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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

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  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 275 de 549

  • Linguagens

    Português

    Leia o seguinte fragmento de I-Juca Pirama, de Gonçalves Dias.

    Imagem da questão de Português, UFG 2010, Interpretação de Textos

    Durante o Romantismo, foram simultaneamente escritos poemas com características líricas e épicas. Nessa perspectiva, o fragmento de I-Juca Pirama constitui uma mistura de gêneros por
    Escolha uma alternativa para a questão 7f433c63-58
  • Linguagens

    Português

    A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.


    Não existem finais felizes: a felicidade é uma ilusão que não desejamos

    Julián Fuks


    Convidaram-me a falar sobre a mentira dos finais felizes. Tarefa fácil: são mesmo mentirosos os finais felizes. Basta lançar ao mundo algum olhar clínico. Nossa cultura já aprendeu que nem tudo se dissolve em harmonia, que jamais se cria uma paz absoluta, carente de todo trauma passado e todo conflito futuro. Onde se vê felicidade pura pode ser que algo não se veja, que os olhos estejam turvos.


    A fórmula clássica que encerra as histórias infantis, "e viveram felizes para sempre", é a expressão de um desinteresse total pelo que seria essa existência feliz. Nela se realiza, é fácil sentir, uma associação entre felicidade e morte. No fundo o que a fórmula diz, em tom apaziguador, equivale a um "não viveram mais nada até que morreram". Mas me convidaram a falar sobre isso em Medelín, em espanhol, e nessa língua o final clássico tem outra nuance: "vivieron felices y comieron perdices". Nesse pequeno detalhe acrescido, o fato de terem comido perdizes, cabe ao menos um pouco de vida. Nessa outra fórmula o que se diz é que "viveram uma série de outras coisas que já não nos interessam", e só depois disso se chega ao fim.


    Seja como for, do tempo dos clássicos até o tempo presente, deu-se uma revolução em nosso interesse. Já há alguns séculos, desde o surgimento do romance moderno, nossa curiosidade tem recaído exatamente sobre essa vida comum que se inicia ao fim de qualquer aventura, sobre o cotidiano tenso que antes tomávamos por feliz. Interessa a aflição que subjaz à rotina, interessa a angústia sutil que se gesta em silêncio ao longo dos anos. O que procuramos nas histórias que narramos a nós mesmos, agora, é a desilusão da vida que trai os anseios juvenis, é o indiscreto caos do convívio familiar, é o medo da morte depois de tanta monotonia, tudo isso quem sabe redimido em alguma medida por um final mais ameno.


    "Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira." Nessa frase magistral de Tolstói que abre Anna Karenina se manifesta com clareza nossa vontade insuperável de observar com atenção de que é feita a infelicidade. Mas acho que ela merece um reparo, se formos honestos, e se o leitor me permite tamanha insolência. Também as famílias felizes são felizes cada uma à sua maneira. Não porque haja tanta nuance na paz e na existência tranquila, mas porque aquilo que chamamos felicidade também é feito da infelicidade em sua infinita riqueza, porque uma vida feliz também é atravessada continuamente por tristezas, sobressaltos, sustos, desalentos, desilusões, pesadelos.


    De modo que não existe e jamais existiu uma felicidade pura, até porque não existe nenhum tipo real de pureza — mesmo em ciência a pureza é sempre um estado hipotético. Uma felicidade absoluta não chega nem mesmo a ser um ideal que nutrimos, porque a ele associamos algum torpor, uma indolência, uma saciedade que conduz à paralisia, a ausência de um novo desejo que nos vitalize. A partir disso já poderíamos concluir pela impossibilidade de todo "final feliz", já que essa última palavra seria inatingível. Mas a primeira também é uma falácia, e sobre isso talvez valha acrescentar ainda algum raciocínio.


    Penso na leitura de livros infantis que tenho feito ao lado das minhas filhas, esse um dos momentos mais puramente felizes da minha vida cotidiana, como já confessei uma vez aqui. Penso nos bordões que Tulipa criou para emendar ao final de cada livro, numa fórmula própria que em alguma medida os ordena. São duas variações: "Mas essa já é outra história", ou então "E vai começar tudo outra vez". Acho cômico e preciso seu sistema de classificação. Vejo nele uma proposta de distinção entre as histórias cíclicas, cujo fim remonta ao princípio, e aquelas que avançam numa espécie de deriva, e vão convocando outros sinuosos acontecimentos que já não cabem nas páginas que lemos.


