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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 101 de 549

  • Linguagens

    Português

                                          Texto 2


                                       Trabalivre

                                                                                       (Tribalistas)


    Um dia minha mãe me disse

    Você já é grande, tem que trabalhar

    Naquele instante aproveitei a chance

    Vi que eu era livre para me virar

    Fiz minha mala, comprei a passagem

    O tempo passou depressa e eu aqui cheguei

    Passei por tudo que é dificuldade

    Me perdi pela cidade mas já me encontrei


    Domingo boto meu pijama

    Deito lá na cama para não cansar

    Segunda-feira eu já tô de novo

    Atolado de trabalho para entregar

    Na terça não tem brincadeira

    Quarta-feira tem serviço para terminar

    Na quinta já tem hora extra

    E na sexta o expediente termina no bar


    Mas tenho o sábado inteiro pra mim mesmo

    Fora do emprego

    Pra me aprimorar


    Sou easy, eu não entro em crise

    Tenho tempo livre

    Pra me trabalhar

    Disponível em: <https://www.letras.mus.br/tribalistas/trabalivre/> . Acesso em: 10 nov. 2017.

    Assinale a alternativa correta a respeito dos elementos linguísticos da música “Trabalivre”.
    Escolha uma alternativa para a questão f763b40b-a6
  • Linguagens

    Português

                                          Texto 2


                                       Trabalivre

                                                                                       (Tribalistas)


    Um dia minha mãe me disse

    Você já é grande, tem que trabalhar

    Naquele instante aproveitei a chance

    Vi que eu era livre para me virar

    Fiz minha mala, comprei a passagem

    O tempo passou depressa e eu aqui cheguei

    Passei por tudo que é dificuldade

    Me perdi pela cidade mas já me encontrei


    Domingo boto meu pijama

    Deito lá na cama para não cansar

    Segunda-feira eu já tô de novo

    Atolado de trabalho para entregar

    Na terça não tem brincadeira

    Quarta-feira tem serviço para terminar

    Na quinta já tem hora extra

    E na sexta o expediente termina no bar


    Mas tenho o sábado inteiro pra mim mesmo

    Fora do emprego

    Pra me aprimorar


    Sou easy, eu não entro em crise

    Tenho tempo livre

    Pra me trabalhar

    Disponível em: <https://www.letras.mus.br/tribalistas/trabalivre/> . Acesso em: 10 nov. 2017.

    Assinale a alternativa correta a respeito da música “Trabalivre” (Texto 2).
    Escolha uma alternativa para a questão f760500e-a6
  • Linguagens

    Português

                                                 Texto 1


                    O poeta contemporâneo ainda tem com o que se espantar?

                                                                                                     (Audrey de Mattos)


    Falar da poesia contemporânea, esta que está aí, sendo produzida neste exato instante, é pensar nas mudanças que, de Aristóteles aos vanguardistas do século XX, transformaram a forma conhecida por poesia em território do heterogêneo: grotesco e sublime, temas elevados e temas cotidianos, linguagem polida e palavreado chulo, tudo convive na poesia contemporânea, nem de longe pacificamente, pois que o estranhamento e o (des)entendimento que assomam à alma de quem lê dão conta de que a atual poesia não veio para repousar (nem deixar repousar) em margens plácidas.

    [...]

    Trata-se então de ouvir o inaudível e ver o invisível, conforme a fórmula clássica baudelairiana. A linguagem poética, até então mero instrumento de reprodução da realidade, “reclamará uma maior autonomia em relação à normatividade do mundo, reivindicando assim algo que parecia impossível: a capacidade de transfigurar o real e integrar-se ao mundo como elemento constitutivo deste” (Tereza Cabañas, in “A poética da inversão”).

    [...]

    Do poema enterrado ao poema digital, a poesia incorporará tantas e tão variadas formas de expressão que levarão Antonio Cicero a afirmar, em fins da primeira década do século XXI: “Não há mais vanguarda”. “Qualquer fetichismo residual em relação a qualquer forma convencional da poesia” foi eliminado e “a consequente relativização de todas as formas tradicionais de poesia” afeta todos os poetas pós-vanguarda.

    [...]

    Adaptado de <http://lounge.obviousmag.org/conversa_de_botequim/2014/09/poesia-no-seculo-xxi-rumos.html#ixzz4ybiYJXfM. Acesso em: 10 nov. 2017.

