Questões de Português do ENEM

Questões de Português, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

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10.965 questões encontradas. Mostrando a página 13 de 549.

  • C880059C-00

    Português

    Morfologia
    UNESP · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Se vai passear em uma praia, ________ óculos, o protetor solar e o chapéu são imprescindíveis. Mas não só eles. ________ também são indispensáveis. O tecido usado na cobertura deste acessório, muitas vezes desprezado pelos turistas, ajuda a combater a radiação ultravioleta. Supermercados e grandes lojas de decoração ________ mais variedade deles.

    (https://www.estadao.com.br/sao-paulo. Adaptado)

    Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
    Escolha uma alternativa para a questão c880059c-00
  • C87D8E57-00

    Português

    Sintaxe
    UNESP · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

     

    A biodiversidade na Amazônia


    Os 5.015.067,749 quilômetros quadrados da Amazônia brasileira abrigam uma enorme biodiversidade. Cientistas já classificaram cerca de 40.000 espécies vegetais, 3.000 peixes, 1.000 aves, 450 mamíferos, 400 anfíbios, 400 répteis e quase 130.000 invertebrados, e estima-se que ainda há várias espécies desconhecidas.

    Todos os seres vivos fazem parte de uma cadeia e desempenham uma função. Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes, por exemplo, favorecendo a regeneração em outras áreas e o plantio natural de florestas. As plantas podem abrigar outras espécies e servir de alimento para animais herbívoros, que por sua vez também podem ser alimentos para tantos outros. Em um sistema com grande biodiversidade, ou seja, com tamanha diversidade de espécies, como na Amazônia, essas relações são muito ricas e complexas.

    Alterar um sistema natural pode trazer desequilíbrio à densidade populacional das espécies e acarretar tanto o aparecimento de pragas, dada a remoção de espécies predadoras, quanto conflitos entre fauna e humanos, devido à escassez de presas.

    As pragas podem invadir lavouras, infestar áreas urbanas e transmitir doenças para nós, humanos. A escassez de presas pode levar grandes espécies predadoras a buscar alimentos entre as criações nas fazendas, por exemplo.

    Além disso, a biodiversidade nos oferece recursos, tais como medicamentos, que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas. Perder biodiversidade é, portanto, perder uma riqueza que ainda nem conhecemos completamente.

     

    (Ulisses Galatti e Tainá Oliveira Assis.

    https://amazonia.exame.com/biodiversidades. Adaptado)

    Releia a passagem do parágrafo final do texto: “... a biodiversidade nos oferece recursos [...] que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas.”

    Sem prejuízo ao sentido original do texto, a passagem pode ser reescrita da seguinte forma:
    Escolha uma alternativa para a questão c87d8e57-00
  • C87B2470-00

    Português

    Sintaxe
    UNESP · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

     

    A biodiversidade na Amazônia


    Os 5.015.067,749 quilômetros quadrados da Amazônia brasileira abrigam uma enorme biodiversidade. Cientistas já classificaram cerca de 40.000 espécies vegetais, 3.000 peixes, 1.000 aves, 450 mamíferos, 400 anfíbios, 400 répteis e quase 130.000 invertebrados, e estima-se que ainda há várias espécies desconhecidas.

    Todos os seres vivos fazem parte de uma cadeia e desempenham uma função. Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes, por exemplo, favorecendo a regeneração em outras áreas e o plantio natural de florestas. As plantas podem abrigar outras espécies e servir de alimento para animais herbívoros, que por sua vez também podem ser alimentos para tantos outros. Em um sistema com grande biodiversidade, ou seja, com tamanha diversidade de espécies, como na Amazônia, essas relações são muito ricas e complexas.

    Alterar um sistema natural pode trazer desequilíbrio à densidade populacional das espécies e acarretar tanto o aparecimento de pragas, dada a remoção de espécies predadoras, quanto conflitos entre fauna e humanos, devido à escassez de presas.

    As pragas podem invadir lavouras, infestar áreas urbanas e transmitir doenças para nós, humanos. A escassez de presas pode levar grandes espécies predadoras a buscar alimentos entre as criações nas fazendas, por exemplo.

