Questões de Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto com gabarito

5.815 questões de Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto, em Português, da área de Linguagens. Cada questão tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito.

Resultados

5.815 questões encontradas. Mostrando a página 244 de 291.

  • B7C8963D-E0

    Português

    Gêneros Textuais
    UEPB · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UEPB 2011, Gêneros Textuais

    Sobre as duas estrofes transcritas de uma discussão poética entre Pinto do Monteiro e Louro do Pajeú, é correto afirmar que retratam:


    ( ) Características socioculturais da tradição oral trovadoresca, cultivadas com exclusividade no Nordeste brasileiro.

    ( ) Um gênero em que é declarado vencedor aquele que conseguir versejar com maior competência, a respeito de um determinado tema.

    ( ) Uma manifestação cultural popular chamada de “repentismo” que devido às migrações internas podem ser encontradas em qualquer parte do Brasil.

    ( ) Um exemplo típico da literatura de cordel que se apresenta em forma poética impressa em folhetos.


    Analise as proposições, coloque V para as verdadeiras, F para as falsas e marque a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b7c8963d-e0
  • B7C4F5EC-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 06:


    Imagem da questão de Português, UEPB 2011, Interpretação de Textos


    Na charge acima:


    ( ) A palavra “bicha”, muito comum no uso da linguagem coloquial, foi usada no sentido de nomear um objeto estranho para a personagem.

    ( ) Há referência à leitura imprecisa do “código de barras”, provocando um efeito de humor.

    ( ) A expressão “HMMM...” é um recurso de linguagem utilizado para repetir um mesmo som consonantal.

    ( ) Apresenta-se uma interação verbal conflituosa em consequência da ausência de envolvimento com as múltiplas práticas de leituras.


    Analise as proposições e coloque V para as verdadeiras e F para as falsas. Marque a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b7c4f5ec-e0
  • B7C10955-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UEPB 2011, Interpretação de Textos

    Em relação à interação verbal entre os personagens do texto, pode-se afirmar:


    I - O sentido do diálogo entre médico e paciente é delimitado pelo papel social dos interlocutores em seus contextos sociais.

    II - O efeito de sentido construído pelo paciente ocorreu em função do contexto enunciativo em que foi produzida a fala do médico.

    III - A reorganização da fala do médico contribuiu para a intencionalidade de seu discurso.


    Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
    Escolha uma alternativa para a questão b7c10955-e0
  • B7BE29AD-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UEPB 2011, Interpretação de Textos

    Em relação à tira, pode-se afirmar:


    I - A professora se insere numa esfera ideológica, causando ao seu interlocutor um “silenciamento” momentâneo, e impede a construção de sentido ao que lhe foi atribuído.

    II - O humor da tira se estabelece na quebra de expectativa, em relação à negociação da aluna a respeito da punição.

    III - A tira retrata a submissão da aluna, que aceita o modelo de aprendizagem que a professora impõe.


    Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
    Escolha uma alternativa para a questão b7be29ad-e0
  • B7B862EF-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UEPB 2011, Interpretação de Textos

    O autor do texto:


    ( ) Descreve uma situação do cotidiano urbano entre dois personagens com a intencionalidade de produzir humor.

    ( ) Apresenta particularidades da linguagem oral, embora o texto se apresente no registro verbal escrito.

    ( ) Consegue de forma bem humorada ironizar a função do cliente e a imagem que o personagem tem de si.


    Analise as proposições e coloque V para as verdadeiras e F para as falsas. Marque a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b7b862ef-e0
  • B7AC4228-E0

    Português

    Análise sintática
    UEPB · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UEPB 2011, Análise sintática

    Em “Digam o que disserem [...]”, é correto afirmar em relação ao termo em destaque que há:
    Escolha uma alternativa para a questão b7ac4228-e0
  • B7A9397F-E0

    Português

    Figuras de Linguagem
    UEPB · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UEPB 2011, Figuras de Linguagem

    Marque a única alternativa cuja alusão à temática, identificável no contexto, não é metafórica.
    Escolha uma alternativa para a questão b7a9397f-e0
  • B7A666BF-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UEPB 2011, Interpretação de Textos

    Na visão do autor, o tema em questão é:


    ( ) Simplório e sua prática linguística requer, apenas, o uso superficial da linguagem.

