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Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

Resultados

478 questões encontradas. Mostrando a página 17 de 24.

  • 8CB8B058-0E

    Português

    Coesão e coerência
    UFPR · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Observe as formulações abaixo, extraídas de questões de processos seletivos:


    1. Uma das etapas do processo de reciclagem de plásticos é a separação de diferentes polímeros. Um dos métodos mais empregados consiste na separação por densidade. Uma amostra contendo diferentes polímeros é triturada e colocada num líquido. Os plásticos mais densos que o líquido afundam e os menos densos flutuam, permitindo a separação.


    2. Dois tipos de transporte que podem acontecer nas membranas plasmáticas são o transporte passivo e o transporte ativo. O primeiro pode acontecer por simples difusão do elemento a ser transportado através da bicamada lipídica da membrana. o transporte ativo sempre depende de proteínas que atravessam a membrana, às quais o elemento a ser transportado se liga, desligando-se posteriormente do outro lado da membrana.



    Assinale a alternativa que substitui, respectiva e adequadamente, os itens grifados em cada um dos enunciados, respeitando o nexo sintático-semântico:
    Escolha uma alternativa para a questão 8cb8b058-0e
  • 8CB6189C-0E

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Entenda os juros

    Juros são o valor do dinheiro no tempo. Ou seja, funcionam como se fossem o aluguel do dinheiro. Os bancos e outras instituições financeiras fazem a intermediação entre quem tem dinheiro (poupador ou investidor) e quem precisa de dinheiro (tomador ou devedor). Se você é um poupador/investidor, o dinheiro que você aplicou na instituição financeira será emprestado ao tomador/devedor, que pagará o valor, mais juros ao banco. O banco, por sua vez, fica com parcela do valor pago como remuneração e devolve a você a quantia com juros no momento futuro, conforme combinado.

    O tomador vai devolver ao banco um valor superior ao que tomou emprestado e o poupador vai receber um montante maior do que o investido.


    Taxa de juros
    É o preço do “aluguel” do dinheiro por um período de tempo; percentual calculado pela divisão dos juros contratados pelo capital emprestado/poupado.
    Se os juros cobrados pelo empréstimo de R$1.000 durante um ano forem R$80, significa que o tomador pagou uma taxa de juros de 8% a.a. (ao ano). O cálculo é feito da seguinte forma: juros/capital, ou seja 80/1.000 = 8/100 por ano = 8% a.a.
    Por outro lado, considere o cenário em que um investimento de R$ 1.000 renda à taxa de juros de 5% a.a. (ao ano). Assim, o investidor receberá R$5 por cada R$100 investidos (5/100) durante um ano, o que, ao final do período, totalizará o montante de R$1.050.


    Disponível em: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/entendajuro.
    Analise a seguinte situação:


      Você investiu R$ 3.500,00 em uma instituição financeira, com uma taxa de juros de 8% ao ano.


    Assinale a alternativa que define o valor do lucro após um ano.
    Escolha uma alternativa para a questão 8cb6189c-0e
  • 8CB39BC0-0E

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos
    Entenda os juros

    Juros são o valor do dinheiro no tempo. Ou seja, funcionam como se fossem o aluguel do dinheiro. Os bancos e outras instituições financeiras fazem a intermediação entre quem tem dinheiro (poupador ou investidor) e quem precisa de dinheiro (tomador ou devedor). Se você é um poupador/investidor, o dinheiro que você aplicou na instituição financeira será emprestado ao tomador/devedor, que pagará o valor, mais juros ao banco. O banco, por sua vez, fica com parcela do valor pago como remuneração e devolve a você a quantia com juros no momento futuro, conforme combinado.

    O tomador vai devolver ao banco um valor superior ao que tomou emprestado e o poupador vai receber um montante maior do que o investido.


    Taxa de juros
    É o preço do “aluguel” do dinheiro por um período de tempo; percentual calculado pela divisão dos juros contratados pelo capital emprestado/poupado.
    Se os juros cobrados pelo empréstimo de R$1.000 durante um ano forem R$80, significa que o tomador pagou uma taxa de juros de 8% a.a. (ao ano). O cálculo é feito da seguinte forma: juros/capital, ou seja 80/1.000 = 8/100 por ano = 8% a.a.
    Por outro lado, considere o cenário em que um investimento de R$ 1.000 renda à taxa de juros de 5% a.a. (ao ano). Assim, o investidor receberá R$5 por cada R$100 investidos (5/100) durante um ano, o que, ao final do período, totalizará o montante de R$1.050.


