Questões de Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais) com gabarito

11 questões de Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais), em Português, da área de Linguagens. Cada questão tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito.

Resultados

11 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 1.

  • A92B8BCD-04

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    UFGD · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    A caçada


    O homem acendeu um cigarro. Sua mão tremia. Em que tempo, meu Deus! Em que tempo teria assistido a essa mesma cena. E onde?...


    Era uma caçada. No primeiro plano, estava o caçador de arco retesado, apontando para uma touceira espessa.


    Num plano mais profundo, o segundo caçador espreitava por entre as árvores do bosque, mas esta era apenas uma vaga silhueta, cujo rosto se reduzira a um esmaecido contorno. Poderoso, absoluto era o primeiro caçador, a barba violenta como um bolo de serpentes, os músculos tensos, à espera de que a caça levantasse para desferir-lhe a seta.


    O homem respirava com esforço. Vagou o olhar pela tapeçaria que tinha a cor esverdeada de um céu de tempestade. Envenenando o tom verde-musgo do tecido, destacavam-se manchas de um negro-violáceo e que pareciam escorrer da folhagem, deslizar pelas botas do caçador e espalhar-se no chão como um líquido maligno. A touceira na qual a caça estava escondida também tinha as mesmas manchas e que tanto podiam fazer parte do desenho como ser simples efeito do tempo devorando o pano.


    — Parece que hoje tudo está mais próximo — disse o homem em voz baixa.


    — É como se... Mas não está diferente?


    A velha firmou mais o olhar. Tirou os óculos e voltou a pô-los.


    — Não vejo diferença nenhuma.


    TELLES, Lygia Fagundes. Melhores Contos de Lygia Fagundes Telles. seleção de Eduardo Portella. São Paulo: Global. 2003, p. 163- 164.



    Sobre esse conto, é correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão a92b8bcd-04
  • A9290E3D-04

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    UFGD · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos

    Durante a Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), em entrevista concedida ao programa Metrópolis (2019), Jarid Arraes falou sobre sua estética e suas inspirações para o desenvolvimento de Redemoinho em Dia Quente (2019). Leia, a seguir, um trecho de sua fala.


    [...] Eu comecei escrevendo cordel, porque meu pai e meu avô, eles são cordelistas, então eu queria dar continuidade à tradição do cordel na família. Mas eu queria fazer isso de um jeito subversivo. [...] Escrever sobre o interior do Ceará, escrever sobre o sertão, era uma coisa que me importava muito. Até porque eu queria escrever pela minha ótica, que, com certeza, não iria ser aquela ótica do estereótipo, do chão rachado, com o esqueleto de uma vaca. [...] Acima de tudo, é uma questão política pra mim. É por isso que eu quis tanto, que eu me esforcei muito para parecer verdadeiro.


    Disponível em: https://youtu.be/t-vpleu8HmE. Acesso em: 28 jun. 2024 (adaptado).



    De acordo com a referida obra, assinale a alternativa correta. 

    Escolha uma alternativa para a questão a9290e3d-04
  • 208D1FE3-B7

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    UNICAMP · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos
    “(...) Tão geladas as pernas e os braços e a cara que pensei em abrir a garrafa [de conhaque] para beber um gole, mas não queria chegar na casa dele meio bêbado, hálito fedendo, não queria que ele pensasse que eu andava bebendo, e eu andava, todo dia um bom pretexto, e fui pensando também que ele ia pensar que eu andava sem dinheiro, chegando a pé naquela chuva toda, e eu andava, estômago dolorido de fome, e eu não queria que ele pensasse que eu andava insone, e eu andava, roxas olheiras (...)”.

    (ABREU, Caio Fernando. Além do ponto. Morangos Mofados. São Paulo: Companhia das Letras, p. 42, 2019.)


