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Disciplina · Linguagens

Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 10.965 questões
  • 95 assuntos

Resultados: 10.965 questões

Página 528 de 549

  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFMT 2006, Coesão e coerência

    Em relação aos recursos lingüísticos utilizados no texto, assinale a afirmativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 71d2879f-df
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFMT 2006, Interpretação de Textos

    Em relação às idéias implícitas no texto, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.


    ( ) O leitor, conclamado a posicionar-se em face da problemática apresentada, tem bom nível sócio-cultural, conforme marcas contextuais.

    ( ) É dever de todos os cidadãos, não só do Estado, preocupar-se em manter a criança na escola.

    ( ) Escola e infância são direitos indissociáveis de toda criança.


    Assinale a seqüência correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 71c93b99-df
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: As questões de 23 a 30 devem ser respondidas com base em
    informações contidas nas obras indicadas para leitura prévia.

    Assinale a alternativa em que, no trecho transcrito de Quincas Borba, se faz referência a Rubião.
    Escolha uma alternativa para a questão 3a6acc3b-63
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: As questões de 23 a 30 devem ser respondidas com base em
    informações contidas nas obras indicadas para leitura prévia.

    Com base na leitura de Quincas Borba, de Machado de Assis, é CORRETO afirmar que o narrador do romance
    Escolha uma alternativa para a questão 37f7a60e-63
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: As questões de 16 a 22 devem ser respondidas com base no texto abaixo. Leia atentamente todo o texto antes de responder a elas.

    Figura 1 de 3 da questão de Português, UFMG 2006, Análise sintática
    Figura 2 de 3 da questão de Português, UFMG 2006, Análise sintática
    Figura 3 de 3 da questão de Português, UFMG 2006, Análise sintática

    Assinale a alternativa em que, nos trechos transcritos, os dois termos destacados NÃO exercem a mesma função.
    Escolha uma alternativa para a questão 32bf14ce-63
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o poema de Manuel Bandeira para responder às questões

    Versos de Natal


    Espelho, amigo verdadeiro,
    Tu refletes as minhas rugas,
    Os meus cabelos brancos,
    Os meus olhos míopes e cansados.
    Espelho, amigo verdadeiro,
    Mestre do realismo exato e minucioso,
    Obrigado, obrigado!

    Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
    Descobririas o menino que sustenta esse homem,
    O menino que não quer morrer,
    Que não morrerá senão comigo,
    O menino que todos os anos na véspera do Natal
    Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
    No poema, a metáfora do espelho é um caminho para a reflexão sobre

    Escolha uma alternativa para a questão 02cfad86-29
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: As questões baseiam- se no poema de Filinto Elísio.

    Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,

    Um garbo senhoril, nevada alvura,

    Metal de voz que enleva de doçura,

    Dentes de aljôfar, em rubi cravados.

    Fios de ouro, que enredam meus cuidados,

    Alvo peito, que cega de candura,

    Mil prendas; e (o que é mais que formosura)

    Uma graça, que rouba mil agrados.

    Mil extremos de preço mais subido

    Encerra a linda Márcia, a quem of’reço

    Um culto, que nem dela inda é sabido.

    Tão pouco de mim julgo que a mereço,

    Que enojá- la não quero de atrevido

    Co’as penas que por ela em vão padeço.

    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão f6eae202-29
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: As questões baseiam- se no poema de Filinto Elísio.

    Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,

    Um garbo senhoril, nevada alvura,

    Metal de voz que enleva de doçura,

    Dentes de aljôfar, em rubi cravados.

    Fios de ouro, que enredam meus cuidados,

    Alvo peito, que cega de candura,

    Mil prendas; e (o que é mais que formosura)

    Uma graça, que rouba mil agrados.

    Mil extremos de preço mais subido

    Encerra a linda Márcia, a quem of’reço

    Um culto, que nem dela inda é sabido.

    Tão pouco de mim julgo que a mereço,

    Que enojá- la não quero de atrevido

    Co’as penas que por ela em vão padeço.

    Considere as afirmaões:

    I. No poema de Garrett, o amor é apresentado como um sentimento que acontece na vida de alguém independentemente de sua vontade.

    II. No poema de Filinto, vê- se que o amor não se realiza fisicamente; no de Garrett, explora- se o amor pelo seu aspecto físico e sensual.

    III. Tanto no poema de Filinto quanto no de Garrett, há uma linha tênue entre o utópico e o real, resultando numa visão de amor sôfrega e intensa, prestes a tomar formas plenas na realidade vivida pelos amantes.

    Está correto somente o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão f569b25e-29
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: As questões baseiam- se no poema de Filinto Elísio.

    Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,

    Um garbo senhoril, nevada alvura,

    Metal de voz que enleva de doçura,

    Dentes de aljôfar, em rubi cravados.

    Fios de ouro, que enredam meus cuidados,

    Alvo peito, que cega de candura,

    Mil prendas; e (o que é mais que formosura)

    Uma graça, que rouba mil agrados.

    Mil extremos de preço mais subido

    Encerra a linda Márcia, a quem of’reço

    Um culto, que nem dela inda é sabido.

