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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 85 de 549

  • Linguagens

    Português

    Crianças, crueldade e Justiça 
    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2019, Interpretação de Textos
    Esse texto se inicia, do ponto de vista de sua composição, de forma
    Escolha uma alternativa para a questão 296ddfdc-e6
  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão refere-se ao Texto 2.


    Texto 2

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Concordância verbal, Concordância nominal
    Figura 2 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Concordância verbal, Concordância nominal
    Figura 3 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Concordância verbal, Concordância nominal



    Adaptado de: OLIVEIRA JR., M. O que é entonação? In: OTHERO, G. A.; FLORES, V. N. O que sabemos sobre a linguagem? São Paulo: Parábola, 2022.
    Se a palavra propriedades (l. 42) estivesse no singular, quantas outras palavras na frase deveriam ser alteradas para fins de concordância?
    Escolha uma alternativa para a questão 297008bf-7a
  • Linguagens

    Português

    Crianças, crueldade e Justiça 
    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2019, Interpretação de Textos
    No bullying, a vítima é afetada pelo(a) 
    Escolha uma alternativa para a questão 2971004f-e6
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    Em “Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma”, a expressão “claro enigma” é exemplo de:
    Escolha uma alternativa para a questão 29724b17-de
  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão refere-se ao Texto 2.


    Texto 2

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Interpretação de Textos
    Figura 3 de 3 da questão de Português, UFRGS 2023, Interpretação de Textos



    Adaptado de: OLIVEIRA JR., M. O que é entonação? In: OTHERO, G. A.; FLORES, V. N. O que sabemos sobre a linguagem? São Paulo: Parábola, 2022.
    A temporalidade é uma das propriedades relacionadas à caracterização de um tipo textual.


    Considerando o presente como a temporalidade central do texto O que é entonação?, pode-se defini-lo como um texto predominantemente
    Escolha uma alternativa para a questão 29728f30-7a
  • Linguagens

    Português

    Crianças, crueldade e Justiça 
    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2019, Interpretação de Textos
    Todas as alternativas a seguir se referem a atributos físicos que estimulam o bullying, EXCETO
    Escolha uma alternativa para a questão 2973d978-e6
  • Linguagens

    Português

    Leia a charge abaixo, que tem como tema uma cobrança de falta no futebol, para responder a questão:

    Imagem da questão de Português, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2014, Interpretação de Textos
    (Disponível em https://opiodopovo.files.wordpress.com/2009/09/laerte-17-08-dragea116.jpg, acesso em 05/08/2014.)
    A sátira que a tira acima faz ao futebol tem como alvo:
    Escolha uma alternativa para a questão 29757862-de
  • Linguagens

    Português

    Crianças, crueldade e Justiça 
    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2019, Interpretação de Textos
    No título do texto, a palavra “crueldade” aponta para 
    Escolha uma alternativa para a questão 2976a483-e6
  • Linguagens

    Português

    Leia a charge abaixo, que tem como tema uma cobrança de falta no futebol, para responder a questão:

    Imagem da questão de Português, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2014, Interpretação de Textos
    (Disponível em https://opiodopovo.files.wordpress.com/2009/09/laerte-17-08-dragea116.jpg, acesso em 05/08/2014.)
    A brutalidade da cena é enfatizada:
    Escolha uma alternativa para a questão 29795e40-de
  • Linguagens

    Português

    Crianças, crueldade e Justiça 
    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2019, Coesão e coerência
    Em relação ao bullying, em qual das alternativas a seguir se estabelece uma relação INCORRETA, em se tratando do agressor ou da vítima, em sua individualidade, comportamento ou papel desempenhado, de acordo com o texto?
    Escolha uma alternativa para a questão 297961f5-e6
  • Linguagens

    Português

    Considere os fragmentos do romance A falência, de Júlia Lopes de Almeida.


    I.
    Quando entrou no seu escritório, o guarda-livros estendeu-lhe um telegrama: A casa Mendes e Wilson, de Santos, declarava falência, arrastando na queda grandes capitais de Teodoro.
    [...]
    Quinze dias mais tarde anunciava-se o fim de tudo – a grande casa Teodoro teve de declarar falência.
    [...]
    Resumindo os seus pensamentos de vencido, Francisco Teodoro disse alto, num suspiro:
    - Trabalhei, trabalhei, trabalhei, e aqui estou como Jó!


    II.
    Debruçada sobre a mesa, Ruth escrevia em papel de pauta, preparando lições para duas discípulas novas. Toda a sua indolência antiga se transformara em atividade. Nina cosia à máquina e, no meio da casa, Noca borrifava a roupa para o engomado. Ela [Camila] olhou para todos. Ruth estava feiosa, muito magrinha; mas a sua coragem iluminava-lhe a fronte, uma fronte de homem, vasta e pensadora; as outras pareciam até mais bonitas naquele afã. Estavam na sua atmosfera.


    Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações sobre os fragmentos acima.


