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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 484 de 549

  • Linguagens

    Português

    Considere o texto “Serial lover”, escrito por Carpinejar, para responder à questão.

        Existe uma infidelidade mais secreta e menos evidente, que acontece depois do relacionamento. Só acontece depois. É uma traição póstuma, retardatária, residual.
        É quando você repete os mesmos lugares, os mesmos apelos, as mesmas confidências com outro. É quando você insiste em escrever e tecer declarações exatamente iguais.
        É uma extorsão sentimental colocar um desejo para sua nova companhia como se fosse inédito.
    Pois a paixão só é idêntica para quem não enxerga as diferenças.
        É como remanejar presentes, aproveitar alianças antigas.
        Você prova que não tem criatividade nenhuma, demonstra a maior apatia: refaz os passeios que já realizou, leva para os restaurantes que frequentava, as baladas e festas conhecidas, reincide nos roteiros de viagem, destina sonhos e palavras já gastos, reemprega até os nomes aprovados para quando nascessem seus filhos. Mudou a pessoa, mas não o seu jeito de seduzir.
        Mudou a pessoa, mas não sua rotina de amar. Mudou a pessoa, mas não seu script.
        É uma melancólica sobreposição, desastrada colagem.
      Nem precisa cometer o ato falho de trocar o nome do atual pelo ex, porque estará revisitando atmosferas e cenários.     Experimenta locações contaminadas por juras velhas.
       Não há sensação mais ingrata para seu namorado anterior ao perceber que era mais um. Um qualquer, nem um pouco especial. Um sósia de cenas românticas. Um dublê da adrenalina e dos feromônios.
        Você oferece um passado usado sob o disfarce de futuro. Alcança aquilo que foi ensaiado com o antecessor. Não se dá o luxo de disfarçar, o trabalho de maquiar, colocar uma manta no mobiliário da memória.
        Recorrendo à fórmula fixa de história feliz, estabelece uma competição imaginária, anula a individualidade do seu par, apaga a invenção a dois e a costura por caminhos surpreendentes e inesquecíveis.
       Acredita em sua inocência porque ninguém comentará o assunto. Desfruta da tolerância dos garçons, dos colegas, dos amigos, dos parentes. É realmente um segredo com pequenas chances de ser revelado, porém a consciência não é boba e um dia se vinga.
        O que vive está longe de ser amor, é obsessão.
    (Carpinejar. Para onde vai o amor, 2015.)
    Em “porém a consciência não é boba e um dia se vinga” (13º parágrafo), o autor recorre, sobretudo,
    Escolha uma alternativa para a questão e274fcf0-46
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Pará 2009, Funções morfossintáticas da palavra QUE

     Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10. 

    Com base no texto e em seus conhecimentos sobre morfossintaxe, analise as proposições abaixo, assinalando a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão e279265f-d9
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Pará 2009, Pontuação

     Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10. 

    Com base no texto, que alternativa melhor justifica o emprego das aspas em “delicadezas”(L.15) e “Cachorrão 17 cm”(L.16)?
    Escolha uma alternativa para a questão e27ec861-d9
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Pará 2009, Análise sintática

     Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10. 

    Tomando por base o texto, analise as proposições abaixo e assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão e2840177-d9
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Pará 2009, Interpretação de Textos

     Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10. 

    Que fragmento do texto comprova que um e-mail mal-escrito pode se tornar “uma arma” contra o seu próprio autor?
    Escolha uma alternativa para a questão e2893a15-d9
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Pará 2009, Interpretação de Textos

     Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10. 

    I. Há predominância da linguagem no seu registro formal.

    II. O autor mescla, de forma eqüitativa, o registro formal e o registro informal da linguagem.

    III. Por ser um texto de cunho jornalístico, ele foi escrito, totalmente, levando em consideração o registro formal da linguagem.

