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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

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Resultados: 10.965 questões

Página 405 de 549

  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

    Profetas da Chuva: a sabedoria da natureza e a fé


    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Coesão e coerência
     Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Coesão e coerência
    No trecho: “Esse fenômeno marca o fim do verão e a transição para o outono no Hemisfério Sul.” (linhas 42-43), o termo destacado refere-se, no texto,
    Escolha uma alternativa para a questão c18865d7-6f
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Coesão e coerência

    TURKLE, Sherry. Mensagens de texto deixam você solitário. Superinteressante. Disponível em: . Acesso em 11 jan. 2014.


    Com base no texto 2, responda à questão.

    O termo “isso” (linha 27) faz referência:
    Escolha uma alternativa para a questão c188be2e-f9
  • Linguagens

    Português

    Quando me vieram chamar, nem acreditei:

    — É Zuzézinho! Está caindo do prédio.

    E as gentes, em volta, se depressavam para o sucedido. Me juntei às correrias, a pergunta zaranzeando: o homem estava caindo? Aquele gerúndio era um desmando nas graves leis da gravidade: quem cai, já caiu.

    Enquanto corria, meu coração se constringia. Antevia meu velho amigo estatelado na calçada. [...]

    Me aproximava do prédio e já me aranhava na multidão. Coisa de inacreditar: olhavam todos para cima. Quando fitei os céus, ainda mais me perturbei: lá estava, pairando como águia real, o Zuzé Neto. O próprio José Antunes Marques Neto, em artes de aero-anjo. Estava caindo? Se sim, vinha mais lento que o planar do planeta pelos céus.

    (Mia Couto. O fio das missangas, 2004.)
    O trecho do texto se caracteriza como
    Escolha uma alternativa para a questão c18a59db-47
  • Linguagens

    Português

    O texto, a seguir, é parte da obra Os sertões, de Euclides da Cunha, publicado em 1902, intitulada “A terra”. A obra é resultado da cobertura jornalística da Guerra de Canudos, realizada entre agosto e outubro de 1897, para o jornal O Estado de S.Paulo.


    TEXTO II

    A terra

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Interpretação de Textos

    CUNHA, Euclides da. Os Sertões. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
    Considerando o conteúdo do texto, é correto afirmar que seu objetivo é
    Escolha uma alternativa para a questão c18ac266-6f
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Interpretação de Textos

    TURKLE, Sherry. Mensagens de texto deixam você solitário. Superinteressante. Disponível em: . Acesso em 11 jan. 2014.


    Com base no texto 2, responda à questão.

    A expressão “desde que” (linha 07) equivale, quanto ao sentido, a:
    Escolha uma alternativa para a questão c18c6a3d-f9
  • Linguagens

    Português

    Quando me vieram chamar, nem acreditei:

    — É Zuzézinho! Está caindo do prédio.

    E as gentes, em volta, se depressavam para o sucedido. Me juntei às correrias, a pergunta zaranzeando: o homem estava caindo? Aquele gerúndio era um desmando nas graves leis da gravidade: quem cai, já caiu.

    Enquanto corria, meu coração se constringia. Antevia meu velho amigo estatelado na calçada. [...]

    Me aproximava do prédio e já me aranhava na multidão. Coisa de inacreditar: olhavam todos para cima. Quando fitei os céus, ainda mais me perturbei: lá estava, pairando como águia real, o Zuzé Neto. O próprio José Antunes Marques Neto, em artes de aero-anjo. Estava caindo? Se sim, vinha mais lento que o planar do planeta pelos céus.

    (Mia Couto. O fio das missangas, 2004.)
    O verbo “inacreditar” (5o parágrafo) apresenta um prefixo indicativo de negação, assim como a palavra 
    Escolha uma alternativa para a questão c18ced31-47
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Advérbios

    TURKLE, Sherry. Mensagens de texto deixam você solitário. Superinteressante. Disponível em: . Acesso em 11 jan. 2014.


    Com base no texto 2, responda à questão.

