Pular para o conteúdo

Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 274 de 549

  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir, que é o trecho inicial de um artigo publicado na internet.


    Imagem da questão de Português, Ensino Einstein 2025, Interpretação de Textos

    O texto



    Escolha uma alternativa para a questão 7e49ec6b-68
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 30, considere as afirmativas a seguir, referentes aos textos 1, 2 e 3.

    I. Os textos 1 e 2 têm em comum o uso da primeira pessoa e o fato de constituírem relatos pessoais.

    II. O texto 1 apresenta uma sequência de ações, enquanto o texto 2 enfatiza uma situação específica.

    III. Considerando o trecho “A China, nação que mais polui e que mais consome matéria-prima” ( texto 3, linhas 36 e 37), seria possível imaginar que o narrador do texto 1 é um chinês.

    IV. O texto 1 generaliza a relação homem- natureza, enquanto o texto 3 define os espaços em que ocorre essa relação: na China e no Maracanã.

    Estão corretas apenas as afirmativas

    Escolha uma alternativa para a questão 7e76b618-27
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado do Amapá 2009, Coesão e coerência
    Com base no texto e em seus conhecimentos sobre morfossintaxe, analise as proposições abaixo, assinalando a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 7ec8cde9-e7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado do Amapá 2009, Pontuação
    Com base no texto, que alternativa melhor justifica o emprego das aspas em “delicadezas”(L.15) e “Cachorrão 17 cm”(L.16)?
    Escolha uma alternativa para a questão 7ece7215-e7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado do Amapá 2009, Coesão e coerência
    Tomando por base o texto, analise as proposições abaixo e assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 7ed3a061-e7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado do Amapá 2009, Interpretação de Textos
    Que fragmento do texto comprova que um e-mail mal-escrito pode se tornar “uma arma” contra o seu próprio autor?
    Escolha uma alternativa para a questão 7ed87c61-e7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado do Amapá 2009, Gêneros Textuais
    I. Há predominância da linguagem no seu registro formal.

    II. O autor mescla, de forma eqüitativa, o registro formal e o registro informal da linguagem.

    III. Por ser um texto de cunho jornalístico, ele foi escrito, totalmente, levando em consideração o registro formal da linguagem.

    IV. De maneira geral, o uso de termos em inglês (Information Mapping) e alguns termos do registro informal da língua, em nada comprometem o caráter prioritariamente formal do texto.


    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 7edda727-e7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado do Amapá 2009, Interpretação de Textos
    Que outro vocábulo, sem alteração de sentido, substitui, nesse contexto, a palavra delicadezas (L.15)?
    Escolha uma alternativa para a questão 7ee15716-e7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado do Amapá 2009, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    Para produzir o texto em questão, o autor apropriou-se, predominantemente, da função:
    Escolha uma alternativa para a questão 7ee6c4f6-e7
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado do Amapá 2009, Interpretação de Textos
    Em relação ao sentido do vocábulo mal-escrito (L.1), empregado no texto, é possível afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 7eeb790b-e7
  • Linguagens

    Português

    Leia o Texto 1 para responder à questão.

    Texto 1

                  VIA-LÁCTEA SONETO VIII
                                VIII

                                              (Olavo Bilac)

    Em que céus mais azuis, mais puros ares,
    Voa pomba mais pura? Em que sombria
    Moita mais nívea flor acaricia,
    A noite, a luz dos límpidos luares?

    Vives assim, como a corrente fria,
    Que, intemerata, aos trêmulos olhares
    Das estrelas e à sombra dos palmares,
    Corta o seio das matas, erradia.

    E envolvida de tua virgindade,
    De teu pudor na cândida armadura,
    Foges o amor, guardando a castidade,

    - Como as montanhas, nos espaços francos
    Erguendo os altos píncaros, a alvura
    Guardam da neve que lhes cobre os flancos.


