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Questões de Linguagens do ENEM

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Resultados

18.995 questões encontradas. Mostrando a página 841 de 950.

  • DFC96EB8-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, UNICENTRO 2010, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    (Trecho extraído del periódico online El País – 28.12.2009) <https://elpais.com/articulo/pantallas/twitter/rentable/elpepirtv/20091228elpepirtv_4/Tes>

    Sobre o Twitter é INCORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão dfc96eb8-b0
  • DFC4A068-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UNICENTRO · 2010Entre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, UNICENTRO 2010, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    (Trecho extraído del periódico online El País – 28.12.2009) <https://elpais.com/articulo/pantallas/twitter/rentable/elpepirtv/20091228elpepirtv_4/Tes>

    De acordo com o texto é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão dfc4a068-b0
  • 6FB71FE8-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UDESC · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Read Text 2 and answer the question.

    Imagem da questão de Inglês, UDESC 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The words: “plainly” (line 1), “motley” (line 2) and “jocund” (line 14) are used in the text as:


    Escolha uma alternativa para a questão 6fb71fe8-b0
  • 6FB1CF68-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UDESC · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Read Text 2 and answer the question.

    Imagem da questão de Inglês, UDESC 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Mark (T) true or (F) false.

    ( ) People bend down to the Queen.

    ( ) You know them despite the names tagged to them.

    ( ) All are heading towards a focused future.

    ( ) They are drawn to places by their songs.

    ( ) Richard has got a lion´s heart as a prize.

    The correct sequence is:

    Escolha uma alternativa para a questão 6fb1cf68-b0
  • 6FADAC0D-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UDESC · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read Text 2 and answer the question.

    Imagem da questão de Inglês, UDESC 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    It is correct to say that:
    Escolha uma alternativa para a questão 6fadac0d-b0
  • 6FA9841D-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UDESC · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Read Text 2 and answer the question.

    Imagem da questão de Inglês, UDESC 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The correct synonyms of the following words: “stout” (line 3), “lusty” (line 3), “sour” (line 7), “lasses” (line 11) and “yeomen” (line 11) are respectively:
    Escolha uma alternativa para a questão 6fa9841d-b0
  • 6FA0D20B-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UDESC · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read the Text 1 and answer the question.


    Imagem da questão de Inglês, UDESC 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    “…it gives them a feeling of accomplishment…” (lines 12 and 13) means that:
    Escolha uma alternativa para a questão 6fa0d20b-b0
  • 6F9B6017-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UDESC · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read the Text 1 and answer the question.


    Imagem da questão de Inglês, UDESC 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The text says that:
    Escolha uma alternativa para a questão 6f9b6017-b0
  • CEC6A9CA-B0

    Português

    Figuras de Linguagem
    FATEC · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto e responda a questão.

    A verdadeira muralha da China
       Nos últimos anos, poucos eventos sacudiram tanto a China quanto a internet. Seu número de internautas já é maior do que os 230 milhões de usuários americanos, segundo a North America Internet Stats. Trata-se de um público de jovens, com menos de 30 anos, que declaram ter na internet sua melhor fonte de informação. Todos eles, porém, encontram dificuldades para superar um gigantesco problema: a censura.
        Um poderoso firewall oficial é a verdadeira muralha da China moderna. A segregação digital, porém, começa a ser sacudida por caminhos inesperados. Diante da possível interrupção de serviços do Google no país, a conceituada revista Nature realizou sondagem na comunidade científica chinesa e colheu resultados de primeira grandeza: a censura e o eventual fechamento do Google farão muito mal à ciência do país. Segundo os dados divulgados pela agência Reuters (24.02.2010), mais de 70% dos cientistas chineses utilizam o Google como ferramenta de busca de dados, informações, artigos científicos e literatura acadêmica em geral. Dos cientistas entrevistados, 84% afirmaram que suas pesquisas perderiam substantivamente em qualidade se fossem privados do uso do Google; 78% afirmaram que sua colaboração internacional seria profundamente afetada. O problema de fundo, que preocupa as autoridades chinesas, é que a existência do Google levou a uma alteração de hábitos de pesquisa, interferindo no modo de explorar, testar e difundir informações necessárias para a geração de conhecimento. Longe de um gesto de censura de curto alcance (se é que isso é possível), a interrupção do Google provocaria reações de longa duração, com impacto sensível na eficiência da pesquisa científica. Para um país disposto a disputar a hegemonia mundial, em que a pesquisa científica e tecnológica é a menina dos olhos das autoridades, as novidades vindas da comunidade científica não poderiam ser piores.
        Os milhares de funcionários chineses que zelam pelo sistema de censura fariam mais pela eficiência do país se ficassem menos preocupados em perseguir URIs, URLs, FTPs e HTTPs. Para o nervosismo da “nomenklatura” (e satisfação de todos os que desejam um mundo em que o conhecimento possa fluir livremente, a começar pelos cientistas e pesquisadores chineses), uma sucessão infindável de geeks, hackers, nerds, dorks e dweebs, com seus correlatos em chinês, descobre a cada dia uma nova maneira de burlar os sistemas de censura.