    Além disso, a biodiversidade nos oferece recursos, tais como medicamentos, que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas. Perder biodiversidade é, portanto, perder uma riqueza que ainda nem conhecemos completamente.

     

    (Ulisses Galatti e Tainá Oliveira Assis.

    https://amazonia.exame.com/biodiversidades. Adaptado)

    A alternativa que atende à norma-padrão de concordância é:
    Escolha uma alternativa para a questão c87b2470-00
  • C878BFC4-00

    Português

    Morfologia - Verbos
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    Leia o texto para responder à questão.

     

    A biodiversidade na Amazônia


    Os 5.015.067,749 quilômetros quadrados da Amazônia brasileira abrigam uma enorme biodiversidade. Cientistas já classificaram cerca de 40.000 espécies vegetais, 3.000 peixes, 1.000 aves, 450 mamíferos, 400 anfíbios, 400 répteis e quase 130.000 invertebrados, e estima-se que ainda há várias espécies desconhecidas.

    Todos os seres vivos fazem parte de uma cadeia e desempenham uma função. Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes, por exemplo, favorecendo a regeneração em outras áreas e o plantio natural de florestas. As plantas podem abrigar outras espécies e servir de alimento para animais herbívoros, que por sua vez também podem ser alimentos para tantos outros. Em um sistema com grande biodiversidade, ou seja, com tamanha diversidade de espécies, como na Amazônia, essas relações são muito ricas e complexas.

    Alterar um sistema natural pode trazer desequilíbrio à densidade populacional das espécies e acarretar tanto o aparecimento de pragas, dada a remoção de espécies predadoras, quanto conflitos entre fauna e humanos, devido à escassez de presas.

    As pragas podem invadir lavouras, infestar áreas urbanas e transmitir doenças para nós, humanos. A escassez de presas pode levar grandes espécies predadoras a buscar alimentos entre as criações nas fazendas, por exemplo.

    Além disso, a biodiversidade nos oferece recursos, tais como medicamentos, que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas. Perder biodiversidade é, portanto, perder uma riqueza que ainda nem conhecemos completamente.

     

    (Ulisses Galatti e Tainá Oliveira Assis.

    https://amazonia.exame.com/biodiversidades. Adaptado)

    Os verbos impessoais são aqueles que não apresentam sujeito, como é o caso do verbo destacado em:
    Escolha uma alternativa para a questão c878bfc4-00
  • C876326F-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

     

    A biodiversidade na Amazônia


    Os 5.015.067,749 quilômetros quadrados da Amazônia brasileira abrigam uma enorme biodiversidade. Cientistas já classificaram cerca de 40.000 espécies vegetais, 3.000 peixes, 1.000 aves, 450 mamíferos, 400 anfíbios, 400 répteis e quase 130.000 invertebrados, e estima-se que ainda há várias espécies desconhecidas.

    Todos os seres vivos fazem parte de uma cadeia e desempenham uma função. Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes, por exemplo, favorecendo a regeneração em outras áreas e o plantio natural de florestas. As plantas podem abrigar outras espécies e servir de alimento para animais herbívoros, que por sua vez também podem ser alimentos para tantos outros. Em um sistema com grande biodiversidade, ou seja, com tamanha diversidade de espécies, como na Amazônia, essas relações são muito ricas e complexas.

    Alterar um sistema natural pode trazer desequilíbrio à densidade populacional das espécies e acarretar tanto o aparecimento de pragas, dada a remoção de espécies predadoras, quanto conflitos entre fauna e humanos, devido à escassez de presas.

    As pragas podem invadir lavouras, infestar áreas urbanas e transmitir doenças para nós, humanos. A escassez de presas pode levar grandes espécies predadoras a buscar alimentos entre as criações nas fazendas, por exemplo.

    Além disso, a biodiversidade nos oferece recursos, tais como medicamentos, que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas. Perder biodiversidade é, portanto, perder uma riqueza que ainda nem conhecemos completamente.

     

    (Ulisses Galatti e Tainá Oliveira Assis.

    https://amazonia.exame.com/biodiversidades. Adaptado)

    Na passagem do 2⁠º parágrafo “Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes...”, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão c876326f-00
  • C873B488-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

     

    A biodiversidade na Amazônia


    Os 5.015.067,749 quilômetros quadrados da Amazônia brasileira abrigam uma enorme biodiversidade. Cientistas já classificaram cerca de 40.000 espécies vegetais, 3.000 peixes, 1.000 aves, 450 mamíferos, 400 anfíbios, 400 répteis e quase 130.000 invertebrados, e estima-se que ainda há várias espécies desconhecidas.

