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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 168 de 549

  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2006, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética. Explorando a função emotiva da linguagem, o poeta expressa o contraste entre marcas de variação de usos da linguagem em

    Escolha uma alternativa para a questão 2fa6f1ac-be
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2006, Interpretação de Textos Nesse trecho, extraído de texto publicado originalmente em 1921, o narrador

    Escolha uma alternativa para a questão 2e55a0d2-be
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    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2006, Interpretação de Textos As linhas nas duas figuras geram um efeito que se associa ao seguinte ditado popular:

    Escolha uma alternativa para a questão 2bb5a013-be
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia a letra da música de Adoniran Barbosa, para responder às questões

    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2005, Interpretação de Textos Em “Casei, comprei uma casinha lá no Ermelindo”, o diminutivo no substantivo expressa, além de tamanho e carinho, o sentido de

    Escolha uma alternativa para a questão e1f08130-29
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    Português

    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2005, Interpretação de Textos De acordo com o texto, a caligrafia dos médicos
    Escolha uma alternativa para a questão d7a53a5c-29
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    Português

    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2005, Análise sintática Se a personagem fosse enfática e dissesse: “... eu não reconheço o documento, eu não reconheço o documento...”, a oração repetida, de acordo com a norma padrão, assumiria a seguinte forma:

    Escolha uma alternativa para a questão d62bad04-29
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    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2005, Interpretação de Textos

    No verso “Meu Deus, por que me abandonaste” do texto 2, Drummond retoma as palavras de Cristo, na cruz, pouco antes de morrer. Esse recurso de repetir palavras de outrem equivale a
    Escolha uma alternativa para a questão f85e83df-bd
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    Português

    Imagem da questão de Português, ENEM 2005, Interpretação de Textos

    Esses poemas têm em comum o fato de
    Escolha uma alternativa para a questão f4fdbf85-bd
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    Português

    Leia com atenção o texto:

    [Em Portugal], você poderá ter alguns probleminhas se entrar numa loja de roupas desconhecendo certas sutilezas da língua. Por exemplo, não adianta pedir para ver os ternos — peça para ver os fatos. Paletó é casaco. Meias são peúgas. Suéter é camisola — mas não se assuste, porque calcinhas femininas são cuecas. (Não é uma delícia?)
    (Ruy Castro. Viaje Bem. Ano VIII, no 3, 78.)

    O texto destaca a diferença entre o português do Brasil e o de Portugal quanto
    Escolha uma alternativa para a questão 58b29866-bd
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    Português

    As questões 1 e 2 referem-se ao poema.

    Imagem da questão de Português, ENEM 2005, Interpretação de Textos

    O poema “A Dança e a Alma” é construído com base em contrastes, como “movimento” e “concentração”. Em uma das estrofes, o termo que estabelece contraste com solo é:
    Escolha uma alternativa para a questão 4c96034d-bd
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    Português

    Leia atentamente o texto a seguir. 


    JEITOS DE AMAR


        No livro Prosa reunida, de Adélia Prado, encontrei uma frase singela e verdadeira ao extremo. Uma personagem põe-se _________ lembrar da mãe, que era danada de braba, porém esmerava-se na hora de fazer dois molhos de cachinhos no cabelo da filha para que ela fosse bonita pra escola. Meu Deus, quanto jeito que tem de ter amor.
        É comovente porque é algo que _________ gente esquece: milhões de pequenos gestos são maneiras de amar. Beijos e abraços _________ vezes são provas mais de desejo que de amor, exigem retribuição física, são facilidades do corpo. Mas _________ diversos outros amores podendo ser demonstrados com toques mais sutis.
        Mexer no cabelo, pentear os cabelos, tal como aquela mãe e aquela filha, tal como namorados fazem, tal como tanta gente faz: cafunés. Uma amiga tingindo o cabelo da outra, cortando franjas, puxando rabos de cavalo, rindo soltas. Quanto jeito que há de amar.
           Flores colhidas na calçada, flores compradas, flores feitas de papel, desenhadas, entregues em datas nada especiais: Lembrei de você. É esse o único e melhor motivo para crisântemos, margaridas, violetinhas. Quanto jeito que há de amar.
        Um telefonema pra saber da saúde, uma oferta de carona, um elogio, um livro emprestado, uma carta respondida, repartir o que se tem, cuidados para não magoar, dizer a verdade quando ela é salutar, e mentir, sim, com carinho, se for para evitar feridas e dores desnecessárias. Quanto jeito que há de amar
        Uma foto mantida ao alcance dos olhos, uma lembrança bem guardada, fazer o prato predileto de alguém e botar uma mesa bonita, levar o cachorro pra passear, chamar pra ver um crepúsculo, dar banho em quem não consegue fazê-lo sozinho, ouvir os velhos, ouvir as crianças, ouvir os amigos, ouvir os parentes, ouvir. Quanto jeito que há de amar.