    E então me pergunto se não será assim a vida, feita de retornos e derivas, num movimento perpétuo. Se não se encadeiam assim tanto os momentos felizes quanto os infelizes, ou os momentos a um só tempo felizes e infelizes, sempre sucedidos por outros tão complexos e indefiníveis quanto eles, em nossa própria existência ou na existência daqueles que ficam quando partimos. Não existem finais felizes, eles são uma mentira, pelo simples fato de que não existem finais, de que os finais são sempre uma ilusão momentânea, e nada jamais termina. Bom, nada talvez seja muito: ao menos um texto, sim, é capaz de alcançar o seu fortuito fim. 


    Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2025/08/23/nao-existem-finais-felizes-a-felicidade-e-uma-ilusao-que-nao-desejamos.htm. Acesso em: 10 set. 2025.

    A passagem transcrita do texto que indica corretamente a representação de uma variedade mais oral da língua é
    Escolha uma alternativa para a questão 7f4374c3-08
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2


       Pesquisa estuda relação entre alimentos e câncer nas redes sociais


          Artigo publicado no periódico inglês Future Science AO examina se as postagens em uma mídia social são modismo ou se há evidência científica quando o assunto é o câncer associado a alimentos funcionais.

          Uma das autoras do artigo, Claudia Jurberg, bolsista de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), explica que foram analisados alimentos funcionais relacionados ao câncer no Pinterest (rede social de compartilhamento de fotos) e se havia evidência científica ou não no portal de periódicos do PubMed, que é um motor de busca de livre acesso à base de dados MEDLINE de citações e resumos de artigos de investigação em biomedicina. O Pinterest foi a mídia de escolha porque está em franca ascensão no mundo e no Brasil.

          "Foram analisados 507 Pins, sendo 75 de alimentos associados ao câncer, compartilhados mais de 27 mil vezes, e encontramos mais de 80 mil artigos científicos sobre esses alimentos e câncer no PubMed. Em 90% dos alimentos mencionados como funcionais para o câncer, encontramos literatura científica. Os Pins são ideias que as pessoas encontram e salvam de toda a Web", esclarece a pesquisadora.

          Claudia informa que existem cerca de 50 bilhões de pins sobre comida no Pinterest, e que o objetivo principal era investigar a relação entre postagens sobre comida e câncer no Pinterest e as evidências científicas. "Surpreendentemente, 90% dos alimentos citados nessa mídia social também aparecem na literatura científica". No entanto, apesar desse paralelo entre conteúdo publicado em mídia social e evidência científica, a pesquisadora diz que não foi possível identificar a exata relação dos alimentos com o câncer: se previnem, curam ou tratam. [...]

    Coordenação de Comunicação Social do CNPq. Ter, 21 Ago. 2018. Disponível em: http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/- /journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/6333171. Acesso: 11 dez. 2018. [Fragmento. Adaptado].

    Em relação ao Texto 2, assinale a alternativa CORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão 7f443fb1-3e
  • Linguagens

    Português

    A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.


    Não existem finais felizes: a felicidade é uma ilusão que não desejamos

    Julián Fuks


    Convidaram-me a falar sobre a mentira dos finais felizes. Tarefa fácil: são mesmo mentirosos os finais felizes. Basta lançar ao mundo algum olhar clínico. Nossa cultura já aprendeu que nem tudo se dissolve em harmonia, que jamais se cria uma paz absoluta, carente de todo trauma passado e todo conflito futuro. Onde se vê felicidade pura pode ser que algo não se veja, que os olhos estejam turvos.


    A fórmula clássica que encerra as histórias infantis, "e viveram felizes para sempre", é a expressão de um desinteresse total pelo que seria essa existência feliz. Nela se realiza, é fácil sentir, uma associação entre felicidade e morte. No fundo o que a fórmula diz, em tom apaziguador, equivale a um "não viveram mais nada até que morreram". Mas me convidaram a falar sobre isso em Medelín, em espanhol, e nessa língua o final clássico tem outra nuance: "vivieron felices y comieron perdices". Nesse pequeno detalhe acrescido, o fato de terem comido perdizes, cabe ao menos um pouco de vida. Nessa outra fórmula o que se diz é que "viveram uma série de outras coisas que já não nos interessam", e só depois disso se chega ao fim.