    Todos os seres vivos fazem parte de uma cadeia e desempenham uma função. Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes, por exemplo, favorecendo a regeneração em outras áreas e o plantio natural de florestas. As plantas podem abrigar outras espécies e servir de alimento para animais herbívoros, que por sua vez também podem ser alimentos para tantos outros. Em um sistema com grande biodiversidade, ou seja, com tamanha diversidade de espécies, como na Amazônia, essas relações são muito ricas e complexas.

    Alterar um sistema natural pode trazer desequilíbrio à densidade populacional das espécies e acarretar tanto o aparecimento de pragas, dada a remoção de espécies predadoras, quanto conflitos entre fauna e humanos, devido à escassez de presas.

    As pragas podem invadir lavouras, infestar áreas urbanas e transmitir doenças para nós, humanos. A escassez de presas pode levar grandes espécies predadoras a buscar alimentos entre as criações nas fazendas, por exemplo.

    Além disso, a biodiversidade nos oferece recursos, tais como medicamentos, que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas. Perder biodiversidade é, portanto, perder uma riqueza que ainda nem conhecemos completamente.

     

    (Ulisses Galatti e Tainá Oliveira Assis.

    https://amazonia.exame.com/biodiversidades. Adaptado)

    As informações do texto permitem concluir corretamente que a grande extensão da Amazônia brasileira
    Escolha uma alternativa para a questão c873b488-00
  • C870BF74-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Considere a imagem:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2025


    As informações apresentadas permitem concluir corretamente que

    Escolha uma alternativa para a questão c870bf74-00
  • B0459131-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho de uma entrevista concedida por Tarcízio Silva, autor do livro Racismo Algorítmico: mídia, inteligência artificial e discriminação nas redes digitais.


    Quais os impactos do racismo algorítmico, principalmente em relação a minorias raciais no Brasil e no mundo?


    — As tecnologias digitais possuem dualidades que podem pender para a opressão em sociedades marcadas pelas desigualdades. Manifestações mais individualizadas do racismo algorítmico podem acontecer em quase todas as esferas da vida e são cada vez mais mediadas por tecnologias digitais como plataformas, aplicativos e sistemas de classificação e ranqueamento. Assim, a mediação algorítmi ca de decisões em áreas como serviços públicos, liberda de de expressão, trabalho, remuneração, segurança e até acesso à saúde pode aumentar as disparidades já conheci das socialmente.


    Seria o racismo algorítmico apenas uma consequência do racismo estrutural?


    — O racismo algorítmico é uma espécie de atualização do racismo estrutural. Nesse contexto, o desenvolvimento de tecnologias algorítmicas se alimenta do histórico social para oferecer uma pretensa inteligência artificial, ou seja, que, na verdade, é comprometida com o patriarcado e o colonialismo. Essa desinteligência artificial atualiza opressões como o racismo estrutural.


    (Daiane Batista. “Tarcízio Silva: ‘O racismo algorítmico é uma espécie de atualização do racismo estrutural’”. https://cee.fiocruz.br, 30.03.2023. Adaptado.)


    Com base nas respostas de Tarcízio Silva, compreender o racismo algorítmico como uma forma atualizada de racismo estrutural implica reconhecer que


    Escolha uma alternativa para a questão b0459131-00
  • B04318EB-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1


    O uso de inteligência artificial (IA) para tarefas simples e complexas está se tornando cada vez mais comum, mas você já se perguntou se dizer “por favor” e “obrigado” a uma IA afeta a resposta que ela dará? Estudos da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, revelaram que a resposta da IA variava dependendo se a pessoa era gentil ou não. “A linguagem educada na comunicação humana frequentemente gera maior conformidade e eficácia, enquanto a grosseria pode causar aversão, o que afeta a qualidade da resposta”, afirmou o estudo.


    (https://oglobo.globo.com, 18.04.2025. Adaptado.)