        Rezar por alguém, vestir roupa nova pra homenagear, trocar curativos, tirar pra dançar, não espalhar segredos, puxar o cobertor caído, cobrir, visitar doentes, velar, sugerir cidades, discos, brinquedos, brincar: quanto jeito que há.


    MEDEIROS, Martha. Montanha Russa. Porto Alegre: L&PM Editores, 2003.


    Caso passássemos a sentença "É esse o único e melhor motivo para crisântemos, margaridas, violetinhas" para o plural, teríamos alterações em:
    Escolha uma alternativa para a questão bc501ac7-e1
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    Português

    Leia atentamente o texto a seguir. 


    JEITOS DE AMAR


        No livro Prosa reunida, de Adélia Prado, encontrei uma frase singela e verdadeira ao extremo. Uma personagem põe-se _________ lembrar da mãe, que era danada de braba, porém esmerava-se na hora de fazer dois molhos de cachinhos no cabelo da filha para que ela fosse bonita pra escola. Meu Deus, quanto jeito que tem de ter amor.
        É comovente porque é algo que _________ gente esquece: milhões de pequenos gestos são maneiras de amar. Beijos e abraços _________ vezes são provas mais de desejo que de amor, exigem retribuição física, são facilidades do corpo. Mas _________ diversos outros amores podendo ser demonstrados com toques mais sutis.
        Mexer no cabelo, pentear os cabelos, tal como aquela mãe e aquela filha, tal como namorados fazem, tal como tanta gente faz: cafunés. Uma amiga tingindo o cabelo da outra, cortando franjas, puxando rabos de cavalo, rindo soltas. Quanto jeito que há de amar.
           Flores colhidas na calçada, flores compradas, flores feitas de papel, desenhadas, entregues em datas nada especiais: Lembrei de você. É esse o único e melhor motivo para crisântemos, margaridas, violetinhas. Quanto jeito que há de amar.
        Um telefonema pra saber da saúde, uma oferta de carona, um elogio, um livro emprestado, uma carta respondida, repartir o que se tem, cuidados para não magoar, dizer a verdade quando ela é salutar, e mentir, sim, com carinho, se for para evitar feridas e dores desnecessárias. Quanto jeito que há de amar
        Uma foto mantida ao alcance dos olhos, uma lembrança bem guardada, fazer o prato predileto de alguém e botar uma mesa bonita, levar o cachorro pra passear, chamar pra ver um crepúsculo, dar banho em quem não consegue fazê-lo sozinho, ouvir os velhos, ouvir as crianças, ouvir os amigos, ouvir os parentes, ouvir. Quanto jeito que há de amar.

        Rezar por alguém, vestir roupa nova pra homenagear, trocar curativos, tirar pra dançar, não espalhar segredos, puxar o cobertor caído, cobrir, visitar doentes, velar, sugerir cidades, discos, brinquedos, brincar: quanto jeito que há.


    MEDEIROS, Martha. Montanha Russa. Porto Alegre: L&PM Editores, 2003.


    A seqüência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
    Escolha uma alternativa para a questão bc4a95c8-e1
  • Linguagens

    Português

        A Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher (11ª edição) mostra ser três vezes mais comum mulheres fora da força de trabalho sofrerem violência doméstica (12%) do que as brasileiras empregadas (4%). O estudo traz ainda que 66% das mulheres que já sofreram agressões recebem até 2 salários mínimos.

