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Questões de Literatura do ENEM

Questões de Literatura, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

Resultados

122 questões encontradas. Mostrando a página 2 de 7.

  • DA8E4C48-76

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho de Dom Casmurro, de Machado de Assis, para responder a questão.

        Ezequiel, quando começou o capítulo anterior, não era ainda gerado; quando acabou era cristão e católico. Este outro é destinado a fazer chegar o meu Ezequiel aos cinco anos, um rapagão bonito, com os seus olhos claros, já inquietos, como se quisessem namorar todas as moças da vizinhança, ou quase todas.
       Agora, se considerares que ele foi único, que nenhum outro veio, certo nem incerto, morto nem vivo, um só e único, imaginarás os cuidados que nos deu, os sonos que nos tirou, e que sustos nos meteram as crises dos dentes e outras, a menor febrícula, toda a existência comum das crianças. A tudo acudíamos, segundo cumpria e urgia, cousa que não era necessário dizer, mas há leitores tão obtusos, que nada entendem, se lhes não relata tudo e o resto. Vamos ao resto. (Dom Casmurro. São Paulo, Globo, 1997) 
    Em Dom Casmurro, Bentinho é o narrador que
    Escolha uma alternativa para a questão da8e4c48-76
  • DA8847F1-76

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho de Dom Casmurro, de Machado de Assis, para responder a questão.

        Ezequiel, quando começou o capítulo anterior, não era ainda gerado; quando acabou era cristão e católico. Este outro é destinado a fazer chegar o meu Ezequiel aos cinco anos, um rapagão bonito, com os seus olhos claros, já inquietos, como se quisessem namorar todas as moças da vizinhança, ou quase todas.
       Agora, se considerares que ele foi único, que nenhum outro veio, certo nem incerto, morto nem vivo, um só e único, imaginarás os cuidados que nos deu, os sonos que nos tirou, e que sustos nos meteram as crises dos dentes e outras, a menor febrícula, toda a existência comum das crianças. A tudo acudíamos, segundo cumpria e urgia, cousa que não era necessário dizer, mas há leitores tão obtusos, que nada entendem, se lhes não relata tudo e o resto. Vamos ao resto. (Dom Casmurro. São Paulo, Globo, 1997) 
    Uma característica do estilo de Machado de Assis que pode ser observada nesse trecho diz respeito ao modo como o narrador
    Escolha uma alternativa para a questão da8847f1-76
  • 2A934907-FF

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro Universitário Christus · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Torce, aprimora, alteia, lima
    A frase, e enfim,
    No verso de ouro engasta a rima
    Como um rubim
    Quero que a estrofe cristalina,
    Dobrada ao jeito
    Do ourives, sai da oficina
    ...........................................
    Assim procedo. Minha pena
    Segue esta norma,
    Por te servir, Deusa serena,
    Serena forma.

    BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira.
    40a ed. Cultrix, São Paulo. p. 227.


    Nesse fragmento, de Olavo Bilac, observa-se que o poeta parnasiano define a palavra como algo que não se identifica com a substância das coisas, mas veste-a de forma magnífica. Nesse fragmento, fica evidente uma das características da poesia parnasiana, no caso,
    Escolha uma alternativa para a questão 2a934907-ff
  • 75CD403B-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema “Inquietação”, de Helena Kolody, publicado em Viagem no espelho:


    Inquietação


    O ritmo febril de um sangue moço
    Lateja em minhas fontes.
    As tendências recalcadas
    Rumorejam surdamente,
    Como larvas represadas,
    Eu não sei que perdidas regiões do inconsciente.
    Não possuo mais a antiga serenidade
    De alta montanha nevada.


    O amor quis envolver-me
    E eu me esquivei.
    Essa tristeza que me oprime
    Tornou-se mais espessa
    E pesou mais o meu destino de ser só.


    O esforço gasto em árdua luta
    Partiu não sei que amarras
    Que me prendiam à vida.
    Meu espírito, desarvorado,
    Deixa-se vagar ao sabor da corrente.
    Não quer aportar.