    Imagem da questão de Português, UFG 2014, Interpretação de Textos


    No soneto, o eu lírico expressa-se de forma
    Escolha uma alternativa para a questão 7f0ed1c5-ab
  • Linguagens

    Português

    O presidente do EUA, Barack Obama, ao proferir seu discurso de posse fez, a seguinte afirmativa: “Para todos os outros povos e governos que estão assistindo hoje, da maior das capitais à pequena vila onde meu pai nasceu: saibam que a América é amiga de cada nação e de todo homem, mulher e criança que procura um futuro de paz e dignidade, e que estamos prontos para liderar mais uma vez (...). A América deve cumprir seu papel em conduzir uma nova era de paz”

    (COSTA, A.L.M.C. Obama, o Leopardo In: Carta Capital. São Paulo: Editora Confiança Ltda. p.34-39.)

    A declaração acima expressa
    Escolha uma alternativa para a questão 7f270cc2-c6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1


               Como evitar ou tratar a depressão? Com exercício físico, oras


    A ciência confirma o papel da atividade física na prevenção e no controle da depressão, um mal que se alastra em proporções epidêmicas


          É triste dizer, mas a depressão está no ar. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 300 milhões de pessoas sofrem com o problema atualmente – houve um aumento de 18% entre 2005 e 2015. E a tendência é que esse número não pare de crescer. Alarmada, a própria OMS lançou um apelo aos países: é hora de todos incluírem o tema em suas políticas públicas de saúde. Acontece que não basta dar remédio a esse montão de gente que está com a mente em apuros. A solução, tanto em matéria de prevenção como no tratamento, engloba outros ajustes, como mudanças de hábito. Nesse sentido, pode apostar: teremos de suar a camisa para reverter a situação. Literalmente.

          Novos estudos reforçam o poder da atividade física para o bem-estar psicológico. A ponto de o exercício virar prescrição para pessoas deprimidas (ao lado da psicoterapia e dos medicamentos). “Hoje, em toda especialidade, qualquer médico vai listar uma série de benefícios das atividades esportivas. Na psiquiatria, isso se aplica à depressão”, diz o psiquiatra Marcelo Fleck, chefe do Departamento de Psiquiatria e Medicina Legal da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

          Embora os impactos do esforço físico na esfera mental sejam um campo de pesquisa novo, multiplicam-se evidências de que caminhar, pedalar e malhar melhoram a qualidade de vida de quem anda pra baixo. “É provável que o efeito do exercício se aproxime muito ao dos antidepressivos”, conta Fleck.

          Sabe-se que os esportes promovem a liberação de endorfina, o hormônio do prazer, e de outros neurotransmissores por trás da sensação de bem-estar. Experimentos recentes mostram que suar a camisa também estimula o crescimento de células nervosas no hipocampo, região do cérebro que rege a memória e o humor. Um alento e tanto se você pensar que essa estrutura costuma ser menor entre os sujeitos deprimidos.

          Esse estímulo aos neurônios é o que ajuda a entender os reflexos positivos de longo prazo – vai muito além, portanto, da sensação imediata de prazer e dever cumprido após a academia. “A liberação de hormônios não é o que faz a pessoa melhorar. A superação da doença tem a ver com a regeneração neuronal”, revela o educador físico e doutor em psiquiatria Felipe Schuch, do Centro Universitário La Salle, em Canoas (RS). Só que esse efeito terapêutico depende de regularidade.

    BRUM, Maurício; ORTIZ, Juan; KANITZ, Henrique. Como evitar ou tratar a depressão? Com exercício físico, oras. Disponível em: https://saude.abril.com.br/fitness/como-evitar-ou-tratar-a-depressao-com-exercicio/. Acesso: 11 dez. 2018.

    Em relação a esse texto, é CORRETO afirmar que ele:
    Escolha uma alternativa para a questão 7f370b79-3e
  • Linguagens

    Português

    TEXTO

    CIDADE SEM LUZ 

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Advérbios

    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2010, AdvérbiosFigura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Advérbios

    (Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

    Atente para os segmentos do texto: Esta noite está assim. (linha 09); Bonitão, casadão, quarentão, espalhou esperanças até agora, quando topou com o primeiro problema: a luz. (linhas 39-41); Ali está há mais de hora fixado no negrume da noite (linhas 106-107). Considerando que a postura do narrador diante da narrativa se reconhece pelas referências feitas no texto, assinale (V) ou (F), conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma a seguir.

