Questões de Português do ENEM
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C6BEAFD0-F6 Assinale a alternativa cuja palavra apresenta número de letras distinto do número de fonemas, à maneira de “estrangeira”.
C6BBEA81-F6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosCom base nos textos 1 e 2, responda à questão.
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.TEXTO 2Pá, pá,pá
VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida privada: 101 crônicas escolhidas. 15. ed. Porto Alegre: L&PM, 1995, p. 199-201.A dificuldade da americana (texto 2) em compreender a expressão “pá, pá, pá” mostra que um dos princípios apresentados no texto 1 é fundamental para o domínio de uma língua estrangeira. Assinale a alternativa que apresenta esse princípio.
C6B85659-F6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosPá, pá, pá

VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida privada: 101 crônicas escolhidas. 15. ed. Porto Alegre: L&PM, 1995, p. 199-201.
Com base no texto, responda à questão
última fala do narrador do texto (linha 30):C6A20FF4-F6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosPá, pá, pá

VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida privada: 101 crônicas escolhidas. 15. ed. Porto Alegre: L&PM, 1995, p. 199-201.
Com base no texto, responda à questão
O leitor do texto passa a saber que o narrador é personagem quando se depara com a expressão:
C69F2D6C-F6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosPá, pá, pá

VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida privada: 101 crônicas escolhidas. 15. ed. Porto Alegre: L&PM, 1995, p. 199-201.
Com base no texto, responda à questão
As ocorrências “pois é” e “pá, pá, pá”, usadas por brasileiros, geram, na americana, respectivamente, os sentimentos de:C69BACB7-F6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa cuja palavra apresenta o mesmo sentido que “sequelas” (linha 20).C698B9D7-F6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa cujo sentido corresponde ao de “cultura” (linha 17).C694EE37-F6 Português
Figuras de LinguagemUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa em que há equivalência entre o termo em destaque, conforme seu sentido no texto, e seu uso na frase ao lado.C6921F68-F6 Português
Coesão e coerênciaUniversidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa que indica corretamente a que se refere cada pronome destacado.C68F3450-F6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa correta quanto ao que se pode inferir do enunciado “Os adultos se sobressaem em comparação às crianças em muitas tarefas, mas certamente aprender uma língua não é uma delas” (linhas 04-05).
C68C7831-F6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa que apresenta afirmação corretamente depreendida da leitura do último parágrafo do texto.C689B314-F6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa que apresenta afirmação corretamente depreendida da leitura do segundo parágrafo do texto.
C686D879-F6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa que apresenta a opinião do enunciador quanto ao que o estudante de uma língua estrangeira precisa para ser considerado proficiente.
C683A32D-F6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa que apresenta uma opinião do enunciador.C6806957-F6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://cienciaemente.blogspot.com.br/2012/07/vale-pena-aprender-umasegunda-lingua.html. Acesso em 28 nov. 2012. Adaptado.
Com base no texto, responda à questão
Assinale a alternativa que apresenta afirmação depreendida da leitura do texto quanto a por que vale a pena aprender um novo idioma.
714B8D8E-F0 Português
MorfologiaFaculdade Adventista da Bahia · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o poema do grande poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade:InfânciaMeu pai montava a cavalo, ia para o campo.Minha mãe ficava sentada cosendo.Meu irmão pequeno dormia.Eu sozinho menino entre mangueirasLia a história de Robinson CrusoéComprida história que não acaba mais.No meio-dia brando de luz uma voz que aprendeuA ninar nos longes da senzala – e nunca se esqueceuChamava para o café.Café preto que nem a preta velhaCafé gostoso Café bom.Minha mãe ficava sentada cosendoOlhando para mim.- Psiu... Não acorde o menino.Para o berço onde pousou um mosquito.E dava um suspiro... que fundo!Lá longe meu pai campeavaNo mato sem fim da fazenda.E eu não sabia que minha históriaEra mais bonita que a de Robinson Crusoé.ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. 12. Ed. Rio de Janeiro, J. Olympio, 1978. P.57.No poema, poeta e sujeito poético tem uma só voz, pois Drummond relata recordações de sua infância. O tempo e modo verbal que viabiliza tal registro, logo, predomina no texto em questão é:71448E3C-F0 Português
OrtografiaFaculdade Adventista da Bahia · 2013Muito difícilEntre para guardar nos favoritosIdentifique a alternativa em que há um vocábulo cuja grafia não atende ao previsto no acordo ortográfico vigente:7140E3B2-F0 Português
OrtografiaFaculdade Adventista da Bahia · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosDe acordo com a convenção ortográfica vigente, a alternativa em que TODAS AS PALAVRAS estão grafadas corretamente são:713A10A1-F0 Português
