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Questões de Literatura do ENEM

Questões de Literatura, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

Resultados

109 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 6.

  • EF4BAD85-D1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e analise a linguagem utilizada por Guimarães Rosa, escritor da terceira fase do Modernismo brasileiro.

    “A gente via Brejeirinha: primeiro, os cabelos, compridos, lisos, louro-cobre; e, no meio deles, coisicas diminutas: a carinha não-comprida, o perfilzinho agudo, um narizinho que-carícia. Aos tantos, não parava, andorinhava, espiava agora – o xixixi e o empapar-se da paisagem – as pestanas til-til. Porém, dissese-dizia ela, pouco se vê, pelos entrefios: - “Tanto chove, que me gela!” Aí, esticou-se para cima, dando com os pés em diversos objetos. – “Ui, ui-te!””
    ROSA, Guimarães. Primeiras estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1967.

    A recriação da própria linguagem e de neologismos, no texto de Guimarães Rosa, também está presente em outros autores, conforme exemplificam os versos:
    Escolha uma alternativa para a questão ef4bad85-d1
  • EF362C7D-D1

    Literatura

    Gêneros Literários
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder a questão, leia os poemas de Carlos Drummond de Andrade e de Olavo Bilac.


    Texto 

    Procura da Poesia

    [...]

    Penetra surdamente no reino das palavras.

    Lá estão os poemas que esperam ser escritos.

    Estão paralisados, mas não há desespero,

    há calma e frescura na superfície intata.

    Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.

    Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.

    [...]

    Não forces o poema a desprender-se do limbo.

    Não colhas no chão o poema que se perdeu.

    Não adules o poema. Aceita-o

    Como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada

    no espaço.


    Chega mais perto e contempla as palavras.

    Cada uma

    tem mil faces secretas sob a face neutra

    e te pergunta, sem interesse pela resposta,

    pobre ou terrível, que lhe deres:

    Trouxeste a chave?


    Repara:

    ermas de melodia e conceito,

    elas se refugiaram na noite, as palavras.

    Ainda úmidas e impregnadas de sono,

    rolam num rio difícil e se transformam em desprezo.

    ANDRADE, Carlos Drummond de. A Rosa do Povo. 1 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. 



    Texto 

    Profissão de fé

    [...]

    Invejo o ourives

    Quando escrevo:

    Imito o amor

    Com que ele, em ouro, o alto-relevo

    Faz de uma flor.


    Imito-o. E, pois, nem de Carrara

    A pedra firo:

    O alvo cristal, a pedra rara,

    O ônix prefiro.


    Por isso, corre, por servir-me,

    Sobre o papel

    A pena, como em prata firme

    Corre o cinzel.

    [...]

    Torce , aprimora, alteia, lima

    A frase; e, enfim,

    no verso de ouro engasta a rima

    como um rubim.


    Quero que a estrofe cristalina,

    Dobrada ao jeito

    Do ourives, saia da oficina

    Sem um defeito.

    [...]

    Porque o escrever – tanta perícia,

    Tanta requer,

    Que oficio tal... nem há notícia

    De outro qualquer.

                                                     BILAC, Olavo. Poesia. Rio de Janeiro: Agir, 2005.



    Comparando os Textos sobre aspectos temáticos e organização enunciativa, observa-se que
    Escolha uma alternativa para a questão ef362c7d-d1
  • 1DB3B58D-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Estudiosos de Dom Casmurro, tais como Roberto Schwarz e John Gledson, identificam, na personagem Capitu, um conjunto de impulsos ou tendências modernizantes, que se contrapõe à ordem patriarcal ainda vigente no contexto social em que se passa a história. Só NÃO faz parte desse conjunto de impulsos e tendências da referida personagem
    Escolha uma alternativa para a questão 1db3b58d-b0
  • F7923F26-4A

    Literatura

    Escolas Literárias
    ENEM · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

                                                Vei, a Sol


          Ora o pássaro careceu de fazer necessidade, fez e o herói ficou escorrendo sujeira de urubu. Já era de madrugadinha e o tempo estava inteiramente frio. Macunaíma acordou tremendo, todo lambuzado. Assim mesmo examinou bem a pedra mirim da ilhota para vê si não havia alguma cova com dinheiro enterrado. Não havia não. Nem a correntinha encantada de prata que indica pro escolhido, tesouro de holandês. Havia só as formigas jaquitaguas ruivinhas.