    ( ) Os verbos “espalhar” e “topar”, empregados na terceira pessoa do singular, indicam que a narrativa é feita em terceira pessoa, por um narrador não personagem.
    ( ) O emprego do advérbio agora, um elemento que indica a posição do falante, sugere um narrador que se imiscui nos fatos narrados.
    ( ) Os vocábulos esta e assim, na medida em que são próprios do discurso direto, parecem misturar a fala do narrador com a fala da personagem.
    ( ) O uso do advérbio ali indica o distanciamento do narrador em relação à cena enunciativa.

    A sequência correta, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão 7f38613c-b7
  • Linguagens

    Português

    A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.


    Não existem finais felizes: a felicidade é uma ilusão que não desejamos

    Julián Fuks


    Convidaram-me a falar sobre a mentira dos finais felizes. Tarefa fácil: são mesmo mentirosos os finais felizes. Basta lançar ao mundo algum olhar clínico. Nossa cultura já aprendeu que nem tudo se dissolve em harmonia, que jamais se cria uma paz absoluta, carente de todo trauma passado e todo conflito futuro. Onde se vê felicidade pura pode ser que algo não se veja, que os olhos estejam turvos.


    A fórmula clássica que encerra as histórias infantis, "e viveram felizes para sempre", é a expressão de um desinteresse total pelo que seria essa existência feliz. Nela se realiza, é fácil sentir, uma associação entre felicidade e morte. No fundo o que a fórmula diz, em tom apaziguador, equivale a um "não viveram mais nada até que morreram". Mas me convidaram a falar sobre isso em Medelín, em espanhol, e nessa língua o final clássico tem outra nuance: "vivieron felices y comieron perdices". Nesse pequeno detalhe acrescido, o fato de terem comido perdizes, cabe ao menos um pouco de vida. Nessa outra fórmula o que se diz é que "viveram uma série de outras coisas que já não nos interessam", e só depois disso se chega ao fim.


    Seja como for, do tempo dos clássicos até o tempo presente, deu-se uma revolução em nosso interesse. Já há alguns séculos, desde o surgimento do romance moderno, nossa curiosidade tem recaído exatamente sobre essa vida comum que se inicia ao fim de qualquer aventura, sobre o cotidiano tenso que antes tomávamos por feliz. Interessa a aflição que subjaz à rotina, interessa a angústia sutil que se gesta em silêncio ao longo dos anos. O que procuramos nas histórias que narramos a nós mesmos, agora, é a desilusão da vida que trai os anseios juvenis, é o indiscreto caos do convívio familiar, é o medo da morte depois de tanta monotonia, tudo isso quem sabe redimido em alguma medida por um final mais ameno.


    "Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira." Nessa frase magistral de Tolstói que abre Anna Karenina se manifesta com clareza nossa vontade insuperável de observar com atenção de que é feita a infelicidade. Mas acho que ela merece um reparo, se formos honestos, e se o leitor me permite tamanha insolência. Também as famílias felizes são felizes cada uma à sua maneira. Não porque haja tanta nuance na paz e na existência tranquila, mas porque aquilo que chamamos felicidade também é feito da infelicidade em sua infinita riqueza, porque uma vida feliz também é atravessada continuamente por tristezas, sobressaltos, sustos, desalentos, desilusões, pesadelos.


    De modo que não existe e jamais existiu uma felicidade pura, até porque não existe nenhum tipo real de pureza — mesmo em ciência a pureza é sempre um estado hipotético. Uma felicidade absoluta não chega nem mesmo a ser um ideal que nutrimos, porque a ele associamos algum torpor, uma indolência, uma saciedade que conduz à paralisia, a ausência de um novo desejo que nos vitalize. A partir disso já poderíamos concluir pela impossibilidade de todo "final feliz", já que essa última palavra seria inatingível. Mas a primeira também é uma falácia, e sobre isso talvez valha acrescentar ainda algum raciocínio.