    KOLODY, Helena. Inquietação. In: ___. Viagem no espelho. Curitiba: Ed. da UFPR, 1995. p. 231.


    Assinale a alternativa INcorreta sobre o poema “Inquietação”, de Helena Kolody.

    Escolha uma alternativa para a questão 75cd403b-fd
  • 75C824BC-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o fragmento que inicia “Devaneios e embriaguez duma rapariga”, conto de Clarice Lispector, publicado em Laços de família.


    Pelo quarto parecia-lhe estarem a se cruzar os eletricos, a estremecerem-lhe a imagem refletida. Estava a se pentear vagarosamente diante da penteadeira de tres espelhos, os bracos brancos e fortes arrepiavamse à frescurazita da tarde. Os olhos nao se abandonavam, os espelhos vibravam ora escuros, ora luminosos. Cá fora, duma janela mais alta, caiu à rua uma cousa pesada e fofa. Se os miudos e o marido estivessem à casa, já lhe viria à ideia que seria descuido deles. Os olhos nao se despregavam da imagem, o pente trabalhava meditativo, o roupao aberto deixava aparecerem nos espelhos os seios entrecortados de várias raparigas.

    "A Noite!", gritou o jornaleiro ao vento brando da Rua do Riachuelo, e alguma cousa arrepiou-se pressagiada. Jogou o pente à penteadeira, cantou absorta: "quem viu o par-dal-zito... passou pela jane-la... voou pr'alem do Mi-nho!" — mas, colerica, fechou-se dura como um leque.

    Deitou-se, abanava-se impaciente com um jornal a farfalhar no quarto. Pegou o lenco, aspirava-o a comprimir o bordado áspero com os dedos avermelhados. Punha-se de novo a abanar-se, quase a sorrir. Ai, ai, suspirou a rir. Teve a visao de seu sorriso claro de rapariga ainda nova, e sorriu mais fechando os olhos, a abanar-se mais profundamente. Ai, ai, vinha da rua como uma borboleta.

    [...]

    LISPECTOR, Clarice. Devaneios e embriaguez duma rapariga. In: ___. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 5.


    Assinale a alternativa correta sobre o fragmento de texto apresentado para a questão. 

    Escolha uma alternativa para a questão 75c824bc-fd
  • 75C27A79-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICENTRO · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em “A causa secreta”, conto de Machado de Assis, incluído em Várias histórias, é INcorreto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 75c27a79-fd
  • 75B6518F-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre a obra Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus, é INcorreto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 75b6518f-fd
  • 6C86988C-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o fragmento de O visitante, de Hilda Hilst, para responder a QUESTÃO.


    O visitante (1968)

    ANA (tecendo ou próximo do tear, como se estivesse acabado de tecer alguma coisa): muitas vezes tenho saudade das tuas pequenas roupas. Eram tão macias! (sorrindo) Tinha uma touca que, por engano meu, quase te cobria os olhos.

    MARIA (seca): É bem do que eu preciso ainda hoje: antolhos.

    ANA (meiga): E uma camisola tão comprida... branca. Nos punhos e no decote, coloquei umas fitas. E te arrastavas, choravas se, de repente, na noite, não me vias.

    MARIA: Agora vejo-te sempre. Cada noite. Cada dia. (pausa)

    ANA: Eras mansa. Me amavas. Ainda me amas agora?

    MARIA: Ah, que pergunta! As coisas se transformam. Nós também.

    ANA: A casa ainda é a mesma. E a mesa e...

    MARIA (interrompendo): A casa, a mesa... todas essas coisas vivem mais do que nós. Ficam aí paradas. E assim mesmo envelhecem. Tu pensas que são as mesmas coisas e não são. (...)


    Fonte: HILST, Hilda. Volume I. São Paulo: Nankin Editorial, 2000, p. 101.


    Considerando a leitura do trecho de O visitante, assinale a alternativa CORRETA quanto ao gênero literário.
    Escolha uma alternativa para a questão 6c86988c-fd
  • 6C82A7A0-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o fragmento do poema Cantoria, de Cora Coralina, para responder a QUESTÃO.