    Seja como for, do tempo dos clássicos até o tempo presente, deu-se uma revolução em nosso interesse. Já há alguns séculos, desde o surgimento do romance moderno, nossa curiosidade tem recaído exatamente sobre essa vida comum que se inicia ao fim de qualquer aventura, sobre o cotidiano tenso que antes tomávamos por feliz. Interessa a aflição que subjaz à rotina, interessa a angústia sutil que se gesta em silêncio ao longo dos anos. O que procuramos nas histórias que narramos a nós mesmos, agora, é a desilusão da vida que trai os anseios juvenis, é o indiscreto caos do convívio familiar, é o medo da morte depois de tanta monotonia, tudo isso quem sabe redimido em alguma medida por um final mais ameno.


    "Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira." Nessa frase magistral de Tolstói que abre Anna Karenina se manifesta com clareza nossa vontade insuperável de observar com atenção de que é feita a infelicidade. Mas acho que ela merece um reparo, se formos honestos, e se o leitor me permite tamanha insolência. Também as famílias felizes são felizes cada uma à sua maneira. Não porque haja tanta nuance na paz e na existência tranquila, mas porque aquilo que chamamos felicidade também é feito da infelicidade em sua infinita riqueza, porque uma vida feliz também é atravessada continuamente por tristezas, sobressaltos, sustos, desalentos, desilusões, pesadelos.


    De modo que não existe e jamais existiu uma felicidade pura, até porque não existe nenhum tipo real de pureza — mesmo em ciência a pureza é sempre um estado hipotético. Uma felicidade absoluta não chega nem mesmo a ser um ideal que nutrimos, porque a ele associamos algum torpor, uma indolência, uma saciedade que conduz à paralisia, a ausência de um novo desejo que nos vitalize. A partir disso já poderíamos concluir pela impossibilidade de todo "final feliz", já que essa última palavra seria inatingível. Mas a primeira também é uma falácia, e sobre isso talvez valha acrescentar ainda algum raciocínio.


    Penso na leitura de livros infantis que tenho feito ao lado das minhas filhas, esse um dos momentos mais puramente felizes da minha vida cotidiana, como já confessei uma vez aqui. Penso nos bordões que Tulipa criou para emendar ao final de cada livro, numa fórmula própria que em alguma medida os ordena. São duas variações: "Mas essa já é outra história", ou então "E vai começar tudo outra vez". Acho cômico e preciso seu sistema de classificação. Vejo nele uma proposta de distinção entre as histórias cíclicas, cujo fim remonta ao princípio, e aquelas que avançam numa espécie de deriva, e vão convocando outros sinuosos acontecimentos que já não cabem nas páginas que lemos.


    E então me pergunto se não será assim a vida, feita de retornos e derivas, num movimento perpétuo. Se não se encadeiam assim tanto os momentos felizes quanto os infelizes, ou os momentos a um só tempo felizes e infelizes, sempre sucedidos por outros tão complexos e indefiníveis quanto eles, em nossa própria existência ou na existência daqueles que ficam quando partimos. Não existem finais felizes, eles são uma mentira, pelo simples fato de que não existem finais, de que os finais são sempre uma ilusão momentânea, e nada jamais termina. Bom, nada talvez seja muito: ao menos um texto, sim, é capaz de alcançar o seu fortuito fim. 


    Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2025/08/23/nao-existem-finais-felizes-a-felicidade-e-uma-ilusao-que-nao-desejamos.htm. Acesso em: 10 set. 2025.

    “Nossa cultura já aprendeu que nem tudo se dissolve em harmonia"


    É correto afirmar que, em relação à oração principal, a oração em destaque exerce função sintática de oração subordinada substantiva

    Escolha uma alternativa para a questão 7f45c2ad-08
  • Linguagens

    Português

    TEXTO

    CIDADE SEM LUZ 

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de TextosFigura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos

    (Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

    Observe as seguintes expressões que se distribuem entre as linhas 84 e 118: a) a luz bruxuleante de uma lanterna; b) Uma outra luz de lanterna vem em direção contrária. c) As luzes se aproximam até que se encontram. d) Uma se apaga e a restante some pelos cantos da rua deserta, ao que se deduz, mergulhou no terreno baldio. e) Uma luz parece ressurgir do terreno baldio. Parece, não. Ressurge mesmo. Dança um pouco na mão de alguém. f) a outra luz se acende. g) Há um diálogo dos focos. h) Depois, cada qual toma o seu rumo.