    Texto 2


    Dizer “obrigada” e “por favor” para o ChatGPT pode au mentar ainda mais os custos de seu funcionamento. A em presa criadora do chatbot, OpenAI, gasta até US$ 700 mil por dia para manter o ChatGPT ativo, e cada resposta consome mais do que só eletricidade: há água, dados e bilhões em jogo. Destacam-se não apenas os custos financeiros, mas também o impacto ambiental dos modelos de inteligência artificial mais avançada do mundo. Modelos como o GPT-4 demandam uma grande infraestrutura computacional para entregar respostas em segundos.


    (Tamires Vitorio. https://exame.com, 19.04.2025. Adaptado.)


    Os textos 1 e 2 demonstram que as novas dinâmicas da relação entre indivíduo e tecnologia expressam a


    Escolha uma alternativa para a questão b04318eb-00
  • B020B056-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a transcrição de uma reportagem publicada no canal “Jornalismo TV Cultura”, no YouTube.


    Uma prática que movimenta cinco milhões de reais por mês em todo o país: os bancos comunitários, regulamenta dos pelo Banco Central, que funcionam principalmente em pequenas comunidades. Um exemplo dessa prática ocorre no Açougue do Silvestre, na Zona Sul de São Paulo, que aceita várias formas de pagamento. “Pode pagar com dinhei ro real, com moeda Sampaio ou com cartões”. Não, você não ouviu errado, aqui se aceita o Sampaio, uma moeda social. Ela foi criada no bairro Jardim Maria Sampaio e só pode ser usada por aqui. “Para o comerciante, troca um por um. Dá um real, recebe um Sampaio. Dá um Sampaio, recebe um real. Então, para a gente, é dinheiro vivo. Mesma coisa do que fosse o real”, diz o dono do açougue.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2025


    A alternativa ao uso do real para pagamentos, apresentada na reportagem, demonstra uma estratégia de

    Escolha uma alternativa para a questão b020b056-00
  • B016B25F-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Analise parte da letra da música “Tô ouvindo alguém me cha mar”, de Mano Brown, faixa de Sobrevivendo no inferno, álbum lançado em 1997 pelos Racionais MC’s.


    Nunca mais vi meu irmão

    Diz que ele pergunta de mim (não sei não)

    A gente nunca teve muito a ver

    Outra ideia, outro rolê

    Os maluco lá do bairro

    Já falava de revólver, droga, carro

    Pela janela da classe, eu olhava lá fora

    A rua me atraía mais do que a escola

    Fiz dezessete, tinha que sobreviver

    Agora eu era um homem, tinha que correr

    No mundão você vale o que tem

    Eu não podia contar com ninguém

    [...] fica você com seu sonho de doutô

    Quando acordar cê me avisa, morô?

    Eu e meu irmão era como óleo e água

    Quando eu saí de casa trouxe muita mágoa

    Isso há mais ou menos seis anos atrás [...]



    Meu sobrinho nasceu

    Diz que o rosto dele é parecido com o meu

    É, diz...

    Um pivete eu sempre quis

    Meu irmão merece ser feliz

    Deve estar a essa altura

    Bem perto de fazer a formatura

    Acho que é direito, advocacia

    Acho que era isso que ele queria

    Sinceramente, eu me sinto feliz

    Graças a Deus, não fez o que eu fiz

    Minha finada mãe, proteja o seu menino

    O diabo agora guia o meu destino

    Se o júri for generoso comigo

    Quinze anos pra cada latrocínio

    Sem dinheiro pra me defender [...]


    (Sobrevivendo no inferno, 2018.)


    O excerto da letra identifica

    Escolha uma alternativa para a questão b016b25f-00
  • B0044BD6-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o excerto para responder à questão.


    Os africanos não foram somente os pioneiros da meta lurgia de ferro no Brasil. Desde muito acostumados à cata do ouro [...] trouxeram com eles as técnicas da bateia e de es cavação de minas. Alguns eram bons ourives, que criavam, na África, joias de grande beleza, como as dos axantes, e passaram a fazê-las no Brasil. [...]


    Aos africanos deve-se também que se tenha produzido, sobretudo nas grandes propriedades rurais, e ao arrepio das proibições régias, tecidos para uso dos escravos, em teares extremamente simples, horizontais ou verticais [...].