     (ARBIX, Glauco. Valor Econômico. 24.02.2010, p.A17. Adaptado)
    No trecho: “Longe de um gesto de censura de curto alcance (se é que isso é possível), a interrupção do Google provocaria reações de longa duração, com impacto sensível na eficiência da pesquisa científica.” (2º parágrafo), as expressões destacadas constituem, em relação à outra, um efeito estilístico que ocorre graças ao emprego da seguinte figura de linguagem:
    Escolha uma alternativa para a questão cec6a9ca-b0
  • CEB4AA07-B0

    Português

    Sintaxe
    FATEC · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto e responda a questão.

    A verdadeira muralha da China
       Nos últimos anos, poucos eventos sacudiram tanto a China quanto a internet. Seu número de internautas já é maior do que os 230 milhões de usuários americanos, segundo a North America Internet Stats. Trata-se de um público de jovens, com menos de 30 anos, que declaram ter na internet sua melhor fonte de informação. Todos eles, porém, encontram dificuldades para superar um gigantesco problema: a censura.
        Um poderoso firewall oficial é a verdadeira muralha da China moderna. A segregação digital, porém, começa a ser sacudida por caminhos inesperados. Diante da possível interrupção de serviços do Google no país, a conceituada revista Nature realizou sondagem na comunidade científica chinesa e colheu resultados de primeira grandeza: a censura e o eventual fechamento do Google farão muito mal à ciência do país. Segundo os dados divulgados pela agência Reuters (24.02.2010), mais de 70% dos cientistas chineses utilizam o Google como ferramenta de busca de dados, informações, artigos científicos e literatura acadêmica em geral. Dos cientistas entrevistados, 84% afirmaram que suas pesquisas perderiam substantivamente em qualidade se fossem privados do uso do Google; 78% afirmaram que sua colaboração internacional seria profundamente afetada. O problema de fundo, que preocupa as autoridades chinesas, é que a existência do Google levou a uma alteração de hábitos de pesquisa, interferindo no modo de explorar, testar e difundir informações necessárias para a geração de conhecimento. Longe de um gesto de censura de curto alcance (se é que isso é possível), a interrupção do Google provocaria reações de longa duração, com impacto sensível na eficiência da pesquisa científica. Para um país disposto a disputar a hegemonia mundial, em que a pesquisa científica e tecnológica é a menina dos olhos das autoridades, as novidades vindas da comunidade científica não poderiam ser piores.
        Os milhares de funcionários chineses que zelam pelo sistema de censura fariam mais pela eficiência do país se ficassem menos preocupados em perseguir URIs, URLs, FTPs e HTTPs. Para o nervosismo da “nomenklatura” (e satisfação de todos os que desejam um mundo em que o conhecimento possa fluir livremente, a começar pelos cientistas e pesquisadores chineses), uma sucessão infindável de geeks, hackers, nerds, dorks e dweebs, com seus correlatos em chinês, descobre a cada dia uma nova maneira de burlar os sistemas de censura.