    Para defender seu ponto de vista, o autor do Texto 1 usa determinadas estratégias de argumentação e composição textual. Assinale a alternativa que NÃO apresenta estratégias utilizadas.
    Escolha uma alternativa para a questão f75cd866-a6
  • Linguagens

    Português

    Uma das principais teorias sobre a chegada dos primeiros humanos às Américas é de que eles teriam migrado da Ásia, usando uma rota pela costa do Pacífico durante o final da última era glacial. O nível do mar caiu, e isso pode ter revelado ligações terrestres entre os dois continentes, que nossos antepassados aproveitaram para ir de um ao outro. Apesar de ser uma teoria bastante plausível, ela tinha um problema: não havia nada que a comprovasse. Até agora.

    Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Victoria (Canadá) e publicado nesta quarta-feira, 28, na revista científica Plos One, mostrou que 29 pegadas de 13 mil anos foram encontradas sob sedimentos em uma ilha da Columbia Britânica, na costa canadense do Oceano Pacífico. Considerando-se que a era glacial entrou em declínio há 11,2 mil anos, tanto a idade quanto a localização das pegadas batem exatamente com a teoria da migração.

    Disponível em: <https://goo.gl/Z5TZ1Y> . Acesso em: 30 mar. 2018.


    Publicado em uma revista de vulgarização científica, o texto foi produzido com o objetivo de

    Escolha uma alternativa para a questão 6a449e51-a5
  • Linguagens

    Português

    Fernanda é tudo que sobrou do que sempre me ensinaram. A sombra dos quarenta graus à sombra. Procurem os gestos no vocabulário, olhem Fernanda: estão todos lá. Sua vida é um palco iluminado. À direita as gambiarras do perfeccionismo. À esquerda os praticáveis do impossível. Em cima o urdimento geral de uma tentativa de enredo a ser refeita todas as noites, toda a vida. Atrás os bastidores, o mistério essencial. Embaixo, o porão, que torna viáveis os mágicos e onde, faz tanto tempo!, se ocultava o ponto. Em frente o diálogo, que é uma fé, e comove montanhas.

    Disponível em:<https://goo.gl/ww4RDN> . Acesso em: 01 abr. 2018.


    Na seção Retratos 3x4 de seu site, Millôr Fernandes escreve sobre alguns de seus amigos, dentre eles, a atriz Fernanda Montenegro.


    Assinale o recurso em torno do qual o texto sobre a atriz foi construído.

    Escolha uma alternativa para a questão 6a366af1-a5
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2018, Interpretação de Textos

    “Em alguns desenhos não há sol. As árvores aparecem desertas de frutos e sem raiz, com a casa a poucos milímetros do chão.” (linhas 4-6)


    A construção do enunciado acima configura uma estrutura de

    Escolha uma alternativa para a questão 8171f029-74
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2018, Interpretação de Textos

    O título “Os indiferentes” se refere aos
    Escolha uma alternativa para a questão 816e772f-74
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.


        A disciplina militar, com todos os seus excessos, não se comparava ao penoso trabalho da fazenda, ao regímen terrível do tronco e do chicote. Havia muita diferença... Ali ao menos, na fortaleza, ele tinha sua maca, seu travesseiro, sua roupa limpa, e comia bem, a fartar, como qualquer pessoa, hoje boa carne cozida, amanhã suculenta feijoada, e, às sextas-feiras, um bacalhauzinho com pimenta e “sangue de Cristo”... Para que vida melhor? Depois, a liberdade, minha gente, só a liberdade valia por tudo! Ali não se olhava a cor ou a raça do marinheiro: todos eram iguais, tinham as mesmas regalias – o mesmo serviço, a mesma folga. – “E quando a gente se faz estimar pelos superiores, quando não se tem inimigos, então é um viver abençoado esse: ninguém pensa no dia d’amanhã!”

        Amaro soube ganhar logo a afeição dos oficiais. Não podiam eles, a princípio, conter o riso diante daquela figura de recruta alheio às praxes militares, rude como um selvagem, provocando a cada passo gargalhadas irresistíveis com seus modos ingênuos de tabaréu; mas, no fim de alguns meses, todos eram de parecer que “o negro dava para gente”. Amaro já sabia manejar uma espingarda segundo as regras do ofício, e não era lá nenhum botocudo em artilharia; criara fama de “patesca”.

        Nunca, durante esse primeiro ano de aprendizagem, merecera a pena de um castigo disciplinar: seu caráter era tão meigo que os próprios oficiais começaram a tratá-lo por Bom-Crioulo.


    (Adolfo Caminha, Bom-Crioulo)


    Vocabulário:

    • Tabaréu: soldado inexperiente, ingênuo

    •  Botocudo: rude, de modos simples

    •  Patesca: marinheiro que vive à bordo, é eficiente e tem grande amor à profissão

    Considere as passagens:


    •  Não podiam eles, a princípio, conter o riso diante daquela figura de recruta alheio às praxes militares... (2o parágrafo);

    •  Nunca, durante esse primeiro ano de aprendizagem, merecera a pena de um castigo disciplinar... (3o parágrafo).


