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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 332 de 549

  • Linguagens

    Português

    Leia o Texto 1 a seguir para responder às questões de 01 a 08.

    Imagem da questão de Português, UFG 2011, Interpretação de Textos

    De acordo com os estudos da Biologia, a visão é um siste­ma receptor de luz, e, segundo o texto, o que nós vemos depende de nós. Essas afirmativas constituem paradoxo, pois são elaboradas com base na
    Escolha uma alternativa para a questão 9e255f47-5a
  • Linguagens

    Português

    TEXTO II

    Desculpe, querida, mas eu tenho a impressão de que você quer casar comigo só porque eu herdei uma fortuna do meu tio. – Imagina, meu bem! Eu me casaria com você mesmo que tivesse herdado a fortuna de outro parente qualquer!

    (Sírio Possenti. In: Humores da língua. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1998, p.31)


    No texto II, a partir da fala da mulher, o leitor pode ser levado a deduzir que ela quer se casar, não por interesse, mas por amor. Essa dedução, no entanto, é desconstruída quando 

    Escolha uma alternativa para a questão 9e27a66e-b6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO III

    O filhinho diz à mãe que chegou de viagem:

    - Eu dormiu com o papai ontem.

    A empregada o corrige:

    - Eu dormi com o papai.

    O menino responde:

    - Só se foi depois que eu peguei no sono.

    (Sírio Possenti. In: Humores da língua. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1998, p. 145)


    O texto acima apresenta um duplo efeito de sentido, em conseqüência: 

    Escolha uma alternativa para a questão 9e2c6a37-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho abaixo e assinale a alternativa correta:


    "De repente, vi minha pessoa num brejal, a cem braças do recinto da onça, nadando em minha infância nado de cachorrinho. E na segurança de umas tábuas e paus-de-mangue, fui ancorar a barba, espingarda a salvo para o que desse e viesse. [...] E andava eu nessas minudências, quando vi sair, do atrás de um panelão de formiga, aquele tiro sem pai. A pintada, que não esperava chumbo, pulou em modos de voar de imediato e caiu nos estrebuchos da agonia. Avivei a atenção para descobrir Barbirato e quem apareceu, no encaracolado da fumaça, foi o molecote pegador de papa-capim e caboclinho que vez por outra pernoitava no Sobradinho. Veio fagueiro, espingarda no ombro, sem medir consequência. Soltei do banhado meu grito de aviso:

    ― Afasta! Afasta!

    E em dois pulos larguei a água em hora de correr o moleque na ponta da botina, tarefa de que só abri mão ao ver o desmiolado em distância segura, sem risco de vida. Como arremate, parado junto de uns pés de guriri, ainda esbravejei:

    ― Sujeito sem tino! Cuida que onça é gato de borralho.

    Então, voltando atrás, passei ao ouvido da pintada toda a munição do meu paude-fogo que nem a água do brejo teve força de emperrar. Quebrada a jura por um, quebrada por mil. E, mais alto do que o estrondo do tiro, berrei eu:

    ― Conheceu, papuda!"


    (José Cândido de Carvalho. O coronel e o lobisomem. José Olympio Editora: 41ª ed., p. 60-61)
    Escolha uma alternativa para a questão 9e36783b-b6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UECE 2011, Interpretação de Textos

    O texto todo apresenta inúmeras marcas de autoria, através das quais o enunciador expressa um juízo de valor sobre o assunto de que está falando. Dentre as expressões destacadas do texto, assinale a única que NÃO revela um posicionamento do enunciador.
    Escolha uma alternativa para a questão 9e36e4e6-a5
  • Linguagens

    Português

    Leia os versos de “Se se morre de amor” de Gonçalves Dias e da letra de música “Não Se Morre de Mal de Amor”, de Taiguara.

                            Se se morre de amor
                            Gonçalves Dias


                            Amor é vida; é ter constantemente
                            Alma, sentidos, coração – abertos
                            Ao grande, ao belo, é ser capaz d’extremos,
                            D’altas virtudes, té capaz de crimes!
                            Sentir, sem que se veja, a quem se adora,
                            Compreender, sem lhe ouvir, seus pensamentos,
                            Segui-la, sem poder fitar seus olhos,
                            Amá-la, sem ousar dizer que amamos,
                            E, temendo roçar os seus vestidos,
                            Arder por afogá-la em mil abraços:
                            Isso é amor, e desse amor se morre!