    Marque a alternativa que traz uma afirmação INCORRETA sobre o conjunto que essas expressões formam.
    Escolha uma alternativa para a questão 7f46d00c-b7
  • Linguagens

    Português

    Bem leve

    Composição: Arnaldo Antunes / Marisa Monte (1993)

    Bem leve leve, releve,
    Quem pouse a pele em cima de madeira
    Beira beira, quem dera, mera mera, cadeira
    Mas breve breve, revele
    Vele, vele quem pese, dos pés à caveira
    Dali da beira uma palavra cai no chão, caixão
    Dessa maneira,
    Uma palavra de madeira em cada mão,
    Imbuia, Cerejeira

    Bem leve leve, releve,
    Quem pouse a pele em cima de madeira
    Beira beira, quem dera, mera mera, cadeira
    Mas breve breve, revele
    Vele vele quem pese dos pés à caveira

    Jacarandá, Peroba, Pinho, Jatobá, Cabreúva, Garapera

    Uma palavra de madeira cai no chão
    Caixão, dessa maneira

    Disponível em: https://www.letras.mus.br/marisa-monte/47271/. Acesso em: 11 set. 2025.



    Na canção “Bem leve”, os compositores exploraram estes recursos estéticos, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 7f482865-08
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2


       Pesquisa estuda relação entre alimentos e câncer nas redes sociais


          Artigo publicado no periódico inglês Future Science AO examina se as postagens em uma mídia social são modismo ou se há evidência científica quando o assunto é o câncer associado a alimentos funcionais.

          Uma das autoras do artigo, Claudia Jurberg, bolsista de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), explica que foram analisados alimentos funcionais relacionados ao câncer no Pinterest (rede social de compartilhamento de fotos) e se havia evidência científica ou não no portal de periódicos do PubMed, que é um motor de busca de livre acesso à base de dados MEDLINE de citações e resumos de artigos de investigação em biomedicina. O Pinterest foi a mídia de escolha porque está em franca ascensão no mundo e no Brasil.

          "Foram analisados 507 Pins, sendo 75 de alimentos associados ao câncer, compartilhados mais de 27 mil vezes, e encontramos mais de 80 mil artigos científicos sobre esses alimentos e câncer no PubMed. Em 90% dos alimentos mencionados como funcionais para o câncer, encontramos literatura científica. Os Pins são ideias que as pessoas encontram e salvam de toda a Web", esclarece a pesquisadora.

          Claudia informa que existem cerca de 50 bilhões de pins sobre comida no Pinterest, e que o objetivo principal era investigar a relação entre postagens sobre comida e câncer no Pinterest e as evidências científicas. "Surpreendentemente, 90% dos alimentos citados nessa mídia social também aparecem na literatura científica". No entanto, apesar desse paralelo entre conteúdo publicado em mídia social e evidência científica, a pesquisadora diz que não foi possível identificar a exata relação dos alimentos com o câncer: se previnem, curam ou tratam. [...]

    Coordenação de Comunicação Social do CNPq. Ter, 21 Ago. 2018. Disponível em: http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/- /journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/6333171. Acesso: 11 dez. 2018. [Fragmento. Adaptado].

    Em relação ao emprego dos sinais de pontuação na construção do Texto 2, assinale a alternativa CORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão 7f48706f-3e
  • Linguagens

    Português

    TEXTO

    CIDADE SEM LUZ 

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de TextosFigura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos

    (Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

    Assinale a única alternativa cuja afirmação NÃO é autorizada pelas relações que se estabelecem no terceiro parágrafo (linhas 31-58).
    Escolha uma alternativa para a questão 7f4a6c07-b7
  • Linguagens

    Português

    Leia a tirinha.


    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Itajubá 2025, Interpretação de Textos


    Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2025/09/05/piratas-do-tiete-laerte.shtml?pwgt=l77ptmq34tddjl9kxgqh9ofqkmjxzom0saubtzid5krr4z5u&utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwagift. Acesso em: 11 set. 2025.


    É correto afirmar que a tirinha utiliza humor e ironia para criticar a

    Escolha uma alternativa para a questão 7f4abbd6-08
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I


    Boato virou um gênero da comunicação


    O boato insiste em ser um gênero da comunicação.