          Então passou Caiuanogue, a estrela da manhã. Macunaíma já meio enjoado de tanto viver pediu pra ela que o carregasse pro céu.

          Caiuanogue foi se chegando porém o herói fedia muito.

          — Vá tomar banho! — ela fez. E foi-se embora.

    Assim nasceu a expressão "Vá tomar banho" que os brasileiros empregam se referindo a certos imigrantes europeus.

    ANDRADE, M. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter. Rio de Janeiro: Agir, 2008.


    O fragmento de texto faz parte do capítulo VII, intitulado "Vei, a Sol", do livro Macunaíma, de Mário de Andrade, pertencente à primeira fase do Modernismo brasileiro. Considerando a linguagem empregada pelo narrador, é possível identificar

    Escolha uma alternativa para a questão f7923f26-4a
  • F773DA01-4A

    Literatura

    Escolas Literárias
    ENEM · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Quem não se recorda de Aurélia Camargo, que atravessou o firmamento da corte como brilhante meteoro, e apagou-se de repente no meio do deslumbramento que produzira seu fulgor? Tinha ela dezoito anos quando apareceu a primeira vez na sociedade. Não a conheciam; e logo buscaram todos com avidez informações acerca da grande novidade do dia. Dizia-se muita coisa que não repetirei agora, pois a seu tempo saberemos a verdade, sem os comentos malévolos de que usam vesti-la os noveleiros. Aurélia era órfã; tinha em sua companhia uma velha parenta, viúva, D. Firmina Mascarenhas, que sempre a acompanhava na sociedade. Mas essa parenta não passava de mãe de encomenda, para condescender com os escrúpulos da sociedade brasileira, que naquele tempo não tinha admitido ainda certa emancipação feminina. Guardando com a viúva as deferências devidas à idade, a moça não declinava um instante do firme propósito de governar sua casa e dirigir suas ações como entendesse. Constava também que Aurélia tinha um tutor; mas essa entidade era desconhecida, a julgar pelo caráter da pupila, não devia exercer maior influência em sua vontade, do que a velha parenta.

    ALENCAR, J. Senhora. São Paulo: Ática, 2006.


    O romance Senhora, de José de Alencar, foi publicado em 1875. No fragmento transcrito, a presença de D. Firmina Mascarenhas como "parenta" de Aurélia Camargo assimila práticas e convenções sociais inseridas no contexto do Romantismo, pois

    Escolha uma alternativa para a questão f773da01-4a
  • 818225D2-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Com base numa ideia central de Lucien Goldmann, o crítico e historiador Alfredo Bosi propõe, para a moderna ficção brasileira, enquadramentos como estes:

    I. romances de tensão mínima: as personagens não se destacam visceralmente da estrutura social e da paisagem que as condicionam. Exemplos, as histórias populistas de Jorge Amado.

    II. romances de tensão crítica: o herói opõe-se e resiste agonicamente às pressões da natureza e da exploração social. Exemplos, os romances de Graciliano Ramos.

    III. romances de tensão transfigurada: o herói procura ultrapassar o conflito que o constitui existencialmente pela transmutação mítica ou metafísica da realidade: Exemplos, Guimarães Rosa e Clarice Lispector.

                             (Apud História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1970) 

    Comparando-se a linguagem, o meio social retratado e os temas frequentados, poucos pontos comuns há entre Clarice Lispector e Guimarães Rosa, entre eles
    Escolha uma alternativa para a questão 818225d2-31
  • 817F1D8D-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Com base numa ideia central de Lucien Goldmann, o crítico e historiador Alfredo Bosi propõe, para a moderna ficção brasileira, enquadramentos como estes:

    I. romances de tensão mínima: as personagens não se destacam visceralmente da estrutura social e da paisagem que as condicionam. Exemplos, as histórias populistas de Jorge Amado.

    II. romances de tensão crítica: o herói opõe-se e resiste agonicamente às pressões da natureza e da exploração social. Exemplos, os romances de Graciliano Ramos.