    ( ) Polêmico, embora aproxime o leitor do seu cotidiano e da sua linguagem.

    ( ) Versátil, tendo em vista que o autor dispõe de vários recursos linguísticos e gêneros textuais para explorar tal tema.

    ( ) Complexo, pois exige do leitor conhecimentos prévios e certa identidade discursiva para a construção de efeitos de sentido.


    Analise as proposições, coloque V para as verdadeiras, F para as falsas e marque a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b7a666bf-e0
  • B7A378EC-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UEPB 2011, Interpretação de Textos

    O fragmento da carta ao leitor, escrita pelo editor Luiz Costa, sinaliza que:


    I - A língua permite seu uso de forma criativa e versátil por meio de recursos de linguagem e jogos implícitos.

    II - O sistema da língua é aberto, possibilita a escrita de textos humorísticos e desvela “a graça do idioma”.

    III - O humor é “volúvel e gelatinoso”, causando desgaste à língua pela “má associação de ideias”.


    Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
    Escolha uma alternativa para a questão b7a378ec-e0
  • 33EDE130-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    A passagem abaixo é extraída do capítulo “Das negativas”, de Memórias Póstumas de Brás Cubas.

    Este último capítulo é todo de negativas. Não alcancei a celebridade do emplasto, não fui ministro, não fui califa, não conheci o casamento. Verdade é que, ao lado dessas faltas, coube-me a boa fortuna de não comprar o pão com o suor do meu rosto. Mais; não padeci a morte de Dona Plácida, nem a semidemência de Quincas Borba. Somadas umas coisas e outras, qualquer pessoa imaginará que não houve míngua nem sobra, e conseguintemente que saí quite com a vida. E imaginará mal; porque ao chegar a este outro lado do mistério, achei-me com um pequeno saldo, que é a derradeira negativa deste capítulo de negativas: – Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria. 

    ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas. 27. ed. São Paulo: Ática,1999. p. 176.


    Neste capítulo, Brás Cubas faz uma espécie de balanço de sua existência, em que  

    Escolha uma alternativa para a questão 33ede130-dc
  • 33E4F1B2-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2011Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    A sequência ao lado faz parte do roteiro de adaptação de Memórias póstumas de Brás Cubas para os quadrinhos. O fragmento textual do Capítulo VII que corresponde à sequência ao lado é:

    Imagem da questão de Português, UFRN 2011, Interpretação de Textos
    Escolha uma alternativa para a questão 33e4f1b2-dc
  • 33DD19D5-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UFRN 2011, Interpretação de Textos
    Observando os elementos estilístico-formais do poema, que se configura como um soneto, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 33dd19d5-dc
  • 33D9A89A-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UFRN 2011, Interpretação de Textos
    Da leitura do poema “Mistério”, de Auta de Souza, conclui-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 33d9a89a-dc
  • 33C853AE-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UFRN 2011, Interpretação de Textos
    As escolhas lexicais presentes no texto permitem afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 33c853ae-dc
  • 33BFA616-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UFRN 2011, Interpretação de Textos
    Com relação ao texto 5, evidencia-se
    Escolha uma alternativa para a questão 33bfa616-dc
  • 33BC5ECF-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UFRN 2011, Interpretação de Textos
    Considerando-se a progressão do tema apresentado no texto 5,
    Escolha uma alternativa para a questão 33bc5ecf-dc
  • 33B444D6-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRN · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRN 2011, Interpretação de Textos



    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRN 2011, Interpretação de Textos

    Considerando o tema apresentado no texto 4, os autores,
    Escolha uma alternativa para a questão 33b444d6-dc
  • 33B0EE7C-DC

    Português

    Coesão e coerência
    UFRN · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRN 2011, Coesão e coerência



    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRN 2011, Coesão e coerência

    Quanto à coesão textual observada no texto 3,
    Escolha uma alternativa para a questão 33b0ee7c-dc
  • DB71CDBE-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Pará · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    CARTA DE RECLAMAÇÃO


    São Paulo, 22 de março de 2007.