    Um rumor pode nascer da má-fé, do mal-entendido ou de uma atrapalhada qualquer. O significado do rumor é uma conclusão precipitada, é algo que nem é verdade, mas que acaba ganhando popularidade. Falar mal de alguém é falar bem de si e de nosso ouvinte.

    O primeiro impulso é acreditar, porque: 1) confiamos em quem o transmite; 2) é fisicamente impossível verificar se é verdadeiro ou falso; 3) os meios de comunicação são sistematicamente relapsos com a verificação de seus conteúdos – e se eles fazem isso, o que nos impede?

    O boato não informa, mas ensina: mostra como uma sociedade se prepara para tomar uma posição.

    A nossa tem se aplicado na tarefa de desmantelar equipes de jornalistas e dar nome de “informação” a todo tipo de “copia e cola” difundido pela internet como se fosse um fato verificado.

    Sem tantos profissionais ocupados na verificação e com o bombardeio tão grande de dados em rede, o futuro da comunicação atual, depende, cada vez mais, do modo como vamos lidar com os rumores.

    PEREIRA Jr., Luiz Costa. Revista Língua Portuguesa. Ano 8. n. 93, jul. 2013, p.19 [Fragmento. Adaptado]


    Imagem da questão de Português, UEMG 2019, Interpretação de Textos


    Considere as características do boato e das notícias falsas, abordadas nos textos I e II, respectivamente. No Texto II, a recomendação apresentada no diálogo, pelo mestre – em resposta à pergunta a ele dirigida – está diretamente relacionada com o seguinte argumento defendido no Texto I.

    Escolha uma alternativa para a questão 7f4bfbb5-3e
  • Linguagens

    Português

    TEXTO

    CIDADE SEM LUZ 

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)

    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)Figura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)

    (Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

    Observe o emprego do pretérito-mais-que-perfeito no primeiro parágrafo do texto: resolvera (linha 13) e plantara (linha 15). Sobre esse emprego, pode-se dizer que resolvera e plantara

    I. indicam ações concomitantes, isto é, que se dão em um mesmo momento.
    II. indicam retrospectiva em relação ao momento da narrativa.
    III. exprimem a repetição de um ato ou a sua continuidade até o presente da narrativa.

    Está correto o que se afirma
    Escolha uma alternativa para a questão 7f4ed33c-b7
  • Linguagens

    Português

    A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.


    Os Sapos

    Manuel Bandeira


    Enfunando os papos,

    Saem da penumbra,

    Aos pulos, os sapos.

    A luz os deslumbra.

    Em ronco que aterra,


    Berra o sapo-boi:

    — “Meu pai foi à guerra!”

    — “Não foi!” — “Foi!” — “Não foil!?.


    O sapo-tanoeiro,

    Parnasiano aguado,

    Diz: — “Meu cancioneiro

    É bem martelado.


    Vede como primo

    Em comer os hiatos!

    Que arte! E nunca rimo

    Os termos cognatos.


    [...]


    Lá, fugido ao mundo,

    Sem glória, sem fé,

    No perau profundo

    E solitário, é


    Que soluças tu,

    Transido de frio,

    Sapo cururu

    Da beira do rio...


    Disponível em: https://www.escritas.org/PT/t/4814/os-sapos. Acesso em: 11 set. 2025.

    O recurso estético/linguístico que NÃO está presente em “Os Sapos”, de Manuel Bandeira, é
    Escolha uma alternativa para a questão 7f4ffb6c-08
  • Linguagens

    Português

    TEXTO

    CIDADE SEM LUZ 

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Coesão e coerência

    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Coesão e coerênciaFigura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Coesão e coerência

    (Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

    Considere as passagens extraídas do conto – Passa por ele e deixa uma ventania de jasmim à sua passagem. (linhas 122-123) e envolto pela brisa do mesmo perfume (linha 135). Indique a alternativa em que a análise estilística dessas passagens é INADEQUADA
    Escolha uma alternativa para a questão 7f52cdd5-b7
  • Linguagens

    Português

    A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.


    O táxi

    Gonçalo M. Tavares


    Uma mulher levanta o braço. Está no passeio. Não tem pressa, mas levanta o braço e acena com a mão. O táxi não para. Está vazio, mas não para.


    A mulher veste calças elegantes, castanhas. Tem um lenço ao pescoço.


    De novo, vemos a sua mão levantada a acenar. Outro táxi que não para.


    A mulher está a sorrir. É bonita. Levanta o braço de novo. Estamos sempre a vê-la, a ver o seu entusiasmo sorridente. Mas não, de novo o táxi não para. Também vazio, mas não para.