    O trecho “Perdemos, enfim, a chance de realmente conhecermos uns aos outros.” (linha 19) pode ser reescrito sem alteração de sentido:
    Escolha uma alternativa para a questão c18f6411-f9
  • Linguagens

    Português

    Quando me vieram chamar, nem acreditei:

    — É Zuzézinho! Está caindo do prédio.

    E as gentes, em volta, se depressavam para o sucedido. Me juntei às correrias, a pergunta zaranzeando: o homem estava caindo? Aquele gerúndio era um desmando nas graves leis da gravidade: quem cai, já caiu.

    Enquanto corria, meu coração se constringia. Antevia meu velho amigo estatelado na calçada. [...]

    Me aproximava do prédio e já me aranhava na multidão. Coisa de inacreditar: olhavam todos para cima. Quando fitei os céus, ainda mais me perturbei: lá estava, pairando como águia real, o Zuzé Neto. O próprio José Antunes Marques Neto, em artes de aero-anjo. Estava caindo? Se sim, vinha mais lento que o planar do planeta pelos céus.

    (Mia Couto. O fio das missangas, 2004.)
    Sobre o uso do gerúndio na frase “Está caindo do prédio” (2o parágrafo), o narrador do texto manifesta
    Escolha uma alternativa para a questão c18f80c7-47
  • Linguagens

    Português

    Quando me vieram chamar, nem acreditei:

    — É Zuzézinho! Está caindo do prédio.

    E as gentes, em volta, se depressavam para o sucedido. Me juntei às correrias, a pergunta zaranzeando: o homem estava caindo? Aquele gerúndio era um desmando nas graves leis da gravidade: quem cai, já caiu.

    Enquanto corria, meu coração se constringia. Antevia meu velho amigo estatelado na calçada. [...]

    Me aproximava do prédio e já me aranhava na multidão. Coisa de inacreditar: olhavam todos para cima. Quando fitei os céus, ainda mais me perturbei: lá estava, pairando como águia real, o Zuzé Neto. O próprio José Antunes Marques Neto, em artes de aero-anjo. Estava caindo? Se sim, vinha mais lento que o planar do planeta pelos céus.

    (Mia Couto. O fio das missangas, 2004.)
    “Quando fitei os céus, ainda mais me perturbei: lá estava, pairando como águia real, o Zuzé Neto.” (5o parágrafo)

    Nesse trecho, o uso dos dois-pontos serve para introduzir uma
    Escolha uma alternativa para a questão c191df14-47
  • Linguagens

    Português

    O texto, a seguir, é parte da obra Os sertões, de Euclides da Cunha, publicado em 1902, intitulada “A terra”. A obra é resultado da cobertura jornalística da Guerra de Canudos, realizada entre agosto e outubro de 1897, para o jornal O Estado de S.Paulo.


    TEXTO II

    A terra

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Denotação e Conotação
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Denotação e Conotação

    CUNHA, Euclides da. Os Sertões. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
    O trecho “Volvia ao turbilhão da vida sem decomposição repugnante, numa exaustão imperceptível.” (linhas 121-122) apresenta o sentido correspondente
    Escolha uma alternativa para a questão c1926ea9-6f
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Interpretação de Textos

    TURKLE, Sherry. Mensagens de texto deixam você solitário. Superinteressante. Disponível em: . Acesso em 11 jan. 2014.


    Com base no texto 2, responda à questão.

    Sobre o trecho “Estamos deixando de ter conversações para ter meras conexões” (linha 17), é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão c192c1f4-f9
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 5

          NA VIRADA DO SÉCULO, o biólogo Roosmarc conheceu o ápice da fama ao descobrir um novo gênero de primata: o sagui-anão-de-coroa-preta. Foi considerado pela revista Time o grande herói do planeta. Entre os mais de 500 primatas no mundo, Roosmarc descobrira o Callibella humilis, o macaquinho mais saltitante e alegre, anãozinho, com aquela coroa preta. Enquanto outros primatólogos matavam os animais para descrevê-los, dissecando-os em laboratórios, longe da Amazônia, ele criava macacos em sua casa. Esperava que morressem de forma natural e, aí sim, dissecava-os.