    III. romances de tensão transfigurada: o herói procura ultrapassar o conflito que o constitui existencialmente pela transmutação mítica ou metafísica da realidade: Exemplos, Guimarães Rosa e Clarice Lispector.

                             (Apud História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1970) 

    Na literatura de Graciliano Ramos, a luta contra as pressões da natureza e da exploração social ocorre de modo exemplar em

    I. Sagarana, em que a violência do meio e dos homens traz também consigo um voto de esperança na regeneração do espírito, tal como ocorre com os protagonistas.

    II. Caetés, romance em que o autor, retomando a dicção do indianismo romântico, dispõe-se a narrar a saga de uma tribo oprimida.

    III. Vidas secas, romance “em quadros”, como já foi classificado, no qual se relata o esforço de sobrevivência de Fabiano e de sua família.

    Atende ao enunciado o que está APENAS em

    Escolha uma alternativa para a questão 817f1d8d-31
  • 817C537D-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Com base numa ideia central de Lucien Goldmann, o crítico e historiador Alfredo Bosi propõe, para a moderna ficção brasileira, enquadramentos como estes:

    I. romances de tensão mínima: as personagens não se destacam visceralmente da estrutura social e da paisagem que as condicionam. Exemplos, as histórias populistas de Jorge Amado.

    II. romances de tensão crítica: o herói opõe-se e resiste agonicamente às pressões da natureza e da exploração social. Exemplos, os romances de Graciliano Ramos.

    III. romances de tensão transfigurada: o herói procura ultrapassar o conflito que o constitui existencialmente pela transmutação mítica ou metafísica da realidade: Exemplos, Guimarães Rosa e Clarice Lispector.

                             (Apud História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1970) 

    Ao lado de Jorge Amado, outros escritores incumbiram-se de retratar aspectos marcantes da historia e da cultura da região em que nasceram. Entre eles, destaca-se o nome de José Lins do Rego,
    Escolha uma alternativa para a questão 817c537d-31
  • 8173811D-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          No fim de 1944 estávamos em regime de ditadura no Brasil, como todos sabem. Uma ditadura que já se ia dissolvendo, porque o ditador de então começara a acertar o passo com as chamadas Potências do Eixo; mas quando os Estados Unidos entraram na guerra e pressionaram no mesmo sentido os seus dependentes, ele não só passou para o outro lado, como teve de concordar que o país interviesse efetivamente na luta, como aliás pedia a opinião pública, às vezes em manifestações de massa que foram as primeiras a quebrar a rotina disciplinada de tranquilidade aparente nas grandes cidades.

                (CÂNDIDO, Antonio. Teresina etc. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980, p. 107-108) 

    No imediato pós-guerra, precisamente no ano de 1945, um grupo de poetas − a chamada geração de 45 − acabou se caracterizando por abraçar
    Escolha uma alternativa para a questão 8173811d-31
  • 816164B4-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Retrato do Brasil: ensaio sobre a tristeza brasileira, de Paulo Prado (escritor a quem Mário de Andrade dedicou Macunaíma), é hoje um livro quase esquecido. Quando saiu, porém, alcançou êxito excepcional: quatro edições entre 1928 e 1931. O momento era propício para tentar explicações do Brasil, país que se via a si mesmo como um ponto de interrogação. Terra tropical e mestiça condenada ao atraso ou promessa de um eldorado sul-americano?

                                                  (BOSI, Alfredo. Céu, Inferno. São Paulo: Ática, 1988, p. 137) 

    A tendência de se aprofundar o conhecimento do Brasil, numa linha nacionalista e tropical, no período referido no texto, está indiciada já em expressões que identificam obras e grupos literários, tais como
    Escolha uma alternativa para a questão 816164b4-31
  • 815E4F1C-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Retrato do Brasil: ensaio sobre a tristeza brasileira, de Paulo Prado (escritor a quem Mário de Andrade dedicou Macunaíma), é hoje um livro quase esquecido. Quando saiu, porém, alcançou êxito excepcional: quatro edições entre 1928 e 1931. O momento era propício para tentar explicações do Brasil, país que se via a si mesmo como um ponto de interrogação. Terra tropical e mestiça condenada ao atraso ou promessa de um eldorado sul-americano?