    IV. De maneira geral, o uso de termos em inglês (Information Mapping) e alguns termos do registro informal da língua, em nada comprometem o caráter prioritariamente formal do texto.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão e28c2cbb-d9
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I


    O padeiro


             Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abroaportadoapartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lidoalgumacoisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bemuma greve, éumlockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando opovoatomarseu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

             Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquantotomocafévou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar opãoàportado apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

             - Não é ninguém, é o padeiro!

             Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

             "Então você não é ninguém?"

            Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lheacontecerabater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, eouvirumavoz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "nãoé ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

            Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-loparaexplicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempoeutambém,como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quasesempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão umdos primeirosexemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

             Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porquenojornalque levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônicaouartigocom o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro domeucoraçãoeu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, éopadeiro!"

            E assobiava pelas escadas.


    Fonte: BRAGA, Rubem. O padeiro. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p.61-62.
    “Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.” O termo grifado refere-se:
    Escolha uma alternativa para a questão e28d2c23-64
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Pará 2009, Interpretação de Textos

     Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10. 

    Que outro vocábulo, sem alteração de sentido, substitui, nesse contexto, a palavra delicadezas (L.15)?
    Escolha uma alternativa para a questão e28f3ab0-d9
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I


    O padeiro


             Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abroaportadoapartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lidoalgumacoisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bemuma greve, éumlockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando opovoatomarseu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

             Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquantotomocafévou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar opãoàportado apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

             - Não é ninguém, é o padeiro!

             Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

             "Então você não é ninguém?"

            Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lheacontecerabater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, eouvirumavoz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "nãoé ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

            Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-loparaexplicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempoeutambém,como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quasesempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão umdos primeirosexemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

             Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porquenojornalque levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônicaouartigocom o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro domeucoraçãoeu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, éopadeiro!"

            E assobiava pelas escadas.


    Fonte: BRAGA, Rubem. O padeiro. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p.61-62.
    O período “Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo  [...]” é composto por:
    Escolha uma alternativa para a questão e2906552-64
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Pará 2009, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

     Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10. 

    Para produzir o texto em questão, o autor apropriou-se, predominantemente, da função:
    Escolha uma alternativa para a questão e2921189-d9
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I


    O padeiro


             Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abroaportadoapartamento - mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lidoalgumacoisa nos jornais da véspera sobre a "greve do pão dormido". De resto não é bemuma greve, éumlockout, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando opovoatomarseu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o que do governo.

             Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquantotomocafévou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar opãoàportado apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

             - Não é ninguém, é o padeiro!

             Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?

             "Então você não é ninguém?"

            Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lheacontecerabater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, eouvirumavoz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "nãoé ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

            Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-loparaexplicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempoeutambém,como os padeiros, fazia o trabalho noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quasesempre depois de uma passagem pela oficina - e muitas vezes saía já levando na mão umdos primeirosexemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.

             Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porquenojornalque levava para casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônicaouartigocom o meu nome. O jornal e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro domeucoraçãoeu recebi a lição de humildade daquele homem entre todos útil e entre todos alegre; "não é ninguém, éopadeiro!"

            E assobiava pelas escadas.


    Fonte: BRAGA, Rubem. O padeiro. In: ANDRADE, Carlos Drummond de et al. Crônicas I. 27. ed. São Paulo: Ática, 2006, p.61-62.
    Recursos estilísticos são frequentemente utilizados por escritores para aprimorar o ritmodeumtexto,tornar a comunicação mais expressiva ou persuasiva, além de transmitir significado e provocarumaresposta emocional do leitor. Essas ferramentas linguísticas e semióticas alteramo sentido literal dotextoe o levam para além do óbvio. Considerando isso, identifique o trecho em que o autor faz usodessetipode recurso.
    Escolha uma alternativa para a questão e29336b4-64
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Interpretação de Textos
    Aleitura do texto só não permite afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão e294eb07-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Pará 2009, Interpretação de Textos

     Autor: S.I. Revista Língua Portuguesa (2005), nº 2, p.: 10. 