    Tão pouco de mim julgo que a mereço,

    Que enojá- la não quero de atrevido

    Co’as penas que por ela em vão padeço.

    No verso Metal de voz que enleva de doçura, a preposição de ocorre duas vezes, formando expressões que indicam, respectivamente, relação de

    Escolha uma alternativa para a questão f3f1f39a-29
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2005, Interpretação de Textos Só me perguntava o que era, se nunca os vira...

    O trecho, transposto para discurso direto, em norma padrão, assume a seguinte forma:

    Só me perguntava:
    Escolha uma alternativa para a questão edf2ff1d-29
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2005, Interpretação de Textos Para o narrador, os olhos de Capitu eram olhos de ressaca, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Entende- se, então, que ele
    Escolha uma alternativa para a questão ec721a86-29
  • Linguagens

    Português

    Ultimamente ando de novo intrigado com o enigma de Capitu. Teria ela traído mesmo o marido, ou tudo não passou de imaginação dele, como narrador? Reli mais uma vez o romance e não cheguei a nenhuma conclusão. Um mistério que o autor deixou para a posteridade.

    (Fernando Sabino, O bom ladrão.)
    No texto de Sabino, o narrador questiona a traição de Capitu. Lendo o texto de Machado, pode-se entender que esse questionamento decorre de
    Escolha uma alternativa para a questão e97d22c0-29
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia a letra da música de Adoniran Barbosa, para responder às questões

    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2005, Interpretação de Textos A expressão vide verso significa ver no verso. Se optasse pela forma verbal conjugada e mantivesse a forma de tratamento que dá ao doutor José Aparecido, o poeta escreveria

    Escolha uma alternativa para a questão e36be77e-29
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia a letra da música de Adoniran Barbosa, para responder às questões

    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2005, Interpretação de Textos Considere as afirmações:

    I. O poeta afirma que o samba é uma forma de agradeci- mento ao doutor José Aparecido, pelo que este lhe fez. Por não haver referências a uma eventual cobrança do dinheiro, vê-se que se trata de um autêntico gesto de solidariedade.

    II. A insistência do poeta em falar sobre sua vida, descrevendo- a muito positivamente, é uma tentativa de sobre- por- se ao doutor José Aparecido, que lhe é socialmente superior.

    III. É flagrante a diferença que o poeta dá ao tratamento a Gervásio e José Aparecido: o primeiro é displicentemente chamado de seu Gervásio; o segundo, respeitosamente, de doutor José Aparecido.

    Está correto apenas o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão e07ccab1-29
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UNIFESP 2005, Concordância verbal, Concordância nominal Assinale a frase correta quanto à concordância.
    Escolha uma alternativa para a questão dd923021-29
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I

    Profetas da Chuva: a sabedoria da natureza e a fé


    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Orações coordenadas sindéticas: Aditivas, Adversativas, Alternativas, Conclusivas...
     Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2026, Orações coordenadas sindéticas: Aditivas, Adversativas, Alternativas, Conclusivas...
    Assinale a opção em que as conjunções destacadas apresentam mesmo valor semântico, bem como estão corretamente classificadas. 
    Escolha uma alternativa para a questão c1824105-6f
  • Linguagens

    Português

    Texto I


    Os erros continuam...


    Já mais de uma vez, temos procurado apontar erros da imprensa, em textos da redação e de colaboradores, na esperança de vê-los desaparecer. Repetem-se com uma monotonia desanimadora. Já não falo da chamada crase, entregue aos cuidados de colegas. Quase ninguém mais sabe acentuar o a, se com acento agudo ou grave, ou mesmo sem nenhum acento. Nem querem saber, ao que parece. Saliente-se que os principais órgãos da imprensa têm editado uma espécie de manual de redação para o público interno, mas os resultados não têm correspondido à expectativa. Demais, é preciso contar com a contribuição dos colaboradores... Vou, pois, continuar malhando em ferro frio e a trazer mais algumas incorreções postas em letra de forma.


    ELIA, Sílvio. 50 textos errados e corrigidos, Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica.

    “Repetem-se com uma monotonia desanimadora. Já não falo da chamada crase, entregue aos cuidados de colegas.”


    Nesse segmento do Texto I, a expressão chamada crase contém uma crítica. Assinale a opção que a apresenta. 
    Escolha uma alternativa para a questão b4a62717-f9
  • Linguagens

    Português

    Texto A 

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Funções morfossintáticas da palavra QUE


    FILHO, Adonias. Um avô muito velho. O largo da Palma. Disponível em: </Users/marci/Downloads/document.onl_o-largo-da-palmaadonias-filho-pdf p. 52>. Acesso em: 13 dez. 2022.


