Pular para o conteúdo

Área do conhecimento

Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

  • 18.995 questões
  • 4 disciplinas
  • 219 assuntos

Resultados: 18.995 questões

Página 728 de 950

  • Linguagens

    Literatura

    Sobre o Romance Luzia-Homem de Domingos Olímpio é errado afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 13d2312f-fd
  • Linguagens

    Literatura

    Assinale o que for incorreto sobre Clarice Lispector e seus contos em Laços de Família.
    Escolha uma alternativa para a questão 13c10eef-fd
  • Linguagens

    Português

    O animal satisfeito dorme,
    Mário Sérgio Cortella

    O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
    A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
    Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
    Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento. 
    Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
    Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
    Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando… 
    Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente. 
    Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”… 

    Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
    Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/> 
    Assinale a única alternativa em que ocorrem ditongo, hiato e dígrafo, respectivamente.
    Escolha uma alternativa para a questão 11b14c09-fd
  • Linguagens

    Português

    O animal satisfeito dorme,
    Mário Sérgio Cortella

    O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
    A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
    Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
    Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento. 
    Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
    Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
    Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando… 
    Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente. 
    Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”… 

    Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
    Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/> 
    Assinale a única alternativa em que o acento indicativo de crase deve ser obrigatório. Atenção: os acentos foram omitidos propositadamente.
    Escolha uma alternativa para a questão 11a87cb7-fd
  • Linguagens

    Português

    O animal satisfeito dorme,
    Mário Sérgio Cortella

    O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
    A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
    Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
    Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento. 
    Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
    Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
    Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando… 
    Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente. 
    Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”… 

    Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
    Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/> 
    Assinale a alternativa que estiver em desacordo com as relações morfossintáticas presentes neste fragmento: “Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…”
    Escolha uma alternativa para a questão 1190e2d1-fd
  • Linguagens

    Português

    O animal satisfeito dorme,
    Mário Sérgio Cortella

    O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
    A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
    Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
    Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento. 
    Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
    Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
    Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando… 
    Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente. 
    Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”… 

    Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
    Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/> 
    Assinale a única alternativa incorreta sobre os aspectos formais do texto e sua interpretação:
    Escolha uma alternativa para a questão 1187f40f-fd
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Responder às questão com base no texto.




    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2017, Morfologia

    Dos 19 substantivos que seguem a expressão “e sob”, entre as linhas 26 e 35, apenas cinco estão caracterizados. Essa estratégia do poeta demonstra a presença, no poema, do viés
    Escolha uma alternativa para a questão 302c9a47-fc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Responder às questão com base no texto.




    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2017, Interpretação de Textos

    Em Resíduo, Drummond “penetra surdamente no reino das palavras”, ora dando “a chave” para interpretá-las, ora não. Das que estão a seguir, por exemplo, qual poderia ter, no poema, uma conotação tanto positiva quanto negativa?
    Escolha uma alternativa para a questão 3028a396-fc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.


    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC - RS 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC - RS 2017, Interpretação de Textos

    Para normatizar o comportamento adequado das pessoas no bonde, Machado de Assis opta pela estrutura de uma lei, com seus respectivos artigos. Essa escolha
    Escolha uma alternativa para a questão 301d9354-fc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.


    Figura 1 de 2 da questão de Português, PUC - RS 2017, Pontuação

    Figura 2 de 2 da questão de Português, PUC - RS 2017, Pontuação

    Assinale a alternativa correta em relação ao emprego dos sinais de pontuação no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 3018757f-fc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.


    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2017, Interpretação de Textos

    Olavo Bilac foi _________ de _________, também considerado _________.
    Escolha uma alternativa para a questão 3011e23b-fc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.


    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2017, Interpretação de Textos

    No poema em questão, é possível identificar uma das caraterísticas que particularizam a poesia de Olavo Bilac:
    Escolha uma alternativa para a questão 300e1e8e-fc
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto, que apresenta comentários de especialistas sobre o gráfico.


    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Comment 1 – (…) the proportion of the population living in their own home has gone into decline. It peaked around the middle of the last decade, at just over 70 per cent.

    Comment 2 – Owner occupiers spend an average of 18 per cent on their mortgage. That average may be misleading – those who’ve paid off their mortgage will be zilch. At least they’re building up an asset.

    Comment 3 – The proportion in council homes has fallen too, thanks largely to Right to Buy. As a result, the proportion renting their own home has more than doubled in the last two decades, from under 10 per cent to over 20.

    Comment 4 – (…) housing which costs more than 30 per cent of your income should count as unaffordable. This is a problem faced overwhelmingly by young renters.

    Comment 5 – Soon, the rates of the population living in their own home will be back under 60 per cent, for the first time since the mid 1980s.


    Adapted from: http://www.citymetric.com/politics/british-housing-crisis-five-charts


    Read these assertions.


    I. The word “living”, in the context of comment 1, plays the same grammatical function as in How do young people make a living in London?

    II. If the grammatical structure “may be misleading” (comment 2) were in reported speech, it would be: The expert said that average might mislead.

    III. By reading comment 3, one can say that some people who had the opportunity to buy their houses from the council are now renting them to others.