    Disponível em: https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira/entendajuro.
    Considere as seguintes afirmativas:

    1. As instituições financeiras atuam no meio do processo entre o investidor e o devedor.
    2. O devedor é o participante que sai lucrando no processo de empréstimo de dinheiro dos bancos.
    3. A taxa de juros define o valor da administração bancária na gestão de investimentos financeiros.
    4. O valor dos juros pago pelo devedor é igual ao valor lucrado pelo investidor.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 8cb39bc0-0e
  • 8CAE7ED1-0E

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Tragédia no RS apaga pessoas negras e escancara racismo ambiental


    No início dos anos 2000, viajei a Mato Grosso do Sul para participar de um evento universitário. Lembro que na época eu causei espanto em alguns participantes ao dizer que eu era de Porto Alegre. A surpresa vinha acompanhada de um questionamento: “Não sabia que tinha negros no Rio Grande Sul”. Ao longo dos anos experimentei essa reação diversas vezes, em contextos e lugares diferentes.

    Essa percepção faz parte de um senso comum bastante arraigado no Brasil, e é fruto de um projeto de embranquecimento e apagamento das comunidades negras no estado. Um projeto bem-sucedido que há séculos invisibiliza não só a presença de pessoas negras, como também sua contribuição crucial na construção do estado.

    O imaginário popular é este: o Rio Grande do Sul é branco, constituído por uma grande colônia alemã, de ares europeus, lugar em que os moradores nem falam português. Um estereótipo que é reforçado pelas imagens dos municípios como Gramado e Canela, com seus chalés, fábricas de chocolates, vinhos e cafés coloniais.

    Obviamente que existe uma inegável contribuição da colonização europeia na formação do estado, no entanto, o que se coloca aqui é a supervalorização dessa cultura e o apagamento de outras.

    Segundo dados do próprio governo do estado, o Rio Grande do Sul tem uma população negra de 21%. Os levantamentos também mostram que os negros são os mais pobres, ganham salários mais baixos e têm menos acesso à educação e à saúde quando comparados aos brancos. Além disso, a representatividade na política é pequena: apenas na última eleição foi eleita a primeira bancada negra de Porto Alegre.

    As enchentes no Rio Grande do Sul revelam a existência de uma segregação racial no estado. A tragédia atingiu de maneira significativa a região metropolitana de Porto Alegre, por exemplo, um lugar onde reside grande parte da população negra e periférica.

    Portanto, são comunidades inteiras pertencentes a uma classe operária, que ocupam áreas de risco e que estão propensas a serem as primeiras vítimas das catástrofes climáticas.

    Não se pode falar em reconstrução de um estado sem levar em consideração os efeitos do racismo ambiental. A reconstrução deve se dar num contexto compreendendo que, historicamente, as comunidades periféricas, negras, quilombolas e indígenas não tiveram acesso a serviços básicos como saneamento, água potável, luz, acesso à internet, saúde e educação de qualidade.

    As enchentes escancararam o racismo ambiental, portanto, será preciso dar atenção ainda maior às desigualdades raciais para uma reconstrução justa e humana.


    Disponível em: https://www.geledes.org.br/tragedia-no-rs-apaga-pessoas-negras-e-escancara-racismo-ambiental. Adaptado. 
    Assinale a alternativa que sintetiza a experiência relatada em primeira pessoa, no primeiro parágrafo.
    Escolha uma alternativa para a questão 8cae7ed1-0e
  • 8CAB831D-0E

    Português

    Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
    UFPR · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Tragédia no RS apaga pessoas negras e escancara racismo ambiental


    No início dos anos 2000, viajei a Mato Grosso do Sul para participar de um evento universitário. Lembro que na época eu causei espanto em alguns participantes ao dizer que eu era de Porto Alegre. A surpresa vinha acompanhada de um questionamento: “Não sabia que tinha negros no Rio Grande Sul”. Ao longo dos anos experimentei essa reação diversas vezes, em contextos e lugares diferentes.