    No conto “Além do ponto”, observa-se que o contraste entre o “eu”, personagem que deseja, e o “ele”, personagem imaginado,
    Escolha uma alternativa para a questão 208d1fe3-b7
  • C6DFCC13-FD

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão 

    A Velhice 
        A velhice é uma idade sagrada. Foi venerada em todos os tempos. Na antiguidade teve obséquios e cultos oficiais. Pode apreciar-se o grau de cada civilização histórica pelo respeito e pelo carinho dispensados a estes seres de energia quebrada e de esperanças desfeitas, que trazem nos olhos tristes o reflexo, cada vez maior, da morte pavorosa que se aproxima.
        A velhice é a quadra sem prazer de toda a vida humana. A infância sabe só que vive, e ri; a mocidade tem o sonho que a embala e canta; a vida adulta conta com o futuro, ambiciona e trabalha; a velhice é um sonambulismo trêmulo e quase sempre atormentado, de que só se acorda na agonia extrema... para morrer.

    OSTA, Antonio Cândido. A Velhice.Disponível em http://rascunhorasgado.blogspot.com/2015/10/a-velhice.html. Acesso em 10 de ago. 2018.
    Considerando os verbos que foram empregados no texto e as relações sintáticas que estabelecem, analise as afirmativas abaixo.

    I. A expressão verbal se acorda está empregada na forma pronominal, portanto o pronome se é classificado como objeto indireto.
    II. A oração “Foi venerada em todos os tempos” foi formada com a voz passiva do verbo venerar e seu sujeito paciente é retomado da oração anterior.
    III. O verbo trazer que aparece no primeiro parágrafo é um verbo irregular e está empregado no tempo presente do modo subjuntivo.
    IV. Os verbos ambicionar e trabalhar que foram usados no segundo parágrafo, no tempo presente do modo indicativo, se empregados no pretérito mais que perfeito do mesmo modo verbal, apresentariam as seguintes formas: ambicionara e trabalhara.
    V. A forma verbal se aproxima é pronominal, o se é um pronome oblíquo reflexivo e exerce a função sintática de objeto direto reflexivo.

    É correto apenas o que se afirma na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão c6dfcc13-fd
  • A366CFED-BB

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    Universidade do Estado da Bahia · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2018, Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)

    Considerando-se os recursos linguísticos na tessitura do poema, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão a366cfed-bb
  • 16D6C7EC-B3

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    IF-MT · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Fragmento 1
    Eu canto porque o instante existe
    e a minha vida está completa.
    Não sou alegre nem sou triste:
    sou poeta.
    [...]
    Sei que canto. E a canção é tudo.
    Tem sangue eterno a asa ritmada.
    E um dia sei que estarei mudo:
    — mais nada.
    (“Motivo”, Cecília Meirelles, Viagem, 1939)

    Fragmento 2
    A gente quer um lugar pra gente
    A gente quer é de papel passado
    Com festa, bolo e brigadeiro
    A gente quer um canto sossegado
    A gente quer um canto de sossego.
    (O descobrimento do Brasil, Legião Urbana, 1993)

    Leia os fragmentos para responder a questão:


    Tanto no Fragmento 1 como no Fragmento 2 aparece a palavra "canto". Sobre o emprego dessa palavra, é possível afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 16d6c7ec-b3
  • 5933C01B-42

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    UFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    BICHO-CARPINTEIRO
    Há mais de um século a expressão “ter (ou estar com) bicho-carpinteiro” significa “ser muito inquieto, não parar no lugar”. Faz pouco tempo, porém, os reformadores da fraseologia começaram a espalhar a seguinte tese fraudulenta: “O certo é ter bicho no corpo inteiro”. Errado. O dislate parte assumidamente da ignorância de um fato básico da língua: o de que existe uma criatura chamada bicho-carpinteiro. Segundo o Houaiss, ele é o nome popular e genérico de “diversas espécies de besouro, especialmente das famílias dos buprestídeos e cerambicídeos, que durante o estágio larvar brocam troncos e cascas de árvores”. Como se vê, a ideia da velha expressão é propor uma metáfora: a de que, como as árvores sob a casca, a pessoa irrequieta tem sob a pele as larvas desses insetos a se remexer constantemente, fazendo cócegas e não a deixando sossegada.
    Sobre palavras. Revista Veja. Edição 2.347/ Ano 46/ Nº 46. 13 nov. 2013. 
    A impessoalidade que ocorre na forma verbal da oração “Há mais de um século [...]” é também percebida em
    Escolha uma alternativa para a questão 5933c01b-42
  • 3BF4EB2F-8D

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    UNESP · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A questão toma por base uma passagem do romance O sertanejo, do romântico brasileiro José de Alencar (1829-1877).

