Português
- Sintaxe
- Prova de 2025
- UNESP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: AFB5E200-00


Disciplina · Linguagens
Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.


Examine a tirinha da cartunista Laerte, publicada em sua conta @laerteminotaura no Instagram em 29.12.2022.

Na construção do sentido de sua tirinha, Laerte explora basicamente

De acordo com Jorge Coli, a obra de Courbet, em contradição com o modo de ser do artista, caracteriza-se
Caracteriza-se por uma menor impessoalidade o seguinte trecho do ensaio:



Texto 1
O uso de inteligência artificial (IA) para tarefas simples e complexas está se tornando cada vez mais comum, mas você já se perguntou se dizer “por favor” e “obrigado” a uma IA afeta a resposta que ela dará? Estudos da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, revelaram que a resposta da IA variava dependendo se a pessoa era gentil ou não. “A linguagem educada na comunicação humana frequentemente gera maior conformidade e eficácia, enquanto a grosseria pode causar aversão, o que afeta a qualidade da resposta”, afirmou o estudo.
(https://oglobo.globo.com, 18.04.2025. Adaptado.)
Texto 2
Dizer “obrigada” e “por favor” para o ChatGPT pode au mentar ainda mais os custos de seu funcionamento. A em presa criadora do chatbot, OpenAI, gasta até US$ 700 mil por dia para manter o ChatGPT ativo, e cada resposta consome mais do que só eletricidade: há água, dados e bilhões em jogo. Destacam-se não apenas os custos financeiros, mas também o impacto ambiental dos modelos de inteligência artificial mais avançada do mundo. Modelos como o GPT-4 demandam uma grande infraestrutura computacional para entregar respostas em segundos.
(Tamires Vitorio. https://exame.com, 19.04.2025. Adaptado.)
Os textos 1 e 2 demonstram que as novas dinâmicas da relação entre indivíduo e tecnologia expressam a
Leia o trecho de uma entrevista concedida por Tarcízio Silva, autor do livro Racismo Algorítmico: mídia, inteligência artificial e discriminação nas redes digitais.
Quais os impactos do racismo algorítmico, principalmente em relação a minorias raciais no Brasil e no mundo?
— As tecnologias digitais possuem dualidades que podem pender para a opressão em sociedades marcadas pelas desigualdades. Manifestações mais individualizadas do racismo algorítmico podem acontecer em quase todas as esferas da vida e são cada vez mais mediadas por tecnologias digitais como plataformas, aplicativos e sistemas de classificação e ranqueamento. Assim, a mediação algorítmi ca de decisões em áreas como serviços públicos, liberda de de expressão, trabalho, remuneração, segurança e até acesso à saúde pode aumentar as disparidades já conheci das socialmente.
Seria o racismo algorítmico apenas uma consequência do racismo estrutural?
— O racismo algorítmico é uma espécie de atualização do racismo estrutural. Nesse contexto, o desenvolvimento de tecnologias algorítmicas se alimenta do histórico social para oferecer uma pretensa inteligência artificial, ou seja, que, na verdade, é comprometida com o patriarcado e o colonialismo. Essa desinteligência artificial atualiza opressões como o racismo estrutural.
(Daiane Batista. “Tarcízio Silva: ‘O racismo algorítmico é uma espécie de atualização do racismo estrutural’”. https://cee.fiocruz.br, 30.03.2023. Adaptado.)
Com base nas respostas de Tarcízio Silva, compreender o racismo algorítmico como uma forma atualizada de racismo estrutural implica reconhecer que
Considere a imagem:

As informações apresentadas permitem concluir corretamente que
Leia o texto para responder à questão.
A biodiversidade na Amazônia
Os 5.015.067,749 quilômetros quadrados da Amazônia brasileira abrigam uma enorme biodiversidade. Cientistas já classificaram cerca de 40.000 espécies vegetais, 3.000 peixes, 1.000 aves, 450 mamíferos, 400 anfíbios, 400 répteis e quase 130.000 invertebrados, e estima-se que ainda há várias espécies desconhecidas.
Todos os seres vivos fazem parte de uma cadeia e desempenham uma função. Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes, por exemplo, favorecendo a regeneração em outras áreas e o plantio natural de florestas. As plantas podem abrigar outras espécies e servir de alimento para animais herbívoros, que por sua vez também podem ser alimentos para tantos outros. Em um sistema com grande biodiversidade, ou seja, com tamanha diversidade de espécies, como na Amazônia, essas relações são muito ricas e complexas.
Alterar um sistema natural pode trazer desequilíbrio à densidade populacional das espécies e acarretar tanto o aparecimento de pragas, dada a remoção de espécies predadoras, quanto conflitos entre fauna e humanos, devido à escassez de presas.
As pragas podem invadir lavouras, infestar áreas urbanas e transmitir doenças para nós, humanos. A escassez de presas pode levar grandes espécies predadoras a buscar alimentos entre as criações nas fazendas, por exemplo.
Além disso, a biodiversidade nos oferece recursos, tais como medicamentos, que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas. Perder biodiversidade é, portanto, perder uma riqueza que ainda nem conhecemos completamente.
(Ulisses Galatti e Tainá Oliveira Assis.
https://amazonia.exame.com/biodiversidades. Adaptado)
As informações do texto permitem concluir corretamente que a grande extensão da Amazônia brasileira