    Essa percepção faz parte de um senso comum bastante arraigado no Brasil, e é fruto de um projeto de embranquecimento e apagamento das comunidades negras no estado. Um projeto bem-sucedido que há séculos invisibiliza não só a presença de pessoas negras, como também sua contribuição crucial na construção do estado.

    O imaginário popular é este: o Rio Grande do Sul é branco, constituído por uma grande colônia alemã, de ares europeus, lugar em que os moradores nem falam português. Um estereótipo que é reforçado pelas imagens dos municípios como Gramado e Canela, com seus chalés, fábricas de chocolates, vinhos e cafés coloniais.

    Obviamente que existe uma inegável contribuição da colonização europeia na formação do estado, no entanto, o que se coloca aqui é a supervalorização dessa cultura e o apagamento de outras.

    Segundo dados do próprio governo do estado, o Rio Grande do Sul tem uma população negra de 21%. Os levantamentos também mostram que os negros são os mais pobres, ganham salários mais baixos e têm menos acesso à educação e à saúde quando comparados aos brancos. Além disso, a representatividade na política é pequena: apenas na última eleição foi eleita a primeira bancada negra de Porto Alegre.

    As enchentes no Rio Grande do Sul revelam a existência de uma segregação racial no estado. A tragédia atingiu de maneira significativa a região metropolitana de Porto Alegre, por exemplo, um lugar onde reside grande parte da população negra e periférica.

    Portanto, são comunidades inteiras pertencentes a uma classe operária, que ocupam áreas de risco e que estão propensas a serem as primeiras vítimas das catástrofes climáticas.

    Não se pode falar em reconstrução de um estado sem levar em consideração os efeitos do racismo ambiental. A reconstrução deve se dar num contexto compreendendo que, historicamente, as comunidades periféricas, negras, quilombolas e indígenas não tiveram acesso a serviços básicos como saneamento, água potável, luz, acesso à internet, saúde e educação de qualidade.

    As enchentes escancararam o racismo ambiental, portanto, será preciso dar atenção ainda maior às desigualdades raciais para uma reconstrução justa e humana.


    Disponível em: https://www.geledes.org.br/tragedia-no-rs-apaga-pessoas-negras-e-escancara-racismo-ambiental. Adaptado. 
    Considere as seguintes afirmativas:

    1. As condições sociais da periferia de Porto Alegre foram a principal causa das enchentes.
    2. A população negra do Rio Grande do Sul forma a maior parte da população do estado.
    3. A reconstrução humana e justa do Rio Grande do Sul poderá combater o racismo ambiental.
    4. O autor do texto não sabia que havia negros no Rio Grande do Sul.

    Assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão 8cab831d-0e
  • 8CA8D5AE-0E

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos
    Tragédia no RS apaga pessoas negras e escancara racismo ambiental


    No início dos anos 2000, viajei a Mato Grosso do Sul para participar de um evento universitário. Lembro que na época eu causei espanto em alguns participantes ao dizer que eu era de Porto Alegre. A surpresa vinha acompanhada de um questionamento: “Não sabia que tinha negros no Rio Grande Sul”. Ao longo dos anos experimentei essa reação diversas vezes, em contextos e lugares diferentes.

    Essa percepção faz parte de um senso comum bastante arraigado no Brasil, e é fruto de um projeto de embranquecimento e apagamento das comunidades negras no estado. Um projeto bem-sucedido que há séculos invisibiliza não só a presença de pessoas negras, como também sua contribuição crucial na construção do estado.

    O imaginário popular é este: o Rio Grande do Sul é branco, constituído por uma grande colônia alemã, de ares europeus, lugar em que os moradores nem falam português. Um estereótipo que é reforçado pelas imagens dos municípios como Gramado e Canela, com seus chalés, fábricas de chocolates, vinhos e cafés coloniais.

    Obviamente que existe uma inegável contribuição da colonização europeia na formação do estado, no entanto, o que se coloca aqui é a supervalorização dessa cultura e o apagamento de outras.

    Segundo dados do próprio governo do estado, o Rio Grande do Sul tem uma população negra de 21%. Os levantamentos também mostram que os negros são os mais pobres, ganham salários mais baixos e têm menos acesso à educação e à saúde quando comparados aos brancos. Além disso, a representatividade na política é pequena: apenas na última eleição foi eleita a primeira bancada negra de Porto Alegre.