    ( ) O fragmento I aborda aspectos da atividade laboral de Francisco Teodoro, que se tornou um dos mais importantes empresários açucareiros na sociedade carioca do século XVIII.

    ( ) O fragmento I representa a derrocada de Francisco Teodoro ao ambicionar o posto de português mais importante do Brasil e ingressar na sociedade oferecida por Braga.

    ( ) Os fragmentos I e II são narrados em terceira pessoa com uma visão onisciente e com posição externa à narrativa.

    ( ) O fragmento II, para a época em que foi escrita a obra, revela um desfecho inesperado ao colocar um grupo de mulheres como protagonistas de seus destinos.


    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão 297b632a-7a
  • Linguagens

    Português

    Crianças, crueldade e Justiça 
    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2019, Coesão e coerência

    “A internet amplia seus efeitos.” (linha 8)

    Em destaque nesse trecho, o pronome, de acordo com os encadeamentos das ideias no texto, reporta-se a

    Escolha uma alternativa para a questão 297d06a7-e6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto abaixo para responder a questão:


    Prrrii!!
    -Aí, Heitor!
    A bola foi parar na extrema esquerda. Melle desembestou com ela.
    A arquibancada pôs-se em pé. Conteve a respiração. Suspirou:
    -Aaaah!
    Miquelina cravava as unhas no braço gordo de Yolanda. Em torno do trapézio verde a ânsia de vinte mil pessoas. De olhos ávidos. De nervos elétricos. De preto. De branco. De azul. De vermelho.
    Delírio futebolístico no Parque Antártica.
    Camisas verdes e calções negros corriam, pulavam, chocavam-se, embaralhavam-se, caíam, contorciam-se, esfalfavam-se, brigavam. Por causa da bola de couro amarelo que não parava, que não parava um minuto, um segundo. Não parava.
    -Neco, Neco!
    Parecia um louco. Driblou. Escorregou. Driblou. Correu. Parou. Chutou.
    -Gooool! Gooool!
    Miquelina ficou abobada com o olhar parado. Arquejando. Achando aquilo um desaforo, um absurdo.
    -Alegoá-goá-goá! Alegoá-goá-goá! Urrá-urrá! Coríntians!
    Palhetas subiram no ar. Com os gritos. Entusiasmos rugiam. Pulavam. Dançavam. E as mãos batendo nas bocas:
    -Go-o-o-o-o-o-o-l!
    Miquelina fechou os olhos de ódio.

    (MACHADO, Antônio de Alcântara. (1926) “Corinthians (2) x Palestra (1)” In: . São Paulo: OESP/Klick, 1997. p. 49)
    Uma das características da narrativa modernista é a sensação de alta velocidade com que as cenas são elaboradas. No trecho do conto de Antônio de Alcântara Machado, escritor modernista, essa alta velocidade é sugerida:
    Escolha uma alternativa para a questão 297d6859-de
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto abaixo para responder a questão:


    Prrrii!!
    -Aí, Heitor!
    A bola foi parar na extrema esquerda. Melle desembestou com ela.
    A arquibancada pôs-se em pé. Conteve a respiração. Suspirou:
    -Aaaah!
    Miquelina cravava as unhas no braço gordo de Yolanda. Em torno do trapézio verde a ânsia de vinte mil pessoas. De olhos ávidos. De nervos elétricos. De preto. De branco. De azul. De vermelho.
    Delírio futebolístico no Parque Antártica.
    Camisas verdes e calções negros corriam, pulavam, chocavam-se, embaralhavam-se, caíam, contorciam-se, esfalfavam-se, brigavam. Por causa da bola de couro amarelo que não parava, que não parava um minuto, um segundo. Não parava.
    -Neco, Neco!
    Parecia um louco. Driblou. Escorregou. Driblou. Correu. Parou. Chutou.
    -Gooool! Gooool!
    Miquelina ficou abobada com o olhar parado. Arquejando. Achando aquilo um desaforo, um absurdo.
    -Alegoá-goá-goá! Alegoá-goá-goá! Urrá-urrá! Coríntians!
    Palhetas subiram no ar. Com os gritos. Entusiasmos rugiam. Pulavam. Dançavam. E as mãos batendo nas bocas:
    -Go-o-o-o-o-o-o-l!
    Miquelina fechou os olhos de ódio.

    (MACHADO, Antônio de Alcântara. (1926) “Corinthians (2) x Palestra (1)” In: . São Paulo: OESP/Klick, 1997. p. 49)
    No trecho do conto é possível verficar uma descrição que muda várias vezes o ângulo da observação, efeito que, numa transmissão televisiva, se daria a partir de tomadas de várias câmeras diferentes. Assinale a alternativa que faça a correspondência correta entre o ângulo do trecho do conto e o ângulo de imagem dos fotogramas de uma partida de futebol.


    Imagem da questão de Português, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2014, Coesão e coerência
    Escolha uma alternativa para a questão 29809cc4-de
  • Linguagens

    Português

    Crianças, crueldade e Justiça 
    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2019, Interpretação de Textos

    Após ler o trecho a seguir, retirado do texto, assinale a alternativa INCORRETA. “Reunidas, multiplicam agressões verbais ou físicas contra quem se destaca pela diferença [...]” (Linhas 4-5).