          O sagui-anão-de-coroa-preta foi a sensação mundial. Então, ele viveu o ápice da glória. As publicações científicas não se cansaram de elogiá-lo. Quase todos os dias, jornais e revistas estampavam: “Protetor dos animais”, “O bandeirantes da Amazônia”, “O último primatólogo”. De Manaus para o mundo. Os ribeirinhos o saudavam; os políticos o pajeavam; os estudantes de biologia o veneravam. Sim, Roosmarc era visto e considerado como herói do planeta.

          Vida simples, com suas vestes quase sempre largas cobrindo o corpo magro e alto, enfiado semanas na floresta, nunca quisera dinheiro, jamais almejara fortuna. O verdadeiro cientista, dizia, quer, antes de tudo, reconhecimento. Não havia prêmio maior do que isso. Sequer gastava o que ganhava. Aprendera com os bichos que, na vida, não se precisa de muitas coisas...

          Nascera no sul da Holanda e, aos 17 anos, mudou-se para Amsterdã. Queria estudar biologia. Nos fins do ano 60, a cidade fervilhava, era a capital da contestação. John Lennon e Yoko Ono haviam escolhido a cidade para protestar contra a Guerra do Vietnã. Os rebeldes desfilavam pelas ruas, enquanto John Lennon e Yoko Ono incitavam a quebra de valores deitados uma semana num hotel da cidade, consumindo droga e criando suas canções. O gosto pela contracultura crescia, agigantava-se. Rebelde, Roosmarc desfilava pelas ruas, gritando pela paz, também queimando maconha e outras ervas.

          Mas foi, nesta época, que ele se interessou pelos primatas. Depois que terminou a universidade, fez amizade com uma estudante, que também saboreava a contracultura, o desprezo a normas e procedimentos, e com ela, vivendo um romance apaixonado, deu volta ao mundo, como se fosse o famigerado navegante português Vasco da Gama. Estudante de artes plásticas, Marie tinha sede por aventuras: o novo lhe apetecia; o velho não era mais do que um mundo cinzento. A Europa, com seus prédios cinzentos e frios, uma população resignada, não lhe apetecia. Queria quebrar barreiras, outras fronteiras. Não queria apodrecer naquelas cidadezinhas holandesas, onde as mulheres envelheciam rapidamente e só cuidavam de casa. Não queria se transformar num símbolo de cama, fogão e igreja. Menosprezava o título “rainha do lar”, que os pastores tanto veneravam entre a população fiel. Tinha horror ao ver sua mãe de lenço na cabeça e avental cobrindo a gordura da barriga. Se ficasse numa daquelas cidadezinhas, em poucos anos estaria como a mãe – brigava constantemente com o seu pai, saía de casa aos domingos para assistir a mesmice do partor Simeão, e que, rapidamente, voltava para casa para preparar o almoço para os filhos. Que destino! A liberdade a chamava. Não era o que dizia a canção de John Lennon? Ao conhecer Roosmarc, o desejo por aventuras avivou como brasa viva. Quando convidada para segui-lo, e ela queria produzir desenhos e aquarelas jamais vistas no mundo, não titubeou, como se a oportunidade fosse um cavalo encilhado. E cavalo encilhado passa por nós somente uma vez ...

                         (GONÇALVES, David. Sangue verde. Joinville: Sucesso Pocket, 2014. p. 200-201.Adaptado.)

    O Texto 5, retirado do livro Sangue verde, de David Gonçalves, apresenta um pouco da vida do personagem Roosmarc que, na ficção, tornou-se um biólogo famoso por descobrir o sagui-anão-de-coroa-preta. Quanto à tipologia textual, tal texto deve ser considerado predominantemente (marque a resposta correta):    

    Escolha uma alternativa para a questão c19418af-9a
  • Linguagens

    Português

    Quando me vieram chamar, nem acreditei:

    — É Zuzézinho! Está caindo do prédio.

    E as gentes, em volta, se depressavam para o sucedido. Me juntei às correrias, a pergunta zaranzeando: o homem estava caindo? Aquele gerúndio era um desmando nas graves leis da gravidade: quem cai, já caiu.

    Enquanto corria, meu coração se constringia. Antevia meu velho amigo estatelado na calçada. [...]