    Prezados Senhores,

    Esta é a oitava carta jurídica de cobrança que recebo de Vossas Senhorias ... Sei que não estou em dia com meus pagamentos. Acontece que eu estou devendo também em outras lojas e todas esperam que eu lhes pague. Contudo, meus rendimentos mensais não permitem que eu pague mais do que duas prestações no fim de cada mês. As outras ficam para o mês seguinte. Estou ciente de que não sou injusto, daquele tipo que prefere pagar esta ou aquela empresa em detrimento das demais. Ocorre o seguinte ... todo mês, quando recebo meu salário, escrevo o nome dos meus credores em pequenos pedaços de papel, que enrolo e coloco dentro de uma caixinha. Depois, olhando para o outro lado, retiro dois papéis, que são os dois “sortudos” que irão receber o meu rico dinheirinho. Os outros, paciência. Ficam para o mês seguinte. Afirmo aos senhores, com toda certeza, que sua empresa vem constando todos os meses na minha caixinha. Se não os paguei ainda, é porque os senhores estão com pouca sorte. Finalmente, faço-lhes uma advertência: se os senhores continuarem com essa mania de me enviar cartas de cobrança ameaçadoras e insolentes, como a última que recebi, serei obrigado a excluir o nome de Vossa Senhoria dos meus sorteios mensais.

    Sem mais,

    Obrigado.


    (Texto adaptado; divulgado pelo Clube de Diretores Lojistas e publicado, em 2007, na Folha do Estado de São Paulo)  
    Pode-se dizer que o efeito de humor do texto acima é construído, principalmente, a partir
    Escolha uma alternativa para a questão db71cdbe-dc
  • 6FD015CA-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Pará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    A solidão essencial

    O amor que nos resolve a vida é uma promessa enganosa

    Acho que foi um professor de cursinho quem contou em classe o mito dos andróginos. Parte homem e parte mulher, esses seres eram tão completos e tão felizes que despertaram a inveja de Zeus. Irado, o patriarca do Olimpo disparou raios que separaram em duas cada uma das criaturas perfeitas. Desde então, elas vagam pelo mundo em busca de sua metade. São solitárias e incompletas. Somos nós.

    Não sei o que os gregos queriam dizer ao criar essa lenda, mas a maneira como nós a interpretamos, modernamente, é muito clara: existe alguém lá fora que nasceu para nós. Enquanto não acharmos essa metade (o amor verdadeiro), jamais seremos felizes.

    Muitos de nós acreditamos nisso o tempo todo. Outros acreditam apenas de vez em quando. Raro é encontrar alguém totalmente imune a essa espécie de esperança (ou seria armadilha?) romântica.

    Mas eu às vezes me pergunto se essa é uma ideia construtiva. É saudável imaginar que a nossa felicidade não depende de nós, mas, sim, de outra pessoa qualquer? Mesmo sem tomar o mito dos andróginos ao pé da letra, milhões de pessoas adiam o futuro diariamente à espera de que a vida lhes traga um grande amor, aquele que vai colocar tudo nos eixos.

    Eu pergunto de novo: essa é uma ideia saudável?

    Há um livro do qual eu gosto muito que trata dessa questão – a ideia do amor romântico – como nenhum outro. Chama-se “Sem fraude nem favor, estudos sobre o amor romântico” e foi escrito pelo psiquiatra e psicanalista pernambucano Jurandir Freire Costa, uma das pessoas que melhor fala dos sentimentos e das emoções no mundo real (que é o contrário do mundo idealizado no qual a gente, sem perceber, passa a maior parte da nossa vida).

    Nesse livro, Jurandir afirma que o amor romântico – ao contrário de tudo que nos dizem – não é natural e universal, não é incontrolável e nem é condição essencial à felicidade humana. Isso seriam apenas coisas em que se acredita.

    Não vou reproduzir os argumentos minuciosos e nem a prosa erudita do escritor, mas essencialmente ele afirma que o amor exaltado, sublime e raro que nós endeusamos é uma invenção social (como a música) e uma crença (como a religião) que pode perfeitamente ser questionada e modificada. Não existe um jeito eterno e imutável de amar, diz ele. O amor e a forma de encará-lo sempre variaram ao longo da história. Se nosso jeito atual de amar nos parece opressivo, antiquado ou insatisfatório, que tal tentar outra forma de amar?

