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Questões de Linguagens do ENEM

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Resultados

18.995 questões encontradas. Mostrando a página 417 de 950.

  • F467F090-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto I para resolver a questão

    A tirinha é de autoria de André Dahmer e faz parte de uma série denominada “Quadrinhos dos anos 10”, a qual foi transformada em um livro de mesmo nome publicado em 2016.

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais 2017, Interpretação de Textos
    Fonte: DAHMER, André. http://www.scoopnest.com/pt/user/malvados/593101177157459969 Acessado em: 15/05/201
    A partir da leitura da tirinha e também das informações dadas a seu respeito, infere-se que:
    Escolha uma alternativa para a questão f467f090-d9
  • 4F20C31E-D8

    Português

    Coesão e coerência
    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Conselho não cassa registro por quebra de sigilo médico

    Cláudia Colucci

    10 fev. 2017 – 2h00 de São Paulo


        Nos últimos quatro anos, nenhum médico teve seu registro profissional cassado no Estado de São Paulo por quebra de sigilo médico. 

        Segundo o Cremesp (conselho médico paulista), de 2012 a 2016, foram registrados 379 processos éticos por essa razão – 87 já julgados.

        Desses, 39 foram inocentados e 48, julgados culpados. A maioria (26) recebeu penas confidenciais e 22, públicas.

        As primeiras são advertências e censuras sigilosas (só o médico fica sabendo). Já as públicas envolvem publicação na imprensa oficial e a suspensão do exercício profissional por até 30 dias.

         No mesmo período, 26 médicos foram cassados em primeira instância pelo Cremesp por diferentes motivos. Cabe recurso das decisões no Conselho Federal de Medicina.

        Para Mauro Aranha, presidente do Cremesp, o fato de não ter havido nenhuma cassação por quebra de sigilo não significa que essa seja um infração menos grave.

        “É uma infração ética muito importante. Mas a pena depende de uma série de contextos, por exemplo, o dano provocado ao paciente, se o médico cometeu o ato de forma proposital ou se foi negligente e do seu histórico ético no conselho”, explica.

      Se a pessoa usar a quebra de sigilo para conseguir algum benefício (dinheiro, por exemplo), o ato é considerado gravíssimo.

        Aranha não comenta sobre as duas sindicâncias abertas para apurar o envolvimento de médicos na divulgação de dados de Marisa Letícia Lula da Silva e de mensagens de ódio em redes sociais (o processo é sigiloso).

        Mas conforme apurou a Folha com conselheiros, a tendência é que os médicos acusados recebam, no mínimo, uma censura pública.

        Na opinião de Aranha, é preciso que os médicos repensem seus papéis nas redes sociais. “Elas convidam a pessoa a responder de forma instantânea, intempestiva. O médico não tem que ser um santo, mas o ato médico exige prudência.”


    MÍDIAS SOCIAIS

        A violação do sigilo médico em mídias sociais não é uma prática incomum entre alunos de medicina, residentes e cirurgiões, aponta uma dissertação de mestrado apresentada nesta quarta (8), na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

        No estudo envolvendo 156 pessoas (52 alunos, 51 residentes e 53 docentes), o cirurgião Diego Adão Fanti Silva verificou que 53% dos alunos, 86% dos residentes e 62% dos docentes divulgam dados de pacientes nas mídias sociais. A maioria (entre 86,5% e 100%) relata que oculta a identidade dos pacientes no momento da divulgação.

        No trabalho, o autor diz que é ilegal e antiética a divulgação de imagens de pacientes mesmo com a autorização dos expostos e mesmo não identificando o doente.

        Só há permissão se a publicação tiver fins acadêmicos ou assistenciais – ainda assim, é necessário o consentimento do paciente.


    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ equilibrioesaude/2017/02/1857393-conselho-nao-cassa-registro-por- quebra-de-sigilo-medico.shtml. Acesso em: 8 out. 2017.