    IV. “(…) should count as unaffordable”. (comment 4) means are to be considered financially unfeasible.

    V. By reading comment 5, one can say that the population living in their own home did not reach 60 per cent in the mid 1980s.


    The correct assertions are only

    Escolha uma alternativa para a questão b891901e-fc
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.


    Figura 1 de 3 da questão de Inglês, PUC - RS 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 3 da questão de Inglês, PUC - RS 2017, Interpretação de texto | Reading comprehensionFigura 3 de 3 da questão de Inglês, PUC - RS 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from: https://www.theguardian.com/uk-news/2015/ jun/28/london-the-city-that-ate-itself-rowan-moore


    The word “eroded” (line 40) refers to
    Escolha uma alternativa para a questão b879e12a-fc
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text and answer the question.

    Coca-Cola history began in 1886 when the curiosity of an Atlanta pharmacist, Dr. John S. Pemberton, led him to create a distinctive tasting soft drink that could be sold at soda fountains. He created a flavored syrup, took it to his neighborhood pharmacy, where it was mixed with carbonated water and deemed “excellent” by those who sampled it. Dr. Pemberton’s partner and bookkeeper, Frank M. Robinson, is credited with naming the beverage “Coca-Cola” as well as designing the trademarked, distinct script, still used today. Prior to his death in 1888, just two years after creating what was to become the world’s #1-selling sparkling beverage, Dr. Pemberton sold portions of his business to various parties, with the majority of the interest sold to Atlanta businessman, Asa G. Candler. Under Mr. Candler’s leadership, distribution of Coca-Cola expanded to soda fountains beyond Atlanta. In 1894, impressed by the growing demand for Coca-Cola and the desire to make the beverage portable, Joseph Biedenharn installed bottling machinery in the rear of his Mississippi soda fountain, becoming the first to put Coca-Cola in bottles. Large scale bottling was made possible just five years later, when in 1899, three enterprising businessmen in Chattanooga, Tennessee secured exclusive rights to bottle and sell Coca-Cola. The three entrepreneurs purchased the bottling rights from Asa Candler for just $1. Benjamin Thomas, Joseph Whitehead and John Lupton developed what became the Coca-Cola worldwide bottling system.
    Available in: <http://www.worldofcoca-cola.com/coca-cola-facts/coca-cola-history/> Access in: agosto de 2014.

    Select the alternative that is TRUE according to the text.
    Escolha uma alternativa para a questão f007b2d6-fc
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.

    [...] Ao lidar com a voz passiva sintética (também chamada de pronominal, por causa do se, que é um pronome apassivador), nosso maior problema é reconhecer o sujeito da frase. Em estruturas do tipo aceitam-se cheques ou compram-se garrafas, o elemento que vem posposto ao verbo é considerado o sujeito (o paciente da ação). Ocorre, no entanto, que a passiva sintética não é sentida como voz passiva pela maioria dos falantes, os quais, vendo em cheques e garrafas um simples objeto direto, deixam de concordar o verbo com eles. Nasce aqui o que um antigo gramático chamava de “erro da tabuleta”: *aceita-se cheques, *compra-se garrafas, *vende-se terrenos, *aluga-se barcos. Para quem tem uma formação mínima em sintaxe, não é tão difícil reconhecê-la: verbos transitivos diretos seguidos de se (não reflexivo) constituem casos inequívocos dessa estrutura. Se ainda assim persistirem dúvidas, lembre que a frase na passiva sintética tem forma equivalente na passiva analítica.

    Aceitam-se cheques. = Cheques são aceitos.
    Compram-se garrafas. = Garrafas são compradas.

    Se o verbo for transitivo indireto, é evidente que não pode haver passiva — tanto a sintética quanto a analítica. A construção com verbo transitivo indireto + se é uma das formas do sujeito indeterminado no Português, ficando o verbo sempre na 3.ª pessoa do singular.

    Precisa-se de serventes.
    Falava-se dos últimos acontecimentos.
    Disponível em: <http://sualingua.com.br/2010/07/09/concordancia-com-a-passiva-sintetica/>. Acesso em: 27 jan. 2016.

    Com base na leitura desse trecho e nos seus conhecimentos prévios sobre a estrutura gramatical da nossa língua, assinale a alternativa que traz um período escrito em conformidade com o que a norma culta prescreve.
    Escolha uma alternativa para a questão eef8068c-fc
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RJ 2017, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    En el párrafo 6 (líneas 74-95) se describe la reacción de las abuelas solares ante la solicitud de Bunker Roy. Podríamos explicar su actitud como un sentimiento de
    Escolha uma alternativa para a questão 218f5739-fa
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RJ 2017, Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y Expresiones
    Marque la única alternativa donde la correspondencia semántica está correcta:
    Escolha uma alternativa para a questão 218b71ea-fa
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RJ 2017, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    Marque la única alternativa que NO corresponde a lo que menciona el texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 2187b948-fa
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RJ 2017, Modo Verbal (Indicativo, Subjuntivo e Imperativo) | Modo Verbal (Indicativo, Subjuntivo e Imperativo)
    Marque el enunciado cuyo verbo se refiera a una acción pasada próxima o vinculada al momento de la enunciación.
    Escolha uma alternativa para a questão 217f80a2-fa