    As enchentes no Rio Grande do Sul revelam a existência de uma segregação racial no estado. A tragédia atingiu de maneira significativa a região metropolitana de Porto Alegre, por exemplo, um lugar onde reside grande parte da população negra e periférica.

    Portanto, são comunidades inteiras pertencentes a uma classe operária, que ocupam áreas de risco e que estão propensas a serem as primeiras vítimas das catástrofes climáticas.

    Não se pode falar em reconstrução de um estado sem levar em consideração os efeitos do racismo ambiental. A reconstrução deve se dar num contexto compreendendo que, historicamente, as comunidades periféricas, negras, quilombolas e indígenas não tiveram acesso a serviços básicos como saneamento, água potável, luz, acesso à internet, saúde e educação de qualidade.

    As enchentes escancararam o racismo ambiental, portanto, será preciso dar atenção ainda maior às desigualdades raciais para uma reconstrução justa e humana.


    Disponível em: https://www.geledes.org.br/tragedia-no-rs-apaga-pessoas-negras-e-escancara-racismo-ambiental. Adaptado. 
    Assinale a alternativa que sintetiza a tese central do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 8ca8d5ae-0e
  • 8CA5FAFC-0E

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos
    Tragédia no RS apaga pessoas negras e escancara racismo ambiental


    No início dos anos 2000, viajei a Mato Grosso do Sul para participar de um evento universitário. Lembro que na época eu causei espanto em alguns participantes ao dizer que eu era de Porto Alegre. A surpresa vinha acompanhada de um questionamento: “Não sabia que tinha negros no Rio Grande Sul”. Ao longo dos anos experimentei essa reação diversas vezes, em contextos e lugares diferentes.

    Essa percepção faz parte de um senso comum bastante arraigado no Brasil, e é fruto de um projeto de embranquecimento e apagamento das comunidades negras no estado. Um projeto bem-sucedido que há séculos invisibiliza não só a presença de pessoas negras, como também sua contribuição crucial na construção do estado.

    O imaginário popular é este: o Rio Grande do Sul é branco, constituído por uma grande colônia alemã, de ares europeus, lugar em que os moradores nem falam português. Um estereótipo que é reforçado pelas imagens dos municípios como Gramado e Canela, com seus chalés, fábricas de chocolates, vinhos e cafés coloniais.

    Obviamente que existe uma inegável contribuição da colonização europeia na formação do estado, no entanto, o que se coloca aqui é a supervalorização dessa cultura e o apagamento de outras.

    Segundo dados do próprio governo do estado, o Rio Grande do Sul tem uma população negra de 21%. Os levantamentos também mostram que os negros são os mais pobres, ganham salários mais baixos e têm menos acesso à educação e à saúde quando comparados aos brancos. Além disso, a representatividade na política é pequena: apenas na última eleição foi eleita a primeira bancada negra de Porto Alegre.

    As enchentes no Rio Grande do Sul revelam a existência de uma segregação racial no estado. A tragédia atingiu de maneira significativa a região metropolitana de Porto Alegre, por exemplo, um lugar onde reside grande parte da população negra e periférica.

    Portanto, são comunidades inteiras pertencentes a uma classe operária, que ocupam áreas de risco e que estão propensas a serem as primeiras vítimas das catástrofes climáticas.

    Não se pode falar em reconstrução de um estado sem levar em consideração os efeitos do racismo ambiental. A reconstrução deve se dar num contexto compreendendo que, historicamente, as comunidades periféricas, negras, quilombolas e indígenas não tiveram acesso a serviços básicos como saneamento, água potável, luz, acesso à internet, saúde e educação de qualidade.

    As enchentes escancararam o racismo ambiental, portanto, será preciso dar atenção ainda maior às desigualdades raciais para uma reconstrução justa e humana.


    Disponível em: https://www.geledes.org.br/tragedia-no-rs-apaga-pessoas-negras-e-escancara-racismo-ambiental. Adaptado. 
    Assinale a alternativa que indica expressões do texto com significados convergentes.
    Escolha uma alternativa para a questão 8ca5fafc-0e
  • A930A37A-04

    Português

    Formação do imperativo
    UFGD · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    O estrume


    Súbito deu-me a consciência um repelão, acusou-me de ter feito capitular a probidade de D. Plácida, obrigando-a a um papel torpe, depois de uma longa vida de trabalho e privações. Medianeira não era melhor que concubina, e eu tinha-a baixado a esse ofício, à custa de obséquios e dinheiros. Foi o que me disse a consciência; fiquei uns dez minutos sem saber que lhe replicasse. Ela acrescentou que eu me aproveitara da fascinação exercida por Virgília sobre a ex-costureira, da gratidão desta, enfim da necessidade. Notou a resistência de D.Plácida, as lágrimas dos primeiros dias, as caras feias, os silêncios, os olhos baixos, e a minha arte em suportar tudo isso, até vencê-la. E repuxou-me outra vez de um modo irritado e nervoso.


    Concordei que assim era, mas aleguei que a velhice de D. Plácida estava agora ao abrigo da mendicidade: era uma compensação. Se não fossem os meus amores, provavelmente D. Plácida acabaria como tantas outras criaturas humanas; donde se poderia deduzir que o vício é muitas vezes o estrume da virtude. O que não impede que a virtude seja uma flor cheirosa e sã. A consciência concordou, e eu fui abrir a porta a Virgília.


    ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Moderna, 1999 (fragmento).



    De acordo com o trecho e a leitura da obra Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão a930a37a-04
  • A92E0599-04

    Português

    Ortografia
    UFGD · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Resiliência


    Se meus fracassos não ensinassem tanto

    Se minhas lágrimas não põem à prova

    Acho que o segredo de vencer na vida

    Talvez é compreender sua dor de agora


    Ninguém nasceu no topo da montanha

    E a escalada sempre vai ser árdua

    Só aquele que resistir o processo

    Vai ter direito a vista mais fantástica


    O melhor peixe é o que você pesca

    A melhor caça é a que você caça

    O alívio vale seu suor da testa

    Porque o que vem de graça é mais sem graça


    Nem sempre o mais caro é o que presta

    O vinho bom não valoriza a taça

    Uma atitude dispensa promessa

    E o mais certo é que um dia tudo passa


    Eu já consigo enxergar

    O que é meu, vou buscar

    Eles não vão me parar


    Logo eu?

    Filho de dona Niece

    Cria das ruas do agreste

    Deus que me dera isso aqui


    Disponível em: https://www.letras.mus.br/tribo-da-periferia/resiliencia/. Acesso em: 29 jun. 2024 (fragmento).



    Com base no trecho da música Resiliência, do grupo de RAP brasiliense Tribo da Periferia, o sofrimento é compreendido como

    Escolha uma alternativa para a questão a92e0599-04
  • A92B8BCD-04

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    UFGD · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    A caçada


    O homem acendeu um cigarro. Sua mão tremia. Em que tempo, meu Deus! Em que tempo teria assistido a essa mesma cena. E onde?...


    Era uma caçada. No primeiro plano, estava o caçador de arco retesado, apontando para uma touceira espessa.


    Num plano mais profundo, o segundo caçador espreitava por entre as árvores do bosque, mas esta era apenas uma vaga silhueta, cujo rosto se reduzira a um esmaecido contorno. Poderoso, absoluto era o primeiro caçador, a barba violenta como um bolo de serpentes, os músculos tensos, à espera de que a caça levantasse para desferir-lhe a seta.


    O homem respirava com esforço. Vagou o olhar pela tapeçaria que tinha a cor esverdeada de um céu de tempestade. Envenenando o tom verde-musgo do tecido, destacavam-se manchas de um negro-violáceo e que pareciam escorrer da folhagem, deslizar pelas botas do caçador e espalhar-se no chão como um líquido maligno. A touceira na qual a caça estava escondida também tinha as mesmas manchas e que tanto podiam fazer parte do desenho como ser simples efeito do tempo devorando o pano.


    — Parece que hoje tudo está mais próximo — disse o homem em voz baixa.


    — É como se... Mas não está diferente?


    A velha firmou mais o olhar. Tirou os óculos e voltou a pô-los.


    — Não vejo diferença nenhuma.


    TELLES, Lygia Fagundes. Melhores Contos de Lygia Fagundes Telles. seleção de Eduardo Portella. São Paulo: Global. 2003, p. 163- 164.



    Sobre esse conto, é correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão a92b8bcd-04
  • A9290E3D-04

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    UFGD · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos

    Durante a Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), em entrevista concedida ao programa Metrópolis (2019), Jarid Arraes falou sobre sua estética e suas inspirações para o desenvolvimento de Redemoinho em Dia Quente (2019). Leia, a seguir, um trecho de sua fala.


    [...] Eu comecei escrevendo cordel, porque meu pai e meu avô, eles são cordelistas, então eu queria dar continuidade à tradição do cordel na família. Mas eu queria fazer isso de um jeito subversivo. [...] Escrever sobre o interior do Ceará, escrever sobre o sertão, era uma coisa que me importava muito. Até porque eu queria escrever pela minha ótica, que, com certeza, não iria ser aquela ótica do estereótipo, do chão rachado, com o esqueleto de uma vaca. [...] Acima de tudo, é uma questão política pra mim. É por isso que eu quis tanto, que eu me esforcei muito para parecer verdadeiro.


    Disponível em: https://youtu.be/t-vpleu8HmE. Acesso em: 28 jun. 2024 (adaptado).



    De acordo com a referida obra, assinale a alternativa correta. 

    Escolha uma alternativa para a questão a9290e3d-04
  • A923F4F4-04

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Que Horas Ela Volta? (2015), com direção de Anna Muylaert, aborda de maneira profunda e crítica a questão das relações de classe no Brasil. O filme traz a história de Val, que trabalha para uma família de classe alta em São Paulo, e da nova dinâmica após a chegada de sua filha.



    Imagem da questão de Português, UFGD 2024, Interpretação de Textos


    Fonte: QUE HORAS ELA VOLTA?. Direção de Anna Muylaert. Rio de Janeiro: África Filmes; Globo Filmes, 1995.



    Analise as cenas apresentadas e assinale a alternativa correta sobre as discussões suscitadas pela referida obra cinematográfica.

    Escolha uma alternativa para a questão a923f4f4-04
  • A9218F3C-04

    Português

    Gêneros Textuais
    UFGD · 2024DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre os gêneros textuais, é correto afirmar que 
    Escolha uma alternativa para a questão a9218f3c-04
  • A91F2742-04

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    “Machado de Assis com sotaque carioca? ‘Brás Cubas’ ganha um novo viral.”


    Mais de cem anos após sua primeira publicação, o livro Memórias Póstumas de Brás Cubas voltou a ser assunto no Brasil. Com o sucesso de um TikTok, em que uma leitora americana se encantava pela obra de Machado de Assis, mais discussões sobre o livro e o autor vieram à tona – e uma nova brincadeira tomou conta das redes sociais.


    Como relembrado por internautas, Machado de Assis nasceu e viveu no Rio de Janeiro. Com isso, muitos retomaram uma discussão que surgiu em 2021: qual era o sotaque do escritor? “Ele provavelmente falava ‘Memóriax Poxtumax de Braix Cubax’”, brincou um usuário do X (antigo Twitter).


    Conhecida por seu sotaque carregado, a influenciadora Baueny Barroco entrou na brincadeira e releu o primeiro trecho de Memórias Póstumas de Brás Cubas em “carioquês”. O áudio rapidamente viralizou e, no último sábado, 25, até a apresentadora Maria Beltrão entrou na brincadeira.


    Disponível em: https://www.estadao.com.br/cultura/literatura/machado-de-assis-com-sotaque-carioca-trecho-de-bras-cubas-viranovo-meme-viral-entenda-nprec/. Acesso em: 27 jun. 2024.



    A notícia, ao abordar o possível sotaque de Machado de Assis, remete ao fenômeno da variação geográfica ou diatópica. Sobre o fenômeno da variação linguística, é correto afirmar que uma língua se constitui 

    Escolha uma alternativa para a questão a91f2742-04
  • A91A507E-04

    Português

    Coesão e coerência
    UFGD · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Interpretações distintas sobre o número (singular ou plural) de uma única palavra na obra do compositor Cartola, O Mundo é um Moinho, resultaram em duas versões diferentes de um trecho da música. Leia os trechos das duas versões.



    VERSÃO I 


    Ouça-me bem amor


    Preste atenção, o mundo é um moinho


    Vai triturar teus sonhos, tão mesquinhos


    Vai reduzir as ilusões a pó


    Disponível em: https://www.vagalume.com.br/cazuza/o-mundo-e-um-moinho.html. Acesso em: 08 jul. 2024.  