    Ainda na matéria Conselho não cassa registro por quebra de sigilo médico, tanto no início do terceiro parágrafo como no início do quarto, estão elípticas, respectivamente, as expressões
    Escolha uma alternativa para a questão 4f20c31e-d8
  • 4F1D48B0-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Conselho não cassa registro por quebra de sigilo médico

    Cláudia Colucci

    10 fev. 2017 – 2h00 de São Paulo


        Nos últimos quatro anos, nenhum médico teve seu registro profissional cassado no Estado de São Paulo por quebra de sigilo médico. 

        Segundo o Cremesp (conselho médico paulista), de 2012 a 2016, foram registrados 379 processos éticos por essa razão – 87 já julgados.

        Desses, 39 foram inocentados e 48, julgados culpados. A maioria (26) recebeu penas confidenciais e 22, públicas.

        As primeiras são advertências e censuras sigilosas (só o médico fica sabendo). Já as públicas envolvem publicação na imprensa oficial e a suspensão do exercício profissional por até 30 dias.

         No mesmo período, 26 médicos foram cassados em primeira instância pelo Cremesp por diferentes motivos. Cabe recurso das decisões no Conselho Federal de Medicina.

        Para Mauro Aranha, presidente do Cremesp, o fato de não ter havido nenhuma cassação por quebra de sigilo não significa que essa seja um infração menos grave.

        “É uma infração ética muito importante. Mas a pena depende de uma série de contextos, por exemplo, o dano provocado ao paciente, se o médico cometeu o ato de forma proposital ou se foi negligente e do seu histórico ético no conselho”, explica.

      Se a pessoa usar a quebra de sigilo para conseguir algum benefício (dinheiro, por exemplo), o ato é considerado gravíssimo.

        Aranha não comenta sobre as duas sindicâncias abertas para apurar o envolvimento de médicos na divulgação de dados de Marisa Letícia Lula da Silva e de mensagens de ódio em redes sociais (o processo é sigiloso).

        Mas conforme apurou a Folha com conselheiros, a tendência é que os médicos acusados recebam, no mínimo, uma censura pública.

        Na opinião de Aranha, é preciso que os médicos repensem seus papéis nas redes sociais. “Elas convidam a pessoa a responder de forma instantânea, intempestiva. O médico não tem que ser um santo, mas o ato médico exige prudência.”


    MÍDIAS SOCIAIS

        A violação do sigilo médico em mídias sociais não é uma prática incomum entre alunos de medicina, residentes e cirurgiões, aponta uma dissertação de mestrado apresentada nesta quarta (8), na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

        No estudo envolvendo 156 pessoas (52 alunos, 51 residentes e 53 docentes), o cirurgião Diego Adão Fanti Silva verificou que 53% dos alunos, 86% dos residentes e 62% dos docentes divulgam dados de pacientes nas mídias sociais. A maioria (entre 86,5% e 100%) relata que oculta a identidade dos pacientes no momento da divulgação.

        No trabalho, o autor diz que é ilegal e antiética a divulgação de imagens de pacientes mesmo com a autorização dos expostos e mesmo não identificando o doente.

        Só há permissão se a publicação tiver fins acadêmicos ou assistenciais – ainda assim, é necessário o consentimento do paciente.


    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ equilibrioesaude/2017/02/1857393-conselho-nao-cassa-registro-por- quebra-de-sigilo-medico.shtml. Acesso em: 8 out. 2017.

    No texto de Cláudia Colucci, o posicionamento do presidente do Cremesp e o do cirurgião em sua dissertação de mestrado
    Escolha uma alternativa para a questão 4f1d48b0-d8
  • 4F1A333B-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Era digital desafia exercício profissional


        ''A medicina não sobreviverá ao velho método do médico de família, mas terá que se adaptar”. A afirmação é do desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Diaulas Costa Ribeiro, proferida durante a mesa redonda “Panorama atual das mídias sociais e aplicativos na medicina contemporânea”. Para ele, as novas tecnologias trazem desafios que precisam ser colocados em perspectiva para garantir a ética e o sigilo.