    O plano agora abre-se mais. Vemos a mulher, sim, as suas calças elegantes castanhas. E, junto aos seus pés, um corpo inerte; provavelmente morto.


    TAVARES, Gonçalo M. Short Movies. Porto Alegre: Dublinense, 2015. (e-book).

    O trecho que evidencia corretamente a influência da linguagem fotográfico-cinematográfica no conto é
    Escolha uma alternativa para a questão 7f54a66a-08
  • Linguagens

    Português

    TEXTO

    CIDADE SEM LUZ 

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de TextosFigura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos

    (Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

    Aponte a alternativa que expressa o sentido implícito da resposta que Policarpo dá à esposa, no final do conto: — Pelo visto, mulher, tão cedo a gente não tem luz... (linhas 132-133).
    Escolha uma alternativa para a questão 7f569f73-b7
  • Linguagens

    Português

    Leia este poema.


    DIALÉTICA


    É claro que a vida é boa

    E a alegria, a única indizível emoção

    É claro que te acho linda

    Em ti bendigo o amor das coisas simples

    É claro que te amo

    E tenho tudo para ser feliz


    Mas acontece que eu sou triste...

    ORAES, Vinícius. Disponível em: http://www.viniciusdemoraes.com.br/pt-br/poesia/poesias-avulsas/dialetica. Acesso: 11 dez. 2018.


    Em relação a esse texto, escrito pelo poeta e compositor Vinícius de Moraes, é CORRETO afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 7f56a349-3e
  • Linguagens

    Português

    As questões 13 e 14 referem-se ao volume 7 da Coleção Para Gostar de Ler.

    Na crônica “Para uma garota de quinze anos”, de Lourenço Diaféria, um pai descreve a trajetória da filha até completar tal idade, momento em que ele
    Escolha uma alternativa para a questão 7f577665-4b
  • Linguagens

    Português

    TEXTO

    CIDADE SEM LUZ 

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de TextosFigura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Interpretação de Textos

    (Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

    Determine a alternativa cujo excerto exige uma segunda leitura, ou requer uma nova interpretação, depois que o leitor toma conhecimento do envolvimento amoroso entre o Prefeito e a viúva Violeta.
    Escolha uma alternativa para a questão 7f5a4149-b7
  • Linguagens

    Português

    TEXTO

    CIDADE SEM LUZ 

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Análise sintática

    Figura 2 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Análise sintáticaFigura 3 de 3 da questão de Português, UECE 2010, Análise sintática

    (Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

    Observe as relações sintáticas entre os termos do seguinte enunciado: Policarpo, o escrivão da Coletoria, maldizia, mais uma vez, o prefeito, que não conseguiu consertar a usina, e o instante em que resolvera morar naquele fim de mundo (linhas 10-14).

    Grafe (V) ou (F), conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma sobre essas relações.

    ( ) O verbo maldizer, no texto, maldizia, mantém com o substantivo prefeito a mesma relação sintática que mantém com o substantivo instante.
    ( ) A oração que não conseguiu consertar a usina apresenta um pormenor, uma informação adicional sobre o prefeito, mas exprime também uma relação de causa.
    ( ) A oração em que resolvera morar naquele fim de mundo delimita ou restringe o substantivo instante.
    ( ) A expressão referencial (n)aquele fim de mundo retoma o referente de Forquilha, acrescentando um juízo de valor a seu respeito, e determina a situação do falante em relação à coisa mencionada.

    A sequência correta é
    Escolha uma alternativa para a questão 7f5de3f1-b7
  • Linguagens

    Português

    Gênero literário é a categoria à qual pertence uma obra com base em suas características predominantes que possibilitam o agrupamento por semelhanças.


    Considerando a classificação dos gêneros literários, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.


    ( ) Gênero lírico caracteriza-se pela manifestação do eu-interior do poeta e pela exposição de sua subjetividade de sentimentos e emoções vivenciados em seu mundo íntimo.

    ( ) Gênero dramático caracteriza-se pela narração (em versos) de grandes feitos históricos em textos em que a presença de um herói representa a força do coletivo.

    ( ) Gênero épico caracteriza-se por textos escritos para serem encenados em que o autor utiliza o discurso direto e dá voz a seus personagens sem a intermediação de um narrador.


    Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

    Escolha uma alternativa para a questão 7f610f12-3e