    Nesse trecho, “destacar-se pela diferença” é  

    Escolha uma alternativa para a questão 29811278-e6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2019, Coesão e coerência

    A progressão desse texto argumentativo se constrói, principalmente, com
    Escolha uma alternativa para a questão 2983f032-e6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto abaixo para responder a questão:


    Prrrii!!
    -Aí, Heitor!
    A bola foi parar na extrema esquerda. Melle desembestou com ela.
    A arquibancada pôs-se em pé. Conteve a respiração. Suspirou:
    -Aaaah!
    Miquelina cravava as unhas no braço gordo de Yolanda. Em torno do trapézio verde a ânsia de vinte mil pessoas. De olhos ávidos. De nervos elétricos. De preto. De branco. De azul. De vermelho.
    Delírio futebolístico no Parque Antártica.
    Camisas verdes e calções negros corriam, pulavam, chocavam-se, embaralhavam-se, caíam, contorciam-se, esfalfavam-se, brigavam. Por causa da bola de couro amarelo que não parava, que não parava um minuto, um segundo. Não parava.
    -Neco, Neco!
    Parecia um louco. Driblou. Escorregou. Driblou. Correu. Parou. Chutou.
    -Gooool! Gooool!
    Miquelina ficou abobada com o olhar parado. Arquejando. Achando aquilo um desaforo, um absurdo.
    -Alegoá-goá-goá! Alegoá-goá-goá! Urrá-urrá! Coríntians!
    Palhetas subiram no ar. Com os gritos. Entusiasmos rugiam. Pulavam. Dançavam. E as mãos batendo nas bocas:
    -Go-o-o-o-o-o-o-l!
    Miquelina fechou os olhos de ódio.

    (MACHADO, Antônio de Alcântara. (1926) “Corinthians (2) x Palestra (1)” In: . São Paulo: OESP/Klick, 1997. p. 49)
    Em “Camisas verdes e calções negros corriam, pulavam, chocavam-se, embaralhavam-se, caíam, contorciam-se, esfalfavam-se, brigavam”, é possível verificar o uso de:
    Escolha uma alternativa para a questão 298482e0-de
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2019, Figuras de Linguagem

    Em qual das alternativas a seguir há uma personificação da palavra “pensamento”?
    Escolha uma alternativa para a questão 2987dc71-e6
  • Linguagens

    Português

    Considere os fragmentos do romance Feliz ano velho, de Marcelo Rubens Paiva.


    I. Acordei. De um lado, um caninho com um líquido amarelo que entrava em minha veia; do outro, um com sangue. Na boca, um acoplado, aqueles aparelhinhos de respiração artificial que já conhecia do Fantástico. Muito eficiente, fechava a boca com a língua, mesmo assim o ar entrava. Tinha uma sanfoninha pendurada que enchia e esvaziava. Assoprava e ela nem se tocava, enchia e esvaziava...

    II. Fiquei curtindo as sensações nele. Na pele não sentia muito, mas se apertasse ou manipulasse, sentia tesão. A respiração ficava ofegante. Corria pelo corpo todo aquele formigamento de prazer. Que loucura, eu tenho que me redescobrir sexualmente, saber usar esse corpo, aprender com ele. Não é o mesmo prazer, mas é gostoso ficar mexendo no pinto. Não é psicológico, mas físico. Senti-me uma criança que descobre a sensação gostosa de mexer no piu-piu.


    Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações sobre os fragmentos acima.


    ( ) Os fragmentos estão relacionados ao acidente que deixa o narrador fisicamente limitado: no primeiro, pós-acidente na sala da UTI; no segundo, a descoberta das novas sensações de prazer corporal.

    ( ) Os dois fragmentos desse relato memorialístico, caracterizados por frases rebuscadas e bastante elaboradas, apontam para momentos distintos de descoberta corporal.

    ( ) A descoberta do prazer físico, sobretudo o sexual, compõe o universo da absoluta novidade no enredo.

    ( ) O relato de Paiva, no decorrer da narrativa, pode ser interpretado como uma espécie de libertação do sofrimento, catalisado pelas experiências traumáticas da vida do autor.


    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão 29889718-7a
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão:


    D. SEBASTIÃO

    'Sperai! Caí no areal e na hora adversa
    Que Deus concede aos seus
    Para o intervalo em que esteja a alma imersa
    Em sonhos que são Deus.

    Que importa o areal e a morte e a desventura
    Se com Deus me guardei?
    É O que eu me sonhei que eterno dura
    É Esse que regressarei.

    (PESSOA, Fernando .Mensagem)
    O sebastianismo, mito do retorno triunfal de Dom Sebastião, o rei desaparecido em batalha no norte da África, ilustra a fala de José Miguel Wisnki e o poema de Fernando Pessoa. O uso para Wisnik se justifica porque:
    Escolha uma alternativa para a questão 298a0150-de