        “Possivelmente vamos chegar a uma medicina sem gosto, distanciada, mas que também funciona. Talvez este não seja o fi m, mas um recomeço”, ponderou Ribeiro. Segundo ele, antes de gerar um novo modelo de atendimento médico, o “dr. Google” – termo que utilizou para indicar as buscas por informações médicas na internet – gerou um novo tipo de paciente, que passou a conhecer mais sobre as doenças e, por isso, exige um novo relacionamento com seu médico.

        O desembargador ainda reforçou a necessidade de se rediscutir questões como o uso da internet nessa relação médico-paciente e a segurança do sigilo médico neste cenário. “Precisamos refletir sobre algumas questões importantes. Quem guardará o sigilo? Ou não haverá sigilo? O sigilo médico será mantido ou  valerá o direito público à informação? Os conflitos serão reinventados ou serão os mesmos? A solução para os problemas será a de sempre?”, indagou. Ética – Na perspectiva do médico legista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Malthus Galvão, embora acredite que algumas mudanças serão inevitáveis e necessárias, é preciso defender os princípios fundamentais instituídos pelo Código de ética médica (CEM). 

        “As novas mídias devem ser entendidas como um sistema de interação social, de compartilhamento e criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos e não podemos perder essa oportunidade”, destacou. Ele lembra, por exemplo, que desde a Resolução CFM 1.643/2002, que defi ne e disciplina a prestação de serviços através da telemedicina, alguns avanços colaborativos já foram possíveis.    

        Galvão apresentou ainda preceitos da Resolução CFM 1.974/2011 e também da Lei do Ato Médico (12.842/2013), chamando a atenção para alguns cuidados que o médico deve ter ao divulgar conteúdo de forma sensacionalista. “Segundo o CEM, é vedada a divulgação de informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico. A internet deve ser usada como um instrumento de promoção da saúde e orientação à população”, reforçou.

    Editorial do Jornal Medicina – Publicação oficial do Conselho

    Federal de Medicina (CFM). Brasília, jul. 2017, p. 7.

    Diaulas Costa Ribeiro, desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), refere-se ao “dr. Google” para explicar o tipo de paciente da atualidade, ou seja,
    Escolha uma alternativa para a questão 4f1a333b-d8
  • 4F16F633-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Era digital desafia exercício profissional


        ''A medicina não sobreviverá ao velho método do médico de família, mas terá que se adaptar”. A afirmação é do desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Diaulas Costa Ribeiro, proferida durante a mesa redonda “Panorama atual das mídias sociais e aplicativos na medicina contemporânea”. Para ele, as novas tecnologias trazem desafios que precisam ser colocados em perspectiva para garantir a ética e o sigilo.

        “Possivelmente vamos chegar a uma medicina sem gosto, distanciada, mas que também funciona. Talvez este não seja o fi m, mas um recomeço”, ponderou Ribeiro. Segundo ele, antes de gerar um novo modelo de atendimento médico, o “dr. Google” – termo que utilizou para indicar as buscas por informações médicas na internet – gerou um novo tipo de paciente, que passou a conhecer mais sobre as doenças e, por isso, exige um novo relacionamento com seu médico.

        O desembargador ainda reforçou a necessidade de se rediscutir questões como o uso da internet nessa relação médico-paciente e a segurança do sigilo médico neste cenário. “Precisamos refletir sobre algumas questões importantes. Quem guardará o sigilo? Ou não haverá sigilo? O sigilo médico será mantido ou  valerá o direito público à informação? Os conflitos serão reinventados ou serão os mesmos? A solução para os problemas será a de sempre?”, indagou. Ética – Na perspectiva do médico legista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Malthus Galvão, embora acredite que algumas mudanças serão inevitáveis e necessárias, é preciso defender os princípios fundamentais instituídos pelo Código de ética médica (CEM). 

        “As novas mídias devem ser entendidas como um sistema de interação social, de compartilhamento e criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos e não podemos perder essa oportunidade”, destacou. Ele lembra, por exemplo, que desde a Resolução CFM 1.643/2002, que defi ne e disciplina a prestação de serviços através da telemedicina, alguns avanços colaborativos já foram possíveis.    