    [...] as crianças ouviam os relatos fantásticos de diferentes nações africanas, cujos personagens e enredos se mesclavam entre si e com os ameríndios e europeus, de tal modo que se tornava difícil separar o Curupira dos tupis do moatia dos axantes, pois ambos, do tamanho de anões, tinham os pés virados para trás e eram os senhores dos animais selva gens. Vindos da África, bichos-papões, jogos e brinquedos desembarcaram no Brasil. E lembranças de desfiles de reis, com seus enormes guarda-sóis coloridos, que reproduziram, no Brasil, nos maracatus, congadas e reisados.


    (Alberto da Costa e Silva. A África e os africanos na história e nos mitos, 2021.)

    Segundo o excerto, os africanos trazidos ao Brasil na condição de escravizados

    Escolha uma alternativa para a questão b0044bd6-00
  • AFFFCF8E-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Analise o meme criado a partir de uma imagem da obra Memorable deeds and sayings, produzida em Paris por volta de 1413.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2025

    (www.medievalmemes.org)

    O meme mostra uma roda da fortuna, sendo girada pela senhora Fortuna, e expõe uma característica da mentalidade do Período Medieval:

    Escolha uma alternativa para a questão afffcf8e-00
  • AFFD4349-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    A absoluta incompatibilidade entre Jesus e Dioniso — ou, de modo mais geral, entre o cristianismo e as velhas religiões extáticas — tornou-se um princípio da teologia cristã posterior, senão do pensamento “ocidental” como um todo. Porém, para um habitante de Roma que vivesse no século I ou II, quando o cristianismo surgiu, a nova religião não deve ter parecido tão hostil a Dioniso [...]. A partir de uma perspectiva romana, o cristianismo era, a princípio, apenas mais uma religião “oriental”, vindo do leste, e, como outras de origem semelhante, atraente para as mulheres e os pobres.


    (Barbara Ehrenreich. Dançando nas ruas, 2010.)


    Ao tratar do surgimento do cristianismo, o excerto

    Escolha uma alternativa para a questão affd4349-00
  • AFE06A64-00

    Português

    Morfologia
    UNESP · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Examine a tirinha do cartunista americano Bill Watterson (1958-). 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2025

    (Bill Watterson. Calvin e Haroldo: e foi assim que tudo começou, 2007.)


    Para obter seu efeito de humor, a tirinha explora o fenômeno linguístico denominado
    Escolha uma alternativa para a questão afe06a64-00
  • AFD90441-00

    Português

    Morfologia
    UNESP · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o início do ensaio “Bom dia, senhor Courbet!” do crítico de arte Jorge Coli (1947- ).



    Gustave Courbet (1819-1877) e sua obra revelam uma relação intrincada entre aquilo que é subjetivo e aquilo que é coletivo; entre aquilo que é biografia individual e aquilo que é pintura propriamente dita. Não se trata de uma obra, à primeira vista, sedutora. Ao contrário, ela elimina o fascínio mais imediato — o fascínio das belas cores, por exemplo; o fascínio dos temas, torturados ou felizes. Contraditória com o modo de ser do artista — que era truculento, tagarela, escandaloso, barulhento —, essa obra é grave e silenciosa. Ela exige recolhimento, meditação, ela exige a frequentação persistente, ela exige o olhar prolongado. Os quadros de Courbet dão a impressão de conterem elementos destinados a afugentar o olhar superficial e mesmo, algumas vezes, a horrorizá-lo.

    Mas essa obra e seu autor, de modo cúmplice, promoveram o desgarramento dos vínculos que submetiam os artistas a valores que estavam constituídos fora deles. Até Courbet, os artistas dependiam de um universo ético que estavam encarregados de veicular — por exemplo, Jacques-Louis David (1748-1825) celebra a Revolução Francesa, ou celebra o Império napoleônico; Eugène Delacroix (1798-1863) tratará de temas que envolvem a liberdade política. O que nós assistimos com a arte de Courbet é ao seu afastamento desses critérios externos que possuem valores já constituídos, e ao estabelecimento, para o artista, de um lugar que é independente e que lhe é próprio: este lugar é o da marginalidade. Courbet circunscreve pela primeira vez o campo da marginalidade, e o define como um território de eleição, um território privilegiado em relação ao dos outros homens.

