Pular para o conteúdo

Questões de Linguagens do ENEM

Todas as questões de Linguagens do banco, com gabarito em cada página. Combine com ano, disciplina e dificuldade para montar sua lista de estudo.

Resultados

18.995 questões encontradas. Mostrando a página 323 de 950.

  • 506E2097-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Os infelizes cálculos da felicidade (fragmento),
                                                              Mia Couto.

        O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:
        – É conta que se faz sem cabeça.
        Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
        – Faça as contas mestre.
        Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:
    – A paixão é o mundo a dividir por zero.

    *grafia usada em Moçambique 
    Nesse texto, o escritor “brinca” com o leitor e o desafia a utilizar a imaginação para interpretar e entender toda a trama. Analisando-o segundo os elementos característicos das narrativas literárias, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 506e2097-cb
  • 506B4C43-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Os infelizes cálculos da felicidade (fragmento),
                                                              Mia Couto.

        O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:
        – É conta que se faz sem cabeça.
        Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
        – Faça as contas mestre.
        Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:
    – A paixão é o mundo a dividir por zero.

    *grafia usada em Moçambique 
    Compare as expressões I e II abaixo (também negritadas no texto) e, a seguir, assinale a alternativa correta.

    I) “...reduzida a paixão ao seu equivalente numérico.”
    II) “A paixão é o mundo a dividir por zero.”
    Escolha uma alternativa para a questão 506b4c43-cb
  • 50684FE6-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Os infelizes cálculos da felicidade (fragmento),
                                                              Mia Couto.

        O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:
        – É conta que se faz sem cabeça.
        Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
        – Faça as contas mestre.
        Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:
    – A paixão é o mundo a dividir por zero.

    *grafia usada em Moçambique 
    Analisando o contexto em que é empregada a expressão: “A paixão é o mundo a dividir por zero”, assinale a alternativa que melhor a explica.
    Escolha uma alternativa para a questão 50684fe6-cb
  • 50651606-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Os infelizes cálculos da felicidade (fragmento),
                                                              Mia Couto.

        O homem da história é chamado Julio Novesfora. Noutras falas o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios*:
        – É conta que se faz sem cabeça.
        Doseava o coração em aplicações regradas, reduzida a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Julio Novesfora era nela um aguarda-factos*. Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si*.
        – Faça as contas mestre.
        Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já nem sabia o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais*. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Julio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor ataratonto, relembrava:
    – A paixão é o mundo a dividir por zero.

    *grafia usada em Moçambique 
    Mia Couto, escritor moçambicano, é um mestre das palavras. Nesse texto, ele aproxima a linguagem matemática das relações humanas e do cotidiano do personagem e, com isso:
    Escolha uma alternativa para a questão 50651606-cb
  • 9C737F55-C5

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.


    A base de toda teoria médica medieval sobre paixões ou acidentes da alma encontra-se na autoridade das obras de Cláudio Galeno (130 – 200?), médico que viveu e escreveu sua extensa obra no II século, na Roma Imperial [...]. Essa teoria médica defendia a relação estreita entre corpo e alma. Assim, as paixões da alma ou ainda os acidentes (outra expressão encontrada em obras médicas) eram considerados movimentos psicossomáticos efetivos relacionados diretamente ao corpo e indiretamente à alma.

    SANTOS, D. O. A. dos. Paixões da alma, melancolia e medicina (século XIII – XV). In: MACEDO, J. R. A Idade Média no Brasil. Porto Alegre: Vidráguas, 2011. p. 108 - 109.


    De acordo com a medicina medieval, o órgão central dessa relação entre corpo e alma era o

    Escolha uma alternativa para a questão 9c737f55-c5
  • 9C3A92A2-C5

    Literatura

    Barroco
    UEG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Observe a imagem a seguir para responder às questão.


    Imagem da questão de Literatura, UEG 2018, Barroco

    A pintura apresentada filia-se ao Barroco, o que esteticamente se evidencia pelo
    Escolha uma alternativa para a questão 9c3a92a2-c5
  • 9C33FE59-C5

    Português

    Gêneros Textuais
    UEG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Gêneros Textuais

    O texto “Percepção e cognição”, de Mário Perini, apresenta elementos que o caracterizam como
    Escolha uma alternativa para a questão 9c33fe59-c5
  • 9C2F8C15-C5

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos

    De acordo com o autor, quando as pessoas aprendem a língua materna, aprendem a não prestar atenção às diferenças de som que não são importantes para a comunicação (linhas 26-29). No entanto, há casos em que essas diferenças não só são percebidas, mas também podem chamar bastante atenção. Isso é um dos objetos de estudo da Sociolinguística e acontece, por exemplo, quando
    Escolha uma alternativa para a questão 9c2f8c15-c5
  • 9C2B644D-C5

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos

    No trecho que vai da linha 5 à linha 13, o autor defende suas ideias com base em argumentos
    Escolha uma alternativa para a questão 9c2b644d-c5
  • 9C27D00F-C5

    Português

    Gêneros Textuais
    UEG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o soneto a seguir para responder à questão


    Tome, Dr., esta tesoura, e... corte 
    Minha singularíssima pessoa. 
    Que importa a mim que a bicharia roa 
    Todo o meu coração, depois da morte?!