    Penso na leitura de livros infantis que tenho feito ao lado das minhas filhas, esse um dos momentos mais puramente felizes da minha vida cotidiana, como já confessei uma vez aqui. Penso nos bordões que Tulipa criou para emendar ao final de cada livro, numa fórmula própria que em alguma medida os ordena. São duas variações: "Mas essa já é outra história", ou então "E vai começar tudo outra vez". Acho cômico e preciso seu sistema de classificação. Vejo nele uma proposta de distinção entre as histórias cíclicas, cujo fim remonta ao princípio, e aquelas que avançam numa espécie de deriva, e vão convocando outros sinuosos acontecimentos que já não cabem nas páginas que lemos.


    E então me pergunto se não será assim a vida, feita de retornos e derivas, num movimento perpétuo. Se não se encadeiam assim tanto os momentos felizes quanto os infelizes, ou os momentos a um só tempo felizes e infelizes, sempre sucedidos por outros tão complexos e indefiníveis quanto eles, em nossa própria existência ou na existência daqueles que ficam quando partimos. Não existem finais felizes, eles são uma mentira, pelo simples fato de que não existem finais, de que os finais são sempre uma ilusão momentânea, e nada jamais termina. Bom, nada talvez seja muito: ao menos um texto, sim, é capaz de alcançar o seu fortuito fim. 


    Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2025/08/23/nao-existem-finais-felizes-a-felicidade-e-uma-ilusao-que-nao-desejamos.htm. Acesso em: 10 set. 2025.

    É correto afirmar que, ao discorrer sobre a ilusão de uma felicidade duradoura, Julián Fuks defende a
    Escolha uma alternativa para a questão 7f3c65f0-08
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1


               Como evitar ou tratar a depressão? Com exercício físico, oras


    A ciência confirma o papel da atividade física na prevenção e no controle da depressão, um mal que se alastra em proporções epidêmicas


          É triste dizer, mas a depressão está no ar. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 300 milhões de pessoas sofrem com o problema atualmente – houve um aumento de 18% entre 2005 e 2015. E a tendência é que esse número não pare de crescer. Alarmada, a própria OMS lançou um apelo aos países: é hora de todos incluírem o tema em suas políticas públicas de saúde. Acontece que não basta dar remédio a esse montão de gente que está com a mente em apuros. A solução, tanto em matéria de prevenção como no tratamento, engloba outros ajustes, como mudanças de hábito. Nesse sentido, pode apostar: teremos de suar a camisa para reverter a situação. Literalmente.

          Novos estudos reforçam o poder da atividade física para o bem-estar psicológico. A ponto de o exercício virar prescrição para pessoas deprimidas (ao lado da psicoterapia e dos medicamentos). “Hoje, em toda especialidade, qualquer médico vai listar uma série de benefícios das atividades esportivas. Na psiquiatria, isso se aplica à depressão”, diz o psiquiatra Marcelo Fleck, chefe do Departamento de Psiquiatria e Medicina Legal da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

          Embora os impactos do esforço físico na esfera mental sejam um campo de pesquisa novo, multiplicam-se evidências de que caminhar, pedalar e malhar melhoram a qualidade de vida de quem anda pra baixo. “É provável que o efeito do exercício se aproxime muito ao dos antidepressivos”, conta Fleck.

          Sabe-se que os esportes promovem a liberação de endorfina, o hormônio do prazer, e de outros neurotransmissores por trás da sensação de bem-estar. Experimentos recentes mostram que suar a camisa também estimula o crescimento de células nervosas no hipocampo, região do cérebro que rege a memória e o humor. Um alento e tanto se você pensar que essa estrutura costuma ser menor entre os sujeitos deprimidos.

          Esse estímulo aos neurônios é o que ajuda a entender os reflexos positivos de longo prazo – vai muito além, portanto, da sensação imediata de prazer e dever cumprido após a academia. “A liberação de hormônios não é o que faz a pessoa melhorar. A superação da doença tem a ver com a regeneração neuronal”, revela o educador físico e doutor em psiquiatria Felipe Schuch, do Centro Universitário La Salle, em Canoas (RS). Só que esse efeito terapêutico depende de regularidade.

    BRUM, Maurício; ORTIZ, Juan; KANITZ, Henrique. Como evitar ou tratar a depressão? Com exercício físico, oras. Disponível em: https://saude.abril.com.br/fitness/como-evitar-ou-tratar-a-depressao-com-exercicio/. Acesso: 11 dez. 2018.