                                                                                                    (DIAS, 2004, p.27-29.)


                            Não Se Morre de Mal de Amor
                            Taiguara


                            Não se morre de mal de amor
                            Só se morre quando se quer
                            Por mais forte que seja a dor
                            Ela vai se outro amor vier

                            Nunca deixes que uma tristeza
                            Mate a beleza do teu viver
                            E procura em cada saudade
                            Maior vontade de outro amor ter

                            Faz de conta que tudo passa
                            Como a fumaça que o vento traz
                            Não existe coisa mais triste
                            Que não querer amar nunca mais

                                                                                               (BESSA, 2011, faixa 01.)


    Assinale a alternativa INCORRETA acerca da leitura dos textos.
    Escolha uma alternativa para a questão 9e5b19a5-e8
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I


    (...)


    ‘Stamos em pleno mar... Abrindo as velas
    Ao quente arfar das virações marinhas,
    Veleiro brigue corre à flor dos mares,
    Como roçam na vaga as andorinhas...


    Donde vem? Onde vai? Das naus errantes
    Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço?
    Neste saara os corcéis o pó levantam,
    Galopam, voam, mas não deixam traço.


    Bem feliz quem ali pode nest’hora
    Sentir deste painel a majestade!...
    Embaixo – o mar... em cima – o firmamento...
    E no mar e no céu – a imensidade!


    Oh! que doce harmonia traz-me a brisa!
    Que mésica suave ao longe soa!
    Meu Deus! Como é sublime um canto ardente
    Pelas vagas sem fim boiando à toa!


    (...)


    Era um sonho dantesco... O tombadilho
    Que das luzernas avermelha o brilho,
    Em sangue a se banhar.
    Tinir de ferros... estalar de açoite...
    Legiões de homens negros como a noite,
    Horrendos a dançar...


    Negras mulheres, suspendendo às tetas
    Magras crianças, cujas bocas pretas
    Rega o sangue das mães:
    Outras moças, mas nuas e espantadas,
    No turbilhão de espectros arrastadas,
    Em ânsia e mágoa vãs! (...)


    Ouvem-se gritos... o chicote estala.
    E voam mais e mais...
    Presa nos elos de uma só cadeia,
    A multidão faminta cambaleia,
    E chora e dança ali!
    Um de raiva delira, outro enlouquece,
    Outro, que martírios embrutece,
    Cantando, geme e ri! (...)


    Fonte: ALVES, Castro. “O navio negreiro”. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download /texto/bv000068.pdf. Acesso em: 17 jun. 2024.


    GLOSSÁRIO:
    Tombadilho: Parte do navio.
    Luzerna: Conjunto de luzes. 
    O fragmento ao lado (Texto I) apresenta dois importantes momentos em relação ao estado de espírito do sujeito poético. Sobre isso, considerando o que ele observa e o que demonstra sentir, leia atentamente as sentenças abaixo e marque a alternativa que melhor indique esse estado psicológico:
    Escolha uma alternativa para a questão 9e8820e6-3f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I


    (...)


    ‘Stamos em pleno mar... Abrindo as velas
    Ao quente arfar das virações marinhas,
    Veleiro brigue corre à flor dos mares,
    Como roçam na vaga as andorinhas...


    Donde vem? Onde vai? Das naus errantes
    Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço?
    Neste saara os corcéis o pó levantam,
    Galopam, voam, mas não deixam traço.


    Bem feliz quem ali pode nest’hora
    Sentir deste painel a majestade!...
    Embaixo – o mar... em cima – o firmamento...
    E no mar e no céu – a imensidade!


    Oh! que doce harmonia traz-me a brisa!
    Que mésica suave ao longe soa!
    Meu Deus! Como é sublime um canto ardente
    Pelas vagas sem fim boiando à toa!


    (...)


    Era um sonho dantesco... O tombadilho
    Que das luzernas avermelha o brilho,
    Em sangue a se banhar.
    Tinir de ferros... estalar de açoite...
    Legiões de homens negros como a noite,
    Horrendos a dançar...


    Negras mulheres, suspendendo às tetas
    Magras crianças, cujas bocas pretas
    Rega o sangue das mães:
    Outras moças, mas nuas e espantadas,
    No turbilhão de espectros arrastadas,
    Em ânsia e mágoa vãs! (...)