    Ah! Um urubu pousou na minha sorte! 
    Também, das diatomáceas da lagoa 
    A criptógama cápsula se esbroa 
    Ao contacto de bronca destra forte!

    Dissolva-se, portanto, minha vida 
    Igualmente a uma célula caída 
    Na aberração de um óvulo infecundo;

    Mas o agregado abstrato das saudades 
    Fique batendo nas perpétuas grades 
    Do último verso que eu fizer no mundo! 


                            ANJOS, Augusto dos. Budismo moderno. In: Eu e outros poemas. 30. ed. Rio de janeiro: Livraria São José, 1965. p. 84. 

    Quanto à distribuição ao longo do poema, nota-se, nas duas primeiras estrofes, respectivamente, a presença de rimas
    Escolha uma alternativa para a questão 9c27d00f-c5
  • 9C243E47-C5

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o soneto a seguir para responder à questão


    Tome, Dr., esta tesoura, e... corte 
    Minha singularíssima pessoa. 
    Que importa a mim que a bicharia roa 
    Todo o meu coração, depois da morte?!

    Ah! Um urubu pousou na minha sorte! 
    Também, das diatomáceas da lagoa 
    A criptógama cápsula se esbroa 
    Ao contacto de bronca destra forte!

    Dissolva-se, portanto, minha vida 
    Igualmente a uma célula caída 
    Na aberração de um óvulo infecundo;

    Mas o agregado abstrato das saudades 
    Fique batendo nas perpétuas grades 
    Do último verso que eu fizer no mundo! 


                            ANJOS, Augusto dos. Budismo moderno. In: Eu e outros poemas. 30. ed. Rio de janeiro: Livraria São José, 1965. p. 84. 

    Tem-se, no soneto apresentado, uma sugestão de que
    Escolha uma alternativa para a questão 9c243e47-c5
  • 9C171E17-C5

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o fragmento a seguir para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos

    Tem-se, no excerto apresentado, o retrato de uma mulher que
    Escolha uma alternativa para a questão 9c171e17-c5
  • 9C0E0F18-C5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UEG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Thematic Discussion on Nuclear Weapons

        The United States remains committed to the goal of nuclear disarmament, and to seeking to create conditions toward that end. And history makes clear that important progress can be made when security conditions allow. The easing of Cold War rivalries allowed the United States and Russia to make significant steps toward the shared dream of eventual nuclear disarmament after decades in which such movement was impossible. Disarmament success is predicated on patience, attention to detail, effective verification, and patient attention to the challenges of effecting the changes in the security environment that are necessary for progress. This last element is critical, considering the crucial role that nuclear deterrence plays in preserving and protecting international peace and security, and the potentially catastrophic consequences were deterrence’s restraining effect to be removed while it still remains necessary.

        The “Treaty on the Prohibition of Nuclear Weapons” violates all these tenets. Its obligations are longstanding worded, imprecise, vaguely worded and sometimes internally contradictory, while offering only an empty shell for verification. Worse, it is fundamentally at odds with today’s security challenges. It is not simply an unproductive instrument; it is likely to be a counterproductive one, with the potential to cause lasting harm to the nonproliferation regime and to the cause of disarmament alike.

        The ban treaty is based on the premise that addressing crucial international security issues is not necessary for disarmament. Ban treaty proponents would have us believe that we can do away with nuclear deterrence despite - to cite just one example - the danger posed by North Korea’s relentless pursuit of nuclear weapons and associated delivery systems, which stand in flagrant violation of international law.

         Furthermore, the Treaty does not contain a credible verification mechanism, demurring on the issue almost entirely. It does run counter to decades of progress in nonproliferation verification by endorsing the International Atomic Energy Agency (IAEA) Comprehensive Safeguards Agreement as its standard for safeguarding nuclear material.