    Texto B

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2023, Funções morfossintáticas da palavra QUE


    FONSECA, Aleilton. O avô e o rio. Desterro dos Mortos. Bahia, Itabuna: Via Litterarum, 2012, p. 20.
    Em relação aos recursos linguísticos e de estilos, a afirmativa sem respaldo textual é a
    Escolha uma alternativa para a questão bcba539b-c4
  • Linguagens

    Português

    Texto A

        De repente a ladeira começou a animar-se. Do largo da sé, da Baixa dos Sapateiros, do Carmo, surgiram homens e mulheres apressados e aflitos. Não vinham pela morte de Pedro Archanjo, sábio autor de livros sobre miscigenação, talvez definitivos, e, sim, pela morte de Ojuobá, os olhos de Xangô, um pai daquele povo. Do castelo de Ester, a notícia se propagara de boca em boca, de porta em porta, de casarão em casarão, rua afora, escada acima, ladeira abaixo e nos becos. Chegou ao largo da Sé a tempo de embarcar nos primeiros bondes e ônibus.
        Mulheres arrancadas do sono ou dos braços de tardos fregueses para a lágrima e a lamentação. Trabalhadores de horário preciso, vagabundos sem relógio de ponto, bêbados e mendigos, habitantes dos sobradões, dos infectos cortiços, árabes de prestação, moços e velhos, gente de santo e comerciantes do Terreiro de Jesus, um carroceiro com sua carroça, e Ester, um quimono sobre a nudez mostrando tudo a quem quisesse ver. Mas, quem ia se aproveitar, se ela puxava os cabelos e batia nos peitos:
        — Ai, Archanjo, meu santo, por que não disse que estava doente? Como eu ia saber? Agora, Ojuobá, como vai ser? Tu era a luz da gente, nossos olhos de ver, nossa boca de falar. Tu era a coragem da gente e nosso entendimento. Tu sabia de ontem e de amanhã, quem mais vai saber?
        Quem, ai, quem? Na hora do espanto, homens e mulheres encaravam a morte nua e crua, ali na sarjeta, despida de qualquer enfeite, do menor consolo. Pedro Archanjo Ojuobá ainda não se fizera memória, tão somente morte e nada mais.


    AMADO, Jorge. Tenda dos milagres. Disponível em: <https://www.terra.com.br/diversao/infograficos/jorge-amado-centenario/pdf/tenda-dos-milagres.pdf.> Acesso em: 12 dez. 2022.


    Texto B

        Já naquela hora a notícia da inesperada morte de Quincas Berro D’água circulava pelas ruas da Bahia. É bem verdade que os pequenos comerciantes do Mercado não fecharam suas portas em sinal de luto. Em compensação, imediatamente aumentaram os preços dos balangandãs, das bolsas de palha, das esculturas de barro que vendiam aos turistas, assim homenageavam o morto. Houve nas imediações do Mercado ajuntamentos precipitados, pareciam comícios relâmpagos, gente andando de um lado para outro, a notícia no ar, subindo o Elevador Lacerda, viajando nos bondes para a Calçada, ia de ônibus para a Feira de Santana. Debulhou-se em lágrimas a graciosa negra Paula, ante seu tabuleiro de beijus de tapioca. Não viria Berro D’água naquela tarde dizerlhe galanteios torneados, espiar-lhe os seios vastos, propor-lhe indecências, fazendo-a rir.
        Nos saveiros de velas arriadas, os homens do reino de Iemanjá, os bronzeados marinheiros, não escondiam sua decepcionada surpresa: como pudera acontecer essa morte num quarto do Tabuão, como fora o velho marinheiro desencarnar numa cama? Não proclamara, peremptório, e tantas vezes, Quincas Berro D’água, com voz e jeito capazes de convencer ao mais descrente, que jamais morreria em terra, que só um túmulo era digno de sua picardia: o mar banhado de lua, as águas sem fim? 

    AMADO, Jorge. A morte e a morte de Quincas Berro D’água. Rio de janeiro: Record, 1991, p. 53.
    Os textos A e B, embora retirados de obras distintas, apresentam semelhanças em variados aspectos na sua construção.


    As afirmativas que encontram respaldo nos fragmentos ou no contexto geral das suas obras estão em


    I. A temática abordada nos fragmentos se estende por toda narrativa nas duas obras, tendo seu ponto alto nos desfechos, quando se concretiza o desejo das personagens principais.

    II. A obra do texto A relata a vida de Arcanjo em dois tempos distintos: um como homem do povo e seu modo de vida, e outro como homem público, respeitado pela intelectualidade baiana, enquanto que, na obra do texto B, a vida de Quincas é apresentada de maneira inversa.  

    III. Nas duas obras, o ponto de vista da narração dá-se sob o olhar de um narrador onisciente, e suas personagens fazem uso de uma linguagem apropriada à realidade delas, diferenciando-se, porém, na intenção literária de cada.

    IV. O cenário apresentado e o tempo transcorrido em que se processam as narrativas, desde seu início até o final, dão-se de maneira idêntica, entremeando passado e presente em iguais condições sociais e profissionais de seus personagens, Pedro Arcanjo e Berro D’água.

    V. As circunstâncias em que se deu a morte de Pedro Arcanjo e Berro D’água, o comportamento de seus amigos em relação ao fato e o desenrolar do fluxo das narrativas, desde a morte até o final, apresenta-se, de maneira idêntica, nas duas obras.


    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão bcb2a5ac-c4