    O artista marginal é aquele que não deve mais nada nem ao mundo, nem a ninguém — a não ser a si próprio. Ao mesmo tempo independente e consciente da elevação de sua tarefa artística, é obrigado, para manter-se à altura de si mesmo, a estabelecer os seus próprios valores. Isto é, ele é obrigado a construir uma ética para si.


    (https://artepensamento.ims.com.br, 1992. Adaptado.)



    “O que nós assistimos com a arte de Courbet é ao seu afastamento desses critérios externos que possuem valores já constituídos, e ao estabelecimento, para o artista, de um lugar que é independente e que lhe é próprio: este lugar é o da marginalidade. Courbet circunscreve pela primeira vez o campo da marginalidade, e o define como um território de eleição, um território privilegiado em relação ao dos outros homens.” (2o parágrafo)


    Os termos sublinhados referem-se, respectivamente, a

    Escolha uma alternativa para a questão afd90441-00
  • AFD20601-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o início do ensaio “Bom dia, senhor Courbet!” do crítico de arte Jorge Coli (1947- ).



    Gustave Courbet (1819-1877) e sua obra revelam uma relação intrincada entre aquilo que é subjetivo e aquilo que é coletivo; entre aquilo que é biografia individual e aquilo que é pintura propriamente dita. Não se trata de uma obra, à primeira vista, sedutora. Ao contrário, ela elimina o fascínio mais imediato — o fascínio das belas cores, por exemplo; o fascínio dos temas, torturados ou felizes. Contraditória com o modo de ser do artista — que era truculento, tagarela, escandaloso, barulhento —, essa obra é grave e silenciosa. Ela exige recolhimento, meditação, ela exige a frequentação persistente, ela exige o olhar prolongado. Os quadros de Courbet dão a impressão de conterem elementos destinados a afugentar o olhar superficial e mesmo, algumas vezes, a horrorizá-lo.

    Mas essa obra e seu autor, de modo cúmplice, promoveram o desgarramento dos vínculos que submetiam os artistas a valores que estavam constituídos fora deles. Até Courbet, os artistas dependiam de um universo ético que estavam encarregados de veicular — por exemplo, Jacques-Louis David (1748-1825) celebra a Revolução Francesa, ou celebra o Império napoleônico; Eugène Delacroix (1798-1863) tratará de temas que envolvem a liberdade política. O que nós assistimos com a arte de Courbet é ao seu afastamento desses critérios externos que possuem valores já constituídos, e ao estabelecimento, para o artista, de um lugar que é independente e que lhe é próprio: este lugar é o da marginalidade. Courbet circunscreve pela primeira vez o campo da marginalidade, e o define como um território de eleição, um território privilegiado em relação ao dos outros homens.

    O artista marginal é aquele que não deve mais nada nem ao mundo, nem a ninguém — a não ser a si próprio. Ao mesmo tempo independente e consciente da elevação de sua tarefa artística, é obrigado, para manter-se à altura de si mesmo, a estabelecer os seus próprios valores. Isto é, ele é obrigado a construir uma ética para si.


    (https://artepensamento.ims.com.br, 1992. Adaptado.)



    Para Jorge Coli, “artista marginal” seria sinônimo de

    Escolha uma alternativa para a questão afd20601-00
  • AFCF37E8-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o início do ensaio “Bom dia, senhor Courbet!” do crítico de arte Jorge Coli (1947- ).



    Gustave Courbet (1819-1877) e sua obra revelam uma relação intrincada entre aquilo que é subjetivo e aquilo que é coletivo; entre aquilo que é biografia individual e aquilo que é pintura propriamente dita. Não se trata de uma obra, à primeira vista, sedutora. Ao contrário, ela elimina o fascínio mais imediato — o fascínio das belas cores, por exemplo; o fascínio dos temas, torturados ou felizes. Contraditória com o modo de ser do artista — que era truculento, tagarela, escandaloso, barulhento —, essa obra é grave e silenciosa. Ela exige recolhimento, meditação, ela exige a frequentação persistente, ela exige o olhar prolongado. Os quadros de Courbet dão a impressão de conterem elementos destinados a afugentar o olhar superficial e mesmo, algumas vezes, a horrorizá-lo.