        Galvão apresentou ainda preceitos da Resolução CFM 1.974/2011 e também da Lei do Ato Médico (12.842/2013), chamando a atenção para alguns cuidados que o médico deve ter ao divulgar conteúdo de forma sensacionalista. “Segundo o CEM, é vedada a divulgação de informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico. A internet deve ser usada como um instrumento de promoção da saúde e orientação à população”, reforçou.

    Editorial do Jornal Medicina – Publicação oficial do Conselho

    Federal de Medicina (CFM). Brasília, jul. 2017, p. 7.

    Para defender seu ponto de vista, ainda na matéria do CFM, Malthus Galvão se sustenta em argumentos
    Escolha uma alternativa para a questão 4f16f633-d8
  • 4F13C3C2-D8

    Português

    Pontuação
    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Era digital desafia exercício profissional


        ''A medicina não sobreviverá ao velho método do médico de família, mas terá que se adaptar”. A afirmação é do desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Diaulas Costa Ribeiro, proferida durante a mesa redonda “Panorama atual das mídias sociais e aplicativos na medicina contemporânea”. Para ele, as novas tecnologias trazem desafios que precisam ser colocados em perspectiva para garantir a ética e o sigilo.

        “Possivelmente vamos chegar a uma medicina sem gosto, distanciada, mas que também funciona. Talvez este não seja o fi m, mas um recomeço”, ponderou Ribeiro. Segundo ele, antes de gerar um novo modelo de atendimento médico, o “dr. Google” – termo que utilizou para indicar as buscas por informações médicas na internet – gerou um novo tipo de paciente, que passou a conhecer mais sobre as doenças e, por isso, exige um novo relacionamento com seu médico.

        O desembargador ainda reforçou a necessidade de se rediscutir questões como o uso da internet nessa relação médico-paciente e a segurança do sigilo médico neste cenário. “Precisamos refletir sobre algumas questões importantes. Quem guardará o sigilo? Ou não haverá sigilo? O sigilo médico será mantido ou  valerá o direito público à informação? Os conflitos serão reinventados ou serão os mesmos? A solução para os problemas será a de sempre?”, indagou. Ética – Na perspectiva do médico legista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Malthus Galvão, embora acredite que algumas mudanças serão inevitáveis e necessárias, é preciso defender os princípios fundamentais instituídos pelo Código de ética médica (CEM). 

        “As novas mídias devem ser entendidas como um sistema de interação social, de compartilhamento e criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos e não podemos perder essa oportunidade”, destacou. Ele lembra, por exemplo, que desde a Resolução CFM 1.643/2002, que defi ne e disciplina a prestação de serviços através da telemedicina, alguns avanços colaborativos já foram possíveis.    

        Galvão apresentou ainda preceitos da Resolução CFM 1.974/2011 e também da Lei do Ato Médico (12.842/2013), chamando a atenção para alguns cuidados que o médico deve ter ao divulgar conteúdo de forma sensacionalista. “Segundo o CEM, é vedada a divulgação de informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico. A internet deve ser usada como um instrumento de promoção da saúde e orientação à população”, reforçou.

    Editorial do Jornal Medicina – Publicação oficial do Conselho

    Federal de Medicina (CFM). Brasília, jul. 2017, p. 7.

    No primeiro parágrafo do editorial do CFM, as aspas são empregadas, respectivamente, para demarcar
    Escolha uma alternativa para a questão 4f13c3c2-d8
  • 4F10D017-D8

    Literatura

    Escolas Literárias
    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Mas ... Houve um pequeno engano, um

    contratempo de última hora, que veio

    pôr dois bons sujeitos, pacatíssimos e

    pacíficos, num jogo dos demônios, numa

    comprida complicação.