    Cantoria
    Meti o peito em Goiás
    e canto como ninguém.
    Canto as pedras,
    canto as águas,
    as lavadeiras, também.

    Cantei um velho quintal
    com murada de pedra.
    Cantei um portão alto
    com escada caída.

    Cantei a casinha velha
    de velha pobrezinha.
    Cantei colcha furada
    estendida no lajedo;
    muito sentida,
    pedi remendos pra ela. (...)

    Fonte: CORALINA, Cora. Meu livro de Cordel. São Paulo: Global, 2013, p. 9. 

    A partir da leitura do excerto de Cantoria, é INCORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 6c82a7a0-fd
  • 6C7E556D-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o fragmento de Terra Sonâmbula, do escritor moçambicano Mia Couto, para responder a QUESTÃO.


    Naquele lugar, a guerra tinha morto a estrada. Pelos caminhos só as hienas se arrastavam, focinhando entre cinzas e poeiras. A paisagem se mestiçara de tristezas nunca vistas, em cores que se pegavam à boca. Eram cores sujas, tão sujas que tinham perdido toda a leveza, esquecidas da ousadia de levantar asas pelo azul. Aqui, o céu se tornara impossível. E os viventes se acostumaram ao chão, em resignada aprendizagem da morte. (...)

    COUTO, Mia. Terra sonâmbula. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 9.


    Observando a passagem do romance, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 6c7e556d-fd
  • 6C7A2FDA-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFT · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a seguir o fragmento do poema Mundo Pequeno, de Manoel de Barros, para responder a QUESTÃO.


    Mundo Pequeno

    Descobri aos 13 anos que o que me dava prazer nas
    leituras não era a beleza das frases, mas a doença delas.
    Comuniquei ao Padre Ezequiel, um meu Preceptor,
    esse gosto esquisito.
    Eu pensava que fosse um sujeito escaleno.
    – Gostar de fazer defeitos na frase é muito saudável,
    o Padre me disse.
    Ele fez um limpamento em meus receios.
    O Padre falou ainda: Manoel, isso não é doença,
    pode muito que você carregue para o resto da
    vida um certo gosto por nadas...
    E se riu.
    Você não é de bugre? – ele continuou.
    Que sim, eu respondi.
    Veja que bugre só pega por desvios, não anda em
    estradas –
    Pois é nos desvios que encontra as melhores
    surpresas e os ariticuns maduros.
    Há que apenas saber errar bem o seu idioma.
    Esse Padre Ezequiel foi o meu primeiro professor de
    agramática.


    Fonte: BARROS, Manoel de. O livro das Ignorãças. In: Poesia completa. São Paulo: Leya, 2010, p. 319-320.



    O excerto do poema traz o descobrimento, inquietação e questionamento do menino Manoel pela “doença das frases”.

    É CORRETO afirmar que esta doença pode ser lida como um desvio:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c7a2fda-fd
  • C167D03B-F2

    Literatura

    Escolas Literárias
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
         E Jerônimo via e escutava, sentindo ir-se-lhe toda a alma pelos olhos enamorados.
       Naquela mulata estava o grande mistério, a síntese das impressões que ele recebeu chegando aqui: ela era a luz ardente do meio-dia; ela era o calor vermelho das sestas da fazenda; era o aroma quente dos trevos e das baunilhas, que o atordoara nas matas brasileiras; era a palmeira virginal e esquiva que se não torce a nenhuma outra planta; era o veneno e era o açúcar gostoso; era o sapoti mais doce que o mel e era a castanha do caju, que abre feridas com o seu azeite de fogo; ela era a cobra verde e traiçoeira, a lagarta viscosa, a muriçoca doida, que esvoaçava havia muito tempo em torno do corpo dele, assanhando-lhe os desejos, acordando-lhe as fibras embambecidas pela saudade da terra, picando-lhe as artérias, para lhe cuspir dentro do sangue uma centelha daquele amor setentrional, uma nota daquela música feita de gemidos de prazer, uma larva daquela nuvem de cantáridas que zumbiam em torno da Rita Baiana e espalhavam-se pelo ar numa fosforescência afrodisíaca.
      Isto era o que Jerônimo sentia, mas o que o tonto não podia conceber. De todas as impressões daquele resto de domingo só lhe ficou no espírito o entorpecimento de uma desconhecida embriaguez, não de vinho, mas de mel chuchurreado no cálice de flores americanas, dessas muito alvas, cheirosas e úmidas, que ele na fazenda via debruçadas confidencialmente sobre os limosos pântanos sombrios, onde as oiticicas trescalam um aroma que entristece de saudade.
    (AZEVEDO, Aluísio. O Cortiço. São Paulo: Ateliê Editorial, 2012. p. 152)
    Aluísio Azevedo (1857-1913) foi um dos principais nomes do Naturalismo no Brasil. Pode-se notar características da escola naturalista no trecho de O Cortiço pois
    Escolha uma alternativa para a questão c167d03b-f2
  • C984C190-E8