     (ARBIX, Glauco. Valor Econômico. 24.02.2010, p.A17. Adaptado)
    Assinale a alternativa em que a(s) palavra(s) destacada(s) funcione(m) como elemento(s) que adiciona(m) informações simultâneas.
    Escolha uma alternativa para a questão ceb4aa07-b0
  • CEB03E58-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto e responda a questão.

    A verdadeira muralha da China
       Nos últimos anos, poucos eventos sacudiram tanto a China quanto a internet. Seu número de internautas já é maior do que os 230 milhões de usuários americanos, segundo a North America Internet Stats. Trata-se de um público de jovens, com menos de 30 anos, que declaram ter na internet sua melhor fonte de informação. Todos eles, porém, encontram dificuldades para superar um gigantesco problema: a censura.
        Um poderoso firewall oficial é a verdadeira muralha da China moderna. A segregação digital, porém, começa a ser sacudida por caminhos inesperados. Diante da possível interrupção de serviços do Google no país, a conceituada revista Nature realizou sondagem na comunidade científica chinesa e colheu resultados de primeira grandeza: a censura e o eventual fechamento do Google farão muito mal à ciência do país. Segundo os dados divulgados pela agência Reuters (24.02.2010), mais de 70% dos cientistas chineses utilizam o Google como ferramenta de busca de dados, informações, artigos científicos e literatura acadêmica em geral. Dos cientistas entrevistados, 84% afirmaram que suas pesquisas perderiam substantivamente em qualidade se fossem privados do uso do Google; 78% afirmaram que sua colaboração internacional seria profundamente afetada. O problema de fundo, que preocupa as autoridades chinesas, é que a existência do Google levou a uma alteração de hábitos de pesquisa, interferindo no modo de explorar, testar e difundir informações necessárias para a geração de conhecimento. Longe de um gesto de censura de curto alcance (se é que isso é possível), a interrupção do Google provocaria reações de longa duração, com impacto sensível na eficiência da pesquisa científica. Para um país disposto a disputar a hegemonia mundial, em que a pesquisa científica e tecnológica é a menina dos olhos das autoridades, as novidades vindas da comunidade científica não poderiam ser piores.
        Os milhares de funcionários chineses que zelam pelo sistema de censura fariam mais pela eficiência do país se ficassem menos preocupados em perseguir URIs, URLs, FTPs e HTTPs. Para o nervosismo da “nomenklatura” (e satisfação de todos os que desejam um mundo em que o conhecimento possa fluir livremente, a começar pelos cientistas e pesquisadores chineses), uma sucessão infindável de geeks, hackers, nerds, dorks e dweebs, com seus correlatos em chinês, descobre a cada dia uma nova maneira de burlar os sistemas de censura.

     (ARBIX, Glauco. Valor Econômico. 24.02.2010, p.A17. Adaptado)
    De acordo com as informações contidas no texto, pode-se afirmar que a China tem se mostrado antidemocrática porque
    Escolha uma alternativa para a questão ceb03e58-b0
  • CE35207E-B0

    Inglês

    Adjetivos | Adjectives
    FATEC · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto para responder a questão.

    FOOTBALL'S RED CARD 

    THE WORLD'S MOST VALUABLE SPORTS TEAM IS drowning in debt. English football powerhouse Manchester United (Forbes estimates its worth at $1.8 billion) had to raise some $800 million in a bond issue last month, which is still $340 million shy of its total debts. Man U needed the bond to pay off the millions that American businessman 
    Malcolm Glazer borrowed to purchase the team in 2005. But in the first three weeks since the bond was issued it lost nearly 10 percent of its value, a sign that, even though Man U's revenues reached a record $444 million last year, the market is growing wary of debt, particularly the European variety
    Man U isn't alone. Debt levels have also skyrocketed among rivals like liverpool, calling into question the business model of English Premier League football. Each year the three worst teams are banished to a lower league, where vital broadcasting revenues are dramatically reduced. This puts huge pressure on clubs to compete for the best players, who now regularly fetch more than $50 million a year. Unlike in the U.S., there's no system of collective bargaining to restrain wages. As a result, the total salary bill for the Premier League has risen more than 20 percent since 2008. This has created a vicious cycle of rising debt among clubs that must spend extravagantly on players to ensure increased revenue. Any team attempting to be frugal becomes more likely to end up with lower revenue. It's become a game of who can spend the most, and it probably won't end well. 