    O trecho acima faz parte do conto “Duelo”, uma das narrativas de Sagarana, de João Guimarães Rosa. Essa narrativa, como um todo, apresenta

    Escolha uma alternativa para a questão 4f10d017-d8
  • 4F0D9214-D8

    Literatura

    Escolas Literárias
    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Jacinto, personagem de A Cidade e as Serras, deixa Paris e vai para Tormes, em Portugal. Lá vive em contato com o campo, em uma quinta herdada de seus ancestrais. Sua presença desperta curiosidade e suas ações contribuem para
    Escolha uma alternativa para a questão 4f0d9214-d8
  • 4F0A958B-D8

    Literatura

    Escolas Literárias
    Ensino Einstein · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    O pior é que era coxa. Uns olhos tão lúcidos, uma boca tão fresca, uma compostura tão senhoril; e coxa! Esse contraste faria suspeitar que a natureza é às vezes um imenso escárnio. Por que bonita, se coxa? Por que coxa, se bonita? Tal era a pergunta que eu vinha fazendo a mim mesmo ao voltar para casa, de noite, sem atinar com a solução do enigma. O melhor que há, quando se não resolve um enigma, é sacudi-lo pela janela fora; foi o que eu fiz; lancei mão de uma toalha e enxotei essa outra borboleta preta, que me adejava no cérebro.


    O trecho acima integra o romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Dele, e compreendendo a obra como um todo, pode-se afirmar que alude à personagem

    Escolha uma alternativa para a questão 4f0a958b-d8
  • 4F078BB3-D8

    Literatura

    Escolas Literárias
    Ensino Einstein · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A alegria ainda morou na cabana, todo o tempo que as espigas de milho levaram para amarelecer. Uma alvorada, caminhava o cristão pela borda do mar. Sua alma estava cansada. O colibri sacia-se de mel e perfume; depois adormece em seu branco ninho de cotão, até que volta no outro ano a lua das flores. Como o colibri, a alma do guerreiro também satura-se de felicidade, e carece de sono e repouso. A caça e as excursões pelas montanhas em companhia do amigo, as carícias da terna esposa que o esperavam na volta, e o doce carbeto no copiar da cabana, já não acordavam nele as emoções de outrora. Seu coração ressonava.

    Quando Iracema brincava pela praia, os olhos do guerreiro retiravam-se dela para se estenderem pela imensidade dos mares.

    Viram umas asas brancas, que adejavam pelos campos azuis. Conheceu o cristão que era uma grande igara de muitas velas, como construíam seus irmãos; e a saudade da pátria apertou-lhe no seio. 



    O trecho acima integra o romance Iracema, de José de Alencar. Dele não se pode afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 4f078bb3-d8
  • 4F048A9B-D8

    Literatura

    Escolas Literárias
    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    A MÁQUINA DO MUNDO


    E como eu palmilhasse vagamente

    uma estrada de Minas, pedregosa,

    e no fecho da tarde um sino rouco


    se misturasse ao som de meus sapatos

    que era pausado e seco; e aves pairassem

    no céu de chumbo, e suas formas pretas


    lentamente se fossem diluindo

    na escuridão maior, vinda dos montes

    e de meu próprio ser desenganado,


    a máquina do mundo se entreabriu

    para quem de a romper já se esquivava

    e só de o ter pensado se carpia.

    ( ... )


    O trecho ao lado integra um poema maior da obra Claro Enigma, de Carlos Drummond de Andrade. Considerando o poema como um todo, NÃO É CORRETO afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 4f048a9b-d8
  • 4EFD298E-D8

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    The $900bn question: What is the Belt and Road initiative? 

    By Tom Phillips              https://www.theguardian.com               Acessado em 25/10/2017


       It’s a confusing title but it could turn out to be the largest ever infrastructure project with close to a trillion dollars being invested across the globe

       In concrete terms, the Belt and Road initiative is an immensely ambitious development campaign through which China wants to boost trade and stimulate economic growth across Asia and beyond. It hopes to do so by building massive amounts of infrastructure connecting it to countries around the globe. By some estimates, China plans to pump $150bn into such projects each year. In a report released at the start of this year, ratings agency Fitch said an extraordinary $900bn in projects were planned or underway.

       The Belt and Road initiative has two main prongs: one is called the ‘Silk Road Economic Belt’ (the belt) and the other the ‘21st Century Maritime Silk Road’ (the road). Bewilderingly, the ‘road’ is not actually a road but rather a sea route linking China’s southern coast to east Africa and the Mediterranean. The ‘belt’ is a series of overland corridors connecting China with Europe, via Central Asia and the Middle East.