    Em relação à composição estrutural e/ou aos elementos linguísticos do Texto 1, assinale a alternativa CORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão 7f3ce86b-3e
  • Linguagens

    Português

    TEXTO

    CIDADE SEM LUZ 

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)

    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)Figura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)

    (Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

    O narrador alterna momentos em que emprega o pretérito perfeito do indicativo – o tempo próprio da narrativa – com outros em que emprega o presente do indicativo, como na seguinte passagem: Acomodado em um tamborete, sem ver nada e sem ser visto, Policarpo emprestou os ouvidos ao silêncio, até que distingue uma luzinha de lanterna, à direita, bambolear lá longe. Quem será? Difícil descobrir. O escrivão ficou atento, olhos fixos na luz que se aproximava. Um distante som de esporas faz parceria com a luz. Esporas? Era ele, o prefeito (linhas 22-30).

    A passagem do pretérito para o presente provoca, no conto, o efeito estilístico de

    I) intensificar a atmosfera de tensão que envolve a personagem.
    II) atualizar o passado, tornando-o mais vivo.
    III) fazer do narrador uma personagem, alterando o foco narrativo.

    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 7f3dc99d-b7
  • Linguagens

    Português

    Leia o cartum a seguir:


                       Imagem da questão de Português, UEMG 2019, Interpretação de Textos


    Sobre o cartum, assinale a alternativa CORRETA.

    Escolha uma alternativa para a questão 7f4019f6-3e
  • Linguagens

    Português

    A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.


    Não existem finais felizes: a felicidade é uma ilusão que não desejamos

    Julián Fuks


    Convidaram-me a falar sobre a mentira dos finais felizes. Tarefa fácil: são mesmo mentirosos os finais felizes. Basta lançar ao mundo algum olhar clínico. Nossa cultura já aprendeu que nem tudo se dissolve em harmonia, que jamais se cria uma paz absoluta, carente de todo trauma passado e todo conflito futuro. Onde se vê felicidade pura pode ser que algo não se veja, que os olhos estejam turvos.


    A fórmula clássica que encerra as histórias infantis, "e viveram felizes para sempre", é a expressão de um desinteresse total pelo que seria essa existência feliz. Nela se realiza, é fácil sentir, uma associação entre felicidade e morte. No fundo o que a fórmula diz, em tom apaziguador, equivale a um "não viveram mais nada até que morreram". Mas me convidaram a falar sobre isso em Medelín, em espanhol, e nessa língua o final clássico tem outra nuance: "vivieron felices y comieron perdices". Nesse pequeno detalhe acrescido, o fato de terem comido perdizes, cabe ao menos um pouco de vida. Nessa outra fórmula o que se diz é que "viveram uma série de outras coisas que já não nos interessam", e só depois disso se chega ao fim.


    Seja como for, do tempo dos clássicos até o tempo presente, deu-se uma revolução em nosso interesse. Já há alguns séculos, desde o surgimento do romance moderno, nossa curiosidade tem recaído exatamente sobre essa vida comum que se inicia ao fim de qualquer aventura, sobre o cotidiano tenso que antes tomávamos por feliz. Interessa a aflição que subjaz à rotina, interessa a angústia sutil que se gesta em silêncio ao longo dos anos. O que procuramos nas histórias que narramos a nós mesmos, agora, é a desilusão da vida que trai os anseios juvenis, é o indiscreto caos do convívio familiar, é o medo da morte depois de tanta monotonia, tudo isso quem sabe redimido em alguma medida por um final mais ameno.


    "Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira." Nessa frase magistral de Tolstói que abre Anna Karenina se manifesta com clareza nossa vontade insuperável de observar com atenção de que é feita a infelicidade. Mas acho que ela merece um reparo, se formos honestos, e se o leitor me permite tamanha insolência. Também as famílias felizes são felizes cada uma à sua maneira. Não porque haja tanta nuance na paz e na existência tranquila, mas porque aquilo que chamamos felicidade também é feito da infelicidade em sua infinita riqueza, porque uma vida feliz também é atravessada continuamente por tristezas, sobressaltos, sustos, desalentos, desilusões, pesadelos.