Interpretação de TextosFaculdade Adventista da Bahia · 2013Muito difícilEntre para guardar nos favoritosTexto para a questãoVocê quer mesmo um Brasil melhor?Então faça por onde – em vez de sair mascarado, quebrando e saqueando. A violência é pouco eficaz. O crime é contraproducente se o objetivo for aperfeiçoar uma democracia. Vivemos um momento histórico inspirado por revoltas populares na Tunísia, Espanha ou nos Estados Unidos. É hora de aproveitar para o bem a energia de jovens brasileiros idealistas, que rejeitam os vícios da política tradicional e corrupta. Sejam sujeitos e não objetos. Em vez de só cobrar – e virar massa de manobra, que tal exercer seriamente o civismo e a cidadania?É uma vergonha o Índice de Desenvolvimento Humano do Brasil. Ocupamos o 85º lugar no ranking mundial, atrás da Bósnia e Azerbaijão. Faltam médicos e professores em todo o país, não apenas nos confins do Brasil. É um absurdo querer aumentar, por lei, o número de anos de estudo de medicina. Ou exilar residentes em lugares sem condições de trabalho. A atitude desesperada do governo Dilma só expõe a metástase da Saúde. Não há ambulâncias, equipamentos ou médicos suficientes em lugar nenhum no Brasil, e isso inclui Rio de Janeiro e São Paulo.Relanço então uma ideia que defendi há três anos em ÉPOCA: instituir o serviço civil obrigatório, que substituiria o alistamento no Exército para quem completa 18 anos. O serviço militar, com mais de um século, é um anacronismo num país sem guerra. É sexista, por contemplar apenas homens. Em vez dele, rapazes e moças dedicariam um ano de sua vida para servir à comunidade. Em meio expediente, para não atrapalhar os estudos. Funcionaria como um estágio e poderia ser pago pelo Estado com um salário mínimo. Os filhos da classe média e da elite aprenderiam mais sobre o Brasil real se fossem convocados a ensinar a crianças e adolescentes carentes português, matemática, inglês, história, informática. Design ou balé. Capoeira ou música. Gastronomia ou fotografia.O serviço civil obrigatório seria uma oportunidade de integração, educação, disciplina. Não existe, em nosso país partido, nenhuma estratégia de entendimento real entre as classes. Não se treinam o ouvido nem a compaixão. Jovens deveriam consagrar um tempo ao bem público. Para criar bases e valores. Desperdiçamos um exército de jovens inteligentes e criativos. Há os que sonham sair do Brasil sem chegar a entender o país em que nasceram. Nem aprendem a dar bom dia ou a agradecer por um serviço prestado.Na Suíça ou Alemanha, é possível escolher o serviço civil em vez do militar. No Brasil, a Constituição de 1988 também contempla a objeção de consciência, que isenta o cidadão do serviço militar se contrariar suas crenças filosóficas, religiosas ou políticas. Mas não existe um serviço alternativo formalizado. Várias escolas estimulam a consciência social, mas iniciativas isoladas não bastam. Deveríamos preparar jovens para servir à Pátria como cidadãos.Para quem tem filosofia pacifista como eu, o serviço militar é uma agressão. A alternativa não passa pela violência. Ser empreendedor, ser voluntário, ir para a política são, todas elas, formas eficazes de mudança. Um estudante de Direito poderia, no primeiro ano da faculdade, dedicar seis horas diárias a atender pequenas causas em favela. Um estudante de contabilidade montaria pequenos negócios para famílias pobres empreendedoras. Um estudante de Letras incentivaria adolescentes a ler e escrever contos ou poesias. Outro ensinaria a ser inventivo no computador, a tocar piano ou a falar inglês. São tantos dons aprendidos na universidade, financiados pelos pais ou com nossos impostos. Por que não retribuir?Isso nada tem a ver com filantropia ou caridade. “O serviço civil alternativo seria um rito de passagem do jovem para a idade adulta”, diz o empreendedor social Rodrigo Baggio, fundador do Comitê para Democratização da Informática. Baggio encara o serviço civil como “um aprendizado cívico, uma experiência que ajuda o jovem a escolher sua profissão e seu futuro”. “Valoriza o currículo”, diz ele. “O jovem que já foi voluntário é hoje mais solicitado no mercado.” O serviço civil ainda gera um pacto social mais eficaz. Deveria, segundo Baggio, haver uma parceria entre governo, sociedade civil, ONGs e empresas com o apoio do Fundo de Amparo ao Trabalhador. Uma comissão destinaria o jovem a certo trabalho, a partir de uma capacitação básica em direitos humanos, cidadania e empreendedorismo.O serviço militar prepara para a guerra. E se preparássemos os jovens para a paz? Há no Brasil 31 milhões de jovens de 18 a 26 anos, segundo o IBGE. Pouquíssimos se alistam nas Forças Armadas. Dá pra entender também o desinteresse pelo voto e pela política partidária. Torço por uma mudança de fundo, sem confete e sem violência. Uma Jornada Nacional da Juventude. Que se engaje de verdade, sem Brasil desigual, ineficiente e entregue a políticos sem o menor apreço pelo interesse público.AQUINO, Ruth. Você quer mesmo um Brasil melhor? ÉPOCA, 22 de Julho de 2013. nº791Quanto à linguagem e abordagem do tema, a autora;
CFD9EC39-ED Português
Interpretação de TextosFaculdade Cásper Líbero · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir e responda à questão:Muitas regras, poucos direitosHá um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).Assinale a opção em cuja frase a forma destacada tenha o mesmo sentido de “espoliar”, conforme empregado em “Desinstitucionalizar tal possibilidade de escolha seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas”: