Questões de Português do ENEM
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10.965 questões encontradas. Mostrando a página 522 de 549.
E29BCFD7-D9 Com base no texto a seguir, responda à questão.A instabilidade das cousas do mundoNasce o Sol, e não dura mais que um dia,Depois da Luz se segue a noite escura,Em tristes sombras morre a formosura,Em contínuas tristezas a alegria.Porém se acaba o Sol, por que nascia?Se é tão formosa a Luz, por que não dura?Como a beleza assim se transfigura?Como o gosto da pena assim se fia?Mas no Sol, e na Luz falte a firmeza,Na formosura não se dê constância,E na alegria sinta-se tristeza.Começa o mundo enfim pela ignorância,E tem qualquer dos bens por naturezaA firmeza somente na inconstância.(Gregório de Matos)Considere as afirmações sobre o poema:I. O autor utiliza o Sol, a beleza e a alegria para ilustrar a efemeridade da vida;II. O poeta afirma que a única coisa firme é o fato de nada ser constante;III. O autor utiliza um paradoxo na última estrofe, o que não é próprio da estética Barroca;IV. O acúmulo de antíteses e a estrutura interrogativa são recursos estilísticos utilizados pelo autor para sustentar sua argumentação.Assinale a alternativa correta.
E295CCB5-D9 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Pará · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10.
Em relação ao sentido do vocábulo mal-escrito (L.1), empregado no texto, é possível afirmar que:E2921189-D9 Português
Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.Universidade Estadual do Pará · 2009Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10.
Para produzir o texto em questão, o autor apropriou-se, predominantemente, da função:E28F3AB0-D9 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Pará · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10.
Que outro vocábulo, sem alteração de sentido, substitui, nesse contexto, a palavra delicadezas (L.15)?E28C2CBB-D9 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Pará · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10.
I. Há predominância da linguagem no seu registro formal.II. O autor mescla, de forma eqüitativa, o registro formal e o registro informal da linguagem.III. Por ser um texto de cunho jornalístico, ele foi escrito, totalmente, levando em consideração o registro formal da linguagem.IV. De maneira geral, o uso de termos em inglês (Information Mapping) e alguns termos do registro informal da língua, em nada comprometem o caráter prioritariamente formal do texto.Assinale a alternativa correta.E2893A15-D9 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Pará · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10.
Que fragmento do texto comprova que um e-mail mal-escrito pode se tornar “uma arma” contra o seu próprio autor?E2840177-D9 Português
Análise sintáticaUniversidade Estadual do Pará · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10.
Tomando por base o texto, analise as proposições abaixo e assinale a alternativa correta.E27EC861-D9 Português
PontuaçãoUniversidade Estadual do Pará · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10.
Com base no texto, que alternativa melhor justifica o emprego das aspas em “delicadezas”(L.15) e “Cachorrão 17 cm”(L.16)?E279265F-D9 Português
Funções morfossintáticas da palavra QUEUniversidade Estadual do Pará · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10.
Com base no texto e em seus conhecimentos sobre morfossintaxe, analise as proposições abaixo, assinalando a alternativa correta.97F778EB-BA Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritosLevanta-se e percorre os quartos vazios, sem camas, sem nada. Entra na cozinha e acende o fogo. Pensa em fazer um café. Desiste. Joga água nos tições, apaga o fogo. Já que ia embora, para que café, para que fogo aceso? Sai até o avarandado. A barra do dia está nascendo, da cor do ouro. Carregaria estas manhãs para sempre, levaria nos olhos e na alma o raiar destes dias, as promessas da vida nova, deixando sempre um velho dia para trás. Desce até o riacho. Tira a roupa. O corpo nu se reflete na água limpa, esverdeada, à sombra do capim-angolinha, capim de beira de rio.TORRES, Antônio. Essa Terra. 21 ed. São Paulo: Record, 2005. p. 71.A personagem em foco97F37CE7-BA Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosAcendo nosso último cigarro. Ele traga. Sua mão treme um pouco.
— Pode incluir o testemunho de um sacerdote peruano, Wenceslau Calderón de la Cruz, não é um belo nome?
— Wenceslau o quê?
— Calderón de la Cruz. Considera homens como Guevara e Luther King verdadeiramente santos.
— Não gosto de Luther King — ele resmunga.
— Deixa então só o Che, mas repense sobre Luther King. Antigamente a santidade era vista como o máximo da penitência, caridade, aquilo que você sabe. Mudou tudo. Hoje um cristão não pode alcançar a salvação da alma sem servir objetivamente à sociedade.
TELLES, Lygia Fagundes. As meninas. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 130.
O texto, contextualizado na obra, permite afirmar:
97EF6B27-BA Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritosI.BUCÓLICA NOSTÁLGICAAo entardecer no mato, a casa entrebananeiras, pés de manjericão e cravo-santo,aparece dourada. Dentro dela, agachados,na porta da rua, sentados no fogão, ou aí mesmo,rápidos como se fossem ao Êxodo, comemfeijão com arroz, taioba, ora-pro-nobis,Muitas vezes abóbora.Depois, café na canequinha e pito.O que um homem precisa pra falar,entre enxada e sono: Louvado seja Deus!PRADO, Adélia. Bucólica Nostálgica. Bagagens. Rio de Janeiro: Imago,1976. p. 54.Comparando-se os textos I e II, pode-se afirmar:II.CIDADEZINHA QUALQUERCasas entre bananeirasmulheres entre laranjeiraspomar amor cantar.Um homem vai devagar.Um cachorro vai devagar.Um burro vai devagar.Devagar... as janelas olham.Êta vida besta, meu Deus.ANDRADE, Carlos Drummond de. Cidadezinha qualquer. Reunião:10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. p. 17.97E3F89B-BA Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2009Muito difícilEntre para guardar nos favoritosI.BUCÓLICA NOSTÁLGICAAo entardecer no mato, a casa entrebananeiras, pés de manjericão e cravo-santo,aparece dourada. Dentro dela, agachados,na porta da rua, sentados no fogão, ou aí mesmo,rápidos como se fossem ao Êxodo, comemfeijão com arroz, taioba, ora-pro-nobis,Muitas vezes abóbora.Depois, café na canequinha e pito.O que um homem precisa pra falar,entre enxada e sono: Louvado seja Deus!PRADO, Adélia. Bucólica Nostálgica. Bagagens. Rio de Janeiro: Imago,1976. p. 54.Os textos I e II apresentam em comumII.CIDADEZINHA QUALQUERCasas entre bananeirasmulheres entre laranjeiraspomar amor cantar.Um homem vai devagar.Um cachorro vai devagar.Um burro vai devagar.Devagar... as janelas olham.Êta vida besta, meu Deus.ANDRADE, Carlos Drummond de. Cidadezinha qualquer. Reunião:10 livros de poesia. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. p. 17.97E09F3B-BA Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
O narrador-personagem, no fragmento contextualizado na obra,
97DCDC89-BA Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
O conto “O homem que sabia javanês”, de Lima Barreto, por meio da trajetória do narrador-personagem, Castelo, revela-se uma crítica
97D95D7A-BA Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos— Papai...
— Não te ponhas com denguices, e falemos como dous amigos sérios. Fecha aquela porta; vou dizer-te cousas importantes. Senta-te e conversemos. Vinte e um anos, algumas apólices, um diploma, podes entrar no parlamento, na magistratura, na imprensa, na lavoura, na indústria, no comércio, nas letras ou nas artes. Há infinitas carreiras diante de ti. Vinte e um anos, meu rapaz, formam apenas a primeira sílaba do nosso destino. Os mesmos Pitt e Napoleão, apesar de precoces, não foram tudo aos vinte e um anos. Mas, qualquer que seja a profissão da tua escolha, o meu desejo é que a faças grande e ilustre, ou pelo menos notável, que te levantes acima da obscuridade comum.
ASSIS, Machado de. A teoria do medalhão. In: Papéis avulsos. Obra completa. 2. ed. ilust. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1962. v. II, p. 288.
No fragmento e no todo do conto, observa-se
97D64696-BA Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
SE VOCÊ fica irritado... Veja, São Paulo: Abril, ed. 2131, ano 42, n. 38, p. 51, 23 set. 2009. Adaptado. Encarte publicitário.
“Se você fica irritado quando vê uma sacola plástica num bueiro, é porque não sabe como a gente fica.”O trecho apresenta97D33C7D-BA Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
SE VOCÊ fica irritado... Veja, São Paulo: Abril, ed. 2131, ano 42, n. 38, p. 51, 23 set. 2009. Adaptado. Encarte publicitário.
O texto constitui um discurso que97CFED89-BA Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
CAMARGO, José Eduardo; SOARES, L. O Brasil das placas: viagem por um país ao pé da letra, 3. imp., São Paulo: Panda Books, 2007. p. 14-15.Os textos apresentados fazem parte do livro “O Brasil das placas — viagem por um país ao pé da letra”, de José Eduardo Camargo e L. Soares. Cada placa está acompanhada de um cordel.A alternativa em que se faz uma análise correta sobre a linguagem da placa e/ou do cordel é a97C2E794-BA Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritosA população com 12 anos ou mais de estudo, entre 1995 e 2005, praticamente dobrou e a frequência ao ensino superior neste período quase triplicou. Esse aumento ocorreu particularmente na população feminina, que atualmente é maioria nas universidades e corresponde a 56,1% da população com 12 anos ou mais de estudo. No entanto, é nesse grupo de maior escolaridade que a desigualdade de rendimento entre homens e mulheres é elevada.A população masculina ocupada, com 12 anos ou mais de estudo, está distribuída entre os seguintes grupamentos de atividades: indústria (15,8%), comércio e reparação (15,6%), educação, saúde e serviços sociais (16,8%) e outras atividades (22,3%). No caso das mulheres com esse nível de escolaridade, 44,9% estão no grupamento de educação, saúde e serviços sociais. Em resumo, as mulheres estão predominantemente no setor de serviços, em atividades relacionadas ao cuidado, em áreas que poderiam ser consideradas extensões das atribuições familiares e domésticas.Independentemente da maior escolaridade das mulheres, a inserção delas em “nichos” ocupacionais tipicamente femininos faz com que ganhem menos que os homens, o que explica, em parte, a desigualdade de rendimento por sexo.FIGUEIRA, Mara. Retrato de um mundo desigual. Sociologia: ciência da vida, São Paulo: Escala, ano 1, n. 6, p. 14, 2007.Ao mencionar os índices da pesquisa do IBGE no texto, a articulista evidencia que