    Me aproximava do prédio e já me aranhava na multidão. Coisa de inacreditar: olhavam todos para cima. Quando fitei os céus, ainda mais me perturbei: lá estava, pairando como águia real, o Zuzé Neto. O próprio José Antunes Marques Neto, em artes de aero-anjo. Estava caindo? Se sim, vinha mais lento que o planar do planeta pelos céus.

    (Mia Couto. O fio das missangas, 2004.)
    Uma característica das obras de Mia Couto é a presença de marcas do português popular de Moçambique, que se distanciam, por vezes, da norma padrão da língua portuguesa. Exemplifica essa característica a posição do pronome sublinhado na seguinte frase:
    Escolha uma alternativa para a questão c1948c12-47
  • Linguagens

    Português

    O texto, a seguir, é parte da obra Os sertões, de Euclides da Cunha, publicado em 1902, intitulada “A terra”. A obra é resultado da cobertura jornalística da Guerra de Canudos, realizada entre agosto e outubro de 1897, para o jornal O Estado de S.Paulo.


    TEXTO II

    A terra

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Interpretação de Textos

    CUNHA, Euclides da. Os Sertões. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
    Considerando a construção estrutural e discursiva do texto II, o tipo textual predominante é
    Escolha uma alternativa para a questão c194f9e5-6f
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Coesão e coerência

    TURKLE, Sherry. Mensagens de texto deixam você solitário. Superinteressante. Disponível em: . Acesso em 11 jan. 2014.


    Com base no texto 2, responda à questão.

    Assinale a alternativa em que a troca de termos causaria prejuízo de sentido:
    Escolha uma alternativa para a questão c196f1d2-f9
  • Linguagens

    Português

    O texto, a seguir, é parte da obra Os sertões, de Euclides da Cunha, publicado em 1902, intitulada “A terra”. A obra é resultado da cobertura jornalística da Guerra de Canudos, realizada entre agosto e outubro de 1897, para o jornal O Estado de S.Paulo.


    TEXTO II

    A terra

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Figuras de Linguagem
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Figuras de Linguagem

    CUNHA, Euclides da. Os Sertões. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
    No trecho: “Era um aparelho revelando de modo absoluto, mas sugestivo, a secura extrema dos ares” (linhas 123-124), a figura de linguagem construída pela expressão destacada é
    Escolha uma alternativa para a questão c197a5f7-6f
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Ceará 2014, Interpretação de Textos

    TURKLE, Sherry. Mensagens de texto deixam você solitário. Superinteressante. Disponível em: . Acesso em 11 jan. 2014.


    Com base no texto 2, responda à questão.

    No trecho "Ao enviar nossas imagens editadas, nós trapaceamos uns aos outros" (linhas 17-18), a autora se refere:
    Escolha uma alternativa para a questão c19a5b03-f9
  • Linguagens

    Português

    Parônimas são palavras com pronúncia e escrita semelhantes. Assinale a alternativa correta quanto ao uso dessas palavras nas frases a seguir.
    Escolha uma alternativa para a questão c1a962a1-f9
  • Linguagens

    Português

    Está correta quanto ao emprego de letra inicial maiúscula ou minúscula a seguinte frase:
    Escolha uma alternativa para a questão c1ade351-f9
  • Linguagens

    Português

    Certo dia, o presidente Roosevelt disse-me que estava pedindo sugestões, publicamente, sobre como se deveria chamar esta guerra. Retruquei de pronto: “a Guerra Desnecessária”. Nunca houve guerra mais fácil de impedir do que esta que acaba de destroçar o que restava do mundo após o conflito anterior. A tragédia humana atinge seu clímax no fato de que, após todos os esforços e sacrifícios de centenas de milhões de pessoas, e após as vitórias da Boa Causa, ainda não encontramos Paz ou Segurança e estamos sujeitos a perigos ainda maiores do que aqueles que superamos.

    (Winston S. Churchill. Memórias da Segunda Guerra Mundial, 2017.)


    Escrito em 1948 por Winston Churchill, ministro britânico durante a Segunda Guerra Mundial, o excerto mostra
    Escolha uma alternativa para a questão c1b29db3-47