        Finally, the ban treaty has the potential to do real damage to the Non Proliferation Treaty (NPT) in other ways. It exacerbates political tensions on disarmament, dividing states into overly-simplified camps of “nuclear weapons supporters” and “nuclear weapons banners,” rather than recognizing shared interests – especially on the challenges involved in creating the conditions that would make possible further disarmament progress. Reinforcing this false dichotomy and worsening the world’s polarization on disarmament will make further progress within the institutions that have been vehicles for success, such as the NPT review process, significantly more difficult.

        Inspired by the NPT Preamble’s acknowledgement of the need to ease international tension and strengthen trust between States in order to facilitate disarmament, the United States stands ready to work with others on effective measures to create improved conditions for nuclear disarmament. This work is focused on overcoming technical challenges to make substantive progress when the security conditions improve. We also continue our longstanding work to support and strengthen the global nonproliferation regime against the many challenges it faces today, for who could deny that there can be no way to envision today’s nuclear weapons possessors ever putting down such tools without rock-solid assurances that no one else will take them up?

        There are no shortcuts to nuclear disarmament. Unrealistic attempts to skip to the finish line have the potential to undermine the institutions and standards we have worked so hard to build. Our collective experience demonstrates that inclusiveness and the search for consensus can lead to progress, while polarization is a recipe for failure. We urge all states to work with us in searching for common solutions to collective problems, pursuing a more secure world.

    Considerando-se os elementos de estrutura e forma da língua inglesa, constata-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 9c0e0f18-c5
  • 9C096EA3-C5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UEG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Thematic Discussion on Nuclear Weapons

        The United States remains committed to the goal of nuclear disarmament, and to seeking to create conditions toward that end. And history makes clear that important progress can be made when security conditions allow. The easing of Cold War rivalries allowed the United States and Russia to make significant steps toward the shared dream of eventual nuclear disarmament after decades in which such movement was impossible. Disarmament success is predicated on patience, attention to detail, effective verification, and patient attention to the challenges of effecting the changes in the security environment that are necessary for progress. This last element is critical, considering the crucial role that nuclear deterrence plays in preserving and protecting international peace and security, and the potentially catastrophic consequences were deterrence’s restraining effect to be removed while it still remains necessary.

        The “Treaty on the Prohibition of Nuclear Weapons” violates all these tenets. Its obligations are longstanding worded, imprecise, vaguely worded and sometimes internally contradictory, while offering only an empty shell for verification. Worse, it is fundamentally at odds with today’s security challenges. It is not simply an unproductive instrument; it is likely to be a counterproductive one, with the potential to cause lasting harm to the nonproliferation regime and to the cause of disarmament alike.

        The ban treaty is based on the premise that addressing crucial international security issues is not necessary for disarmament. Ban treaty proponents would have us believe that we can do away with nuclear deterrence despite - to cite just one example - the danger posed by North Korea’s relentless pursuit of nuclear weapons and associated delivery systems, which stand in flagrant violation of international law.

         Furthermore, the Treaty does not contain a credible verification mechanism, demurring on the issue almost entirely. It does run counter to decades of progress in nonproliferation verification by endorsing the International Atomic Energy Agency (IAEA) Comprehensive Safeguards Agreement as its standard for safeguarding nuclear material.

        Finally, the ban treaty has the potential to do real damage to the Non Proliferation Treaty (NPT) in other ways. It exacerbates political tensions on disarmament, dividing states into overly-simplified camps of “nuclear weapons supporters” and “nuclear weapons banners,” rather than recognizing shared interests – especially on the challenges involved in creating the conditions that would make possible further disarmament progress. Reinforcing this false dichotomy and worsening the world’s polarization on disarmament will make further progress within the institutions that have been vehicles for success, such as the NPT review process, significantly more difficult.

        Inspired by the NPT Preamble’s acknowledgement of the need to ease international tension and strengthen trust between States in order to facilitate disarmament, the United States stands ready to work with others on effective measures to create improved conditions for nuclear disarmament. This work is focused on overcoming technical challenges to make substantive progress when the security conditions improve. We also continue our longstanding work to support and strengthen the global nonproliferation regime against the many challenges it faces today, for who could deny that there can be no way to envision today’s nuclear weapons possessors ever putting down such tools without rock-solid assurances that no one else will take them up?

        There are no shortcuts to nuclear disarmament. Unrealistic attempts to skip to the finish line have the potential to undermine the institutions and standards we have worked so hard to build. Our collective experience demonstrates that inclusiveness and the search for consensus can lead to progress, while polarization is a recipe for failure. We urge all states to work with us in searching for common solutions to collective problems, pursuing a more secure world.

    De acordo com o texto, em termos de sentido, verifica-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 9c096ea3-c5