                                                  (BOSI, Alfredo. Céu, Inferno. São Paulo: Ática, 1988, p. 137) 

    A razão pela qual o escritor Mário de Andrade dedicou a Paulo Prado seu romance Macunaíma é sugerida no próprio texto, uma vez que nesse romance o autor pretende
    Escolha uma alternativa para a questão 815e4f1c-31
  • 81586BF9-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Contraditoriamente, foi o patrocínio da fração mais europeizada da aristocracia rural de São Paulo, aberta às influências internacionais, que permitiu o florescimento das inovações estéticas. O café pesou mais do que as indústrias. Os velhos troncos paulistas, ameaçados em face da burguesia e da imigração, se juntaram aos artistas numa grande “orgia intelectual”, conforme a definição de Mário de Andrade. Segundo ele, “foi da proteção desses salões literários [promovidos pela aristocracia rural] que se alastrou pelo Brasil o espírito destruidor do movimento modernista.

    (MARQUES, Ivan. Cenas de um modernismo de província. São Paulo: Editora 34, 2011, p. 11)

    Sobre o movimento a que o texto se refere é correto afirmar que, além de ter sido uma manifestação intelectual e artística,
    Escolha uma alternativa para a questão 81586bf9-31
  • 81559D23-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Contraditoriamente, foi o patrocínio da fração mais europeizada da aristocracia rural de São Paulo, aberta às influências internacionais, que permitiu o florescimento das inovações estéticas. O café pesou mais do que as indústrias. Os velhos troncos paulistas, ameaçados em face da burguesia e da imigração, se juntaram aos artistas numa grande “orgia intelectual”, conforme a definição de Mário de Andrade. Segundo ele, “foi da proteção desses salões literários [promovidos pela aristocracia rural] que se alastrou pelo Brasil o espírito destruidor do movimento modernista.

    (MARQUES, Ivan. Cenas de um modernismo de província. São Paulo: Editora 34, 2011, p. 11)

    O “espírito destruidor” que costuma atuar num movimento de vanguarda está presente e bem tipificado nesta formulação de um manifesto estético do Modernismo:
    Escolha uma alternativa para a questão 81559d23-31
  • 8152B67F-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Contraditoriamente, foi o patrocínio da fração mais europeizada da aristocracia rural de São Paulo, aberta às influências internacionais, que permitiu o florescimento das inovações estéticas. O café pesou mais do que as indústrias. Os velhos troncos paulistas, ameaçados em face da burguesia e da imigração, se juntaram aos artistas numa grande “orgia intelectual”, conforme a definição de Mário de Andrade. Segundo ele, “foi da proteção desses salões literários [promovidos pela aristocracia rural] que se alastrou pelo Brasil o espírito destruidor do movimento modernista.

    (MARQUES, Ivan. Cenas de um modernismo de província. São Paulo: Editora 34, 2011, p. 11)

    O Modernismo de 22 caracterizou-se, de fato, por algumas contradições, entre as quais a que o texto aponta:
    Escolha uma alternativa para a questão 8152b67f-31
  • 81432AFB-31

    Literatura

    Arcadismo
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Também no Brasil o século XVIII é momento da maior importância, fase de transição e preparação para a Independência. Demarcada, povoada, defendida, dilatada a terra, o século vai lhe dar prosperidade econômica, organização política e administrativa, ambiente para a vida cultural, terreno fecundo para a semente da liberdade. (...) A literatura produzida nos fins do século XVIII reflete, de modo geral, esse espírito, podendo-se apontar a obra de Tomás Antônio Gonzaga como a sua expressão máxima.

    (COUTINHO, Afrânio. Introdução à Literatura no Brasil. Rio de Janeiro: EDLE, 1972, 7. Ed. p. 127 e p. 138) 

    Considera-se um aspecto importante da poesia arcádica e neoclássica de Tomás Antonio Gonzaga no seguinte segmento crítico:
    Escolha uma alternativa para a questão 81432afb-31
  • 81403C8F-31

    Literatura

    Arcadismo
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Também no Brasil o século XVIII é momento da maior importância, fase de transição e preparação para a Independência. Demarcada, povoada, defendida, dilatada a terra, o século vai lhe dar prosperidade econômica, organização política e administrativa, ambiente para a vida cultural, terreno fecundo para a semente da liberdade. (...) A literatura produzida nos fins do século XVIII reflete, de modo geral, esse espírito, podendo-se apontar a obra de Tomás Antônio Gonzaga como a sua expressão máxima.