        “Quando cruzamos esses dados socioeconômicos com os indicadores de violência, vemos com mais nitidez como a desigualdade molda o risco e a permanência das mulheres em ciclos de agressão. Isso mostra que a autonomia econômica não é apenas uma condição desejável, mas uma política estratégica de enfrentamento”, ressalta a diretora executiva da Associação Gênero e Número, Vitória Régia da Silva.

         Segundo a líder de Políticas Públicas pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas no Instituto Natura, a pesquisa deixa clara a necessidade de implementação de políticas públicas que promovam a independência financeira e qualificação profissional das mulheres.

         “O que precisamos é de políticas integrais, que articulem segurança pública, saúde, assistência, educação e renda, e que ofereçam respostas reais que dialoguem com demandas e vulnerabilidades diversas. Não podemos continuar transferindo para as mulheres a tarefa de superar, sozinhas, estruturas que são coletivas”, disse.


    Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-11/mulher-fora-do-trabalho-tem-3-vezes-mais-chancesde-sofrer-violencia. Acesso em: 28 nov. 2025.


    Assinale a alternativa em que o termo em negrito introduz uma informação que, de acordo com a gramática normativa, restringe e limita o sentido do termo antecedente a que se refere.  
    Escolha uma alternativa para a questão 1fadf7ac-89
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    Português

        [...] me fizeram pensar no que realmente significa inclusão digital. O mundo vive uma revolução sem sirene — nem passeata, nem panelaço —, mas que muda tudo, em silêncio, por meio de códigos e telas que reorganizam o trabalho, a comunicação e o poder. É a revolução da inteligência artificial. E, como toda revolução, ela também escolhe quem participa — e quem fica para trás. No Brasil, essa fronteira tem um nome antigo: o CEP.

         Enquanto as máquinas aprendem em velocidade exponencial, muita gente desaprende a sonhar. Discutimos automação de empregos, mas milhões ainda lutam por uma conexão que não caia, um celular que não trave e uma formação que vá além do “arrasta pra cima”. É o retrato de um país que importa chips de ponta, mas exporta gente desinformada. O risco é criar um novo apartheid: a favela digital, onde milhões se tornam invisíveis para os algoritmos que decidem o futuro.


    Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/preto-zeze/coluna/2025/10/ia-tem-de-ser-democratizada.ghtml. Acesso em: 29 nov. 2025.


    Considerando o trecho em negrito no texto, o recurso expressivo empregado corresponde a
    Escolha uma alternativa para a questão 1fa89fdd-89
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    Português

    O que fez você ter vontade de ser uma das 154 jovens que se inscreveram para ter a chance de ocupar essa posição?


    Ninguém se torna ativista climática por escolha. É um pouco por obrigação e um pouco por necessidade. Eu comecei a acompanhar as conferências do clima por causa do racismo ambiental no meu território, e eu entendia a importância da participação da juventude, não só assistindo, mas também contribuindo para a solução à crise do clima. Vi a construção do cargo de Campeão da Juventude a partir das COPs 27 e 28, acompanhei o mandato da COP29. Então, fiquei mais animada em poder construir e contribuir. Não fazia ideia se eu ia fazer isso bem, mas achava que, enquanto uma jovem mulher negra do Brasil, com um time de pessoas de todos os biomas, talvez fosse possível construir uma narrativa em torno da justiça climática dentro e fora dos espaços da COP. E não fui só eu que tive essa ideia, outras pessoas também se candidataram. Mas fizemos um acordo de que, independentemente de quem fosse a pessoa nomeada, teríamos esse time de jovens de todos os biomas do Brasil.


    MARASCIULO, M. “Precisamos de caminhos para as próximas gerações não terem que repetir o óbvio”. Entrevista a Marcele Oliveira. Galileu, São Paulo, p. 18–32, 1 dez. 2025.