    VERSÃO II 


    Ouça-me bem, amor


    Preste atenção o mundo é um moinho


    Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho


    Vai reduzir as ilusões a pó


    Disponível em: https://www.vagalume.com.br/cartola/o-mundo-e-um-moinho.html. Acesso em: 08 jul. 2024.



    A partir da interpretação dos textos apresentados, assinale a alternativa correta. 

    Escolha uma alternativa para a questão a91a507e-04
  • A917D9B5-04

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Divertida Mente 2

    Sinopse


    Divertida Mente 2 marca a sequência da famosa história de Riley (Kaitlyn Dias). Com um salto temporal, a garota agora se encontra mais velha, com 13 anos de idade, passando pela tão temida pré-adolescência. Junto com o amadurecimento, a sala de controle mental da jovem também está passando por uma demolição para dar lugar a algo totalmente inesperado: novas emoções. As já conhecidas, Alegria (Amy Poehler), Tristeza (Phyllis Smith), Raiva (Lewis Black), Medo (Tony Hale) e Nojinho (Liza Lapira), que desde quando Riley era bebê, eles predominam na central de controle da garota em uma operação bem-sucedida, tendo algumas falhas no percurso, como foi apresentado no primeiro filme. As antigas emoções não têm certeza de como se sentir e como agir quando novos inquilinos chegam ao local, sendo um deles a tão temida Ansiedade (Maya Hawke). Inveja (Ayo Edebiri), Tédio (Adèle Exarchopoulos) e Vergonha (Paul Walter Hauser) integrarão, juntos com a Ansiedade, na mente de Riley, assim como a Nostalgia (June Squibb), que aparecerá também.


    Disponível em: https://www.adorocinema.com/filmes/filme-307991/. Acesso em: 11 jun. 2024 (adaptado).



    De acordo com o texto, é correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão a917d9b5-04
  • A9156A23-04

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    A Lei nº 11.340/2006 é conhecida, nacionalmente, como Lei Maria da Penha. Trata-se de uma das principais legislações brasileiras no combate à violência contra a mulher. No artigo 7º dessa lei, são elencadas como formas de violência doméstica e familiar contra a mulher:



    I - a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal;


    II - a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, violação de sua intimidade, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação;


    III - a violência sexual, entendida como qualquer conduta que a constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada, mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força; que a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos;


    IV - a violência patrimonial, entendida como qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades;


    V - a violência moral, entendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria.


    Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm. Acesso em: 06 de jul. 2024.



    Numa situação fictícia em que o companheiro atemoriza divulgar imagens íntimas de sua companheira em redes sociais e a julga infiel, é correto afirmar que essas condutas, se enquadram, respectivamente, conforme a Lei nº 11.340/2006, como violências

    Escolha uma alternativa para a questão a9156a23-04
  • C7B5B0BD-03

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2


    Ministério da Saúde atualiza cenário epidemiológico sobre a dengue no Brasil



    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2024, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2024, Interpretação de Textos

    Figura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2024, Interpretação de Textos


    VICTOR, Nathan. Disponível em https://www.gov.br/saude/ptbr/assuntos/noticias/2024/marco/ministerio-da-saude-atualizacenario-epidemiologico-sobre-a-dengue-no-brasil


    A palavra “sinergia” (linha 36), no texto 2, significa
    Escolha uma alternativa para a questão c7b5b0bd-03
  • C7B0418C-03

    Português

    Coesão e coerência
    UECE · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2


    Ministério da Saúde atualiza cenário epidemiológico sobre a dengue no Brasil



    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2024, Coesão e coerência

    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2024, Coesão e coerência

    Figura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2024, Coesão e coerência


    VICTOR, Nathan. Disponível em https://www.gov.br/saude/ptbr/assuntos/noticias/2024/marco/ministerio-da-saude-atualizacenario-epidemiologico-sobre-a-dengue-no-brasil


    No texto 2, alguns elementos e expressões são responsáveis por estabelecer a coesão textual para marcar a retomada ou a sequenciação de elementos, contribuindo para o sentido do texto. Assinale a opção em que a correspondência dos elementos do texto está correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c7b0418c-03