    É estranho pensar no amor dessa maneira, não? Estamos acostumados a vê-lo como algo imutável, quase sagrado, que as pessoas têm ou não têm, conseguem ou não conseguem. Mas claramente não é assim. Ao redor de nós existem pessoas que tratam o amor de forma muito diferente entre si. Fulano é muito romântico, quase tonto, enquanto fulana é de um pragmatismo inquietante: sabe exatamente o que deseja e vai atrás. Essas são diferenças reais, que mostram que o bicho amor não é exatamente o mesmo para todo o mundo.

    Quando se compara o nosso modo de agir e pensar com o das outras culturas, as diferenças ficam ainda mais óbvias.

    Nos últimos dias, eu tenho pensado muito em um aspecto particular da nossa ideologia do amor, aquele que diz que é impossível ser feliz sozinho. Não é só a música de Tom Jobim que afirma isso. Tudo que nos circunda brada a mesma mensagem. Ela está nos filmes, nas novelas, nas conversas. Ausência de parceiro é sinônimo de infelicidade, fracasso ou esquisitice. Ou tudo isso junto. Talvez seja verdade que a maioria das pessoas sem parceiros tendem a serem menos felizes, mas o contrário certamente é falso: estar com alguém, ter alguém, não é garantia de felicidade. A gente sabe disso, a gente vive isso, mas, socialmente, a gente não divide essa informação. Para todos os efeitos públicos, vale o seguinte combinado: se a pessoa está casada, ou tem um namorado bacana, sua vida está “resolvida”. Mas isso é falso, não? 

    Namorei uma vez uma moça cujo pai, um sujeito espetacular, casado com uma mulher encantadora, estava há meses numa terrível depressão. Eu olhava para o sujeito e não entendia. Ele tinha mulher, filhos, casa, profissão, amigos e... tinha desmoronado. Os motivos íntimos da derrocada talvez nem ele soubesse, mas a lição para mim foi clara: nossas questões interiores não se resolvem com a parceria amorosa, nem mesmo com a família.

    Não adianta nos cercamos de um cenário de propaganda de margarina (mulher, filhos, cachorro, condomínio) porque, ao final, nossa felicidade depende de nós, das forças interiores que nós somos capazes de mobilizar. As pessoas que amamos nos ajudam, mas elas não substituem nosso amor próprio, nossa motivação e a nossa estabilidade. Precisamos das pessoas, mas precisamos ainda mais de nós mesmos.

    É por isso que a promessa de felicidade amorosa às vezes me incomoda. Ela é falsa. Ela é uma forma de propaganda enganosa. Ele conduz as pessoas numa procura inútil por alguém que as faça sentir inteiras e completas, quando, na verdade, essa sensação de inteireza talvez seja inalcançável.

    Se a gente olhar de novo para o mito do andrógino, talvez haja nele outra sabedoria a ser extraída: a de que nós, homens e mulheres, somos criaturas intrinsecamente solitárias. Vivemos em grupo, precisamos do grupo e buscamos conforto na intimidade do outro, no amor. Mas talvez seja da nossa natureza jamais nos sentirmos inteiros e completos.

    Talvez haja em nós uma inquietação inextinguível e uma angústia que advêm da nossa própria consciência e que nos torna humanos. O amor seria então um alento, um consolo, uma fogueira que nos protege do frio. Mas o frio está lá. E a melhor medida da felicidade talvez seja a forma como lidamos com ele. Como indivíduos, não como casais.

    (Ivan Martins. Época on line, 06/01/2010.)
    Com relação ao 11º parágrafo, pode-se inferir que:

    I. A felicidade ou a infelicidade independem do ser humano estar só ou estar acompanhado.

    II. No referido parágrafo, o autor defende a ideia de parceria como sinônimo de felicidade.

    III. Muitos acreditam que é impossível ser feliz quando não se tem um parceiro.
    Escolha uma alternativa para a questão 6fd015ca-d8