    Analisando as passagens, conclui-se que elas remetem, correta e respectivamente, aos sentidos:

    Escolha uma alternativa para a questão 90b33d7a-6e
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.


        Em Santiago do Iguape, interior da Bahia, que se reconheceu quilombola há poucos anos, os jovens fazem questão de não deixar a herança dos antepassados esquecida. O grupo musical afro Bantos traz nas letras das músicas ensinamentos sobre a escravidão, a tradição oral e a importância de valorizar as origens. “A música foge da alma. Nenhum ser humano consegue viver sem a música, então essa foi a forma que nós encontramos de ligar as nossas raízes com a juventude que vem chegando agora, que tem poucos ensinamentos da nossa realidade”, conta o integrante do grupo, Givanildo Bispo.

        “Às vezes, se a gente parar para contar a história dos nossos ancestrais, das nossas raízes, as pessoas não querem nem ouvir. Mas acabam parando para ouvir uma boa música, e os jovens vão aprendendo quem foram os avós deles, os pais deles, de onde vieram, quem são”, destacou Bispo.

        Na Comunidade do Kaonge, também na Bahia, os jovens trocam muitas experiências com os mais velhos e não têm a menor vontade de deixar os hábitos e as tradições para trás. “Só em escutar as histórias dos nossos ancestrais é mais um motivo para a gente ficar na comunidade. Mas tem que ter resistência, dar continuidade, sempre vivenciar, acompanhando, participando de todos os núcleos de produções – forma de organização das comunidades da região em que todos participam de atividades produtivas como pesca, cultivo de plantas e produção de farinha –”, diz a jovem Jorlane Cabral de Jesus, de 28 anos.


    (http://www.ebc.com.br. Adaptado)

    O texto deixa evidente que
    Escolha uma alternativa para a questão 90a4549e-6e
  • Linguagens

    Português

    Leia a tira.


    Imagem da questão de Português, INSPER 2018, Morfologia - Pronomes

    (André Dahmer, Malvados.
    Em: Folha de S.Paulo, 03.04.2018. Adaptado)

    Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas nas falas da personagem devem ser preenchidas, respectivamente, com:
    Escolha uma alternativa para a questão 9088eebc-6e
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.


    Ao leitor: A gravidez como ela é


        Li há alguns meses uma crônica em que a escritora, grávida, desabafava: “estar grávida é estranho”. Dizia que não conseguia soltar fogos de artifício, que o corpo dela estava esquisito, que sentia cansaço e angústia. E que se achava uma E.T. por sentir tudo isso – afinal, grávidas devem ser felizes e gratas.
        Eu, também grávida de minha segunda filha, me identifiquei prontamente. Estar grávida é estranho mesmo. Por nove meses, nosso corpo se transforma completamente para formar um outro ser. Pode ser lindo, mas também é dolorido. Pode ser mágico, mas também é angustiante. E, junto com as transformações físicas, vem uma avalanche de dúvidas, de regras, de medos. Estar grávida não é fácil.
        Mais difícil ainda é passar por isso sem informação. Sem saber no que acreditar, que regras seguir, o porquê de estar sentindo tudo aquilo. Como gestante, sentia falta de publicações que questionassem, que polemizassem, que tivessem coragem de tocar em alguns pontos que, por vezes, tirassem da gravidez o revestimento de encanto e, da grávida, a aura imaculada.
        Mergulhando nesse universo, vimos que o tema é ainda mais complexo do que podíamos imaginar.
        Neste especial, você não encontrará lista de enxoval, sintomas de trabalho de parto nem dicas para fazer o bebê dormir. Mas vai ter informações preciosas sobre esse período de revolução na sua vida – o antes, o durante e o depois da gravidez. Para entender o que está de fato acontecendo e ter as ferramentas para tomar as decisões que fazem sentido para você. A gravidez pode continuar sendo uma coisa estranha, mas não será mais tão desconhecida. Para mim, foi transformador. Espero que seja para você também.
    Boa leitura,
    Marina Bessa
    editora


    (Superinteressante, edição especial, março de 2018. Adaptado)
    O texto foi publicado na revista na seção “Ao leitor”, espaço em que o editor se dirige aos seus leitores e justifica aspectos temáticos relevantes da publicação. Especialmente contendo tema de interesse do público feminino, o texto procura mostrar que a edição
    Escolha uma alternativa para a questão 9076de77-6e
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto.


    Imagem da questão de Português, INSPER 2018, Interpretação de Textos

    (Mundo Estranho, edição 200-A, outubro de 2017)

    O texto corresponde a
    Escolha uma alternativa para a questão 906d8263-6e
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2018, Interpretação de Textos

    Os dois primeiros versos do soneto sugerem uma advertência dirigida aos apaixonados.