    (COUTINHO, Afrânio. Introdução à Literatura no Brasil. Rio de Janeiro: EDLE, 1972, 7. Ed. p. 127 e p. 138) 

    Manifestações socioculturais do período de que trata o texto assumem grande importância para o crítico Afrânio Coutinho na medida em que
    Escolha uma alternativa para a questão 81403c8f-31
  • 8134A54E-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Nos poemas indianistas, o heroísmo dos indígenas em nenhum momento é utilizado como crítica à colonização europeia, da qual a elite era a herdeira. Ao contrário, pela resistência ou pela colaboração, os indígenas do passado colonial, do ponto de vista dos nossos literatos, valorizavam a colonização e deviam servir de inspiração moral à elite brasileira. (...) Já o africano escravizado demorou para aparecer como protagonista na literatura romântica. Na segunda metade do século XIX, Castro Alves, na poesia, e Bernardo Guimarães, na prosa, destacaram em obras suas o tema da escravidão.

    (Adaptado de: NAPOLITANO, Marcos e VILLAÇA, Mariana. História para o ensino médio. São Paulo: Atual Editora, 2013, p. 436-37) 

    Passagens muito representativas da tendência literária da segunda metade do século XIX, referida no texto, encontram-se em obras de Castro Alves e de Bernardo Guimarães, respectivamente
    Escolha uma alternativa para a questão 8134a54e-31
  • 81318657-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Nos poemas indianistas, o heroísmo dos indígenas em nenhum momento é utilizado como crítica à colonização europeia, da qual a elite era a herdeira. Ao contrário, pela resistência ou pela colaboração, os indígenas do passado colonial, do ponto de vista dos nossos literatos, valorizavam a colonização e deviam servir de inspiração moral à elite brasileira. (...) Já o africano escravizado demorou para aparecer como protagonista na literatura romântica. Na segunda metade do século XIX, Castro Alves, na poesia, e Bernardo Guimarães, na prosa, destacaram em obras suas o tema da escravidão.

    (Adaptado de: NAPOLITANO, Marcos e VILLAÇA, Mariana. História para o ensino médio. São Paulo: Atual Editora, 2013, p. 436-37) 

    Entende-se do texto que o Indianismo, no Brasil, identificou-se como um movimento romântico que
    Escolha uma alternativa para a questão 81318657-31
  • 811F4CD5-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          (...) os mitos e o imaginário fantástico medieval não foram subitamente subtraídos da mentalidade coletiva europeia durante o século XVI. (...) Conforme Laura de Mello e Sousa, “parece lícito considerar que, conhecido o Índico e desmitificado o seu universo fantástico, o Atlântico passará a ocupar papel análogo no imaginário do europeu quatrocentista”.

    (VILARDAGA, José Carlos. Lastros de viagem: expectativas, projeções e descobertas portuguesas no Índico (1498- 1554). São Paulo: Annablume, 2010, p. 197) 

    Se no século XVI a presença de mitos e do imaginário fantástico se fazia notar nas artes e na literatura europeia, como em Os Lusíadas, de Camões, no Brasil isso não ocorria porque
    Escolha uma alternativa para a questão 811f4cd5-31
  • 811C2277-31

    Literatura

    Teoria Literária
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Personagem frequente dos carros alegóricos, d. Pedro surgia, nos anos 1880, ora como Pedro Banana ou como Pedro Caju, numa alusão à sua falta de participação nos últimos anos do Império. Mas é só com a queda da monarquia que se passa a eleger um rei do Carnaval. Com efeito, o rei Momo é uma invenção recente, datada de 1933. No século XIX ele não era rei, mas um deus grego: zombeteiro, pândego e amante da galhofa. Nos anos 30 vira Rei Momo e logo depois cidadão. Novos tempos, novos termos.

    (SCHWARCZ, Lilian Mortiz. As barbas do Imperador: Dom Pedro II , um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 281) 

    Na Grécia Antiga, o deus que correspondia às características apontadas no texto era Dionísio, em homenagem a quem eram
    Escolha uma alternativa para a questão 811c2277-31