    A iniciativa Belt and Road

    Escolha uma alternativa para a questão 4efd298e-d8
  • 4EFA36EE-D8

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Ensino Einstein · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    What the World Needs Now

    Lyrics by Hall David


    What the world needs now is love,

    sweet love It’s the only thing that there’s just too little of

    What the world needs now is love,

    sweet love, No not just for some but for everyone.


    Lord, we don’t need another mountain,

    There are mountains and hillsides enough to climb

    There are oceans and rivers enough to cross,

    Enough to last till the end of time.


    Este trecho da letra da música sugere que

    Escolha uma alternativa para a questão 4efa36ee-d8
  • 4EF7249A-D8

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Utilize o infográfico para responder a questão.


    Imagem da questão de Inglês, Ensino Einstein 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Com relação aos números apresentados no infográfico, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 4ef7249a-d8
  • 4EF43CCF-D8

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Ensino Einstein · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Utilize o infográfico para responder a questão.


    Imagem da questão de Inglês, Ensino Einstein 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    O infográfico tem como objetivo principal
    Escolha uma alternativa para a questão 4ef43ccf-d8
  • 985406D9-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

    Can plants hear?
    Flora may be able to detect the sounds of flowing water or munching insects

        Pseudoscientific claims that music helps plants grow have been made for decades, despite evidence that is shaky at best. Yet new research suggests some flora may be capable of sensing sounds, such as the gurgle of water through a pipe or the buzzing of insects.
        In a recent study, Monica Gagliano, an evolutionary biologist at the University of Western Australia, and her colleagues placed pea seedlings in pots shaped like an upside-down Y. One arm of each pot was placed in either a tray of water or a coiled plastic tube through which water flowed; the other arm had dry soil. The roots grew toward the arm of the pipe with the fluid, regardless of whether it was easily accessible or hidden inside the tubing. “They just knew the water was there, even if the only thing to detect was the sound of it flowing inside the pipe,” Gagliano says. Yet when the seedlings were given a choice between the water tube and some moistened soil, their roots favored the latter. She hypothesizes that these plants use sound waves to detect water at a distance but follow moisture gradients to home in on their target when it is closer.
        The research, reported earlier this year in Oecologia, is not the first to suggest flora can detect and interpret sounds. A 2014 study showed the rock cress Arabidopsis can distinguish between caterpillar chewing sounds and wind vibrations – the plant produced more chemical toxins after “hearing” a recording of feeding insects. “We tend to underestimate plants because their responses are usually less visible to us. But leaves turn out to be extremely sensitive vibration detectors,” says lead study author Heidi M. Appel, an environmental scientist now at the University of Toledo.
    (Marta Zaraska. www.scientificamerican.com, 17.05.2017.)
    O trecho do terceiro parágrafo “But leaves turn out to be extremely sensitive vibrations detectors” indica que as folhas
    Escolha uma alternativa para a questão 985406d9-d7
  • 9850685E-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

    Can plants hear?
    Flora may be able to detect the sounds of flowing water or munching insects

        Pseudoscientific claims that music helps plants grow have been made for decades, despite evidence that is shaky at best. Yet new research suggests some flora may be capable of sensing sounds, such as the gurgle of water through a pipe or the buzzing of insects.
        In a recent study, Monica Gagliano, an evolutionary biologist at the University of Western Australia, and her colleagues placed pea seedlings in pots shaped like an upside-down Y. One arm of each pot was placed in either a tray of water or a coiled plastic tube through which water flowed; the other arm had dry soil. The roots grew toward the arm of the pipe with the fluid, regardless of whether it was easily accessible or hidden inside the tubing. “They just knew the water was there, even if the only thing to detect was the sound of it flowing inside the pipe,” Gagliano says. Yet when the seedlings were given a choice between the water tube and some moistened soil, their roots favored the latter. She hypothesizes that these plants use sound waves to detect water at a distance but follow moisture gradients to home in on their target when it is closer.
        The research, reported earlier this year in Oecologia, is not the first to suggest flora can detect and interpret sounds. A 2014 study showed the rock cress Arabidopsis can distinguish between caterpillar chewing sounds and wind vibrations – the plant produced more chemical toxins after “hearing” a recording of feeding insects. “We tend to underestimate plants because their responses are usually less visible to us. But leaves turn out to be extremely sensitive vibration detectors,” says lead study author Heidi M. Appel, an environmental scientist now at the University of Toledo.
    (Marta Zaraska. www.scientificamerican.com, 17.05.2017.)
    No terceiro parágrafo, o trecho “We tend to underestimate plants” indica que temos a tendência de
    Escolha uma alternativa para a questão 9850685e-d7
  • 984C1C3B-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