    Ouvem-se gritos... o chicote estala.
    E voam mais e mais...
    Presa nos elos de uma só cadeia,
    A multidão faminta cambaleia,
    E chora e dança ali!
    Um de raiva delira, outro enlouquece,
    Outro, que martírios embrutece,
    Cantando, geme e ri! (...)


    Fonte: ALVES, Castro. “O navio negreiro”. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download /texto/bv000068.pdf. Acesso em: 17 jun. 2024.


    GLOSSÁRIO:
    Tombadilho: Parte do navio.
    Luzerna: Conjunto de luzes. 



    TEXTO II


    As Caravanas
    Chico Buarque de Hollanda


    E um dia de real grandeza, tudo azul
    Um mar turquesa à la Istambul enchendo os olhos
    Um sol de torrar os miolos
    Quando pinta em Copacabana
    A caravana do Arará, do Caxangá, da Chatuba
    A caravana do Irajá, o comboio da Penha
    Não há barreira que retenha esses estranhos
    Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho
    A caminho do Jardim de Alá
    É o bicho, é o buchicho, é a charanga


    (...)


    Com negros torsos nus deixam em polvorosa
    A gente ordeira e virtuosa que apela
    Pra polícia despachar de volta
    O populacho pra favela
    Ou pra Benguela, ou pra Guiné


    Sol, a culpa deve ser do sol
    Que bate na moleira, o sol
    Que estoura as veias, o suor
    Que embaça os olhos e a razão


    E essa zoeira dentro da prisão
    Crioulos empilhados no porão
    De caravelas no alto mar


    Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
    Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
    Ou doido sou eu que escuto vozes
    Não há gente tão insana
    Nem caravana do Arará
    Não há, não há


    Fonte: HOLLANDA, Chico Buarque de. AS CARAVANAS. In: CARAVANAS. Rio de Janeiro: Biscoito Fino, 2017. CD, (2:47).
    Em relação ao Texto I, de Castro Alves, e a canção de Chico Buarque, texto II, marque a única alternativa que não se adequa a uma interpretação pertinente.
    Escolha uma alternativa para a questão 9e8bd647-3f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO II


    As Caravanas
    Chico Buarque de Hollanda


    E um dia de real grandeza, tudo azul
    Um mar turquesa à la Istambul enchendo os olhos
    Um sol de torrar os miolos
    Quando pinta em Copacabana
    A caravana do Arará, do Caxangá, da Chatuba
    A caravana do Irajá, o comboio da Penha
    Não há barreira que retenha esses estranhos
    Suburbanos tipo muçulmanos do Jacarezinho
    A caminho do Jardim de Alá
    É o bicho, é o buchicho, é a charanga


    (...)


    Com negros torsos nus deixam em polvorosa
    A gente ordeira e virtuosa que apela
    Pra polícia despachar de volta
    O populacho pra favela
    Ou pra Benguela, ou pra Guiné


    Sol, a culpa deve ser do sol
    Que bate na moleira, o sol
    Que estoura as veias, o suor
    Que embaça os olhos e a razão


    E essa zoeira dentro da prisão
    Crioulos empilhados no porão
    De caravelas no alto mar


    Tem que bater, tem que matar, engrossa a gritaria
    Filha do medo, a raiva é mãe da covardia
    Ou doido sou eu que escuto vozes
    Não há gente tão insana
    Nem caravana do Arará
    Não há, não há


    Fonte: HOLLANDA, Chico Buarque de. AS CARAVANAS. In: CARAVANAS. Rio de Janeiro: Biscoito Fino, 2017. CD, (2:47).



    TEXTO III


    Luísa Mahin
    Jarid Arraes


    No século 19
    Luísa Mahin nasceu
    Com origem africana
    Sua história aconteceu
    E com incessante gana
    Seu nome prevaleceu.


    Vinda da Costa da Mina
    Afirmava ser princesa
    Mas vendida como escrava
    Teve na luta a certeza
    Depois de alforriada
    Demonstrou sua proeza.


    Viveu como quituteira
    E morou em Salvador
    Usou com inteligência
    Seus talentos de sabor
    Pois usava o tabuleiro
    De mensagens portador.
    (...)
    Importante mencionar
    Que foi mãe de Luís Gama
    Poeta e abolicionista
    De imensurável chama
    E por ele foi citada
    Respeitando sua fama.
    (...)
    O pai branco de Luís
    O vendeu quando criança
    Separando de sua mãe
    Na racista podre herança
    De ser branco dominante
    Indigno de confiança.


    Mas Luísa era guerreira
    A rebelde sem igual
    Fez ainda de sua casa
    Como um quartel general
    Onde eram planejadas
    As revoltas sem igual.


    Apesar de tudo isso
    E de tudo que lutou
    Essa mulher imponente
    Muito se silenciou
    Pois ainda não se conta
    Tudo que realizou.


    Mas apenas sua memória
    E forte o suficiente
    Pra mexer na estrutura
    Dessa gente incoerente
    Que não fala a verdade
    Sobre o negro insurgente. (...)


    Fonte: ARRAES, Jarid. Heroínas negras brasileiras: em 15 cordéis. São Paulo: Pólen, 2017.



    O poema de Jarid Arraes conta um pouco da história de Luísa Mahin, uma princesa oriunda do Golfo da Guiné, na África Ocidental. Ela foi capturada no continente africano e, tendo sido escravizada, enviada ao Brasil. Posteriormente alforriada, integrou o grupo da Insurreiçãoo dos Malês, formado, principalmente, por africanos e afrodescendentes de religião islâmica. A luta dos Malês em prol da abolição da escravatura foi importante para as lutas que vieram depois, mas a insurreição não foi vitoriosa naquele momento da história (1835). O fim da escravatura no Brasil ocorreu, legalmente, apenas em 1888.


    A partir dessa informação, tendo como base o poema de Jarid Arraes e a canção de Chico Buarque (Texto II), marque a opção cujos versos, de ambos os textos, melhor indiquem a representação da expressão do racismo na sociedade brasileira:
    Escolha uma alternativa para a questão 9e8ea6be-3f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO IV


    O Canto dos Escravizados
    Paulina Chiziane


    Acorrentado vim, cruzando o mar
    Atormentado fui no negrume do porão
    Aqui estou na América
    Chorando de dor, ó mãe África!


    Escravizado sou, como animal
    Comprado fui por quem só me fez mal
    Aqui estou na América
    Chorando de dor, ó mãe África!


    Estou lutando para me libertar
    E bem depressa regressar ao lar
    Aqui estou na América
    Chorando de dor, ó mãe Africa

    Fonte: CHIZIANE, Paulina. O canto dos escravizados. Belo Horizonte: Nandyala, 2018, p. 29.

    No poema da moçambicana Paulina Chiziane, é possível observar a seguinte figura de linguagem:
    Escolha uma alternativa para a questão 9e9182ee-3f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO V


    Ponciá Vicêncio
    Conceição Evaristo


    Quando Ponciá Vicêncio resolveu sair do povoado onde nascera, a decisão chegou forte e repentina. Estava cansada de tudo ali. De trabalhar o barro com a mãe, de ir e vir às terras dos brancos e voltar de mãos vazias. De ver a terra dos negros coberta de plantações, cuidadas pelas mulheres e crianças, pois os homens gastavam a vida trabalhando nas terras dos senhores, e depois a maior parte das colheitas ser entregues aos coronéis. Cansada da luta insana, sem glória, a que todos se entregavam para amanhecer cada dia mais pobres, enquanto alguns conseguiam enriquecer-se a todo dia. Ela acreditava que poderia traçar outros caminhos, inventar uma vida nova. 

    Fonte: EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. Belo Horizonte: Mazza, 2003, p. 33.

    A Escritora Conceição Evaristo compreende que, em seus poemas e em suas narrativas, as vozes e experiências da população negra brasileira e, principalmente, das mulheres negras, são evocadas, configurando um conceito de escrita que ela nomeara de “Escrevivências”, que diz respeito `a escrita das “vivências” e “experiências” de pessoas negras. A partir dessa informação, e considerando o trecho do romance ”Ponciá Vicêncio”(Texto V), focado na vida da personagem negra homônima ao título, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 9e96a90b-3f
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Faculdade Cultura Inglesa 2013, Interpretação de Textos O efeito de humor da charge decorre, entre outras razões,
    Escolha uma alternativa para a questão 9e9cfa1b-a7
  • Linguagens

    Português

    Marque a alternativa cujo conteúdo não se aplica à obra O quati e outros contos, de Fidêncio Bogo:
    Escolha uma alternativa para a questão 9e9e37a4-6d
  • Linguagens

    Português

    Observe a figura abaixo.



    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2024, Interpretação de Textos


    Fonte: https://www.facebook.com/tirasarmandinho. Acesso em 28 jun. 2024.



    A ciência analisa fatos científicos, que terão sua veracidade ou falsidade comprovadas, sustentados pelas evidências científicas. Qual a sequência de passos CORRETA para a comprovação do processo de investigação científica? 




    Escolha uma alternativa para a questão 9e9eff93-3f
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I



    A primeira referência a quilombo que surge em documento oficial português data de 1559, mas somente em 1740 (...) as autoridades portuguesas definem, ao seu modo, o que significa quilombo: “toda habitação de negros fugidos que passem de cinco, em parte desprovida, ainda que não tenham ranchos levantados nem se achem pilões neles”.


    Disponível em: https://tinyurl.com/bsj4s9y9 Acesso em: 18/06/2024



    TEXTO II



    “Quilombismo não significa escravo fugido. Quilombo quer dizer reunião fraterna e livre, solidariedade, convivência, comunhão existencial”. “(...) “o quilombismo é um movimento político dos negros brasileiros”.


    Disponível em: https://kn.org.br/oq/2019/02/14/um-pouco-dehistoria-o-quilombismo/ Acesso em: 18/06/24.

    Após a leitura, é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 9ebcc2ee-3f
  • Linguagens

    Português

    A questão toma por base uma passagem de um romance de Autran Dourado (1926- 2012).

                                  A gente Honório Cota

                Quando o coronel João Capistrano Honório Cota mandou erguer o sobrado, tinha pouco mais de trinta anos. Mas já era homem sério de velho, reservado, cumpridor. Cuidava muito dos trajes, da sua aparência medida. O jaquetão de casimira inglesa, o colete de linho atravessado pela grossa corrente de ouro do relógio; a calça é que era como a de todos na cidade - de brim, a não ser em certas ocasiões (batizado, morte, casamento - então era parelho mesmo, por igual), mas sempre muito bem passada, o vinco perfeito. Dava gosto ver:
                O passo vagaroso de quem não tem pressa - o mundo podia esperar por ele, o peito magro estufado, os gestos lentos, a voz pausada e grave, descia a rua da Igreja cumprimentando cerimoniosamente, nobremente, os que por ele passavam ou os que chegavam na janela muitas vezes só para vê-lo passar.
                Desde longe a gente adivinhava ele vindo: alto, magro, descarnado, como uma ave pernalta de grande porte. Sendo assim tão descomunal, podia ser desajeitado: não era, dava sempre a impressão de uma grande e ponderada figura. Não jogava as pernas para os lados nem as trazia abertas, esticava-as feito medisse os passos, quebrando os joelhos em reto.
                Quando montado, indo para a sua Fazenda da Pedra Menina, no cavalo branco ajaezado de couro trabalhado e prata, aí então sim era a grande, imponente figura, que enchia as vistas. Parecia um daqueles cavaleiros antigos, fugidos do Amadis de Gaula ou do Palmeirim, quando iam para a guerra armados cavaleiros.

                                                                                                                                  (Ópera dos mortos, 1970.)

    No terceiro parágrafo, a comparação do coronel com uma ave pernalta representa
    Escolha uma alternativa para a questão 9f0885c4-d6
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNEMAT 2011, Interpretação de Textos

    Nesse sentido, leia o texto “Poema de sete faces”, de Drummond e assinale a alternativa correta.

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UNEMAT 2011, Interpretação de Textos
    Escolha uma alternativa para a questão 9f4b41a8-0e
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder às questões de 06 a 13.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFG 2010, Pontuação
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFG 2010, Pontuação

    No texto, a frase “Meu Deus, ele é surdo mesmo” está entre aspas. Nesse contexto, as aspas servem para indicar a
    Escolha uma alternativa para a questão 9f68da89-58
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UFT 2011, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 3 da questão de Português, UFT 2011, Interpretação de Textos
    Figura 3 de 3 da questão de Português, UFT 2011, Interpretação de Textos


    Assinale a alternativa que NÃO expressa as ideias apresentadas no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 9f7ae22f-6d
  • Linguagens

    Português

    Leia o Texto 1 a seguir para responder às questões de 01 a 08.

    Imagem da questão de Português, UFG 2011, Interpretação de Textos

    O texto diferencia o homem asiático do homem ocidental. Essa diferença está centrada
    Escolha uma alternativa para a questão 9f96986a-5a