount St. Scholastica College (1964) and at the University of Pittsburgh (M.S., 1966). In 1971 she received a Ph.D. at the University of Nairobi, effectively becoming the first woman in either East or Central Africa to earn a doctorate.

            Maathai developed the idea that village women could improve the environment by planting trees to provide a fuel source and to slow the processes of deforestation and desertification. The Green Belt Movement, an organization she founded in 1977, had by the early 21st century planted some 30 million trees. Leaders of the Green Belt Movement established the Pan African Green Belt Network in 1986 in order to educate world leaders about conservation and environmental improvement.

            In addition to her conservation work, Maathai was elected to Kenya’s National Assembly in 2002 with 98 percent of the vote, and in 2003 she was appointed assistant minister of environment, natural resources, and wildlife. When she won the Nobel Prize in 2004, the committee commended her “holistic approach to sustainable development that embraces democracy, human rights, and women’s rights in particular.” She published an autobiography, Unbowed, in 2007. Another volume, The Challenge for Africa (2009), criticized Africa’s leadership as ineffectual and urged Africans to try to solve their problems without Western assistance. Maathai was a frequent contributor to international publications such as the Los Angeles Times and the Guardian.

    Wangari Maathai | Extract taken from Biography, Nobel Peace Prize, Books, Green Belt Movement, & Facts | Britannica
    Wangari Maathai developed a project to improve the environment. If they fail the main goal of this project, one would have, as a consequence
    Escolha uma alternativa para a questão d1df499b-c4