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1


    “Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,

    Que vive de guardar alheio gado;

    De tosco trato, de expressões grosseiro,

    Dos frios gelado e dos sóis queimado.

    Tenho próprio casal e nele assisto

    Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;

    Das brancas ovelhinhas tiro o leite,

    E mais as finas lãs, de que me visto.

    Graças, Marília bela,

    Graças à minha Estrela!”

    (Tomás Antonio Gonzaga)

    A obra reúne uma série de artigos, iniciados com “Velha Praga”, publicados em O Estado de São Paulo em 14/11/1914. Nestes artigos, o autor insurge-se contra o extermínio das matas da Mantiqueira pela ação nefasta das queimadas, retrógrada prática agrícola perpetrada pela ignorância dos caboclos, analisa o primitivismo da vida dos caipiras do Vale do Paraíba e critica a literatura romântica que cantou liricamente esses marginais da civilização. Assinale a alternativa que corresponde ao conto aludido:
    Escolha uma alternativa para a questão c984c190-e8
  • C838DE4E-E7

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2


    “Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que não lia. Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía. As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato. Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o, E, completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança de alegria: eu não vivia, nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam. No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem pra meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo”.
    (Clarice Lispector, Felicidade Clandestina.)
    Sobre o romance “Lavoura Arcaica”, de Raduan Nassar, é CORRETO afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão c838de4e-e7
  • C835CD57-E7

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2


    “Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que não lia. Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía. As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato. Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o, E, completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança de alegria: eu não vivia, nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam. No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem pra meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo”.
    (Clarice Lispector, Felicidade Clandestina.)
    A respeito do conto “Felicidade Clandestina” de Clarice Lispector, assinale a alternativa CORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão c835cd57-e7
  • C82E8821-E7

    Literatura

    Arcadismo
    Centro universitário FAG · 2018Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1


    “Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,

    Que vive de guardar alheio gado;

    De tosco trato, de expressões grosseiro,

    Dos frios gelado e dos sóis queimado.

    Tenho próprio casal e nele assisto

    Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;

    Das brancas ovelhinhas tiro o leite,

    E mais as finas lãs, de que me visto.

    Graças, Marília bela,

    Graças à minha Estrela!”

    (Tomás Antonio Gonzaga)

    O texto 1 possui traços que caracterizam o período literário ao qual pertence. Uma característica evidente nesta estrofe é:
    Escolha uma alternativa para a questão c82e8821-e7
  • A6FA3B4C-E7

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre a obra de Alvares de Azevedo, “Se eu morresse amanhã”, é CORRETO afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão a6fa3b4c-e7
  • A6F5B441-E7

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    A obra transita num tempo de decadência espacial. Uma sociedade patriarcal onde o dono da terra é o dono do poder, o dono da família, enfim o dono da mulher. A protagonista é uma personagem redonda, sofre mudanças profundas no decorrer da história. Por conseguinte, é uma personagem encantadora, marcada pela dor e pelos gestos calculados. O espaço é redondo, transformado pela decadência rural em função da industrialização. Assinale a alternativa que corresponde à obra aludida:
    Escolha uma alternativa para a questão a6f5b441-e7
  • 23AF9BE8-E7

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Tendo por base o poema de Olavo Bilac - “O incêndio de Roma”, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 23af9be8-e7