    (BY WILLIAM UNDERHILL - Newsweek)
    Assinale a alternativa em que há um exemplo de grau de comparação
    Escolha uma alternativa para a questão ce35207e-b0
  • CE2C0EFA-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto para responder a questão.

    HAITI'S INDENTURED CHIlDREN 
    THE DAYS AFTER HAITI'S EARTHQUAKE brought joyous reunions for some families. Others faced the grim reality that they'd been suddenly robbed of parents or offspring. But for Haiti's 225,000 restaveks, or indentured children, the quake brought only an uncertain future.
    Slavery-which ended with independence in 1804-is illegal in Haiti. And technically, restaveks are not slaves. The institution has its roots in the Caribbean tradition of child lending between families (usually relatives) to pitch in with extra work, care for the elderly or sick, or to provide opportunity to a child from a poor family. Generally, rural parents send their children to live with wealthier families in the cities. In exchange for domestic labor, the children are supposed to receive lodging, food, clothing, medicine, and-most importantly-education. In as many as half of the cases, they do (though classifying treatment in private homes is notoriously difficult). The unlucky ones, called restaveks-from the French rester avec, or "to stay with" -are loaned through normal channels but denied schooling and subject to abuse and degradation. This phenomenon has spiked in modern Haiti, as more and more children end up with equally impoverished families in the slums.
    Before the quake, up to 22 percent of Haitian homes contained restaveks, according to a study funded by USAID. Keeping restaveks is illegal, but child loans are not and, given the extent of Haiti's governmental dysfunction, it's hard to tell which cases are which. Now that the quake has thrown family networks into disarray, the flimsy social ties supporting restaveks are likely to break down. "For families struggling in the wake of a catastrophe, restavek kids are the first to go; says Glenn Smucker, an anthropologist who specializes in development work in Haiti. "Their parents are not there to watch out for them, so they're far more vulnerable" to desertion and trafficking. 
    But even as the numbers of abandoned restaveks swell, the demand for their services is likely to decrease. A mass exodus of residents from Port-au-Prince is reversing decades of migratory trends. If the shift sticks, it means there will be less need for restaveks in the city. But it's also possible that families suffering from the quake's economic aftershocks will feel extra pressure to lend out their children, even as it becomes more likely they'll end up as restaveks. Which, combined with a spike in new orphans, means Haiti will likely see a rise in the number of its street children in the years to come.

    (By Katie Paul - Newsweek)
    O texto afirma que a cidade de Porto Príncipe está
    Escolha uma alternativa para a questão ce2c0efa-b0
  • CE274A5E-B0

    Inglês

    Sinônimos | Synonyms
    FATEC · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto para responder a questão.

    HAITI'S INDENTURED CHIlDREN 
    THE DAYS AFTER HAITI'S EARTHQUAKE brought joyous reunions for some families. Others faced the grim reality that they'd been suddenly robbed of parents or offspring. But for Haiti's 225,000 restaveks, or indentured children, the quake brought only an uncertain future.
    Slavery-which ended with independence in 1804-is illegal in Haiti. And technically, restaveks are not slaves. The institution has its roots in the Caribbean tradition of child lending between families (usually relatives) to pitch in with extra work, care for the elderly or sick, or to provide opportunity to a child from a poor family. Generally, rural parents send their children to live with wealthier families in the cities. In exchange for domestic labor, the children are supposed to receive lodging, food, clothing, medicine, and-most importantly-education. In as many as half of the cases, they do (though classifying treatment in private homes is notoriously difficult). The unlucky ones, called restaveks-from the French rester avec, or "to stay with" -are loaned through normal channels but denied schooling and subject to abuse and degradation. This phenomenon has spiked in modern Haiti, as more and more children end up with equally impoverished families in the slums.
    Before the quake, up to 22 percent of Haitian homes contained restaveks, according to a study funded by USAID. Keeping restaveks is illegal, but child loans are not and, given the extent of Haiti's governmental dysfunction, it's hard to tell which cases are which. Now that the quake has thrown family networks into disarray, the flimsy social ties supporting restaveks are likely to break down. "For families struggling in the wake of a catastrophe, restavek kids are the first to go; says Glenn Smucker, an anthropologist who specializes in development work in Haiti. "Their parents are not there to watch out for them, so they're far more vulnerable" to desertion and trafficking. 
    But even as the numbers of abandoned restaveks swell, the demand for their services is likely to decrease. A mass exodus of residents from Port-au-Prince is reversing decades of migratory trends. If the shift sticks, it means there will be less need for restaveks in the city. But it's also possible that families suffering from the quake's economic aftershocks will feel extra pressure to lend out their children, even as it becomes more likely they'll end up as restaveks. Which, combined with a spike in new orphans, means Haiti will likely see a rise in the number of its street children in the years to come.