    Can plants hear?
    Flora may be able to detect the sounds of flowing water or munching insects

        Pseudoscientific claims that music helps plants grow have been made for decades, despite evidence that is shaky at best. Yet new research suggests some flora may be capable of sensing sounds, such as the gurgle of water through a pipe or the buzzing of insects.
        In a recent study, Monica Gagliano, an evolutionary biologist at the University of Western Australia, and her colleagues placed pea seedlings in pots shaped like an upside-down Y. One arm of each pot was placed in either a tray of water or a coiled plastic tube through which water flowed; the other arm had dry soil. The roots grew toward the arm of the pipe with the fluid, regardless of whether it was easily accessible or hidden inside the tubing. “They just knew the water was there, even if the only thing to detect was the sound of it flowing inside the pipe,” Gagliano says. Yet when the seedlings were given a choice between the water tube and some moistened soil, their roots favored the latter. She hypothesizes that these plants use sound waves to detect water at a distance but follow moisture gradients to home in on their target when it is closer.
        The research, reported earlier this year in Oecologia, is not the first to suggest flora can detect and interpret sounds. A 2014 study showed the rock cress Arabidopsis can distinguish between caterpillar chewing sounds and wind vibrations – the plant produced more chemical toxins after “hearing” a recording of feeding insects. “We tend to underestimate plants because their responses are usually less visible to us. But leaves turn out to be extremely sensitive vibration detectors,” says lead study author Heidi M. Appel, an environmental scientist now at the University of Toledo.
    (Marta Zaraska. www.scientificamerican.com, 17.05.2017.)
    No trecho do terceiro parágrafo “the rock cress Arabidopsis can distinguish”, o termo em destaque tem sentido semelhante, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão 984c1c3b-d7
  • 9847AA82-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

    Can plants hear?
    Flora may be able to detect the sounds of flowing water or munching insects

        Pseudoscientific claims that music helps plants grow have been made for decades, despite evidence that is shaky at best. Yet new research suggests some flora may be capable of sensing sounds, such as the gurgle of water through a pipe or the buzzing of insects.
        In a recent study, Monica Gagliano, an evolutionary biologist at the University of Western Australia, and her colleagues placed pea seedlings in pots shaped like an upside-down Y. One arm of each pot was placed in either a tray of water or a coiled plastic tube through which water flowed; the other arm had dry soil. The roots grew toward the arm of the pipe with the fluid, regardless of whether it was easily accessible or hidden inside the tubing. “They just knew the water was there, even if the only thing to detect was the sound of it flowing inside the pipe,” Gagliano says. Yet when the seedlings were given a choice between the water tube and some moistened soil, their roots favored the latter. She hypothesizes that these plants use sound waves to detect water at a distance but follow moisture gradients to home in on their target when it is closer.
        The research, reported earlier this year in Oecologia, is not the first to suggest flora can detect and interpret sounds. A 2014 study showed the rock cress Arabidopsis can distinguish between caterpillar chewing sounds and wind vibrations – the plant produced more chemical toxins after “hearing” a recording of feeding insects. “We tend to underestimate plants because their responses are usually less visible to us. But leaves turn out to be extremely sensitive vibration detectors,” says lead study author Heidi M. Appel, an environmental scientist now at the University of Toledo.
    (Marta Zaraska. www.scientificamerican.com, 17.05.2017.)
    In the excerpt from the third paragraph “the first to suggest flora can detect”, the word in bold indicates
    Escolha uma alternativa para a questão 9847aa82-d7