    De modo que não existe e jamais existiu uma felicidade pura, até porque não existe nenhum tipo real de pureza — mesmo em ciência a pureza é sempre um estado hipotético. Uma felicidade absoluta não chega nem mesmo a ser um ideal que nutrimos, porque a ele associamos algum torpor, uma indolência, uma saciedade que conduz à paralisia, a ausência de um novo desejo que nos vitalize. A partir disso já poderíamos concluir pela impossibilidade de todo "final feliz", já que essa última palavra seria inatingível. Mas a primeira também é uma falácia, e sobre isso talvez valha acrescentar ainda algum raciocínio.


    Penso na leitura de livros infantis que tenho feito ao lado das minhas filhas, esse um dos momentos mais puramente felizes da minha vida cotidiana, como já confessei uma vez aqui. Penso nos bordões que Tulipa criou para emendar ao final de cada livro, numa fórmula própria que em alguma medida os ordena. São duas variações: "Mas essa já é outra história", ou então "E vai começar tudo outra vez". Acho cômico e preciso seu sistema de classificação. Vejo nele uma proposta de distinção entre as histórias cíclicas, cujo fim remonta ao princípio, e aquelas que avançam numa espécie de deriva, e vão convocando outros sinuosos acontecimentos que já não cabem nas páginas que lemos.


    E então me pergunto se não será assim a vida, feita de retornos e derivas, num movimento perpétuo. Se não se encadeiam assim tanto os momentos felizes quanto os infelizes, ou os momentos a um só tempo felizes e infelizes, sempre sucedidos por outros tão complexos e indefiníveis quanto eles, em nossa própria existência ou na existência daqueles que ficam quando partimos. Não existem finais felizes, eles são uma mentira, pelo simples fato de que não existem finais, de que os finais são sempre uma ilusão momentânea, e nada jamais termina. Bom, nada talvez seja muito: ao menos um texto, sim, é capaz de alcançar o seu fortuito fim. 


    Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2025/08/23/nao-existem-finais-felizes-a-felicidade-e-uma-ilusao-que-nao-desejamos.htm. Acesso em: 10 set. 2025.

    Analise o que se afirma a seguir.



    I- Na sentença “A fórmula clássica que encerra as histórias infantis, ‘e viveram felizes para sempre’, é a expressão de um desinteresse total pelo que seria essa existência feliz. Nela se realiza, é fácil sentir, uma associação entre felicidade e morte.”, o pronome “nela” se refere a “existência feliz”.


    II- A expressão “olhos turvos”, presente em “Onde se vê felicidade pura pode ser que algo não se veja, que os olhos estejam turvos.”, foi usada de maneira metafórica.


    III- Ao final do texto, o autor adota uma abordagem metalinguística para marcar que, diferentemente da vida, seu texto tem fim.


    IV- Embora classificado como um artigo de opinião, o tipo textual predominante explorado por Fuks foi o narrativo.



    Está correto apenas o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 7f412761-08
  • Linguagens

    Português

    TEXTO

    CIDADE SEM LUZ 

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Figuras de Linguagem

    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Figuras de LinguagemFigura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Figuras de Linguagem

    (Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

    Leia com atenção o que se diz sobre o primeiro parágrafo do texto (linhas 1-21) e escreva (V) ou (F), conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmações.

    ( ) As duas primeiras linhas expressam uma opinião do narrador dita como se fosse uma verdade universal.
    ( ) O enunciado Quando a noite chega, desce o manto do mistério (linhas 5-6) traz uma metáfora de caráter sensorial – desce o manto –, que intensifica um elemento de caráter conceitual – mistério.
    ( ) A passagem que vai da linha 14 (a partir de era) à linha 18 (até baldios) é essencialmente descritiva, com predominância das sensações visuais.
    ( ) O último enunciado do parágrafo, da linha 19 (a partir de com) à linha 21, passa a idéia de que a boa vida é a vida natural.
    ( ) No parágrafo, tem-se um plano descritivo que se desenvolve, inicialmente, do geral para o particular – perspectiva do narrador; depois, do particular para o geral – perspectiva da personagem.

    A sequência correta, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão 7f425484-b7