    Com base na leitura do poema, essa advertência se baseia no pressuposto de que a paixão é capaz de provocar estado de:

    Escolha uma alternativa para a questão 749ed08f-6e
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2018, Interpretação de Textos

    Na terceira estrofe (v. 9-11), a seleção vocabular evidencia a passagem de um estado emocional a outro por parte do poeta.


    A partir dessa seleção, os estados emocionais por que passa o poeta podem ser definidos como:

    Escolha uma alternativa para a questão 74983bed-6e
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2018, Interpretação de Textos

    Com base nas ideias apresentadas no texto, a metáfora um raro malabarista (ℓ. 22) sugere que o poeta articula os seguintes aspectos em sua poesia:
    Escolha uma alternativa para a questão 748cef8a-6e
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UERJ 2018, Interpretação de Textos

    A flutuação do gosto em relação aos poetas é normal, como é normal a sucessão dos modos de fazer poesia. (ℓ. 1-2)


    A relação que se estabelece entre essa declaração inicial do crítico Antonio Candido e o restante de seu texto pode ser definida pela seguinte sequência:

    Escolha uma alternativa para a questão 7486b1b1-6e
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UERJ 2018, Interpretação de Textos

                                             Figura 2 de 2 da questão de Português, UERJ 2018, Interpretação de Textos


    Os relatos sobre as ondas epidêmicas de febre amarela na cidade do Rio de Janeiro apareceram com frequência nos periódicos, especialmente a partir da década de 1850.


    De acordo com o documento acima, no início da década de 1870, o alastramento da doença era associado ao seguinte fator:

    Escolha uma alternativa para a questão 746d107e-6e
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do livro Em casa, de Bill Bryson, para responder à questão.


          Quase nada, no século XVII, escapava à astúcia dos que adulteravam alimentos. O açúcar e outros ingredientes caros muitas vezes eram aumentados com gesso, areia e poeira. A manteiga tinha o volume aumentado com sebo e banha. Quem tomasse chá, segundo autoridades da época, poderia ingerir, sem querer, uma série de coisas, desde serragem até esterco de carneiro pulverizado. Um carregamento inspecionado, relata Judith Flanders, demonstrou conter apenas a metade de chá; o resto era composto de areia e sujeira. Acrescentava-se ácido sulfúrico ao vinagre para dar mais acidez; giz ao leite; terebintina1 ao gim. O arsenito de cobre era usado para tornar os vegetais mais verdes, ou para fazer a geleia brilhar. O cromato de chumbo dava um brilho dourado aos pães e também à mostarda. O acetato de chumbo era adicionado às bebidas como adoçante, e o chumbo avermelhado deixava o queijo Gloucester, se não mais seguro para comer, mais belo para olhar.

          Não havia praticamente nenhum gênero que não pudesse ser melhorado ou tornado mais econômico para o varejista por meio de um pouquinho de manipulação e engodo. Até as cerejas, como relata Tobias Smollett, ganhavam novo brilho depois de roladas, delicadamente, na boca do vendedor antes de serem colocadas em exposição. Quantas damas inocentes, perguntava ele, tinham saboreado um prato de deliciosas cerejas que haviam sido “umedecidas e roladas entre os maxilares imundos e, talvez, ulcerados de um mascate de Saint Giles”?

          O pão era particularmente atingido. Em seu romance de 1771, The expedition of Humphry Clinker, Smollett definiu o pão de Londres como um composto tóxico de “giz, alume2 e cinzas de ossos, insípido ao paladar e destrutivo para a constituição”; mas acusações assim já eram comuns na época. A primeira acusação formal já encontrada sobre a adulteração generalizada do pão está em um livro chamado Poison detected: or frightful truths, escrito anonimamente em 1757, que revelou segundo “uma autoridade altamente confiável” que “sacos de ossos velhos são usados por alguns padeiros, não infrequentemente”, e que “os ossuários dos mortos são revolvidos para adicionar imundícies ao alimento dos vivos”.

                                                                        (Em casa, 2011. Adaptado.)


    1 terebintina: resina extraída de uma planta e usada na fabricação de vernizes, diluição de tintas etc.

    2 alume: designação dos sulfatos duplos de alumínio e metais alcalinos, com propriedades adstringentes, usado na fabricação de corantes, papel, porcelana, na purificação de água, na clarificação de açúcar etc.

    Em “Não havia praticamente nenhum gênero que não pudesse ser melhorado ou tornado mais econômico para o varejista por meio de um pouquinho de manipulação e engodo” (2° parágrafo), o termo sublinhado está empregado em sentido similar ao do termo sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 3238dece-58