    (By Katie Paul - Newsweek)
    A palavra flimsy, no 3º parágrafo do texto, pode ser substituída por
    Escolha uma alternativa para a questão ce274a5e-b0
  • 74B5C642-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
            Aniceto fora cedo tirar o atestado de óbito no cartório de Palmeira e chegou no meio da tarde, encontrando grande confusão, o padre não permitia o enterro no cemitério de Santa Bárbara, era uma ateia.
          –– Mas vivemos na República –– gritou Rossi, que tinha ido acertar o sepultamento.
        –– A igreja é maior que o governo –– revidou o padre. –– Temos o direito de ser enterrados no cemitério.
         –– Essa terra só conhece católicos. — E o padre bateu a porta da sacristia.
       Quando souberam da proibição, os anarquistas se revoltaram, iam marchar juntos contra o padre e enterrar Gentille à força, viviam em um país livre, eram trabalhadores, davam lucro ao estado, ninguém era obrigado a ter religião para ser enterrado dignamente.

    SANCHES NETO, Miguel. Um amor anarquista. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. p. 219.

    O texto, contextualizado na obra em sua totalidade, permite afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 74b5c642-b0
  • 74B0EBAA-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICENTRO · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Consolo na praia

    Vamos, não chores.
    A infância está perdida.
    A mocidade está perdida.
    Mas a vida não se perdeu.

    O primeiro amor passou.
    O segundo amor passou.
    O terceiro amor passou.
    Mas o coração continua.

    Perdeste o melhor amigo.
    Não tentaste qualquer viagem.
    Não possuis carro, navio, terra.
    Mas tens um cão.

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Consolo na praia. A rosa do povo. Rio de Janeiro: Record, 1989. p. 129.

    Para o eu poético,
    Escolha uma alternativa para a questão 74b0ebaa-b0
  • 74AD22A3-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICENTRO · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
          Tornou-se Pereira pálido, franzindo os sobrolhos e olhando de esguelha para quem tão imprudentemente elogiava assim, cara a cara, a beleza de sua filha; Inocência enrubesceu que nem uma romã; Cirino sentiu um movimento impetuoso, misturado de estranheza e desespero, e, lá da sua pele de tamanduá-bandeira, ergueu-se meio apavorado o anão.
           Nem reparou Meyer e com a habitual ingenuidade prosseguiu:
       –– Aqui, no sertão do Brasil, há o mau costume de esconder as mulheres.
          Viajante não sabe de todo se são bonitas, se feias, e nada pode contar nos livros para o conhecimento dos que leem. Mas, palavra de honra, senhor Pereira, se todas se parecem com esta sua filha, é coisa muito e muito digna de ser vista e escrita! Eu...
       –– O senhor não quer retirar-se? Interrompeu Pereira com modo áspero.
       –– Pois não! Replicou o alemão.

    TAUNAY, Visconde de. Inocência. Disponível em: <www.nead.unama.br> . Acesso em: 19 jun. 2010.


    O diálogo entre as personagens Meyer, que representa a ideologia europeia, e Pereira, que traduz os valores sertanejos, evidencia
    Escolha uma alternativa para a questão 74ad22a3-b0