    Em relação ao sentido do vocábulo mal-escrito (L.1), empregado no texto, é possível afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão e295ccb5-d9
  • Linguagens

    Português

    Observe o trecho:

    "Se o Estado não garantir condições mínimas de funcionamento às escolas públicas, dificilmentequalquer política curricular surtirá efeito, pois faltará o suporte material indispensável."


    Deseja-se reescrever o período preservando o sentido original e mantendo adequadamente as relaçõesdecondição e consequência. Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão e2963b46-64
  • Linguagens

    Português

    De acordo com Cegalla (1989, p. 324), oração subordinada pode funcionar para outra oração como “termo e completa-lhe ou amplia-lhe o sentido”. Tomando como base essa ideia, assinale a alternativa em que a relação sintático-semântica estabelecida pela oração subordinada está adequadamente analisada.
    Escolha uma alternativa para a questão e2993b5f-64
  • Linguagens

    Português

    Com base no texto a seguir, responda à questão.


    A instabilidade das cousas do mundo

    Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,
    Depois da Luz se segue a noite escura,
    Em tristes sombras morre a formosura,
    Em contínuas tristezas a alegria.

    Porém se acaba o Sol, por que nascia?
    Se é tão formosa a Luz, por que não dura?
    Como a beleza assim se transfigura?
    Como o gosto da pena assim se fia?

    Mas no Sol, e na Luz falte a firmeza,
    Na formosura não se dê constância,
    E na alegria sinta-se tristeza.

    Começa o mundo enfim pela ignorância,
    E tem qualquer dos bens por natureza
    A firmeza somente na inconstância.

    (Gregório de Matos) 


    Considere as afirmações sobre o poema:


    I. O autor utiliza o Sol, a beleza e a alegria para ilustrar a efemeridade da vida;

    II. O poeta afirma que a única coisa firme é o fato de nada ser constante;

    III. O autor utiliza um paradoxo na última estrofe, o que não é próprio da estética Barroca;

    IV. O acúmulo de antíteses e a estrutura interrogativa são recursos estilísticos utilizados pelo autor para sustentar sua argumentação.


    Assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão e29bcfd7-d9
  • Linguagens

    Português

    No que tange à classificação dos elementos sintáticos, em “Convém aos candidatos mais experientes a leitura atenta do edital”, a expressão destacada exerce a mesma função sintática que o termosublinhadoem:
    Escolha uma alternativa para a questão e29c09bb-64
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Análise sintática
    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Análise sintática
    Do ponto de vista sintático-semântico, a única afirmativa que faz uma análise em desacordo com as relações estabelecidas entre as palavras e/ou expressões destacadas é a explicitada na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão e29fb697-e6
  • Linguagens

    Português

    O dicionário Michaelis assevera que concordância é o “processo linguístico emque ocorre flexão de pessoa, gênero e número entre termos relacionados sintaticamente”. A partir dessa concepção, assinale a alternativa em que a concordância verbal atende plenamente à norma-padrão.
    Escolha uma alternativa para a questão e2a01cc9-64
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Análise sintática
    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-BA 2014, Análise sintática
    Sobre os termos coesivos que compõem esse texto, identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.


    ( ) “que” (l. 04) retoma o termo “plêiade” (l.1) e, além de exercer a função sintática de sujeito, introduz uma oração de caráter restritivo.

    ( ) “embora” (l. 08) inicia uma oração subordinada de valor adverbial, que denota a ideia de concessão.

    ( ) “que” (l. 11) é um pronome relativo que retoma a expressão “cirurgião plástico” (l.10), e, além de exercer a função sintática de sujeito, introduz uma oração de valor de adjetivo.

    ( ) “que” (l. 20) resgata a expressão “rapaz de Caxias (RJ)” (l.19) e a oração que inicia exerce função subjetiva.

    ( ) “que” (l. 38) é um pronome relativo que inicia uma oração adjetiva restritiva, relacionada com o termo “planeta” (l.38) e exerce a função de adjunto adverbial.



    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é:
    Escolha uma alternativa para a questão e2a3f81c-e6