    Mas essa obra e seu autor, de modo cúmplice, promoveram o desgarramento dos vínculos que submetiam os artistas a valores que estavam constituídos fora deles. Até Courbet, os artistas dependiam de um universo ético que estavam encarregados de veicular — por exemplo, Jacques-Louis David (1748-1825) celebra a Revolução Francesa, ou celebra o Império napoleônico; Eugène Delacroix (1798-1863) tratará de temas que envolvem a liberdade política. O que nós assistimos com a arte de Courbet é ao seu afastamento desses critérios externos que possuem valores já constituídos, e ao estabelecimento, para o artista, de um lugar que é independente e que lhe é próprio: este lugar é o da marginalidade. Courbet circunscreve pela primeira vez o campo da marginalidade, e o define como um território de eleição, um território privilegiado em relação ao dos outros homens.

    O artista marginal é aquele que não deve mais nada nem ao mundo, nem a ninguém — a não ser a si próprio. Ao mesmo tempo independente e consciente da elevação de sua tarefa artística, é obrigado, para manter-se à altura de si mesmo, a estabelecer os seus próprios valores. Isto é, ele é obrigado a construir uma ética para si.


    (https://artepensamento.ims.com.br, 1992. Adaptado.)



    Caracteriza-se por uma menor impessoalidade o seguinte trecho do ensaio:


    Escolha uma alternativa para a questão afcf37e8-00
  • AFCB9C0D-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o início do ensaio “Bom dia, senhor Courbet!” do crítico de arte Jorge Coli (1947- ).



    Gustave Courbet (1819-1877) e sua obra revelam uma relação intrincada entre aquilo que é subjetivo e aquilo que é coletivo; entre aquilo que é biografia individual e aquilo que é pintura propriamente dita. Não se trata de uma obra, à primeira vista, sedutora. Ao contrário, ela elimina o fascínio mais imediato — o fascínio das belas cores, por exemplo; o fascínio dos temas, torturados ou felizes. Contraditória com o modo de ser do artista — que era truculento, tagarela, escandaloso, barulhento —, essa obra é grave e silenciosa. Ela exige recolhimento, meditação, ela exige a frequentação persistente, ela exige o olhar prolongado. Os quadros de Courbet dão a impressão de conterem elementos destinados a afugentar o olhar superficial e mesmo, algumas vezes, a horrorizá-lo.

    Mas essa obra e seu autor, de modo cúmplice, promoveram o desgarramento dos vínculos que submetiam os artistas a valores que estavam constituídos fora deles. Até Courbet, os artistas dependiam de um universo ético que estavam encarregados de veicular — por exemplo, Jacques-Louis David (1748-1825) celebra a Revolução Francesa, ou celebra o Império napoleônico; Eugène Delacroix (1798-1863) tratará de temas que envolvem a liberdade política. O que nós assistimos com a arte de Courbet é ao seu afastamento desses critérios externos que possuem valores já constituídos, e ao estabelecimento, para o artista, de um lugar que é independente e que lhe é próprio: este lugar é o da marginalidade. Courbet circunscreve pela primeira vez o campo da marginalidade, e o define como um território de eleição, um território privilegiado em relação ao dos outros homens.

    O artista marginal é aquele que não deve mais nada nem ao mundo, nem a ninguém — a não ser a si próprio. Ao mesmo tempo independente e consciente da elevação de sua tarefa artística, é obrigado, para manter-se à altura de si mesmo, a estabelecer os seus próprios valores. Isto é, ele é obrigado a construir uma ética para si.


    (https://artepensamento.ims.com.br, 1992. Adaptado.)



    De acordo com Jorge Coli, a obra de Courbet, em contradição com o modo de ser do artista, caracteriza-se



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  • AFC85E72-00

    Português

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    Examine o post publicado pela comunidade “The Language Nerds” em sua conta no Facebook em 01.09.2019.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2025

    Estereótipo é uma generalização simplificada e preconcebi da, que reduz a complexidade de indivíduos a características padronizadas, com base em ideias repetidas sobre determinado grupo. O post explora o estereótipo de que

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