    O emprego das expressões em negrito na resposta da entrevistada contribui para a construção do sentido do texto ao 
    Escolha uma alternativa para a questão 1fa2bf1a-89
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    Português

        Tinha-me lembrado a definição que José Dias dera deles, “olhos de cigana oblíqua e dissimulada”. Eu não sabia o que era obliqua, mas dissimulada sabia, e queria ver se podiam chamar assim. Capitu deixou-se fitar e examinar. Só me perguntava o que era, se nunca os vira, eu nada achei extraordinário; a cor e a doçura eram minhas conhecidas. A demora da contemplação creio que lhe deu outra ideia do meu intento; imaginou que era um pretexto para mirá-los mais de perto, com os meus olhos longos, constantes, enfiados neles, e a isto atribuo que entrassem a ficar crescidos, crescidos e sombrios, com tal expressão que...
          Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá ideia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros, mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me. Quantos minutos gastamos naquele jogo? Só os relógios do céu terão marcado esse tempo infinito e breve. A eternidade tem as suas pêndulas; nem por não acabar nunca deixa de querer saber a duração das felicidades e dos suplícios.


    Machado de Assis. Dom Casmurro (fragmento). In: Obras Completas de Machado de Assis, vol. I. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (originalmente datado de 1899-1900).
    No texto, a palavra “intento” (último período do primeiro parágrafo) está empregada com o mesmo sentido de 
    Escolha uma alternativa para a questão b83ebf1b-7b
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    Português

        Tinha-me lembrado a definição que José Dias dera deles, “olhos de cigana oblíqua e dissimulada”. Eu não sabia o que era obliqua, mas dissimulada sabia, e queria ver se podiam chamar assim. Capitu deixou-se fitar e examinar. Só me perguntava o que era, se nunca os vira, eu nada achei extraordinário; a cor e a doçura eram minhas conhecidas. A demora da contemplação creio que lhe deu outra ideia do meu intento; imaginou que era um pretexto para mirá-los mais de perto, com os meus olhos longos, constantes, enfiados neles, e a isto atribuo que entrassem a ficar crescidos, crescidos e sombrios, com tal expressão que...
          Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá ideia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros, mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me. Quantos minutos gastamos naquele jogo? Só os relógios do céu terão marcado esse tempo infinito e breve. A eternidade tem as suas pêndulas; nem por não acabar nunca deixa de querer saber a duração das felicidades e dos suplícios.


    Machado de Assis. Dom Casmurro (fragmento). In: Obras Completas de Machado de Assis, vol. I. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (originalmente datado de 1899-1900).
    O fragmento apresentado é uma famosa passagem do romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, em que o narrador-personagem, Bentinho, descreve, a partir de sua memória, os olhos de Capitu, construindo uma tensão entre razão e emoção. Com relação a isso, depreende-se do excerto que o narrador 
    Escolha uma alternativa para a questão b83b78c3-7b
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    Português

    De acordo com pesquisa do Observatório da Mulher contra a Violência do Senado Federal, no ano de 2025, 29% das mulheres participantes relataram ter sofrido algum tipo de violência, física, moral, patrimonial, sexual ou psicológica. No mesmo ano, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, foram registradas 1.568 vítimas de feminicídio, que é o homicídio cometido contra mulheres em situação de violência doméstica ou de discriminação de gênero, o que representou um crescimento de 4,7% em relação ao ano de 2024. Ainda, segundo os dados desse fórum, 8 a cada 10 dessas mulheres mortas em 2025 foram vitimadas por parceiros ou ex-companheiros. Combater este tipo de violência é uma obrigação de todas as pessoas no Brasil atual, e a Sociologia, junto de outras matérias da educação básica, busca através de debates e do desenvolvimento de competências e habilidades, aderir a esse combate.


    Com base no exposto, assinale a opção correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c23e910f-6f
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    Português

    Conforme Kupper (2023), os movimentos sociais contemporâneos possuem, de modo geral, uma tendência de reivindicar autonomia em relação ao Estado, e sua dinâmica política não é dada mais apenas pelas questões de classe, mas assumem “um caráter cultural por meio do controle da informação” e são contrários às classificações do mundo social pelos dominantes. Os atuais movimentos sociais, ainda, constroem-se em torno de disputas simbólicas sobre como as sociedades contemporâneas devem ser, centrando na inserção de diversas formas e estilos de vida.


    KUPPPER, Agnaldo. Sociologia Ensino Médio: Poder e Política. 1ª ed. Maceió-AL: Editora Café com Sociologia, 2023.


    Considerando o exposto, marque a opção correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c2359689-6f