                                                          O sertanejo

          O moço sertanejo bateu o isqueiro e acendeu fogo num toro carcomido, que lhe serviu de braseiro para aquentar o ferro; e enquanto esperava, dirigiu-se ao boi nestes termos e com um modo afável:

          – Fique descansado, camarada, que não o envergonharei levando-o à ponta de laço para mostrá-lo a toda aquela gente! Não; ninguém há de rir-se de sua desgraça. Você é um boi valente e destemido; vou dar-lhe a liberdade. Quero que viva muitos anos, senhor de si, zombando de todos os vaqueiros do mundo, para um dia, quando morrer de velhice, contar que só temeu a um homem, e esse foi Arnaldo Louredo.

          O sertanejo parou para observar o boi, como se esperasse mostra de o ter ele entendido, e continuou:

          – Mas o ferro da sua senhora, que também é a minha, tenha paciência, meu Dourado, esse há de levar; que é o sinal de o ter rendido o meu braço. Ser dela, não é ser escravo; mas servir a Deus, que a fez um anjo. Eu também trago o seu ferro aqui, no meu peito. Olhe, meu Dourado. O mancebo abriu a camisa, e mostrou ao boi o emblema que ele havia picado na pele, sobre o seio esquerdo, por meio do processo bem conhecido da inoculação de uma matéria colorante na epiderme. O debuxo de Arnaldo fora estresido com o suco do coipuna, que dá uma bela tinta escarlate, com que os índios outrora e atualmente os sertanejos tingem suas redes de algodão.

          Depois de ter assim falado ao animal, como a um homem que o entendesse, o sertanejo tomou o cabo de ferro, que já estava em brasa, e marcou o Dourado sobre a pá esquerda.

          – Agora, camarada, pertence a D. Flor, e portanto quem o ofender tem de haver-se comigo, Arnaldo Louredo. Tem entendido?... Pode voltar aos seus pastos; quando eu quiser, sei onde achá-lo. Já lhe conheço o rasto.

          O Dourado dirigiu-se com o passo moroso para o mato; chegado à beira, voltou a cabeça para olhar o sertanejo, soltou um mugido saudoso e desapareceu.

          Arnaldo acreditou que o boi tinha-lhe dito um afetuoso adeus.

          E o narrador deste conto sertanejo não se anima a afirmar que ele se iludisse em sua ingênua superstição.

                                                                                               (José de Alencar. O sertanejo. Rio de Janeiro:

                                                                                      Livraria Garnier, [s.d.]. tomo II, p. 79-80. Adaptado.)

    Tomando por base que estresido é particípio do verbo estresir, que significa no texto a passagem da marca da senhora para o peito do vaqueiro por meio de papel, tinta e um instrumento furador, complete a lacuna da seguinte frase com a forma adequada do pretérito perfeito do indicativo do verbo estresir:

    A bordadeira___________ o desenho sobre o pano.

    Escolha uma alternativa para a questão 3bf4eb2f-8d
  • 0AB5C584-F5

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    Universidade Federal do Ceará · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que analisa corretamente a frase: “Deve haver muitos participantes na conferência.”
    Escolha uma alternativa para a questão 0ab5c584-f5
  • 31E49A93-70

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    UEPB · 2007DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UEPB 2007, Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)

    Em “há um hiato envolto pela penumbra [...]” (L 7), a forma verbal em destaque
    Escolha uma alternativa para a questão 31e49a93-70