Química
- Termoquímica: Energia Calorífica, Calor de reação, Entalpia, Equações e Lei de Hess.
- Prova de 2017
- Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 9D5203A5-D5
Disciplina · Ciências da Natureza
Questões de Química, da área de Ciências da Natureza, com gabarito em cada página.
Pequenas quantidades de óxido nítrico (NO) ocorrem naturalmente em nossos corpos, nos quais age como um neurotransmissor, ajuda a dilatar os vasos sanguíneos e participa em outras mudanças psicológicas. Considere a reação de obtenção do óxido nítrico a partir de amônia e oxigênio, como mostra a equação química não-balanceada:
x NH3(g) + y O2(g) → z NO(g) + w H2O(g)
Após balancear a referida equação com os menores
números inteiros possíveis, a soma dos coeficientes
estequiométricos é:







I. NO2(g) + SO2(g) + H2O(v) → H2SO4(aq) + NO(g)
II. 2NO(g) + O2(g) → 2NO2(g)
O Grande Nevoeiro, uma névoa mortífera que escureceu Londres por cinco dias, em dezembro de 1952, vitimou 12 mil londrinos e 150 mil pessoas foram hospitalizados em consequência de infecção respiratória. O fenômeno foi esclarecido, por completo, em novembro de 2016, através de estudos feitos por uma equipe de cientistas de dezenove universidades, incluindo-se americanos, ingleses e chineses. A névoa continha ácido sulfúrico, H2SO4(aq), em suspensão no ar atmosférico produzido, como mostram as equações químicas em destaque. O dióxido de enxofre SO2(g) se combinou com dióxido de nitrogênio, NO2(g), gases provenientes da combustão de carvão usado no aquecimento interno de residências e nas fábricas. Em Londres da década de 50, se jogavam 390 toneladas de SO2(g) no ar. Mas, atualmente, a concentração de dióxido de enxofre no ar atmosférico londrino foi reduzida de 330μgm−3 para quase zero. A névoa de poluição que se alastra pelas cidades chinesas, na atualidade, pode atingir a toxicidade do Grande Nevoeiro de Londres.
I. NO2(g) + SO2(g) + H2O(v) → H2SO4(aq) + NO(g)
II. 2NO(g) + O2(g) → 2NO2(g)
O Grande Nevoeiro, uma névoa mortífera que escureceu Londres por cinco dias, em dezembro de 1952, vitimou 12 mil londrinos e 150 mil pessoas foram hospitalizados em consequência de infecção respiratória. O fenômeno foi esclarecido, por completo, em novembro de 2016, através de estudos feitos por uma equipe de cientistas de dezenove universidades, incluindo-se americanos, ingleses e chineses. A névoa continha ácido sulfúrico, H2SO4(aq), em suspensão no ar atmosférico produzido, como mostram as equações químicas em destaque. O dióxido de enxofre SO2(g) se combinou com dióxido de nitrogênio, NO2(g), gases provenientes da combustão de carvão usado no aquecimento interno de residências e nas fábricas. Em Londres da década de 50, se jogavam 390 toneladas de SO2(g) no ar. Mas, atualmente, a concentração de dióxido de enxofre no ar atmosférico londrino foi reduzida de 330μgm−3 para quase zero. A névoa de poluição que se alastra pelas cidades chinesas, na atualidade, pode atingir a toxicidade do Grande Nevoeiro de Londres.

Os detritos da humanidade moderna são tão disseminados, que os tecnofósseis de negro de carbono, fuligem e de plástico
vão permear rochas que estão se formando, atualmente. Evidências crescentes recolhidas por cientistas dão suporte à ideia
de que a atividade humana empurrou o Planeta para uma nova época geológica, o Antropoceno. A época vai se provar distinta
do Holoceno, iniciado quando as geleiras recuaram a 11.700, anos atrás, e o ano de 1950 pode ser o limiar lógico entre as
duas. Marcadores do Antropoceno mostrados nos gráficos se espalharam pelo mundo todo, diz um estudioso de Pesquisa
Geológica Britânica. O ser humano se tornou uma nova força geológica.